Educação Permanente em Qualificação de Registros e Indicadores

Segundo dia de Educação Permanente em Qualificação de Registros e Indicadores fortalece práticas na Atenção Primária

Nesta terça-feira, 25 de fevereiro, acontece o segundo dia da Educação Permanente em Qualificação de Registros e Indicadores, realizada no Laboratório de Informática da OTICS. A atividade teve início ontem, 24/02, e segue até o dia 26/02, das 13h às 17h, reunindo de 10 a 15 médicos clínicos por dia. A iniciativa tem como objetivo aprimorar a qualidade dos registros em saúde, fortalecer a análise de indicadores e qualificar o uso das informações no processo de trabalho das equipes da Atenção Primária. A correta inserção de dados nos sistemas de informação é fundamental para o planejamento das ações, o monitoramento dos resultados e a tomada de decisão baseada em evidências. Durante o encontro, estão sendo abordados temas como, importância dos registros clínicos completos e padronizados; impacto dos indicadores na avaliação do desempenho das equipes; qualificação do preenchimento nos sistemas oficiais do SUS; uso estratégico das informações para melhoria da assistência.

A Educação Permanente é uma diretriz do Sistema Único de Saúde (SUS), prevista na Política Nacional de Educação Permanente em Saúde, que orienta a aprendizagem no próprio local de trabalho, articulando teoria e prática para o aprimoramento contínuo dos profissionais.

A ação reafirma o compromisso da OTICS com o fortalecimento da gestão da informação e com a melhoria da qualidade do cuidado ofertado à população.

Registros clínicos adequados são essenciais para assegurar continuidade do cuidado, vigilância em saúde e avaliação de resultados. No contexto prisional, essa qualificação ganha ainda mais relevância, considerando as especificidades epidemiológicas e sociais dessa população.

A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP), instituída pelo Ministério da Saúde, destaca a necessidade de organização das informações em saúde como instrumento estratégico para garantir acesso, qualidade assistencial e equidade no cuidado.

Além disso, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro reforça, em suas diretrizes de gestão e monitoramento, a importância da qualificação dos indicadores como ferramenta fundamental para o planejamento das ações na Atenção Primária.

A capacitação é direcionada a médicos clínicos e psiquiatras que atuam na Atenção Primária Prisional, considerando o papel estratégico desses profissionais na produção de registros qualificados, na análise de indicadores e no acompanhamento longitudinal dos usuários.

A Educação Permanente em Saúde é reconhecida como estratégia estruturante do Sistema Único de Saúde, promovendo a reflexão sobre os processos de trabalho e a qualificação contínua das práticas assistenciais.

Ao investir na qualificação técnica dos registros e indicadores, a iniciativa reafirma o compromisso institucional com a melhoria da gestão da informação, a transparência dos dados e a garantia de uma assistência mais resolutiva e baseada em evidências na Atenção Primária Prisional.

Educação Permanente em Qualificação de Registros e Indicadores

Educação Permanente fortalece qualificação de registros e indicadores na Atenção Primária Prisional

Teve início hoje, 24 de fevereiro, no Laboratório de Informática da OTICS Bangu, a atividade “Educação Permanente em Qualificação de Registros e Indicadores”, que será realizada também nos dias 25 e 26 de fevereiro, das 13h às 17h. A capacitação reúne de 10 a 15 médicos por dia, entre clínicos e psiquiatras que atuam na Atenção Primária Prisional. Conduzida por Caroline Falzoni, Analista de Informação em Saúde Prisional, a atividade tem como foco a qualificação técnica dos registros realizados pelos profissionais médicos, com ênfase na melhoria dos indicadores de desempenho e na incorporação de novos indicadores estratégicos para monitoramento da assistência. A iniciativa tem como principal objetivo fortalecer a Educação Permanente em Saúde, promovendo a melhoria da qualidade dos registros clínicos e a utilização adequada dos sistemas de informação, contribuindo para maior fidedignidade dos dados, monitoramento dos indicadores e tomada de decisão baseada em evidências. A qualificação dos registros impacta diretamente na avaliação da performance das equipes, no planejamento das ações de saúde e na garantia da integralidade do cuidado às pessoas privadas de liberdade.

Registros clínicos adequados são essenciais para assegurar continuidade do cuidado, vigilância em saúde e avaliação de resultados. No contexto prisional, essa qualificação ganha ainda mais relevância, considerando as especificidades epidemiológicas e sociais dessa população.

A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP), instituída pelo Ministério da Saúde, destaca a necessidade de organização das informações em saúde como instrumento estratégico para garantir acesso, qualidade assistencial e equidade no cuidado.

Além disso, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro reforça, em suas diretrizes de gestão e monitoramento, a importância da qualificação dos indicadores como ferramenta fundamental para o planejamento das ações na Atenção Primária.

A capacitação é direcionada a médicos clínicos e psiquiatras que atuam na Atenção Primária Prisional, considerando o papel estratégico desses profissionais na produção de registros qualificados, na análise de indicadores e no acompanhamento longitudinal dos usuários.

A Educação Permanente em Saúde é reconhecida como estratégia estruturante do Sistema Único de Saúde, promovendo a reflexão sobre os processos de trabalho e a qualificação contínua das práticas assistenciais.

Ao investir na qualificação técnica dos registros e indicadores, a iniciativa reafirma o compromisso institucional com a melhoria da gestão da informação, a transparência dos dados e a garantia de uma assistência mais resolutiva e baseada em evidências na Atenção Primária Prisional.

Acompanhamento Pedagógico e Planejamento do Curso de Libras

Planejamento Pedagógico do Curso de Libras Básico reforça compromisso com a acessibilidade comunicativa no SUS

Na tarde do dia 22 de janeiro de 2026, foi realizada, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, uma atividade de planejamento pedagógico do Curso de Libras Básico, com o objetivo de organizar as aulas do curso, que terá início no mês de março. O encontro contou com a participação dos apoiadores Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1); Jaqueline Nascimento, apoiadora do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1; além de Renata Reis e Viviane Lins, da Assessoria PSE/PICS/RAP da Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, DAPS – CAP 5.1. O planejamento teve como propósito estruturar as ações pedagógicas, os conteúdos programáticos e o cronograma das aulas, visando ampliar o conhecimento dos participantes sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e fortalecer as práticas de acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde. A iniciativa é fundamental para a promoção da inclusão de pessoas surdas no Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo para um atendimento mais humano, acessível e equitativo. Além disso, o encontro reforça a importância do planejamento coletivo para garantir a qualidade do processo formativo e a continuidade da assistência, alinhando as ações às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde. A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais e com o fortalecimento de uma comunicação acessível em toda a rede de saúde.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologia, morfologia, sintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

 Equipe de Acessibilidade Comunicativa – CAP 5.1 / OTICS Bangu

Fontes: Libras

Central Carioca de Libras 

Grupo de Estudos Saúde da População Negra

OTICS Bangu promove Grupo de Estudos sobre a Saúde da População Negra

Na quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, o auditório da OTICS Bangu sediou o Grupo de Estudos Saúde da População Negra, reunindo cerca de 28 participantes, entre trabalhadores da saúde, estudantes da área e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro ocorreu das 9h às 12h e teve como foco a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), abordando seus princípios, diretrizes e a importância de sua efetivação nos serviços de saúde. A atividade foi conduzida por Aline Vieira, psicóloga e presidente do Centro de Estudos do Instituto Municipal de Assistência à Saúde (IMAS) Juliano Moreira, que apresentou os fundamentos da política e estimulou reflexões sobre o enfrentamento das desigualdades raciais no cuidado em saúde. O principal objetivo do evento foi apresentar a Política Nacional de Saúde da População Negra e promover a construção coletiva de um projeto de intervenção, voltado à qualificação das práticas nos serviços de saúde, considerando os determinantes sociais, o racismo estrutural e seus impactos no processo saúde-doença, como também a importância do preenchimento do quesito raça/cor e estratégias de combate às iniquidades em Saúde. O grupo é composto por trabalhadores da atenção primária, trabalhadores da raps zona oeste, acadêmicos e usuários.

A realização do Grupo de Estudos é de grande relevância para o fortalecimento da equidade no SUS, uma vez que a população negra historicamente enfrenta maiores barreiras de acesso, piores indicadores de saúde e maior exposição a agravos evitáveis. Iniciativas como esta contribuem para a formação crítica dos profissionais, para a sensibilização dos usuários e para a implementação de ações que promovam justiça social, integralidade e humanização do cuidado.

O encontro reafirma o compromisso da OTICS Bangu com a educação permanente em saúde e com a promoção de políticas públicas que visam reduzir iniquidades, fortalecer os direitos e melhorar a qualidade da atenção à saúde da população negra.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Integral da População Negra

  • Sistema Único de Saúde (SUS)

  • Secretaria Municipal de Saúde

  • Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS)

  • Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira (IMAS)

Acompanhamento Pedagógico e Planejamento do Curso de Libras

Planejamento Pedagógico do Curso de Libras Básico reforça compromisso com a acessibilidade comunicativa no SUS

Na tarde do dia 7 de janeiro de 2026, foi realizada, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, uma atividade de planejamento pedagógico do Curso de Libras Básico. O encontro contou com a participação dos apoiadores, Willian Inácio, auxiliar administrativo da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, que contribuíram com suas experiências para o aprimoramento das estratégias de ensino e das práticas pedagógicas voltadas à formação dos profissionais da rede, o planejamento teve como propósito estruturar as ações e os conteúdos da próxima etapa do curso, ampliando o conhecimento dos participantes sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e fortalecendo as práticas de acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde. Essa iniciativa busca promover a inclusão de pessoas surdas no SUS, assegurando um atendimento mais humano, acessível e equitativo. A ação reforça o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais e com a implementação de políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologia, morfologia, sintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

 

 Equipe de Acessibilidade Comunicativa – CAP 5.1 / OTICS Bangu

Fontes: Libras

Central Carioca de Libras 

Treinamento do Prontuário Eletrônico VitaCare

Neste dia 18 de dezembro de 2025, no laboratório de informática da Otics Bangu, turno manhã tivemos, o treinamento do prontuário eletrônico VitaCare, foram capacitados 20 profissionais de saúde, o público-alvo foram, enfermeiros, que atuam na Atenção Primária Prisional (APP). Os assuntos abordados foram registros, preenchimento do prontuário, acessos, monitoramento, indicadores, preenchimento do PEP e  responsabilidades da categoria. O objetivo do evento foi o treinamento dos profissionais no manuseio da plataforma, para apropriação e otimização da inserção dos dados, educação permanente. A responsável pelo treinamento foi, Michelle Bernardino Filgueira – RT de Enfermagem – APP.

A PNAISP nasceu da avaliação dos dez anos de aplicação do Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário (PNSSP), quando se constatou o esgotamento desse modelo, que se mostrou restrito por não contemplar em suas ações, entre outras coisas, a totalidade do itinerário carcerário e, tampouco, penitenciárias federais. Essas mudanças podem ser apontadas como grande ganho na garantia e defesa dos direitos humanos no Brasil, em total consonância com a previsão constitucional de saúde para todos sob a responsabilidade do Estado brasileiro.
Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/pnaisp/

 

O prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais como registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde; e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.

A Base Nacional de Dados de Ações e Serviços da Assistência Farmacêutica no SUS (BNAFAR) é a consolidação dos dados nacionais de posição de estoque, entradas, saídas, avaliações e dispensações realizadas pelos estabelecimentos de saúde dos Municípios, Estados e Distrito Federal para os medicamentos padronizados na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) e do Programa Farmácia Popular do Brasil.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/informatiza-aps/prontuario-eletronico

Treinamento Odonto Plataforma de Chamados para Manutenção de Equipamentos

OTICS Promove Treinamento Odonto sobre nova Plataforma de Chamados para Manutenção de Equipamentos

Na terça-feira, 16 de dezembro, a OTICS realizou, no Laboratório de Informática (LAB INFO), o Treinamento Odonto – Plataforma de Chamados, voltado à qualificação dos profissionais de saúde bucal para utilização da nova ferramenta de solicitação e acompanhamento da manutenção de equipamentos odontológicos. A atividade ocorreu das 9h às 17h, contemplando duas turmas, com um total de 36 participantes. O treinamento teve como público-alvo dentistas e auxiliares de saúde bucal, profissionais diretamente envolvidos no uso cotidiano dos equipamentos odontológicos nas unidades de saúde. Durante o encontro, foram abordados os principais funcionamentos da plataforma de equipamentos odontológicos, com ênfase nos fluxos de abertura de chamados, acompanhamento das solicitações e correta descrição das demandas técnicas.

O principal objetivo do treinamento foi capacitar os profissionais para a utilização da nova plataforma de chamados de manutenção, garantindo maior agilidade, organização e rastreabilidade nos processos de solicitação de reparos e manutenção preventiva dos equipamentos odontológicos. A iniciativa visa fortalecer a gestão dos serviços, reduzir o tempo de inatividade dos equipamentos e assegurar melhores condições de trabalho para as equipes, refletindo diretamente na qualidade do atendimento ofertado à população.

Turma da Manhã.

A qualificação contínua dos profissionais de saúde bucal é fundamental para a eficiência da Atenção Primária à Saúde, uma vez que equipamentos em pleno funcionamento são essenciais para a segurança do paciente, a resolutividade do cuidado e a continuidade dos serviços. A padronização dos chamados por meio de uma plataforma específica contribui para a melhoria da gestão pública, otimizando recursos e fortalecendo a integração entre as equipes assistenciais e os setores de manutenção.

O treinamento foi conduzido por Brenda Reis, da Gestão da Atenção Primária Prisional, atuando como liderança em Odontologia na Gestão APP, que apresentou a plataforma, esclareceu dúvidas e orientou os participantes quanto às boas práticas no uso do sistema.

Turma da Tarde!

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), que destaca a importância da qualificação profissional e da infraestrutura adequada para a garantia do cuidado integral.

  • Secretarias de Saúde (âmbito municipal e estadual) – Diretrizes de gestão e manutenção de equipamentos de saúde.

  • Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios de eficiência, integralidade e qualidade na prestação dos serviços de saúde.

A ação reforça o compromisso da OTICS com a educação permanente em saúde, contribuindo para o fortalecimento das práticas de gestão e para a melhoria contínua da assistência odontológica no SUS.

Capacitação de Tuberculose

Nesta manhã do dia 8 de dezembro de 2025, o auditório da OTICS Bangu sediou uma capacitação voltada ao fortalecimento das ações de controle da tuberculose na AP 5.1. O encontro contou com a participação de 9 profissionais da assistência social, que atuam como pontos focais de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) em suas unidades. A capacitação teve como objetivo atualizar e qualificar os participantes sobre o Sistema de Informação, além de alinhar os fluxos assistenciais diante da suspeita ou confirmação de casos de tuberculose (TB). A iniciativa reforçou a importância da identificação oportuna de pacientes com critérios clínicos e epidemiológicos para TB, garantindo o encaminhamento correto e a organização dos fluxos de porta de entrada e saída, visando maior segurança no atendimento e na vigilância. A atividade foi conduzida por Ana Cristina, enfermeira da Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da CAP 5.1, que destacou a relevância da atuação integrada das equipes na prevenção e controle da doença no território.

A tuberculose é uma doença infecciosa, transmitida por via respiratória, que afeta principalmente os pulmões, apresentando, no entanto, potencial para acometer outros órgãos. A apresentação pulmonar é o foco das ações de controle da doença. O objetivo das equipes de saúde deve ser o diagnóstico precoce, a pronta instituição do tratamento adequado, a cura dos casos e a avaliação dos contactantes, interrompendo, assim, a cadeia de transmissão. O agente etiológico é o Mycobacterium tuberculosis, um bacilo com crescimento variável, podendo ser rápido (3 horas) nas paredes das cavidades pulmonares ou lento (18 a 20 horas) em lesões fechadas e intracelulares. As vias aéreas são a principal porta de entrada, e por ser um bacilo aeróbio estrito infecta principalmente o pulmão, favorecendo sua transmissão através da tosse. O tempo de exposição necessário para uma infecção evoluir para doença varia entre 100 e 200 horas. Os fatores que favorecem a transmissão são: a doença pulmonar cavitária, quantidade e vigor da tosse e tempo de convivência em ambientes fechados (contato prolongado) com o doente com tuberculose ativa pulmonar ou laríngea.12 O enfrentamento da tuberculose requer a ação intersetorial do poder público por meio da compreensão dos múltiplos fatores que perpetuam a doença no município. Entretanto, a Saúde assume papel central na oferta de cuidados aos pacientes acometidos pela doença, sua família e comunidade. E as unidades de atenção primária, como vanguarda do estado nas comunidades, são os locais preferenciais para identificação dos casos, manejo dos infectados e proposição de medidas para mitigação do espalhamento da doença.

A doença é causada por uma bactéria (Mycobacterium Tuberculosis) que afeta com mais frequência os pulmões, mas pode infectar qualquer parte do corpo, incluindo os ossos e o sistema nervoso. A transmissão e causada pela bactéria se espalha pelo ar quando pessoas infectadas tossem, falam, cospem ou espirram.

Sintomas

A maioria das pessoas expostas à TB nunca desenvolvem os sintomas, já que a bactéria pode viver na forma inativa dentro do corpo. Entretanto, se o sistema imunológico enfraquecer, como acontece com pessoas com desnutrição, pessoas vivendo com HIV/Aids e com pessoas idosas, a bactéria da tuberculose pode se tornar ativa. Entre 5 e 10% das pessoas infectadas com a bactéria têm o risco de desenvolver a forma ativa e contagiosa da doença em algum ponto de suas vidas.

Os sintomas da tuberculose ativa incluem:

  • Tosse persistente (por mais de duas semanas), que pode apresentar-se com sangue ou escarro;
  • Febre;
  • Sudoração noturna;
  • Perda de peso;
  • Dores no peito;
  • Fadiga

Guia Rápido Tuberculose

Gov.br

Gov.br

 

 

 

Treinamento MEDIREC

OTICS Bangu sedia Treinamento MEDIREC voltado à qualificação do processo de regulação na AP 5.1

No dia 27 de novembro de 2025, o Laboratório de Informática da OTICS Bangu esteve proposto com mais um dia de Treinamento MEDIREC, atividade voltada para o aprimoramento dos fluxos de regulação e agendamento de encaminhamentos via SISREG. O encontro programado das 14h às 17h, o treinamento reunirá 25 participantes, entre gerentes, responsáveis técnicos (RTs) médicos e de enfermagem, além de agentes comunitários de saúde (ACSs) da Área Programática 5.1. A capacitação é organizada por Priscila Mafra, RT médica da CAP 5.1, e conduzida por Tarek Nabaa, representante da plataforma MediRec. O conteúdo aborda diretamente a utilização do sistema para solicitações de encaminhamentos, com foco em fortalecer a qualificação do processo de regulação e garantir maior eficiência no acesso da população aos serviços de saúde.

Treinamento conduzido por Tarek Nabaa, representante da plataforma MediRec.

Segundo o Ministério da Saúde, a regulação em saúde é um dos pilares para a organização da rede de atenção, garantindo que os cidadãos tenham acesso de forma ordenada, equitativa e em tempo adequado aos recursos disponíveis (Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/drac/regulacao).

A iniciativa reafirma o compromisso da CAP 5.1 em promover a formação continuada dos profissionais e em investir em ferramentas que ampliem a resolutividade e qualifiquem a gestão em saúde no território.

O treinamento MEDIREC é um processo de capacitação para o uso da plataforma MEDIREC, uma ferramenta de regulação de saúde que se integra ao SISREG. Esses treinamentos são realizados para orientar e capacitar profissionais de saúde, como médicos e gestores, para otimizar a comunicação e o fluxo de informações dentro do sistema de saúde, garantindo o uso adequado da ferramenta para a regulação de leitos e outros serviços. 
Objetivo do Treinamento MEDIREC
  • Capacitação dos profissionais: Ensinar médicos responsáveis técnicos (RTs) e gestores a utilizar a ferramenta de regulação do SISREG de forma eficiente.
  • Integração com o SISREG: Garantir que os profissionais saibam como a ferramenta MEDIREC se integra ao prontuário eletrônico e outras funcionalidades do sistema de regulação do Ministério da Saúde.
  • Melhora na regulação: Otimizar a comunicação e o gerenciamento de informações para a regulação de serviços, como internações e alocação de leitos.

Quem realiza o Treinamento MEDIREC 

  • OTICS-Rio: Várias unidades de atendimento da OTICS-Rio (Observatório de Tecnologias de Informação e Comunicação em Sistemas e Serviços de Saúde (OTICS) da cidade do Rio de Janeiro é um projeto de extensão comunitária financiado pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio), que tem como objetivo desenvolver e implementar um conjunto de soluções tecnológicas para qualificar a rede de trabalhadores do SUS, através de educação permanente e continuada, monitoramento, avaliação de indicadores de saúde e desenvolvimento de estratégias de comunicação que facilitam o acesso e a troca de informações entre profissionais de saúde e a sociedade civil) têm realizado esses treinamentos em diferentes áreas e locais do Rio de Janeiro.

Contexto de Uso 

  • Setor público de saúde: 
    O MEDIREC e seus treinamentos são voltados para a área da saúde pública, com foco no sistema do SUS (Sistema Único de Saúde).
  • Regulação hospitalar: 
    A plataforma é utilizada para regular leitos hospitalares e agendar internações, tanto de urgência quanto eletivas.
Público alvo do evento, gerentes, responsáveis técnicos (RTs) médicos e de enfermagem, além de agentes comunitários de saúde (ACSs) da Área Programática 5.1.

Conheça nossos cursos: https://oticsrio.com.br/cursos/

13ª Aula e Encerramento do Curso Básico II de Libras

OTICS Bangu realiza 13ª aula e encerramento do Curso Básico II de Libras para profissionais da Atenção Primária

Na tarde do dia 27 de novembro de 2025, com o apoio da OTICS Bangu, o auditório da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, recebeu a turma do Curso Básico II de Libras para a realização da 13ª e última aula, marcando o encerramento da formação voltada aos profissionais de saúde da Atenção Primária da Área Programática 5.1. A atividade contou com a participação da equipe de apoiadores da CAP 5.1: Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1; Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa da CAP 5.1; além da fonoaudióloga Renata Reis, do CER, que atua como mediadora do curso. O principal objetivo da iniciativa é capacitar os profissionais de saúde para uma comunicação eficaz, acolhedora e humanizada com pacientes surdos, fortalecendo o acesso e a qualidade do atendimento, e promovendo uma experiência de saúde mais inclusiva. Ao longo das aulas, o curso abordou não apenas a aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais (Libras), mas também aspectos da cultura surda, fundamentais para a construção de um cuidado equitativo e para a redução das barreiras de comunicação nos serviços de saúde. O encerramento reafirma o compromisso da CAP 5.1 em investir na formação continuada dos profissionais e em promover práticas de saúde acessíveis e inclusivas para toda a população.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologia, morfologia, sintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

 

Fontes:

Libras

Central Carioca de Libras