Supervisão de Eixo Saúde Mental Infanto-juvenil

Nesta tarde do dia 12 de março de 2025, tivemos a Supervisão de Eixo de Saúde Mental Infanto-juvenil do CAPSi II Pequeno Hans, o encontro foi realizado no auditório da OTICS Bangu com 15 participantes, o público alvo foram os profissionais de saúde, educação e assistência, os assuntos abordados foram os casos clínicos dos pacientes atendidos pela unidade, e teve como objetivo principal a articulação intersetorial, a união entre diferentes setores, no propósito da resolução de problemas complexos, otimiza-se o resultado garantindo a qualidade de assistência aos pacientes. A responsável por essa supervisão foi, Katia Wainstock Alves dos Santos, com a participação de Marco Aurélio – Assessoria da Saúde Mental (SM).

upervisão de Eixo Saúde Mental Infanto-juvenil, com foco na articulação intersetorial, objetivando a resolução de problemas complexos.
Supervisão de Eixo de Saúde Mental Infanto-juvenil do CAPSi II Pequeno Hans.
Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

MODALIDADES DOS CAPS

CAPS I: Atende pessoas de todas as faixas etárias que apresentam prioritariamente intenso sofrimento psíquico decorrente de problemas mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de 15 mil habitantes.

CAPS II: Atende prioritariamente pessoas em intenso sofrimento psíquico decorrente de problemas mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso decorrente de álcool e outras drogas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de 70 mil habitantes.

CAPS i: Atende crianças e adolescentes que apresentam prioritariamente intenso sofrimento psíquico decorrente de problemas mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso decorrente de álcool e outras drogas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Indicado para municípios ou regiões com população acima de 70 mil habitantes.

upervisão de Eixo Saúde Mental Infanto-juvenil, com foco na articulação intersetorial, objetivando a resolução de problemas complexos.
Profissionais de Supervisão do CAPSi II Pequeno Hans – AP 5.1.

CAPS ad Álcool e Drogas:  Atende pessoas de todas as faixas etárias que apresentam intenso sofrimento psíquico decorrente do uso de álcool e outras drogas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de 70 mil habitantes.

CAPS III: Atende prioritariamente pessoas em intenso sofrimento psíquico decorrente de problemas mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso decorrente de álcool e outras drogas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida.

Proporciona serviços de atenção contínua, com funcionamento 24 horas, incluindo feriados e finais de semana, ofertando retaguarda clínica e acolhimento noturno a outros serviços de saúde mental, inclusive CAPSad, possuindo até 05 (cinco) leitos para acolhimento noturno. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de 150 mil habitantes.

CAPS ad III Álcool e Drogas: Atende adultos, crianças e adolescentes, considerando as normativas do Estatuto da Criança e do Adolescente, com sofrimento psíquico intenso e necessidades de cuidados clínicos contínuos.

Serviço com no máximo 12 leitos de hospitalidade para observação e monitoramento, de funcionamento 24 horas, incluindo feriados e finais de semana; indicado para municípios ou regiões com população acima de 150 mil habitantes.

upervisão de Eixo Saúde Mental Infanto-juvenil, com foco na articulação intersetorial, objetivando a resolução de problemas complexos.
Atenção Psicossocial – AP 5.1

Fonte: Saúde Mental 

Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na APP

Neste dia, 11 de março de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a capacitação no Manejo de Hepatites Virais na Atenção Primária Prisional (APP). Participaram do encontro, 2 profissionais da saúde, o público alvo foi a profissional Thayná dos Santos Regis – Farmacêutica da 5.1 -APP JF/PO, o assunto abordado foi o manejo de hepatites virais no sistema prisional, o manejo da hepatite viral depende do tipo de hepatite e das causas da infecção. O tratamento pode incluir repouso, hidratação, dieta e medicamentos. O objetivo do evento, é capacitar os profissionais da APP para diagnosticar e tratar os casos de hepatites virais no sistema prisional. O responsável pela capacitação foi, Drº Evandro Vieira – Medico da APP.

Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na APP, para diagnosticar e tratar os casos de hepatites virais no sistema prisional.
Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na APP.
As hepatites virais são um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. São infecções que atingem o fígado, causando alterações leves, moderadas ou graves. Na maioria das vezes são infecções silenciosas, ou seja, não apresentam sintomas. Entretanto, quando presentes, podem se manifestar como: cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

No Brasil, as hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus AB e C. Existem ainda, com menor frequência, o vírus da hepatite D (mais comum na região Norte do país) e o vírus da hepatite E, que é menos frequente no Brasil, sendo encontrado com maior facilidade na África e na Ásia.

As infecções causadas pelos vírus das hepatites B ou C frequentemente se tornam crônicas. Contudo, por nem sempre apresentarem sintomas, grande parte das pessoas desconhecem ter a infecção. Isso faz com que a doença possa evoluir por décadas sem o devido diagnóstico. O avanço da infecção compromete o fígado sendo causa de fibrose avançada ou de cirrose, que podem levar ao desenvolvimento de câncer e necessidade de transplante do órgão.

Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na APP, para diagnosticar e tratar os casos de hepatites virais no sistema prisional.
Responsável pela capacitação, Drº Evandro Vieira – Medico da APP.

 

Saiba mais clicando no link: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hepatites-virais

 

 

Reunião para Elaboração do TCC do Projeto RAP da Saúde

Neste dia, 11 de março de 2025, turno da manhã, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião para elaboração de TCC com os jovens do RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro, 2 supervisores e 2 jovens do projeto, 0 público alvo foram os adolescentes e jovens do RAP, o objetivo foi avaliar as ações de saúde no território AP 5.1, como também a elaboração do trabalho de conclusão de curso (TCC). A responsável do encontro foi, Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1.

RAP da Saúde é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).
Reunião para Elaboração do TCC do Projeto RAP da Saúde.

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Com o auxílio dos relatos de experiência dos jovens, vamos contar a trajetória do Rap da Saúde nos últimos três anos: os desafios encontrados até aqui e o que aprendemos no percurso.

RAP da Saúde é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).
RAP da Saúde é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).

 

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Atualização de Relatórios do RAP da Saúde

Na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, em 11 de março de 2025, no turno da manhã, tivemos a atualização de relatórios da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro, 2 jovens do RAP do projeto, o público-alvo foram os adolescentes e jovens do RAP, o objetivo do evento foi a elaboração do relatório mensal e trimestral do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde realizadas pelos jovens. A responsável do encontro foi Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1.

RAP da saúde, elaboração de relatórios do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.
Jovens Promotores da Saúde (RAP)

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

RAP da saúde, elaboração de relatórios do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.
Elaboração do Relatório Mensal e Trimestral do Projeto RAP

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Dia Internacional da Mulher

No dia 8 de março de 2025, junte-se a nós para celebrar o Dia Internacional da Mulher com o tema: “Para TODAS as mulheres e meninas: Direitos. Igualdade. Empoderamento.”

Dia Internacional da Mulher, dia 08/03, com o tema: “Para TODAS as mulheres e meninas: Direitos. Igualdade. Empoderamento.”
Dia Internacional da Mulher dia 8 de março de 2025.

O tema deste ano representa um chamado para ações que possam ampliar a igualdade de direitos, poder e oportunidades para todas, e um futuro feminista onde nenhuma seja deixada para trás. O empoderamento da próxima geração é central para essa ideia — a juventude, especialmente as jovens mulheres e meninas, será protagonista de mudanças duradouras.

O ano de 2025 é um momento crucial na busca global pela igualdade de gênero e pelo empoderamento das mulheres, pois marca o 30º aniversário da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim. Adotado por 189 governos ao fim da 4ª Conferência Mundial sobre a Mulher, realizada em 1995 na cidade de Pequim, o documento continua sendo o instrumento mais progressista para a promoção dos direitos das mulheres e meninas em todo o mundo, contando com amplo apoio. A Plataforma orienta políticas, programas e investimentos que impactam áreas críticas de nossas vidas, como educação, saúde, paz, mídia, participação política, empoderamento econômico e eliminação da violência contra mulheres e meninas. É urgente abordar publicamente essas questões, junto com prioridades emergentes relacionadas à justiça climática e ao poder das tecnologias digitais, tendo em vista que faltam apenas cinco anos para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

O 30º aniversário da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim também chega em meio à crescente insegurança e a crises acumuladas, o que está diminuindo a confiança na democracia e encolhendo o espaço cívico. Só no ano passado, 612 milhões de mulheres e meninas viveram em meio à brutal realidade dos conflitos armados, que aumentaram flagrantes 50% em apenas uma década.

Dia Internacional da Mulher, dia 08/03, com o tema: “Para TODAS as mulheres e meninas: Direitos. Igualdade. Empoderamento.”
Profissionais do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1 Parabéns pelo “Dia Internacional da Mulher”

 

A OTICS Bangu parabeniza todas as profissionais do SUS, que com amor e empenho, fazem a saúde acontecer!

ONU MULHERES

Reunião de Equipe dos AVSs

Nesta manhã de, 7 de março de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião de equipe dos AVSs, participaram do encontro 7 profissionais da categoria, o objetivo do encontro foi, avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território. Responsável pelo encontro foi, Viviana Canuto Menezes – Supervisora da Vigilância Ambiental da área programática (AP) 5.1.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Reunião de Equipe dos AVSs

A saúde ambiental é uma área essencial da saúde pública, dedicada a estudar e reduzir os impactos que fatores ambientais, sejam eles naturais ou resultantes da atividade humana, têm sobre a saúde humana. Este campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e ações práticas, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas dentro de uma perspectiva sustentável.

Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) é coordenada pelo Ministério da Saúde e pode ser definida como um conjunto de ações voltadas para identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que afetam a saúde humana.

O profissional de vigilância ambiental é responsável pelas atividades relacionadas no âmbito da área ambiental. Eles trabalham com o conhecimento e mapeamento de território, realizando atividades de cadastramento e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

O trabalho social é fundamental nas atividades do agente. Eles realizam o serviço educativo, levando informações aos cidadãos de como cuidar e tratar de sua própria residência.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Planejamento de novas ações no território da AP 5.1

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

 

Confira sobre os cursos OTICS Rio: Clique aqui!

Reunião Online do Risco Não Biológico -AP 5.1

Na sala de tutoria da OTICS Bangu, nesta data de 06/03/2025, turno da tarde, os profissionais, Paulo Vinícius e Ney da Silva Junior, do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) – Risco Não Biológico participaram de uma reunião online com aproximadamente 2 pessoas, presenciais e o restante de maneira remota, o público alvo foi a Equipe do Risco não Biológico (RNB), as pautas abordadas foram, referencias técnicas do Risco Não Biológicos e Plano de Contingência para Desastres. Objetivo do evento foi planejar as atividades do Risco Não Biológico, definir estratégias de construção de plano de contingência para 2025, ações trimestrais dos programas VIGISOLO, VIGIDESASTRES como também a troca de experiências entre profissionais de saúde que atuam em outras CAP´s. Responsável pela reunião foi o Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) e Unidade de resposta Rápida (URR) – CAP 5.1.

Fatores de Risco Não Biológicos trata de coordenar as atividades de vigilância em saúde ambiental relacionada aos contaminantes ambientais.
Paulo Vinícius e Ney da Silva Junior, do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) – Risco Não Biológico.

O Plano de Contingência da Saúde para Desastres Naturais foi desenvolvido para descrever atribuições, responsabilidades e ações de saúde para redução de riscos, resposta e recuperação de danos resultantes desses desastres.

Ele é elaborado a partir de uma determinada hipótese de desastre e organiza as ações de preparação e resposta. Ele funciona como um planejamento da resposta e deve ser elaborado na normalidade, com a definição de procedimentos, ações e decisões que serão tomadas em caso de eventos extremos.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

A vigilância dos fatores de risco biológico desenvolve suas atividades nos territórios por meio da vigilância, prevenção e controle dos riscos biológicos de importância para a saúde pública. As atividades são desenvolvidas nas seguintes áreas de atuação: vetores, hospedeiros e reservatórios e animais peçonhentos.

A vigilância dos vetores de doenças tais como malária, febre amarela, dengue, leishmanioses entre outras, tem como finalidade o mapeamento de áreas de risco nos territórios utilizando a vigilância entomológica (características, presença, índices de infestação, avaliação de eficácia dos métodos de controle), e as suas relações com a vigilância epidemiológica quanto à incidência e prevalência das doenças e do impacto das ações de controle, além da interação com a rede de laboratórios de saúde pública e a inter-relação com as ações de saneamento, visando o controle ou a eliminação dos riscos.

A vigilância dos fatores de risco relacionados aos contaminantes ambientais e aos desastres caracteriza-se por uma série de ações, compreendendo a identificação de fontes de contaminação e modificações no meio ambiente visando o planejamento e a implementação de medidas de saúde pública para a proteção da saúde da população, a prevenção e controle de riscos, bem como para a promoção da saúde.

A Vigilância dos Fatores de Risco Não Biológicos trata de coordenar as atividades de vigilância em saúde ambiental relacionada aos contaminantes ambientais na água, no ar e no solo, de importância e repercussão na saúde pública, bem como dos riscos decorrentes dos desastres naturais, acidentes com produtos perigosos.

 

Fontes: https://www.rio.rj.gov.br/web/sms/vigilancia-ambiental

http://www.rio.rj.gov.br/web/sms/exibeconteudo?id=9224153

 

Prontuário Eletrônico

Profissional Elaine Santos – Enfermeira do CMS Manoel Guilherme – AP5.1, em 06 de março de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, trabalha atualizando o prontuário eletrônico Vita Care, o objetivo é manter os prontuários atualizados, com isso, otimizar o acesso de dados no atendimento dos pacientes, por todos os profissionais competente na assistência, tendo assim uma continuidade no atendimento da população.

Prontuário eletrônico, é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo.
Atualização do Prontuário Eletrônico

TRATAMENTO MAIS EFICIENTE

As informações contidas no prontuário eletrônico, no qual os médicos, enfermeiros e outros profissionais da saúde insere dados clínicos e usa a base de dados para dar diagnósticos mais precisos e indicar tratamentos mais eficientes, esses dados atualizados otimiza os profissionais na continuidade da assistência e condutas terapêuticas aplicada de acordo a necessidade do paciente, com isso, teremos uma base de dados fiel à realidade. Será possível elaborar programas de saúde mais específico e com resultados eficazes.

Atualização do Prontuário Eletrônico VitaCare

O prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais, registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.

 

Saiba mais clicando aqui: Repositório de Informações

Março Lilás a Prevenção do Câncer de Colo de Útero

O Instituto Nacional do Câncer (INCA) considera o Março Lilás o mês de conscientização sobre a prevenção do câncer de colo do útero.
O câncer de colo do útero é o terceiro tumor maligno mais frequente em mulheres no Brasil  e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.
A prevenção esta na vacina contra o HPV, fazer o exame preventivo Papanicolau, tratamento adequado, quando necessário. Uso de preservativo contribui para reduzir a transmissão do HPV.
Vacina contra o HPV está disponível no SUS para meninas e meninos de 9 a 14 anos, homens e mulheres imunossuprimidos com até 45 anos também podem receber a vacina, a vacina não abrange todos os sorotipos de HPV.
O exame Papanicolau é simples e dura poucos minutos, mas é importantíssimo para prevenção da doença, deve ser feito por todas as mulheres com idade de 25 anos que possuem vida sexual ativa, em intervalos de três anos. Quando o diagnóstico é precoce, as chances de cura do câncer de colo do útero são grandes. O tratamento pode ser Cirurgia, Quimioterapia, Radioterapia, Eletrocirurgia.
Câncer de colo do útero é o 3º tumor maligno mais frequente em mulheres no Brasil e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.
Março Lilás a Prevenção do Câncer de Colo de Útero

O câncer do colo do útero é um problema de saúde pública no Brasil, sendo o terceiro tumor maligno mais frequente na população feminina (excetuando-se o câncer de pele não melanoma), e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no país. Atinge principalmente mulheres com maior dificuldade de acesso aos serviços de saúde. Apesar de ser um câncer frequente, suas lesões iniciais podem ser identificadas pelo teste de Papanicolau (exame preventivo) e, quando tratadas, evitam o surgimento da doença.

A exposição traz informações para que a população conheça melhor esse câncer e suas formas de enfrentamento ao longo da história até os dias de hoje.

Quer conhecer mais materiais sobre a exposição? Acesse a publicação Kit de materiais da Exposição “A mulher e o câncer do colo de útero no Brasil” e saiba como imprimir, ter acesso a cards para redes sociais e informações seguras sobre o câncer do colo de útero.

Para solicitar a exposição “A Mulher e o Câncer do Colo do Útero”, em arquivo PPT (power point), preencha o formulário.

Dia Mundial da Obesidade

O dia 4 de março é lembrado como o Dia Mundial da Obesidade, uma data dedicada a aumentar a conscientização sobre essa doença crônica não transmissível que afeta pessoas de todas as idades e também os mais socialmente vulneráveis. A obesidade não apenas representa um desafio individual de saúde, mas é também um importante fator de risco para o desenvolvimento de outras Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) como diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, hipertensão arterial e alguns tipos de cânceres.

A obesidade é uma doença crônica que pode levar a outras doenças, como diabetes, doenças cardiovasculares, asma, gordura no fígado e alguns tipos de câncer. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a obesidade um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. 
O Dia Mundial da Obesidade, lembrar a importância de se promover hábitos saudáveis, alimentação adequada e saudável e incentivar a prática regular de atividade física.

Neste contexto, o Brasil tem se mobilizado com a implementação do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos Não Transmissíveis no Brasil, 2021-2030 – o chamado Plano de Dant. O documento apresenta duas metas específicas relacionadas à obesidade: reduzi-la a entre crianças e adolescentes, e deter seu crescimento entre adultos.

Dados recentes revelam a gravidade da situação: em 2023, de acordo com os dados do Vigitel, a frequência de adultos com obesidade foi de 24,3% nas 27 cidades analisadas. Já entre os escolares de 13 a 17 anos, a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) de 2015 apontou que 7,8% apresentavam obesidade.

Para ampliar o conhecimento e melhor orientar políticas públicas e ações de saúde direcionadas ao combate dessa condição a Coordenação-Geral de Doenças Não Transmissíveis está desenvolvendo um boletim epidemiológico sobre o cenário da obesidade no Brasil. O documento trará dados atualizados e detalhados, obtidos por meio de inquéritos nacionais de saúde.

O Dia Mundial da Obesidade é uma oportunidade crucial para lembrar a importância de se promover hábitos saudáveis, políticas de alimentação adequada e saudável e incentivar a prática regular de atividade física. É um chamado à ação coletiva para enfrentar esse desafio de saúde pública que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.

Em 2025, o tema escolhido para o Dia Mundial da Obesidade é “Sistemas em mudança, vidas mais saudáveis”. O objetivo é alertar para a necessidade de mudar o foco, transformando os sistemas que moldam a saúde. 

A obesidade é uma doença crônica que pode levar a outras doenças, como diabetes, doenças cardiovasculares, asma, gordura no fígado e alguns tipos de câncer. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a obesidade um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. 

Algumas ações que podem ser tomadas para combater a obesidade são:
  • Proteger, promover e apoiar o aleitamento materno 
  • Melhorar a nutrição e promover a atividade física em pré-escolas e escolas 
  • Criar sistemas de saúde que priorizem os cuidados com a obesidade 
  • Criar ambientes de trabalho e de vida que facilitem o acesso a opções mais saudáveis 

Ministério da Saúde

Obesidade

A OTICS Bangu levando informação, promoção e prevenção a população.