Risco Não Biológico e Estratégias de Apoio Territorial

OTICS Bangu recebe encontro sobre Risco Não Biológico e estratégias de apoio territorial

No dia 9 de dezembro, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou o encontro “Risco Não Biológico, Defesa Civil e C.F. Padre John Cribbim, discutindo possibilidades de ponto de apoio nos territórios”, reunindo oito participantes, com foco na gestão da C.F. Padre John. A atividade teve como pauta a discussão sobre possíveis pontos de apoio no território, considerando cenários de risco não biológico e a atuação integrada com a Defesa Civil. Durante o encontro, foram debatidas necessidades, potenciais áreas estratégicas e ações colaborativas que poderão fortalecer a capacidade de resposta da unidade em situações de emergência. O principal objetivo foi planejar estratégias iniciais para a elaboração de um futuro plano de contingência, garantindo maior segurança e preparação da equipe diante de eventos adversos no território. A condução da atividade ficou a cargo de Ney Junior, Paulo Bueno e Renata Paula, responsáveis pela facilitação da discussão.

Vigidesastres é um programa instituído pela Portaria GM/MS Nº 4.185, de 1º de dezembro de 2022, sob a responsabilidade da Coordenação-Geral de Preparação para as Emergências em Saúde Pública, do Departamento de Emergências em Saúde Pública, vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, do Ministério da Saúde. Seu principal objetivo é desenvolver e implementar ações de vigilância em saúde voltadas para a gestão de riscos associados a emergências em saúde pública decorrentes de desastres.

A redução do risco de desastres é uma função essencial da saúde pública que deve integrar ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e reabilitação no planejamento. A atuação em desastres exige um enfoque abrangente, abordando tanto os danos quanto suas causas, com a participação ativa de todo o sistema de saúde. É crucial estabelecer uma colaboração intersetorial e interinstitucional para mitigar os impactos das emergências, sejam elas de origem natural ou tecnológica, e proteger a saúde em todas as suas dimensões.

No Sistema Único de Saúde (SUS), as ações de vigilância em saúde para a gestão de riscos de emergências devem focar na preparação, monitoramento, alerta, comunicação, resposta e reabilitação. Essas ações são fundamentais para garantir uma resposta eficaz e coordenada, minimizando os impactos na saúde pública e fortalecendo a resiliência das comunidades afetadas.

Vigidesastres desempenha um papel crucial na preparação e resposta a emergências de saúde pública causadas por desastres, sejam eles naturais ou tecnológicos. Através de ações integradas e coordenadas, o programa busca minimizar os impactos na saúde e na infraestrutura, garantindo uma abordagem multidisciplinar que engloba prevenção, mitigação e reabilitação. A implementação efetiva dessas ações é essencial para fortalecer a resiliência das comunidades e proteger a saúde pública em cenários de desastres, alinhando-se aos princípios de Uma Só Saúde.

Saiba mais: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/resposta-a-emergencias/vigidesastres

Alinhamento do Plano de Desastres do CMS Catiri

OTICS Bangu sedia reunião de alinhamento do Plano de Desastres do CMS Catiri

Na tarde do dia 27 de novembro, a Sala de Reunião da OTICS Bangu recebeu dois representantes do CMS Catiri para a Reunião de Alinhamento do Plano de Desastres, realizada das 15h às 16h. O encontro foi direcionado aos profissionais de saúde do serviço e teve como foco o fortalecimento das estratégias de preparação e resposta a situações de emergência. A reunião contou com a participação de Ney Junior, técnico de Risco Não Biológico, e Juliane, profissional da URR, que conduziram o diálogo sobre a organização e a preparação para o simulado de mesa que será aplicado às equipes da Unidade de Atenção Primária (UAP). Entre os principais assuntos abordados, destacaram-se a estruturação do simulado, a definição das etapas de aplicação, a avaliação da capacidade de resposta das equipes e o alinhamento das diretrizes do Plano de Desastres para garantir maior eficiência, segurança e coordenação em casos de urgência. O objetivo central do encontro foi criar estratégias para a realização do simulado, garantindo que cada equipe da UAP compreenda seus papéis e esteja preparada para atuar de forma integrada diante de possíveis eventos críticos. A iniciativa reforça o compromisso do CMS Catiri e da CAP 5.1 com a qualificação contínua dos profissionais e com o aprimoramento das práticas de gestão de risco e resposta rápida em situações de emergência.

Um Plano de Contingência (PC) é o documento que registra o planejamento elaborado a partir do estudo de uma determinada hipótese de emergência em saúde pública.  A SVS definiu como prioritários os Planos de Contingência para dengue, febre amarela,  influenza e manejo de desastres (inundação e seca).

O Plano de Contingência é um pré-planejamento para possíveis eventos, e serve de subsídio para a elaboração do Plano de  Ação do Evento (PAE). No PC estarão previstas as responsabilidades de cada organização, as prioridades e medidas iniciais a serem tomadas e a forma como os recursos serão empregados para uma determinada tipologia de emergência em saúde pública.

Os PCs devem ser testados por meio de simulados e modificados sempre que necessário. Pode ocorrer ainda que o Plano de Contingência precise ser readequado, durante a resposta, com base nos fatos concretos da evolução do evento. Devem também ser aprimorados à luz das lições apreendidas.

O Plano de Contingência é, portanto, instrumento fundamental para nortear  a  resposta  à  determinada  tipologia  de  emergência  em  saúde pública no âmbito do Centro de Operações de Emergência em Saúde.  A elaboração e a revisão dos Planos de Contingência são de responsabilidade das áreas técnicas competentes da Secretaria de  Vigilância em Saúde.

Fonte: Planos de Contingência

Treinamento para a I Imersão de Vigilância Ambiental

Treinamento para a I Imersão de Vigilância Ambiental – Risco Não Biológico

No dia 27 de outubro de 2025, a Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1), em parceria com a Rede OTICS-Rio, promoveu o Treinamento preparatório para a I Imersão de Vigilância Ambiental – Risco Não Biológico, realizado no auditório da OTICS Bangu, no período das 14h às 16h. A atividade contou com a participação de 10 profissionais, tendo como público-alvo os Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) de campo, com o objetivo de capacitar e orientar os servidores quanto à organização e condução das ações que serão apresentadas durante a imersão.

O treinamento foi conduzido pelos profissionais Paulo Bueno e Renata Paulla, que abordaram conteúdos técnicos voltados à estruturação das atividades práticas, metodologias de campo e estratégias de prevenção e monitoramento do Risco Não Biológico, reforçando a importância da atuação integrada e do fortalecimento das ações de vigilância ambiental no território.

A iniciativa teve como objetivo central aprimorar as competências técnicas dos agentes e garantir a efetividade das ações de vigilância ambiental, contribuindo para a promoção da saúde e a prevenção de agravos relacionados a riscos não biológicos.

A ação integra o conjunto de estratégias desenvolvidas pela Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV/SMS-Rio), que visa fortalecer a formação continuada dos profissionais e consolidar práticas qualificadas de vigilância no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) é o órgão da prefeitura responsável por executar a política de saúde na cidade, garantindo o atendimento universal do SUS no município. A SMS-Rio organiza as prioridades da saúde pública carioca, coordena a vigilância em saúde, e trabalha com diversas unidades, como Clínicas da Família e Centros Municipais de Saúde. Os cidadãos podem entrar em contato por telefone (1746) ou pelo portal, além de usarem a Ouvidoria da SMS-Rio para reclamações, sugestões e elogios. 

A SUBPAV (Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde) é um órgão da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro responsável por promover e proteger a saúde da população, coordenando ações de atenção primária e vigilância sanitária, epidemiológica e ambiental. Seu trabalho envolve atividades como campanhas de vacinação, prevenção de doenças, e monitoramento de agravos, abrangendo desde o cuidado individual até a saúde coletiva em territórios específicos. 

 

 

 

Fontes:

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)

  • Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV)

  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)

  • Rede OTICS-Rio

Rota de Exposição do Serviço de Vigilância Ambiental em Saúde

Neste dia, 12 de agosto de 2025, no laboratório de informática da OTICS Bangu, a capacitação da Rota de Exposição Cemitério Jardim Sulacap, o público-alvo foi os Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) do CMS Masao Goto – AP 5.1. Os assuntos abordados foram treinamentos para caracterização dos pontos de exposição próximo ao cemitério Jardim Sulacap e locais ou situações onde este profissional pode entrar em contato com agentes patogênicos, riscos ambientais ou situações que possam afetar a saúde pública. Estes pontos incluem ambientes como: casas, escolas, locais de trabalho, estabelecimentos de saúde, áreas de lazer, e até mesmo o ambiente natural, como rios, lagos e áreas de mata. O assunto abordado foi o treinamento para caracterização dos pontos de exposição próximo ao cemitério Jardim Sulacap. O objetivo é capacitar turmas de AVSs para execução de trabalho de campo que identifique os pontos de exposição endereçados no território do CMS Masao Goto – AP 5.1. Os responsáveis foram Ney Jr, Paulo Bueno e Renata Paula – Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) Risco Não Biológico.

Rota de Exposição do Serviço de Vigilância Ambiental em Saúde - capacitar turmas de AVSs para execução de trabalho de campo que identifique os pontos de exposição endereçados no território do CMS Masao Goto – AP 5.1.
Rota de Exposição do Serviço de Vigilância Ambiental em Saúde

O estudo de avaliação de risco à saúde humana realizado pelo Vigisolo no município do Rio de Janeiro tem como principais objetivos: a determinação da contaminação dos diversos compartimentos ambientais, o estabelecimento de rotas de exposição, a identificação das populações expostas, bem como, a qualificação de perigo e suas consequências. Como resultado deste estudo são apresentadas recomendações de saúde para o acompanhamento das populações expostas e ações ambientais para inibir as rotas de exposição humana detectadas.

Rota de Exposição do Serviço de Vigilância Ambiental em Saúde - capacitar turmas de AVSs para execução de trabalho de campo que identifique os pontos de exposição endereçados no território do CMS Masao Goto – AP 5.1.
Rota de Exposição do Serviço de Vigilância Ambiental em Saúde – Equipe Risco Não Biológico

A metodologia usada no Brasil para fazer o estudo de avaliação de risco à saúde humana é a da Agência para Substâncias Tóxicas e Registro de Doenças (Agency for Toxic Substances and Disease Registry – ATSDR) que foi criada com a missão de desenvolver atividades de saúde pública especificamente associadas com a exposição, real ou potencial, a agentes perigosos emitidos para o ambiente.

Consideram-se objetos de avaliação para esta metodologia os compostos químicos, elementos ou combinações que, por sua quantidade, concentração, características físicas ou toxicológicas, possam representar um perigo imediato ou potencial para a saúde humana ou o ambiente, quando são inadequadamente usadas, armazenado, transportado, tratado ou eliminado.

Rota de Exposição do Serviço de Vigilância Ambiental em Saúde - capacitar turmas de AVSs para execução de trabalho de campo que identifique os pontos de exposição endereçados no território do CMS Masao Goto – AP 5.1.
Apresentação da Renata Paula – Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Risco Não Biológico.

Saiba mais: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/vigisolo/

 

 

Reunião Online do Risco Não Biológico -AP 5.1

Na sala de tutoria da OTICS Bangu, nesta data de 9 de julho de 2025, turno da tarde, os profissionais, Ney Jr e Paulo Bueno, do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) – Risco Não Biológico participaram de uma reunião online com aproximadamente 2 pessoas, presenciais e o restante de maneira remota, o público alvo foi a Equipe do Risco não Biológico (RNB), as pautas abordadas foram, alinhamento das ações locais de VIGISOLO e acompanhamento dos trabalhos. Objetivo do evento foi discutir os critérios de elaboração do trabalho de rota de exposição do Bangu Shopping e o mapeamento da área próxima do equipamento levando em considerando os locais de interesse e os pontos de exposição identificados em um raio de 1.000 e 400 m. Responsável pela reunião foi o Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) e Unidade de resposta Rápida (URR) – CAP 5.1.

Reunião Online do Risco Não Biológico - AP 5.1, discutir os critérios de elaboração do trabalho de rota de exposição do Bangu Shopping.
Ney Jr e Paulo Bueno, do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) – Risco Não Biológico -AP 5.1.

O Plano de Contingência da Saúde para Desastres Naturais foi desenvolvido para descrever atribuições, responsabilidades e ações de saúde para redução de riscos, resposta e recuperação de danos resultantes desses desastres.

Ele é elaborado a partir de uma determinada hipótese de desastre e organiza as ações de preparação e resposta. Ele funciona como um planejamento da resposta e deve ser elaborado na normalidade, com a definição de procedimentos, ações e decisões que serão tomadas em caso de eventos extremos.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

A vigilância dos fatores de risco biológico desenvolve suas atividades nos territórios por meio da vigilância, prevenção e controle dos riscos biológicos de importância para a saúde pública. As atividades são desenvolvidas nas seguintes áreas de atuação: vetores, hospedeiros e reservatórios e animais peçonhentos.

A vigilância dos vetores de doenças tais como malária, febre amarela, dengue, leishmanioses entre outras, tem como finalidade o mapeamento de áreas de risco nos territórios utilizando a vigilância entomológica (características, presença, índices de infestação, avaliação de eficácia dos métodos de controle), e as suas relações com a vigilância epidemiológica quanto à incidência e prevalência das doenças e do impacto das ações de controle, além da interação com a rede de laboratórios de saúde pública e a inter-relação com as ações de saneamento, visando o controle ou a eliminação dos riscos.

A vigilância dos fatores de risco relacionados aos contaminantes ambientais e aos desastres caracteriza-se por uma série de ações, compreendendo a identificação de fontes de contaminação e modificações no meio ambiente visando o planejamento e a implementação de medidas de saúde pública para a proteção da saúde da população, a prevenção e controle de riscos, bem como para a promoção da saúde.

A Vigilância dos Fatores de Risco Não Biológicos trata de coordenar as atividades de vigilância em saúde ambiental relacionada aos contaminantes ambientais na água, no ar e no solo, de importância e repercussão na saúde pública, bem como dos riscos decorrentes dos desastres naturais, acidentes com produtos perigosos.

Reunião Online do Risco Não Biológico - AP 5.1, discutir os critérios de elaboração do trabalho de rota de exposição do Bangu Shopping.
Reunião Online do Risco Não Biológico -AP 5.1.

Fontes: https://www.rio.rj.gov.br/web/sms/vigilancia-ambiental

http://www.rio.rj.gov.br/web/sms/exibeconteudo?id=9224153

 

Reunião Online do Risco Não Biológico -AP 5.1

Na sala de tutoria da OTICS Bangu, nesta data de 20 de maio de 2025, turno da tarde, os profissionais, Ney Jr, Paulo Bueno, Renata Paula, Robson Bueno, Ortiz Jr e Márcio Rogério, do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) – Risco Não Biológico participaram de uma reunião online com aproximadamente 3 pessoas, presenciais e o restante de maneira remota, o público alvo foi a Equipe do Risco não Biológico (RNB), as pautas abordadas foram, alinhamento das ações locais de VIGISOLO e acompanhamento dos trabalhos. Objetivo do evento foi discutir os critérios de elaboração do trabalho de rota de exposição do Bangu Shopping e o mapeamento da área próxima do equipamento levando em considerando os locais de interesse e os pontos de exposição identificados em um raio de 1.000 e 400 m. Responsável pela reunião foi o Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) e Unidade de resposta Rápida (URR) – CAP 5.1.

Reunião Online do Risco Não Biológico - AP 5.1, discutir os critérios de elaboração do trabalho de rota de exposição do Bangu Shopping.
Ney Jr, Paulo Bueno, Renata Paula, do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) – Risco Não Biológico.

O Plano de Contingência da Saúde para Desastres Naturais foi desenvolvido para descrever atribuições, responsabilidades e ações de saúde para redução de riscos, resposta e recuperação de danos resultantes desses desastres.

Ele é elaborado a partir de uma determinada hipótese de desastre e organiza as ações de preparação e resposta. Ele funciona como um planejamento da resposta e deve ser elaborado na normalidade, com a definição de procedimentos, ações e decisões que serão tomadas em caso de eventos extremos.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

A vigilância dos fatores de risco biológico desenvolve suas atividades nos territórios por meio da vigilância, prevenção e controle dos riscos biológicos de importância para a saúde pública. As atividades são desenvolvidas nas seguintes áreas de atuação: vetores, hospedeiros e reservatórios e animais peçonhentos.

A vigilância dos vetores de doenças tais como malária, febre amarela, dengue, leishmanioses entre outras, tem como finalidade o mapeamento de áreas de risco nos territórios utilizando a vigilância entomológica (características, presença, índices de infestação, avaliação de eficácia dos métodos de controle), e as suas relações com a vigilância epidemiológica quanto à incidência e prevalência das doenças e do impacto das ações de controle, além da interação com a rede de laboratórios de saúde pública e a inter-relação com as ações de saneamento, visando o controle ou a eliminação dos riscos.

A vigilância dos fatores de risco relacionados aos contaminantes ambientais e aos desastres caracteriza-se por uma série de ações, compreendendo a identificação de fontes de contaminação e modificações no meio ambiente visando o planejamento e a implementação de medidas de saúde pública para a proteção da saúde da população, a prevenção e controle de riscos, bem como para a promoção da saúde.

A Vigilância dos Fatores de Risco Não Biológicos trata de coordenar as atividades de vigilância em saúde ambiental relacionada aos contaminantes ambientais na água, no ar e no solo, de importância e repercussão na saúde pública, bem como dos riscos decorrentes dos desastres naturais, acidentes com produtos perigosos.

 

Fontes: https://www.rio.rj.gov.br/web/sms/vigilancia-ambiental

http://www.rio.rj.gov.br/web/sms/exibeconteudo?id=9224153

 

Reunião Online do Risco Não Biológico – AP 5.1

Na sala de tutoria da OTICS Bangu, em 19 de maio de 2025, turno da tarde, os profissionais Paulo Vinícius, Renata Paula da Silva e Ney da Silva Junior, do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) – Risco Não Biológico participaram de uma reunião online com aproximadamente 3 pessoas presenciais e o restante de maneira remota, o público alvo foi a Equipe do Risco não Biológico (RNB), Unidade de Resposta Rápida e Divisão de Vigilância em Saúde. As pautas abordadas foram a capacitação do Núcleo de Proteção e Defesa Civil mais saúde (NUPDEC-SÁUDE) e plano de enfrentamento de desastres das unidades de atenção primária. Objetivo do evento foi discutir os encontros de capacitação NUPDEC SAÚDE para as unidades de saúde e planejar o cronograma da construção do plano de enfrentamento de desastres para as CF Rômulo Carlos e CF Padre John Cribbin. Responsável pela reunião foi o Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) e Unidade de resposta Rápida (URR) – CAP 5.1.

 

Fatores de Risco Não Biológicos trata de coordenar as atividades de vigilância em saúde ambiental
Paulo Vinícius, Renata Paula e Ney da Silva Junior, do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) – Risco Não Biológico.

 

O Plano de Contingência da Saúde para Desastres Naturais foi desenvolvido para descrever atribuições, responsabilidades e ações de saúde para redução de riscos, resposta e recuperação de danos resultantes desses desastres.

Ele é elaborado a partir de uma determinada hipótese de desastre e organiza as ações de preparação e resposta. Ele funciona como um planejamento da resposta e deve ser elaborado na normalidade, com a definição de procedimentos, ações e decisões que serão tomadas em caso de eventos extremos.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

A vigilância dos fatores de risco biológico desenvolve suas atividades nos territórios por meio da vigilância, prevenção e controle dos riscos biológicos de importância para a saúde pública. As atividades são desenvolvidas nas seguintes áreas de atuação: vetores, hospedeiros e reservatórios e animais peçonhentos.

A vigilância dos vetores de doenças tais como malária, febre amarela, dengue, leishmanioses entre outras, tem como finalidade o mapeamento de áreas de risco nos territórios utilizando a vigilância entomológica (características, presença, índices de infestação, avaliação de eficácia dos métodos de controle), e as suas relações com a vigilância epidemiológica quanto à incidência e prevalência das doenças e do impacto das ações de controle, além da interação com a rede de laboratórios de saúde pública e a inter-relação com as ações de saneamento, visando o controle ou a eliminação dos riscos.

A vigilância dos fatores de risco relacionados aos contaminantes ambientais e aos desastres caracteriza-se por uma série de ações, compreendendo a identificação de fontes de contaminação e modificações no meio ambiente visando o planejamento e a implementação de medidas de saúde pública para a proteção da saúde da população, a prevenção e controle de riscos, bem como para a promoção da saúde.

A Vigilância dos Fatores de Risco Não Biológicos trata de coordenar as atividades de vigilância em saúde ambiental relacionada aos contaminantes ambientais na água, no ar e no solo, de importância e repercussão na saúde pública, bem como dos riscos decorrentes dos desastres naturais, acidentes com produtos perigosos.

Fontes: https://www.rio.rj.gov.br/web/sms/vigilancia-ambiental

http://www.rio.rj.gov.br/web/sms/exibeconteudo?id=9224153

 

Encontro com Agentes de Vigilância e a Equipe de Risco Não Biológico

Na manhã do dia 14 de maio de 2025, no laboratório da OTICS Bangu, tivemos o “Encontro com Agentes de Vigilância e a Equipe de Risco Não Biológico CAP 5.1. Participaram do encontro, 7 profissionais das respectivas áreas, o público alvo foram os Agentes de Vigilância em Saúde (AVS). Os assuntos abordados foram, a rota de exposição Bangu Shopping e caracterização de pontos de exposição. O objetivo foi discutir os formulários para realização do trabalho. Os responsáveis pelo planejamento do trabalho foram, Ney Júnior, Paulo Bueno e Renata Paula da Equipe de Risco Não Biológico CAP 5.1.

Encontro com Agentes de Vigilância e equipe de Risco Não Biológico, com objetivo de discutir formulários de rota de exposição Bangu Shopping.
Responsável pelo treinamento, Ney Júnior, da Equipe de Risco Não Biológico CAP 5.1.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações que fortalece e assegura “o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana”. Tem como objetivo adotar medidas de promoção, prevenção e o monitoramento dos riscos relacionados aos agravos de saúde, definindo as diversas áreas do município que necessite de atenção ambiental atmosférica de interesse para a saúde.

Histórico do Local e Contaminante de interesse

A área de interesse submetida a esta avaliação de risco consiste no equipamento BSC BANGU SHOPPING CENTER S/A localizado na Rua Fonseca, 240.

A fonte de contaminação está relacionada à antiga Fábrica Bangu, onde, segundo os registros do Instituto Estadual do Meio Ambiente (INEA), em 2006, e da Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (FEEMA), uma contaminação por PCB foi identificada na antiga subestação de energia elétrica, onde havia transformadores que utilizavam o óleo Ascarel como isolante térmico.

Encontro com Agentes de Vigilância e equipe de Risco Não Biológico, com objetivo de discutir formulários de rota de exposição Bangu Shopping.
Encontro com Agentes de Vigilância e a Equipe de Risco Não Biológico.

Fatores de risco não biológicos referem-se a elementos que não são seres vivos, mas que podem causar danos à saúde humana ou ao meio ambiente. Estes incluem a água, o ar, o solo, e a qualidade destes meios, bem como a presença de substâncias químicas e os efeitos de desastres naturais. 

A vigilância dos fatores de risco relacionados aos contaminantes ambientais e aos desastres caracteriza-se por uma série de ações, compreendendo a identificação de fontes de contaminação e modificações no meio ambiente visando o planejamento e a implementação de medidas de saúde pública para a proteção da saúde da população, a prevenção e controle de riscos, bem como para a promoção da saúde.

A Vigilância dos Fatores de Risco Não Biológicos trata de coordenar as atividades de vigilância em saúde ambiental relacionada aos contaminantes ambientais na água, no ar e no solo, de importância e repercussão na saúde pública, bem como dos riscos decorrentes dos desastres naturais, acidentes com produtos perigosos.

Encontro com Agentes de Vigilância e equipe de Risco Não Biológico, com objetivo de discutir formulários de rota de exposição Bangu Shopping.
VIGISOLO – Rota de Exposição.

Fontes: https://www.rio.rj.gov.br/web/sms/vigilancia-ambiental

 

Reunião da Gerência de Fatores de Risco Não Biológico – VIGIDESASTRES

Na manhã do dia 7 de maio de 2025, tivemos a Reunião da Gerência de Fatores de Risco Não Biológico – programa VIGIDESASTRES – com as Referências Técnicas do Risco Não Biológico da CAP 5.1. A reunião de maneira remota ocorreu na sala de tutoria da OTICS Bangu, participaram do evento, aproximadamente 6 pessoas (2 integrantes presenciais do Risco Não Biológico CAP 5.1), 4 integrantes de maneira remota, 2 da CAP 5.2 e 2 da GFRNB VIGIDESASTRES). O público alvo foi, Referência Técnica do Risco Não Biológico da CAP 5.1. Os assuntos abordados foram, feed back da ação trimestral anterior e uma prévia das novas ações para este trimestre (elaboração de mapa de risco C.F. Rômulo Carlos). O objetivo do evento foi, tirar dúvidas, apontar inconsistências do trabalho e uma prévia das novas ações. Responsável foram, Ney Jr e Renata Panza (FRNB/5.1); Cleomar e Robson Bueno – Gerência de Fatores de Risco Não Biológico (GFRNB/VIGIDESASTRES).

Reunião da Gerência de Fatores de Risco Não Biológico - VIGIDESASTRES - apontar inconsistências do trabalho e uma prévia das novas ações.
Reunião da Gerência de Fatores de Risco Não Biológico – VIGIDESASTRES

Vigidesastres é um programa instituído pela Portaria GM/MS Nº 4.185, de 1º de dezembro de 2022, sob a responsabilidade da Coordenação-Geral de Preparação para as Emergências em Saúde Pública, do Departamento de Emergências em Saúde Pública, vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, do Ministério da Saúde. Seu principal objetivo é desenvolver e implementar ações de vigilância em saúde voltadas para a gestão de riscos associados a emergências em saúde pública decorrentes de desastres.

Reunião da Gerência de Fatores de Risco Não Biológico - VIGIDESASTRES - apontar inconsistências do trabalho e uma prévia das novas ações.

A redução do risco de desastres é uma função essencial da saúde pública que deve integrar ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e reabilitação no planejamento. A atuação em desastres exige um enfoque abrangente, abordando tanto os danos quanto suas causas, com a participação ativa de todo o sistema de saúde. É crucial estabelecer uma colaboração intersetorial e interinstitucional para mitigar os impactos das emergências, sejam elas de origem natural ou tecnológica, e proteger a saúde em todas as suas dimensões.

 

Reunião da Gerência de Fatores de Risco Não Biológico - VIGIDESASTRES - apontar inconsistências do trabalho e uma prévia das novas ações.
Feed back da ação trimestral anterior e uma prévia das novas ações para este trimestre (elaboração de mapa de risco C.F. Rômulo Carlos).

No Sistema Único de Saúde (SUS), as ações de vigilância em saúde para a gestão de riscos de emergências devem focar na preparação, monitoramento, alerta, comunicação, resposta e reabilitação. Essas ações são fundamentais para garantir uma resposta eficaz e coordenada, minimizando os impactos na saúde pública e fortalecendo a resiliência das comunidades afetadas.

Reunião da Gerência de Fatores de Risco Não Biológico - VIGIDESASTRES - apontar inconsistências do trabalho e uma prévia das novas ações.
Responsável foram, Ney Jr e Renata Panza (FRNB/5.1); Cleomar e Robson Bueno – Gerência de Fatores de Risco Não Biológico (GFRNB/VIGIDESASTRES).

 

Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/resposta-a-emergencias/vigidesastres

Reunião Online do Risco Não Biológico -AP 5.1

Na sala de tutoria da OTICS Bangu, nesta data de 06/03/2025, turno da tarde, os profissionais, Paulo Vinícius e Ney da Silva Junior, do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) – Risco Não Biológico participaram de uma reunião online com aproximadamente 2 pessoas, presenciais e o restante de maneira remota, o público alvo foi a Equipe do Risco não Biológico (RNB), as pautas abordadas foram, referencias técnicas do Risco Não Biológicos e Plano de Contingência para Desastres. Objetivo do evento foi planejar as atividades do Risco Não Biológico, definir estratégias de construção de plano de contingência para 2025, ações trimestrais dos programas VIGISOLO, VIGIDESASTRES como também a troca de experiências entre profissionais de saúde que atuam em outras CAP´s. Responsável pela reunião foi o Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) e Unidade de resposta Rápida (URR) – CAP 5.1.

Fatores de Risco Não Biológicos trata de coordenar as atividades de vigilância em saúde ambiental relacionada aos contaminantes ambientais.
Paulo Vinícius e Ney da Silva Junior, do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) – Risco Não Biológico.

O Plano de Contingência da Saúde para Desastres Naturais foi desenvolvido para descrever atribuições, responsabilidades e ações de saúde para redução de riscos, resposta e recuperação de danos resultantes desses desastres.

Ele é elaborado a partir de uma determinada hipótese de desastre e organiza as ações de preparação e resposta. Ele funciona como um planejamento da resposta e deve ser elaborado na normalidade, com a definição de procedimentos, ações e decisões que serão tomadas em caso de eventos extremos.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

A vigilância dos fatores de risco biológico desenvolve suas atividades nos territórios por meio da vigilância, prevenção e controle dos riscos biológicos de importância para a saúde pública. As atividades são desenvolvidas nas seguintes áreas de atuação: vetores, hospedeiros e reservatórios e animais peçonhentos.

A vigilância dos vetores de doenças tais como malária, febre amarela, dengue, leishmanioses entre outras, tem como finalidade o mapeamento de áreas de risco nos territórios utilizando a vigilância entomológica (características, presença, índices de infestação, avaliação de eficácia dos métodos de controle), e as suas relações com a vigilância epidemiológica quanto à incidência e prevalência das doenças e do impacto das ações de controle, além da interação com a rede de laboratórios de saúde pública e a inter-relação com as ações de saneamento, visando o controle ou a eliminação dos riscos.

A vigilância dos fatores de risco relacionados aos contaminantes ambientais e aos desastres caracteriza-se por uma série de ações, compreendendo a identificação de fontes de contaminação e modificações no meio ambiente visando o planejamento e a implementação de medidas de saúde pública para a proteção da saúde da população, a prevenção e controle de riscos, bem como para a promoção da saúde.

A Vigilância dos Fatores de Risco Não Biológicos trata de coordenar as atividades de vigilância em saúde ambiental relacionada aos contaminantes ambientais na água, no ar e no solo, de importância e repercussão na saúde pública, bem como dos riscos decorrentes dos desastres naturais, acidentes com produtos perigosos.

 

Fontes: https://www.rio.rj.gov.br/web/sms/vigilancia-ambiental

http://www.rio.rj.gov.br/web/sms/exibeconteudo?id=9224153