Nesta manhã de de 28 de março de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião de equipe dos AVSs, participaram do encontro 6 profissionais da categoria, o objetivo do encontro foi, avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território. Responsável pelo encontro foi, Viviana Canuto Menezes – Supervisora da Vigilância Ambiental da área programática (AP) 5.1.
Reunião de Equipe dos AVSs.
A saúde ambiental é uma área essencial da saúde pública, dedicada a estudar e reduzir os impactos que fatores ambientais, sejam eles naturais ou resultantes da atividade humana, têm sobre a saúde humana. Este campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e ações práticas, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas dentro de uma perspectiva sustentável.
A Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) é coordenada pelo Ministério da Saúde e pode ser definida como um conjunto de ações voltadas para identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que afetam a saúde humana.
O profissional de vigilância ambiental é responsável pelas atividades relacionadas no âmbito da área ambiental. Eles trabalham com o conhecimento e mapeamento de território, realizando atividades de cadastramento e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental. É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.
O trabalho social é fundamental nas atividades do agente. Eles realizam o serviço educativo, levando informações aos cidadãos de como cuidar e tratar de sua própria residência.
No auditório da OTICS Bangu, nesta data de 27 de março de 2025, turno da manhã, aconteceu a “Reunião de Assistência Farmacêutica”, com o desígnio de capacitar os profissionais farmacêutico das unidades da AP 5.1. Participaram do encontro, 30 profissionais da categoria, as pautas apresentadas foram, os novos indicadores e o planejamento de par 2025, o propósito do evento foi capacitar e orientar os profissionais dos novos indicadores para assistência farmacêutica da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). O responsável pela capacitação foi, Marcus Tomaz – farmacêutico da CAP 5,1.
Profissionais Farmacêutico das Unidades da AP 5.1.
A Superintendência de Assistência Farmacêutica (SAFIE) possui em sua estrutura quatro Coordenações responsáveis por coordenar, acompanhar, supervisionar e executar as ações relativas à Assistência Farmacêutica no Estado. Além disso, está inserida no organograma da SAFIE a Farmácia de Medicamentos Especiais do Estado – Rio Farmes, onde é realizado o processo de cadastro e dispensação dos medicamentos especializados.
No Sistema Único de Saúde – SUS, a Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos é a área responsável pela promoção, proteção e recuperação da saúde, tanto individual como coletiva, tendo o medicamento como insumo essencial, visando ao seu acesso e ao seu uso racional e garantindo à população o acesso a medicamentos considerados essenciais e promover o uso racional dos mesmos. Estes medicamentos devem ser seguros, eficazes e de qualidade.
O SUS seleciona um elenco de medicamentos com o objetivo de atender as demandas prioritárias da população. Esta seleção é feita utilizando a metodologia de Saúde Baseada em Evidências, adotando, de forma hierárquica, os critérios de eficácia, segurança, comodidade e custo, comparando-se as alternativas existentes.
Nesta manhã do dia 27 de março de 2025, no laboratório de informática da OTICS Bangu, tivemos a continuação do relatório trimestral da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro, 15 jovens do RAP e os supervisores do projeto, 0 público alvo foram os adolescentes e jovens do RAP, o objetivo do evento foi a elaboração do relatório trimestral do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens. A responsável do encontro foi, Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1.
Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1.
O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.
Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.
Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP).
O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.
Com o auxílio dos relatos de experiência dos jovens, vamos contar a trajetória do Rap da Saúde nos últimos três anos: os desafios encontrados até aqui e o que aprendemos no percurso.
Neste dia 26 de março de 2025, no laboratório de informática da Otics Bangu, turno manhã e tarde tivemos, o segundo dia de treinamento do prontuário eletrônico VitaCare. Foram capacitados 19 profissionais de saúde, o público-alvo foram, enfermeiros e dentistas, que atuam na Atenção Primária Prisional (APP). Os assuntos abordados foram registros, preenchimento do prontuário, acessos, responsabilidades da categoria. O objetivo do evento foi o treinamento dos profissionais no manuseio da plataforma, para apropriação e otimização da inserção dos dados. As responsáveis pelo treinamento foram, Caroline Falzoni e Joyce Augusto Do Sistema Prisional – AP 5.1.
Treinamento Prontuário Eletrônico VitaCare.
A PNAISP nasceu da avaliação dos dez anos de aplicação do Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário (PNSSP), quando se constatou o esgotamento desse modelo, que se mostrou restrito por não contemplar em suas ações, entre outras coisas, a totalidade do itinerário carcerário e, tampouco, penitenciárias federais. Essas mudanças podem ser apontadas como grande ganho na garantia e defesa dos direitos humanos no Brasil, em total consonância com a previsão constitucional de saúde para todos sob a responsabilidade do Estado brasileiro.
Público-alvo foram, enfermeiros e dentistas, que atuam na Atenção Primária Prisional (APP).
O prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais como registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde; e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.
A Base Nacional de Dados de Ações e Serviços da Assistência Farmacêutica no SUS (BNAFAR)é a consolidação dos dados nacionais de posição de estoque, entradas, saídas, avaliações e dispensações realizadas pelos estabelecimentos de saúde dos Municípios, Estados e Distrito Federal para os medicamentos padronizados na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) e do Programa Farmácia Popular do Brasil.
Treinamento dos profissionais no manuseio da plataforma.
No auditório da OTICS Bangu, nesta quarta – feira, 26 de março de 2025, o Grupo de Hiperdia do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, recebeu os pacientes para uma ação de prevenção de diabetes e hipertensão. O público alvo foram os pacientes da Equipe Beija Flor, participam da ação, 15 pacientes, a responsável pelo encontro foi Leticia dos Santos Silva de Oliveira – Enfermeira. Os assuntos abordados foram, o controle da diabetes mellitus, o que é a doença, como pode ser tratada, os possíveis sinais e sintomas, diferença entre alimentos diet ou zero, light, a importância de ingerir regulamente água, prevenindo alguns problemas de saúde, priorizar uma alimentação saudável, fundamental para o controle da diabetes, tipos de processamento dos alimentos, evitando alimentos ultraprocessados. Também foi realizado a aferição da pressão arterial, pesagem, nível da glicemia, avaliação do pé diabético com abordagem educativa, para a prevenção da ocorrência de ulcerações nos pés, a partir do cuidado diário e adequado dos membros inferiores (nível de evidência). O objetivo do evento, é melhorar a qualidade de vida dos pacientes e controlar a hipertensão arterial e a diabetes.
Grupo de Hiperdia do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho
O HIPERDIA, Programa de Hipertensão Arterial e Diabetes, constitui-se em um programa de cadastramento e acompanhamento de hipertensos e/ou diabéticos que visa o controle da DM e HAS e uma melhor qualidade de vida aos pacientes.
O Grupo Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde. O programa tem como objetivo melhorar a qualidade de vida dos pacientes e controlar a hipertensão arterial e a diabetes.
O Grupo Hiperdia permite: Monitorar os níveis de pressão arterial e glicemia; Identificar pacientes descompensados; Renovar receitas; Solicitar exames; Disseminar informações sobre alimentação, higiene bucal, uso de medicamentos e prática de exercícios físicos; Promover a autonomia do usuário sobre o seu próprio cuidado e Melhorar o fluxo da Unidade de Saúde.
O Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos (HIPERDIA) é o responsável por capturar as informações dos pacientes, como dados clínicos, fatores de risco, doenças concomitantes, presença de complicações e tratamento.
Aferição da pressão arterial, pesagem, nível da glicemia.
Hipertensão e Diabetes
As Gerências dos Programas de Hipertensão e Diabetes atuam junto às Coordenações de Área e unidades de Atenção Primária na implementação das linhas de cuidado para Doenças Cardiovasculares (DCV) e Diabetes. Algumas das ações incluem a elaboração de protocolos clínicos, o matriciamento das equipes da Atenção Primária, a análise dos indicadores epidemiológicos, entre outras. O objetivo principal é estimular a detecção precoce e o acompanhamento adequado das pessoas com hipertensão e diabetes, de forma a melhorar a qualidade de vida, minimizar as complicações crônicas a longo prazo e reduzir a morbimortalidade cardiovascular, principal causa de morte na cidade e no país como um todo.
Orientações sobre alimentação saudável.
Serviços
Capacitações teórico-práticas para os profissionais da estratégia de saúde da família, na interpretação de eletrocardiograma, insulinização de pacientes diabéticos, e avaliação e tratamento de úlceras complexas;
Supervisão das ações com visitas às Unidades e Coordenações de Área;
Aquisição e distribuição de insumos para diabéticos em uso de insulina;
Regulação de pacientes junto a central de regulação;
Organização dos Ciclos de Debates de Hipertensão e Diabetes;
Os Guias de Referência Rápida orientam o manejo clínico da Hipertensão Arterial, do Diabetes Mellitus e da Prevenção Cardiovascular em adultos são destinados aos profissionais de saúde que atuam nas unidades de atenção primária da rede municipal. São eles:
O encaminhamento ao especialista é indicado quando o médico da Atenção Primária detectar dificuldade no manejo clínico da hipertensão, diabetes e suas complicações. O paciente deverá ser encaminhado para emissão de parecer do especialista com agendamento de consulta via SISREG. Após avaliação do especialista, o paciente retornará à unidade de origem munido do laudo médico do especialista constando diagnóstico, principais orientações, resultado dos exames realizados e plano terapêutico para o acompanhamento na Atenção Primária.
Cuidando da Saúde dos usuários do SUS.
Situações em que o encaminhamento a um especialista pode ser recomendado:
• The seventh report of the Joint National Comittee of Prevent, detection e evoluation and treatment oh high blood presssure (JNC VII) – Resumo / Texto na íntegra
Neste dia 25 de março de 2025, no laboratório de informática da Otics Bangu, turno manhã e tarde tivemos o treinamento do prontuário eletrônico vitacare. Foram capacitados 19 profissionais de saúde, o público-alvo foram, enfermeiros e dentistas, que atuam na Atenção Primária Prisional (APP). Os assuntos abordados foram registros, preenchimento do prontuário, acessos, responsabilidades da categoria. O objetivo do evento foi o treinamento dos profissionais para apropriação da plataforma e otimização da inserção dos dados. As responsáveis pelo treinamento foram, Caroline Falzoni e Joyce Augusto Do Sistema Prisional – AP 5.1.
A PNAISP nasceu da avaliação dos dez anos de aplicação do Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário (PNSSP), quando se constatou o esgotamento desse modelo, que se mostrou restrito por não contemplar em suas ações, entre outras coisas, a totalidade do itinerário carcerário e, tampouco, penitenciárias federais. Essas mudanças podem ser apontadas como grande ganho na garantia e defesa dos direitos humanos no Brasil, em total consonância com a previsão constitucional de saúde para todos sob a responsabilidade do Estado brasileiro.
O prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais como registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde; e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.
A Base Nacional de Dados de Ações e Serviços da Assistência Farmacêutica no SUS (BNAFAR)é a consolidação dos dados nacionais de posição de estoque, entradas, saídas, avaliações e dispensações realizadas pelos estabelecimentos de saúde dos Municípios, Estados e Distrito Federal para os medicamentos padronizados na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) e do Programa Farmácia Popular do Brasil.
Neste dia, 25 de maço de 2025, turno manhã e tarde, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, tivemos a revisão do TCC dos jovens do RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), 0 público alvo foram os adolescentes e jovens do RAP, o objetivo foi orientar na elaboração e construção do trabalho de conclusão de curso (TCC). A responsável do encontro foi, Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1.
Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP)
O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.
Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.
Revisão do TCC dos Jovens do RAP da Saúde
O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.
Com o auxílio dos relatos de experiência dos jovens, vamos contar a trajetória do Rap da Saúde nos últimos três anos: os desafios encontrados até aqui e o que aprendemos no percurso.
Nesta data, 24 de março de 2025, aconteceu no auditório da OTICS Bangu, turno da manhã, a aula de Extensão II – Análise Epidemiológica – UCB, participaram da aula, 26 alunos, o público alvo foram os alunos do segundo período da faculdade de medicina da Universidade Castelo Branco. Os assuntos abordados foram, sistemas de informação e indicadores em saúde. O objetivo do evento foi, ministrar aula com os conteúdos sobre dados em saúde, principais sistemas de informação em saúde, qualidade dos dados, critérios de avaliação e construção dos indicadores em saúde e indicadores em saúde; os alunos também fizeram uma visita, em loco, na unidade da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1, com o propósito de conhecer o espaço físico da unidade; o laboratório de analises clinicas; o polo do Cerest Oeste; demais especialidades que a unidade oferece, como também a rotina de atendimentos. A responsável pela capacitação foi, Graziele Marques Rodrigues – Sanitarista e Epidemiologista da CAP 5.1.
Graziele Marques Rodrigues – Sanitarista e Epidemiologista da CAP 5.1.
Os sistemas de informação em saúde são instrumentos padronizados de monitoramento e coleta de dados, que têm como objetivo primordial o fornecimento de informações para análise e melhor compreensão de importantes problemas de saúde da população, subsidiando a tomada de decisões nos níveis municipal, estadual e federal.
Ministério da Saúde lançou a publicação Dados para Vigilância, que apresenta as características históricas, operacionais e possibilidades analíticas dos sistemas de informação sob gestão do Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis. Esses sistemas possuem bases de dados sobre nascimentos, morbidade, mortalidade e fatores de risco para doenças crônicas, que permitem a obtenção de números com recortes por municípios, faixa etária ou sexo.
Os dados oriundos desses sistemas de informação podem ser utilizados para apoiar o planejamento de ações (visando a tomada de decisão baseada em evidências em todas as esferas do SUS), para subsidiar a construção de indicadores pactuados internacionalmente (como aqueles pertencentes à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas) e para a produção de conhecimento técnico (como boletins epidemiológicos) e científico (como publicações em periódicos nacionais e internacionais) por gestores, profissionais de saúde e acadêmicos.
A produção e a divulgação de informações em saúde constituem um componente essencial do SUS. A obra fornece informações teóricas e práticas sobre cada sistema, explicando seu objetivo, sua abrangência, como funciona, e seus principais indicadores e variáveis, além de histórico sobre sua criação, sua implementação e sobre os avanços que ocorreram com o passar do tempo.
Os indicadores de saúde do Ministério da Saúde são utilizados para medir a qualidade dos serviços de saúde, prever o estado de saúde da população e de grupos de paciente.
Aula de Extensão II – Análise Epidemiológica – USB
A Vigilância Epidemiológica tem papel primordial na operacionalização de um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. Mudanças no perfil epidemiológico das populações, traduzidas pelo declínio das taxas de mortalidade por doenças infecciosas e parasitárias e pelo crescente aumento das mortes por causas externas e doenças crônicas, levaram à incorporação das doenças e agravos não transmissíveis ao escopo de atividades da vigilância epidemiológica. O acompanhamento desse perfil propicia o planejamento e a execução de ações de prevenção e controle dos agravos nos diversos níveis de atenção à saúde.
Atividades/Ações
Coleta de dados de doenças e agravos de notificação compulsória, a partir da rede local de Vigilância em Saúde
Acompanhamento de atividades da Rede de Vigilância em Saúde do município do Rio de Janeiro
Recomendação, monitoramento e avaliação de medidas de prevenção e controle de doenças e agravos no município do Rio de Janeiro
Educação permanente de profissionais da Rede de Vigilância em Saúde
Disseminação de informações de interesse para usuários, profissionais e gestores da rede municipal de saúde.
Armadilha CDC e Ovitrampas (A armadilha CDC é um tipo de armadilha luminosa, enquanto a ovitrampa é uma armadilha para coletar ovos de mosquitos. Ambas são usadas para monitorar a presença de mosquitos).
No campo da saúde, a vigilância está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Além disso, integra diversas áreas de conhecimento e aborda diferentes temas, tais como política e planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e saúde e processo de trabalho. A partir daí, a vigilância se distribui entre: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.
A vigilância epidemiológica reconhece as principais doenças de notificação compulsória e investiga epidemias que ocorrem em territórios específicos. Além disso, age no controle dessas doenças específicas.
A vigilância ambiental se dedica às interferências dos ambientes físico, psicológico e social na saúde. As ações neste contexto têm privilegiado, por exemplo, o controle da água de consumo humano, o controle de resíduos e o controle de vetores de transmissão de doenças – especialmente insetos e roedores.
As ações de vigilância sanitária dirigem-se, geralmente, ao controle de bens, produtos e serviços que oferecem riscos à saúde da população, como alimentos, produtos de limpeza, cosméticos e medicamentos. Realizam também a fiscalização de serviços de interesse da saúde, como escolas, hospitais, clubes, academias, parques e centros comerciais, e ainda inspecionam os processos produtivos que podem pôr em riscos e causar danos ao trabalhador e ao meio ambiente. Saiba mais: https://pensesus.fiocruz.br/vigil%C3%A2ncia-em-sa%C3%BAde
Alunos do segundo período da faculdade de medicina da Universidade Castelo Branco – Realengo.
Nesta data, 24 de março de 2025, turno da tarde, tivemos na sala de tutoria da OTICS Bangu, a reunião da comissão de prontuário. Participaram do encontro, 4 profissionais da saúde mental, o público alvo foram os profissionais da comissão de prontuário, os assuntos abordados, na discussão sobre os prontuários, foram, avaliação dos prontuários, qualidade do histórico, seguimento e continuidade, anamnese e outros. O objetivo da reunião é estabelecer normas para avaliar a qualidade dos prontuários médicos; rever e avaliar os prontuários, durante o período de internação e após as altas, bem como, os de ambulatório, para assegurar-se de que o padrão estabelecido está sendo cumprido; avaliar a qualidade das anotações feitas no prontuário médico; quanto à clareza e legibilidade; segmento e continuidade das prescrições como verificação do seguimento e atendimento pelos profissionais de saúde. Responsável da reunião foi, Rayane dos Passos – Coordenadora técnica CAPS Lima Barreto.
Reunião de Comissão de Prontuário – CAPS Lima Barreto
Os Centros de Atenção Psicossociais ( CAPS) são pontos de atenção estratégicos da Rede de Atenção Psicossocial – (RAPS), unidades que prestam serviços de saúde de caráter aberto e comunitário, constituído por equipe multiprofissional que atua sobre a ótica interdisciplinar e realiza prioritariamente atendimento às pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, em sua área territorial, seja em situações de crise ou nos processos de reabilitação psicossocial.
Profissionais da Saúde Mental – CAPS Lima Barreto – AP 5.1
Neste dia, 24 de março de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, a profissional Elaine Cristina Jesus, da direção da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, atualizando a agenda SISREG – Sistema de Regulação. O objetivo é proporcionar agilidade na regulação das consultas e procedimentos dos pacientes.
Elaine Cristina Jesus, da direção da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho.
O Sistema Nacional de Regulação – SISREG é um sistema web, criado para o gerenciamento de todo Complexo Regulador, através de módulos que permitem desde inserção da oferta até a solicitação, pela rede básica, de consultas, exames e procedimentos na média e alta complexidade, bem como a regulação de leitos hospitalares, objetivando maior organização e controle do fluxo de acesso aos serviços de saúde, otimização na utilização dos recursos assistenciais e visando a humanização no atendimento.
Trata-se de uma ferramenta fornecida pelo Ministério da Saúde de forma gratuita sendo sua utilização não compulsória.
Essa funcionalidade possibilita que o operador faça uma consulta à agenda de um determinado profissional, informando a unidade de saúde, o profissional, o procedimento e os horários.
Ao clicar em Impressão/Confirmação de Agenda será exibida uma tela com vários campos para preenchimento, conforme a tela abaixo.
a) Período: não pode ser superior a 7 dias.
b) Executante: será sempre a unidade a qual o operador está vinculado.
c) Profissional: selecionar o profissional para qual deseja imprimir a agenda.
d) Procedimento: selecionar o procedimento que o profissional executa.
e) Tipo de agenda: é possível filtrar se a consulta será realizada para uma agenda a ser confirmada ou para consulta.
f) Exibir procedimentos: permite que a descrição do procedimento seja listada no resultado da busca.
g) Exibir telefones: permite que o telefone de contato do paciente seja listado ao realizar a busca.
h) Tipo de ordenação: possibilita a escolha da ordem de apresentação dos dados. A ordem pode ser: data/hora da marcação, nome do paciente, data de nascimento do paciente, idade do paciente, CNS, origem do paciente,CID-10, situação, vaga solicitada, vaga consumida, unidade de saúde solicitante e código da solicitação.
i) Inverter ordem: inverte a ordem de acordo com a ordenação escolhida.
j) Resultados por página: possibilita a visualização de até 50 resultados por página.
Depois de preenchido os campos e clicado em OK, será apresentada uma tela em que constarão dados da agenda, dados do paciente, por exemplo, e também estará disponível uma tela de estatística informando a quantidade de vagas consumidas.