Cerimônia do Jaleco

Cerimônia do Jaleco 1º Semestre de 2026 – OTICS Bangu / Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1

Na tarde de 10 de abril de 2026, o auditório da OTICS Bangu recebeu a Cerimônia do Jaleco dos estagiários do Curso Técnico em Análises Clínicas e acadêmicos de Biomedicina e biologia, acompanhados de seus familiares. O evento contou com a presença de cerca de 33 participantes e foi conduzido pela bióloga e responsável técnica do Laboratório da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, Flávia Soto, preceptora dos estudantes. A Cerimônia do Jaleco é um rito simbólico e tradicional nos cursos da área da saúde, representando a passagem do estudante da teoria para a prática profissional. Nesse momento, o ato de um familiar vestir o jaleco no estudante marca o compromisso com a ética, o cuidado e a responsabilidade na atuação em saúde, reforçando valores como humanização, empatia e respeito à vida.

Flávia Soto, preceptora dos estudantes.

O objetivo da cerimônia é valorizar o papel social do futuro profissional da saúde, reconhecendo o esforço e a dedicação dos estudantes, além de aproximar as famílias do ambiente formativo, fortalecendo o sentido de pertencimento e de compromisso coletivo com o SUS e com a qualidade do cuidado prestado à população.

Estagiários do Curso Técnico em Análises Clínicas e acadêmicos de Biomedicina e Biologia: Karina Helen da Silva; Melissa Mineiro; Monyque Almeida; Maria Eduarda Oliveira; Renata Helena Silva; Julyana Costa Medeiros; Francine Theodoro; Elisangela Vieira e Gleyce Souza dos Santos.

A importância desse evento vai além do simbolismo: trata-se de um momento de reflexão sobre o papel ético e científico dos profissionais de saúde, estimulando a formação de trabalhadores conscientes de sua missão social e preparados para atuar com excelência e sensibilidade nos serviços públicos de saúde.

A iniciativa reforça o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) com a formação técnica e científica de qualidade, apoiando a integração ensino-serviço e o desenvolvimento de práticas que contribuam para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

👏 Parabenizamos todos os estudantes pela conquista e pela dedicação demonstrada ao longo de sua trajetória acadêmica. Que esta nova etapa seja marcada por aprendizado, ética e compromisso com o cuidado integral em saúde. O jaleco branco simboliza não apenas o início da prática profissional, mas também a responsabilidade e o orgulho de servir à sociedade com competência e humanidade.

Fontes:

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)

  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)

  • Rede OTICS-Rio

  • Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho

  • Ministério da Saúde – Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos da Área da Saúde

📍 Assessoria de Comunicação – CAP 5.1 / Rede OTICS-Rio

Conclusão do Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico

Dia 09 de abril de 2026 – Terceiro dia (Atividade Prática)

No dia 09 de abril de 2026, das 8h às 17h, o Treinamento de Planejamento Reprodutivo foi concluído com a realização do módulo prático, no auditório da OTICS Bangu, com apoio do laboratório de informática. Neste último dia, os profissionais participantes puderam vivenciar, de forma prática, os conteúdos abordados ao longo da capacitação. A atividade prática foi realizada com o uso de simuladores ginecológicos e modelos anatômicos (treinadores de habilidades), possibilitando o treinamento das técnicas de inserção do DIU e do implante subdérmico em ambiente seguro e controlado. Essa metodologia contribui para o desenvolvimento de habilidades técnicas, aumento da segurança profissional e qualificação da assistência prestada à população.

O momento prático é fundamental para consolidar o aprendizado teórico, permitindo que os profissionais aprimorem suas competências e estejam mais preparados para ofertar o serviço de forma qualificada nas unidades de saúde.

A capacitação foi coordenada por Vanessa Henriques, Responsável Técnica de Enfermagem da CAP 5.1, e Priscila Mafra, Responsável Técnica de Medicina da CAP 5.1, reafirmando o compromisso com a educação permanente em saúde e com a qualificação contínua dos profissionais da rede.

Segundo dia do Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico

Dia 08 de abril de 2026 – Segundo dia (Aprofundamento Teórico)

No dia 08 de abril de 2026, das 8h às 17h, no auditório da OTICS Bangu, foi realizado o segundo dia do Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na inserção de DIU e implante subdérmico, dando continuidade ao processo formativo dos profissionais da CAP 5.1. Neste segundo momento, os conteúdos teóricos foram aprofundados, com ênfase nas técnicas de inserção dos métodos, manejo de possíveis intercorrências, acompanhamento dos usuários e qualificação do aconselhamento em saúde. Também foram discutidos fluxos assistenciais, organização do processo de trabalho e ampliação do acesso aos métodos contraceptivos nas unidades de saúde.

Palestrante Vanessa Henriques, Responsável Técnica de Enfermagem da CAP 5.1.

A continuidade da formação reforça o objetivo de capacitar os profissionais para uma atuação segura, ética e resolutiva, promovendo a ampliação da oferta de métodos contraceptivos e garantindo o direito ao planejamento reprodutivo.

Palestrante Priscila Mafra, Responsável Técnica de Medicina da CAP 5.1.

A importância da ação está diretamente relacionada à qualificação do cuidado e à consolidação de práticas baseadas nas políticas públicas de saúde, fortalecendo o papel da Atenção Primária como ordenadora do cuidado e promotora da saúde integral.

Fontes e referências

Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher
Ministério da Saúde – Caderno de Atenção Básica: Planejamento Reprodutivo
Organização Mundial da Saúde – Diretrizes sobre métodos contraceptivos e planejamento familiar
Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Recomendações para uso de LARC (DIU e implante)
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade

Oficina de Territorialização do CMS Dr. Eithel Pinheiro – AP 5.1.

No dia 08 de abril de 2026, no turno da manhã, a sala de tutoria da OTICS Bangu sediou o 2° encontro da Oficina de Territorialização com os profissionais do CMS Dr. Eithel Pinheiro – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também o início da delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território.

Participaram da oficina Fátima Carneiro (Gerente da OTICS Bangu), Victor Lins (Assistente Administrativo da OTICS Bangu), Geise Lima (Gerente Técnica da Unidade), os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Michelle Ferreira, Luis Claudio, Daniela Regina, Valeska Vasconcellos, Cintia Gomes, Raiane Azevedo, Paula Serpa, além de Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

 

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

Link para download do Google Earth Pro

Busque aqui a unidade mais próximaprefeitura.rio/ondeseratendido

Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na Inserção de DIU e Implante Subdérmico

Dia 07 de abril de 2026 – Primeiro dia (Módulo Teórico)

No dia 07 de abril de 2026, das 8h às 17h, teve início, no auditório da OTICS Bangu, o Treinamento de Planejamento Reprodutivo com foco na inserção de DIU e implante subdérmico, voltado para enfermeiros e médicos da CAP 5.1. A atividade reuniu aproximadamente 40 profissionais da Atenção Primária, com o objetivo de fortalecer a qualificação técnica das equipes no cuidado à saúde sexual e reprodutiva. O primeiro dia foi dedicado ao conteúdo teórico, abordando os principais aspectos do planejamento reprodutivo, incluindo diretrizes clínicas, critérios de elegibilidade, aconselhamento, métodos contraceptivos de longa duração (LARC), como o dispositivo intrauterino (DIU) e o implante subdérmico (Implanon), além de aspectos éticos e legais relacionados ao cuidado.

O objetivo do treinamento é habilitar enfermeiros e médicos para a realização qualificada da consulta de planejamento reprodutivo, ampliando o acesso da população a métodos contraceptivos seguros, eficazes e de longa duração. A formação é coordenada por Vanessa Henriques, Responsável Técnica de Enfermagem da CAP 5.1, e Priscila Mafra, Responsável Técnica de Medicina da CAP 5.1.

A iniciativa é de grande importância para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, contribuindo para a autonomia dos usuários, a redução de gestações não planejadas e a promoção de um cuidado integral, equitativo e baseado em evidências científicas.

Fontes e referências

Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher
Ministério da Saúde – Caderno de Atenção Básica: Planejamento Reprodutivo
Organização Mundial da Saúde – Diretrizes sobre métodos contraceptivos e planejamento familiar
Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Recomendações para uso de LARC (DIU e implante)
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade

Equipe de Acessibilidade Comunicativa

No dia 02 de abril de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, os profissionais Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, estiveram reunidos em mais um momento de organização do processo de trabalho. Durante o encontro, a equipe realizou a atualização de planilha do idoso e da população negra, além do levantamento dos atendimentos de pessoas surdas e do registro atualizado desses atendimentos, atividades essenciais para qualificar o acompanhamento e fortalecer os fluxos de comunicação inclusiva nas unidades de saúde. A iniciativa reforça o compromisso com a acessibilidade comunicativa, a inclusão e a equidade racial em saúde, contribuindo diretamente para a ampliação do acesso e para a melhoria do cuidado às populações que demandam estratégias específicas de acolhimento. A ação também evidencia o papel da OTICS Bangu como espaço de apoio às equipes e de promoção de práticas que valorizam a diversidade e garantem um atendimento mais justo e humanizado.

Em 26 de dezembro de 2022, é aprovada e sancionada no município do Rio de Janeiro a Lei 7.749/22, Lei Lenora Mendes Louro, que institui o Programa Municipal de Saúde Integral da População Negra Carioca. O principal objetivo dessa lei é desenvolver, de forma integral, ações de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde da população negra e dos afrodescendentes, em conformidade com a portaria do Ministério da Saúde n.º 992, de 13 de maio de 2009, que institui a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra – PNSIPN.

Em de 12 de julho de 2023, foi criado o Grupo de Trabalho Lenora Mendes Louro, da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, instituído pela Resolução 5860, de 12 de julho de 2023, um espaço coletivo participativo e democrático organizado, com a sociedade civil e o governo, que teve como atividades: – Estruturar a criação da instância/órgão técnico com representantes técnicos da SMS-Rio, sociedade civil e representantes da Câmara de Vereadores; – Elaborar plano de trabalho da instância/órgão baseado nas submetas e construção de indicadores para a melhoria dos resultados em saúde da população negra com acompanhamento do Comitê Técnico Municipal de Saúde da População Negra. Em fevereiro de 2024, foi publicada a Resolução n.º 6028, de fevereiro de 2024, que instituiu o Grupo Gestor Especial de Saúde da População Negra. Esse grupo de trabalho é ligado ao Gabinete do Secretário Municipal de Saúde e responsável por implantar/ implementar de forma transversal o Programa Municipal de Saúde Integral da População Negra Carioca por todas as instâncias desta secretaria, além de contribuir de maneira intersetorial com outros órgãos da Prefeitura do Rio na construção de políticas públicas mais equânimes.

A PNSIPN é um compromisso firmado pelo Ministério da Saúde no combate às desigualdades no Sistema Único de Saúde (SUS) e na promoção da saúde da população negra de forma integral, considerando que as iniquidades em saúde são resultados de injustos processos socioeconômicos e culturais – em destaque, o vigente racismo – que corroboram com a morbimortalidade das populações negras brasileiras. Para implementar a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, é necessário que gestores, movimentos sociais, conselheiros e profissionais do SUS trabalhem em prol da melhoria das condições de saúde da população negra, a partir da compreensão de suas vulnerabilidades e do reconhecimento do racismo como determinante social em saúde.

Com vistas à promoção da equidade em saúde e orientado pelos princípios e diretrizes da integralidade, equidade, universalidade e participação social, em consonância com o Pacto pela Saúde e a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no SUS (ParticipaSUS), o Ministério da Saúde instituiu, em 2009, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), por meio da Portaria GM/MS nº 992, de 13 de maio de 2009 (ver Anexo B).
A partir da publicação dessa Política, o Ministério da Saúde reconhece e assume a necessidade da instituição de mecanismos de promoção da saúde integral da população negra e do enfrentamento ao racismo institucional no SUS, com vistas à superação das barreiras estruturais e cotidianas que incide negativamente nos indicadores de saúde dessa população – precocidade dos óbitos, altas taxas de mortalidade materna e infantil, maior prevalência de doenças crônicas e infecciosas e altos índices de violência. A Política também reafirma as responsabilidades de cada esfera de gestão do SUS – governo federal, estadual e municipal – na efetivação das ações e na articulação com outros setores do governo e da sociedade civil, para garantir o acesso da população negra a ações e serviços de saúde, de forma oportuna e humanizada, contribuindo para a melhoria das condições de saúde desta população e para redução das iniquidades
de raça/cor, gênero, identidade de gênero, orientação sexual, geracionais e de classe.

 

Saiba mais clicando aqui: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_populacao_negra_3d.pdf

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/SUS_bracos_abertos_saude_populcao_negra.pdf

https://saude.prefeitura.rio/populacao-negra/

Curso Básico I de Libras

Na tarde do dia 02 de abril de 2026, no auditório da OTICS Bangu, foi realizada mais uma aula do Curso Básico I de Libras. A atividade contou com a participação da equipe de apoiadores da CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa), além de Renata Reis, fonoaudióloga do CER, responsável pela mediação do curso. O público-alvo da formação é composto por profissionais de saúde da Atenção Primária, e o principal objetivo do curso é capacitá-los para se comunicar de forma eficaz e humanizada com pacientes surdos, contribuindo para a melhoria do acesso, da qualidade do atendimento e da experiência em saúde da comunidade surda. A proposta vai além do ensino da língua, contemplando também a compreensão da cultura surda, fundamental para a promoção de um atendimento mais inclusivo e para a redução das barreiras de comunicação nos serviços de saúde.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua com estrutura própria, de modalidade visual-espacial, distinta da língua portuguesa. Assim como outras línguas naturais, a Libras possui níveis linguísticos como fonologia, morfologia, sintaxe e semântica, além de um vocabulário próprio, composto por sinais.

É importante destacar que a Libras não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa, que permanece como língua oficial do país, mas se configura como um instrumento essencial para garantir o direito à comunicação das pessoas surdas. Nesse sentido, a qualificação dos profissionais de saúde em Libras representa um avanço significativo na construção de um sistema de saúde mais acessível, equitativo e humanizado.

Fontes e referências
Lei nº 10.436/2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais como meio legal de comunicação e expressão
Decreto nº 5.626/2005 – Regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e trata da inclusão da Libras nos serviços públicos
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
Ministério da Educação – Diretrizes para educação e difusão da Libras
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – Dados sobre a população com deficiência no Brasil

Capacitação em Arboviroses da Vigilância Epidemiológica na AP 5.1

Capacitação em Arboviroses fortalece atuação da Vigilância Epidemiológica na AP 5.1

No dia 01 de abril de 2026, das 8h às 17h, foi realizado no auditório da OTICS o evento intitulado “Você já sabe, mas não custa lembrar – Arboviroses”, reunindo 45 participantes. A atividade teve como público-alvo os pontos focais para Vigilância Epidemiológica na Atenção Primária e da Rede de Urgência e Emergência. Durante a capacitação, foram abordados temas essenciais relacionados às arboviroses, incluindo notificação de casos, investigação laboratorial, análise do cenário epidemiológico e resolução de casos clínicos. O encontro proporcionou um espaço de troca de conhecimentos e alinhamento técnico entre os profissionais, contribuindo para o aprimoramento das práticas no território. O objetivo é propiciar maior entendimento e segurança aos profissionais quanto à execução dos fluxos da Vigilância Epidemiológica das arboviroses, qualificando o processo de notificação, investigação e resposta aos agravos.

As arboviroses, como dengue, chikungunya e zika, representam importantes desafios de saúde pública, especialmente em áreas urbanas. A qualificação contínua dos profissionais de saúde é fundamental para garantir a detecção precoce de casos, a adoção de medidas oportunas de controle e a redução de complicações e óbitos. Capacitações como esta fortalecem a integração entre os níveis de atenção e contribuem diretamente para a melhoria da vigilância e da assistência à população. A atividade foi conduzida pelas sanitaristas epidemiologistas Karen Abrahão e Graziele Rodrigues, que compartilharam conhecimentos técnicos e experiências práticas, promovendo um ambiente de aprendizado colaborativo.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

Fontes:

 

A vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e fortalecer uma sociedade saudável e resistente.

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Além de prevenir doenças graves, a imunização contribui para reduzir a disseminação desses agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde.

Saúde do Homem

Na manhã do dia 30 de março de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizado um momento de trabalho técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa, bem como à atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade foi conduzida pelo profissional Elvis Ferreira, apoiador do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. A iniciativa buscou fortalecer o planejamento das ações, garantindo a continuidade das atividades e a qualificação do cuidado ofertado à população.

A ação é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão de pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

A atividade também reforça a importância do planejamento como estratégia para qualificar os processos de trabalho, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

 

Fontes e referências
• Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
• Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
• Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Reunião de Eixo Estratégico eMulti – AP 5.1

No dia 26 de março de 2026, das 13h às 17h, foi realizada, no auditório da OTICS, a segunda etapa da Reunião de Eixo Estratégico eMulti, reunindo 30 participantes. O encontro teve como público-alvo, nesta ocasião, profissionais psicólogos e assistentes sociais das equipes eMulti da AP 5.1, com o objetivo de promover apoio técnico-institucional e fortalecer a organização dos processos de trabalho no âmbito da Atenção Primária à Saúde. A atividade teve como foco a discussão dos eixos estratégicos que orientam a atuação das equipes multiprofissionais, abordando diretrizes, desafios e possibilidades para qualificação das práticas no território. O espaço favoreceu a troca de experiências, o alinhamento de ações e o fortalecimento do trabalho em equipe, contribuindo para a ampliação da resolutividade e da integralidade do cuidado ofertado à população. A condução da reunião foi realizada por Simone Pires, psicóloga, que destacou a importância do planejamento estratégico e do apoio institucional como ferramentas essenciais para o fortalecimento das equipes e a melhoria contínua dos serviços de saúde.

Durante o encontro, os participantes também assistiram a uma apresentação conduzida por Jaqueline Nascimento, integrante da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, com o tema “Contextualizar o papel da Atenção Primária à Saúde no acompanhamento integral da pessoa idosa no território da AP 5.1”. A exposição destacou a importância do cuidado longitudinal, da vigilância ativa e da coordenação do cuidado no acompanhamento da população idosa. Entre os principais conteúdos abordados, destacaram-se a estrutura e o funcionamento das linhas de cuidado na Atenção Primária à Saúde, as atribuições das equipes no acompanhamento da população idosa, os fluxos e serviços ofertados na rede, além do papel da Atenção Primária como porta de entrada e ordenadora da Rede de Atenção à Saúde. Também foi apresentado um panorama das necessidades de saúde da pessoa idosa no território, reforçando a importância de estratégias integradas para a promoção do envelhecimento saudável.

A realização da atividade reafirma o compromisso com a qualificação das equipes eMulti e com o fortalecimento das ações de cuidado integral, especialmente no que se refere à atenção à saúde da pessoa idosa, em consonância com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção Primária à Saúde (APS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/atencao-primaria-a-saude

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-da-pessoa-idosa

BRASIL. Ministério da Saúde. Rede de Atenção à Saúde (RAS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/r/rede-de-atencao-a-saude

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde Integral da População Negra. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saude-da-populacao-negra