Capacitação em Saúde do Trabalhador

Neste dia, 5 de agosto de 2025, tivemos a capacitação em saúde do trabalhador para os profissionais do CAPS Lima Barreto. O evento foi realizada na sala de tutoria da OTICS Bangu, participaram do encontro 6 profissionais técnicos em saúde do trabalhador. O assunto abordado foi a apresentação a ser utilizada na capacitação dos profissionais do Caps. O objetivo foi a qualificação dos colaboradores. Responsável foi Simone Leite – Coordenadora do Cerest Zona Oeste – CAP 5.1.

Capacitação em saúde do trabalhador para os profissionais do CAPS Lima Barreto. Qualificação dos Profissionais atividades dos Cerests.
Capacitação em Saúde do Trabalhador.
A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Capacitação em saúde do trabalhador para os profissionais do CAPS Lima Barreto. Qualificação dos Profissionais atividades dos Cerests.
Responsável foi Simone Leite – Coordenadora do Cerest Zona Oeste – CAP 5.1.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

Capacitação em saúde do trabalhador para os profissionais do CAPS Lima Barreto. Qualificação dos Profissionais atividades dos Cerests.
Apresentação do Trabalho CEREST.

Oficina de Qualificação dos Profissionais para Atuação no PSE

 Nesta tarde do dia 2 de julho de 2025, no auditório da OTICS Bangu, William Nunes Araújo, Kelson Sales e Alan Gomes – Equipe Técnica do PSE da CAP 5.1, realizaram a oficina de qualificação dos profissionais para atuação no PSE. Os assuntos abordados foram, planejamento, organização, teatro, saúde e educação. O objetivo foi capacitação de atuação e construção das ações com a utilização do lúdico (brincadeira, jogo, etc.) como ferramenta pedagógica no processo de ensino e aprendizagem. É a arte de ensinar de forma prazerosa e significativa, utilizando o brincar para facilitar a aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento de habilidades. O público-alvo foram os profissionais das unidades de Atenção Primária da AP 5.1, onde a Equipe Técnica do Programa Saúde na Escola (PSE) atua junto às unidades de saúde, multiplicando, capacitando e qualificando os profissionais para o desenvolvimento de atividades de educação em saúde com olhar lúdico-pedagógico, a serem desenvolvidas nas unidades escolares da 8ª CRE. Esse trabalho é coordenado por Lúcia Regina – Apoio Técnico de Reabilitação do DAPS – CAP 5.1.

Planejamento do Programa Saúde na Escola , identificação de problemas, definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação.
William Nunes Araújo, Kelson Sales e Alan Gomes – Equipe Técnica do PSE da CAP 5.1.
O planejamento de oficinas de educação em saúde envolve a identificação de problemas, a definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação. As etapas do planejamento foca, identificar os problemas de saúde da população; priorizar os problemas; definir os objetivos a serem alcançados; criar propostas de intervenção e elaborar estratégias de ação. As propostas das oficinas  são, desenvolver métodos e processos de educação em saúde; promover o acesso e a apropriação do conhecimento em saúde; produzir materiais de apoio à prática educativa e estimular e valorizar os canais de comunicação.
Ações educativas em saúde Campanhas de conscientização, Palestras sobre higiene, Orientações médicas para cuidadores, Orientações de boas práticas para pacientes, Indicação de hábitos saudáveis. O planejamento é um instrumento importante para a execução das ações educativas, pois possibilita um maior impacto nos indicadores de saúde da população.
Planejamento do Programa Saúde na Escola , identificação de problemas, definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação.
Oficina de Qualificação dos Profissionais para Atuação no PSE.

O Programa Saúde na Escola (PSE), política intersetorial da Saúde e da Educação, foi instituído em 2007 pelo Decreto Presidencial nº 6.286, de 5 de dezembro de 2007. As políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira se unem para promover saúde e educação integral. A intersetorialidade das redes públicas de saúde e de educação e das demais redes sociais para o desenvolvimento das ações do PSE implica mais do que ofertas de serviços num mesmo território, pois deve propiciar a sustentabilidade das ações a partir da conformação de redes de corresponsabilidade. A articulação entre Escola e Atenção Primária à Saúde é a base do Programa Saúde na Escola. O PSE é uma estratégia de integração da saúde e educação para o desenvolvimento da cidadania e da qualificação das políticas públicas brasileiras.

Oficina de Qualificação dos Profissionais para Atuação no PSE. Planejamento do Programa Saúde na Escola , identificação de problemas, definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação.
Atividades de Educação em Saúde com Olhar Lúdico-Pedagógico.

Programa Saúde na Escola (PSE)

Vigilância em Saúde

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Reunião de Planejamento das Ações do Cerest

Neste dia, 1 de julho de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião de planejamento das ações do Cerest – Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT). Participaram do encontro 6 profissionais. O público-alvo foram as técnicas em saúde do trabalhador. O objetivo da reunião foi a organização do serviço, planejamento das atividades e estruturação do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) da Zona Oeste. A responsável do encontro foi Simone Flávia Oliveira, Coordenadora da Vigilância em Saúde do trabalhador.

Reunião de Planejamento das Ações do Cerest, com objetivo de organizar do serviço e estruturação do (CEREST) da Zona Oeste.
Técnicas em Saúde do Trabalhador – (CEREST) da Zona Oeste.
A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

Reunião de Planejamento das Ações do Cerest, com objetivo de organizar do serviço e estruturação do (CEREST) da Zona Oeste.
Reunião de Planejamento das Ações do Cerest.

Festa Junina da Academia Carioca do CMS MGSF – AP 5.1

Neste dia, 25 de junho de 2025, a OTICS Bangu registra a festa junina da Academia Carioca do CMS MGSF – AP 5.1. O evento contou com comidas típicas, quadrilha e muitas brincadeiras. Juntamente com a professora de educação física, Taynara Lima, da Academia Carioca CMSMGSF, os alunos organizaram a festa, que foi ornamentada a caráter. Participaram do evento, os alunos e familiares, profissionais de saúde da unidade. O público-alvo foram os alunos da Academia Carioca. Os eventos festivos com os pacientes oportunizam momento de lazer e integração, celebrando a cultura popular brasileira, promovendo a interação entre alunos, professores e a comunidade, isso é saúde. A responsável pelo evento foi Taynara Lima, professora da Academia Carioca do CMSMGSF – AP 5.1.
Festa Junina da Academia Carioca do CMS MGSF - AP 5.1, momento de lazer e integração entre alunos, professores e a comunidade, isso é saúde.
Festa Junina da Academia Carioca do CMS MGSF – AP 5.1.

Desde 2009, o Programa Academia Carioca é um espaço mobilizador de Promoção da Saúde por meio de ação comunitária e multissetorial, centrada na inserção da prática de atividade física regular nas Unidades de Atenção Primária à Saúde. Por garantir o acesso da população a práticas que visem promover o bem estar físico, mental e social, a Academia Carioca tem se constituído como um significativo dispositivo de construção de uma sociedade mais ativa e com estilo de vida mais saudável.

Hoje o Programa Academia Carioca está presente nas 10 Áreas de Planejamento, vinculadas às suas Unidades de Atenção Primária à Saúde, por meio de sua equipe de profissionais de educação física, que fazem parte dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF). O êxito do programa se deve a compreensão de que a atividade física é uma importante ação na Saúde Pública, capaz de contribuir para a redução de doenças crônicas não transmissíveis e de agravos à saúde.

Festa Junina da Academia Carioca do CMS MGSF - AP 5.1, momento de lazer e integração entre alunos, professores e a comunidade, isso é saúde.

Fonte: https://saude.prefeitura.rio/academia-carioca/

Curso Introdutório Saúde da Família – CAP 5.1 – 2º DIA

Neste dia 24 de junho de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos o 2º dia do Curso Introdutório Saúde da Família para os profissionais da Atenção Primária da AP 5.1. Os responsáveis por ministrar o curso foram, Lucineide Lima Cardoso de Oliveira – Cirurgiã Dentista – Assessoria de Saúde Bucal – DAPS CAP 5.1; Veronica Alexandrino Santos Azevedo – Mestra em Educação Profissional em Saúde (Apoiadora RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa) – DAPS – CAP 5.1, tivemos também a participação de Vivian Bravo de Souza – ADM/DICA – CAP 5.1. Participaram 17 profissionais das referidas Unidades de Atenção Primária, CF Maria Jose; CMS Silvio Barbosa; CF Fiorello Raymundo; CF Olimpia Esteves; CF Sandra Regina; CF Nildo Aguiar e CF Rogério Pinto – AP 5.1.

Curso Introdutório Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da Rede de Atenção Primária - Município/RJ.
Lucineide Lima Cardoso de Oliveira – Cirurgiã Dentista – Assessoria de Saúde Bucal – DAPS CAP 5.1; Veronica Alexandrino Santos Azevedo – Apoiadora RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS – CAP 5.1 e Vivian Bravo de Souza – ADM/DICA – CAP 5.1.

Conteúdo do dia: Abertura: Revisitando o Itinerário de Aprendizagem.

Política pública; discussão do filme: “Saúde tem Cura”; conceito de saúde, determinação social do processo saúde doença.

Processo de trabalho na APS: Dinâmica de aquecimento: Telefone sem fio corporal; Apresentação dialogada sobre: Elementos do processo de trabalho na APS; Território; Territorialização; Diagnóstico Situacional; Dinâmica – Mão na massa! Construindo o processo de territorialização do Caso Família Souza; Apresentação dialogada sobre visita domiciliar; Dinâmica do barbante – aquecimento para o tema; Apresentação dialogada sobre trabalho em equipe: Dinâmica: Planejando uma reunião de equipe; Educação permanente; Dinâmica: conhecendo as atribuições; Apresentação dialogada sobre atribuições dos profissionais que atuam na APS. Acesso: Apresentação dialogada sobre ACESSO; Continuação – apresentação dialogada sobre ACESSO: Dinâmica da manchete.

Curso Introdutório Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da Rede de Atenção Primária - Município/RJ.
Política pública; discussão do filme: “Saúde tem Cura”; conceito de saúde, determinação social do processo saúde doença.

O Curso foi organizado a partir de quatro eixos, conforme a Portaria: EIXO 1 – A Atenção Primária no contexto das políticas públicas de saúde e as estratégias de implementação; EIXO 2 – A organização dos sistemas locais de saúde, com ênfase no planejamento de base territorial; EIXO 3 – O processo de trabalho das equipes; EIXO 4 – A atuação interdisciplinar e participação popular.
A entrega de certificados dos participantes ao término do curso está condicionada a participação (frequência/presença) mínima de 75% no curso. O certificado será válido em todas as áreas de planejamento da Atenção Primária do Município do Rio de Janeiro.

Curso Introdutório Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da Rede de Atenção Primária - Município/RJ.
Grupos de profissionais exercitando com estudo de caso.

O Curso Introdutório em Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro. Sua atualização, na presente edição, se propõe a problematizar o cotidiano do trabalho dos profissionais à luz dos atributos da Atenção Primária à Saúde, de maneira dinâmica e participativa. Devemos considerar que esta nova edição do curso surge em um tempo de uma rede mais madura, com mais de uma década desde o início da reforma em 2009, e que está em um caminho de reestruturação após um longo período de dedicação ao enfrentamento da pandemia da covid-19. Ainda assim, permanecem os desafios, alguns velhos conhecidos, outros mais novos. Este manual tem como objetivo orientar a realização do Curso Introdutório em Saúde da Família em sua Área de Planejamento. Nele, iremos fornecer o passo a passo das atividades, além de apoiar o desenvolvimento das habilidades necessárias para a apresentação de cada sessão. Pensando em estratégias que viabilizem o aprendizado dos profissionais que atuam no SUS, o Ministério da Saúde instituiu, em 2004, a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), que tem como ambição tornar a rede pública de saúde uma rede de ensino- -aprendizagem no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho, a partir dos problemas enfrentados na realidade dos serviços. Espera-se, então, que sejamos capazes de promover a reflexão coletiva sobre o trabalho e oferecer instrumentos para sua transformação. A Educação Permanente, além da sua dimensão pedagógica, deve ser notada, também, como uma importante ferramenta de gestão, como um processo que se dá “no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho”, buscando como desfecho final efeitos positivos concretos na assistência aos usuários. A formação desses profissionais dentro de seus ambientes de trabalho, voltada para as necessidades de saúde da população em conjunto com as necessidades de aprendizado do indivíduo, é fundamental para uma Atenção Primária à Saúde de qualidade. Deste modo, esperamos que o curso introdutório transforme as práticas dos profissionais, e que os facilitadores sejam potentes engajadores para a construção da Trilha de Aprendizagem. Que este manual contribua para a melhor execução dos cursos, favorecendo a formação continuada dos profissionais da rede de Atenção Primária e refletindo na qualidade da assistência prestada à população.

Curso Introdutório Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da Rede de Atenção Primária - Município/RJ.
Dinâmica em Grupo.

 

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Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 1º Dia

Neste dia 23 de junho e 2025, no auditório da OTICS Bangu, iniciamos a quarta turma do Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 1º dia, o público alvo são os profissionais da Atenção Primária da AP 5.1. Responsável por ministrar o curso foi, Lúcia Regina – Apoio Técnico de Reabilitação do DAPS. Participaram 17 profissionais das referidas Unidades de Atenção Primária, CF Maria Jose; CMS Silvio Barbosa; CF Fiorello Raymundo; CF Olimpia Esteves; CF Sandra Regina; CF Nildo Aguiar e CF Rogério Pinto – AP 5.1.

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 1º Dia.

Abertura do curso: Boas-vindas e apresentação dos participantes; Apresentação de abertura com proposta pedagógica; Itinerário de Aprendizagem.

Políticas Públicas de Saúde “O Sistema Único de Saúde”: Apresentação do Filme: Saúde tem cura; Debate sobre o filme/chuva de ideias sobre o SUS; Apresentação dialogada sobre o conceito de Saúde/Determinação social do processo saúde-doença; Apresentação dialogada sobre Políticas Públicas de Saúde no Brasil; Atributos da Atenção primária; Redes de Atenção; APS evolução até os dias atuais.

Políticas Públicas de Saúde “A APS e as Redes de Atenção à Saúde”:  Apresentação dialogada sobre: ‣ Conceito de APS/ marcos conceituais; APS no Brasil; Atributos da APS; por quê APS? Reforma da APS Carioca.

Políticas Públicas “A APS e as Redes de Atenção à Saúde”: Apresentação dialogada sobre Redes de Atenção à Saúde:  Dinâmica: Mapeamento dos pontos de atenção da AP. Apresentação dialogada sobre financiamento da APS; Encerramento do dia – Filme “A árvore e o indiano”.

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
Políticas Públicas de Saúde “O Sistema Único de Saúde”.

O curso objetiva qualificar os profissionais que ingressam na Atenção Primária à Saúde, para que ampliem sua visão sistêmica e integral do indivíduo, da família e da comunidade na qual estão inseridos. Curso introdutório para preparar o ACS para sua prática cotidiana no território, auxiliando-o em sua integração com a equipe, população, políticas públicas de saúde e promoção da saúde. O Curso Introdutório em Saúde da Família está estruturado com carga horária mínima de 40 horas semanais. Tem como público alvo toda a equipe de atuação na Estratégia de Saúde da Família (ESF), como: médico; enfermeiro; técnico de enfermagem; agente comunitário de saúde; agente de vigilância em saúde e de combate às endemias; cirurgião dentista; técnico em saúde bucal; auxiliar em saúde bucal; técnico em farmácia; farmacêutico; administrativo; gerente; consultório na rua; e Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF).

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
Apresentação do Filme: Saúde tem cura.

O Curso foi organizado a partir de quatro eixos, conforme a Portaria: EIXO 1 – A Atenção Primária no contexto das políticas públicas de saúde e as estratégias de implementação; EIXO 2 – A organização dos sistemas locais de saúde, com ênfase no planejamento de base territorial; EIXO 3 – O processo de trabalho das equipes; EIXO 4 – A atuação interdisciplinar e participação popular.
A entrega de certificados dos participantes ao término do curso está condicionada a participação (frequência/presença) mínima de 75% no curso. O certificado será válido em todas as áreas de planejamento da Atenção Primária do Município do Rio de Janeiro.

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
O processo saúde-doença é uma expressão usada para fazer referência a todas as variáveis que envolvem a saúde e a doença de um indivíduo ou população e considera que ambas estão interligadas e são consequência dos mesmos fatores.

O Curso Introdutório em Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro. Sua atualização, na presente edição, se propõe a problematizar o cotidiano do trabalho dos profissionais à luz dos atributos da Atenção Primária à Saúde, de maneira dinâmica e participativa.

Devemos considerar que esta nova edição do curso surge em um tempo de uma rede mais madura, com mais de uma década desde o início da reforma em 2009, e que está em um caminho de reestruturação após um longo período de dedicação ao enfrentamento da pandemia da covid-19. Ainda assim, permanecem os desafios, alguns velhos conhecidos, outros mais novos. Este manual tem como objetivo orientar a realização do Curso Introdutório em Saúde da Família em sua Área de Planejamento. Nele, iremos fornecer o passo a passo das atividades, além de apoiar o desenvolvimento das habilidades necessárias para a apresentação de cada sessão.

Pensando em estratégias que viabilizem o aprendizado dos profissionais que atuam no SUS, o Ministério da Saúde instituiu, em 2004, a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), que tem como ambição tornar a rede pública de saúde uma rede de ensino- -aprendizagem no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho, a partir dos problemas enfrentados na realidade dos serviços. Espera-se, então, que sejamos capazes de promover a reflexão coletiva sobre o trabalho e oferecer instrumentos para sua transformação.

A Educação Permanente, além da sua dimensão pedagógica, deve ser notada, também, como uma importante ferramenta de gestão, como um processo que se dá “no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho”, buscando como desfecho final efeitos positivos concretos na assistência aos usuários.

A formação desses profissionais dentro de seus ambientes de trabalho, voltada para as necessidades de saúde da população em conjunto com as necessidades de aprendizado do indivíduo, é fundamental para uma Atenção Primária à Saúde de qualidade. Deste modo, esperamos que o curso introdutório transforme as práticas dos profissionais, e que os facilitadores sejam potentes engajadores para a construção da Trilha de Aprendizagem. Que este manual contribua para a melhor execução dos cursos, favorecendo a formação continuada dos profissionais da rede de Atenção Primária e refletindo na qualidade da assistência prestada à população.

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
Responsável por ministrar o curso foi, Lúcia Regina – Apoio Técnico de Reabilitação do DAPS – AP 5.1.

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Audiência Administrativa Online com MPT

Audiência administrativa online com MPT, realizada em 23 de junho de 2025, turno da manhã, na sala de tutoria da OTICS Bangu, participaram do encontro 3 profissionais. O público alvo foi a equipe Cerest Zona Oeste, o assunto de pauta foi, as ações do Cerest Zona Oeste. O objetivo do encontro foi discutir as ações realizadas e futuras, em Saúde do Trabalhador, Cerest Zona Oeste. Responsável pela reunião foi, Ministério Publico do Trabalho (MPT), com a participação de Marcela Brandão de Oliviera – Assistente Social  – ponto focal do Cerest Zona Oeste.

Audiência Administrativa Online com MPT, discutir as ações realizadas e futuras, em Saúde do Trabalhador, Cerest Zona Oeste.
Audiência Administrativa Online com MPT.
A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

Audiência Administrativa Online com MPT, discutir as ações realizadas e futuras, em Saúde do Trabalhador, Cerest Zona Oeste.
Marcela Brandão de Oliviera – Assistente Social  – ponto focal do Cerest Zona Oeste.

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Elaboração de Relato de Experiência para Abrasco

Neste dia, 10 de junho de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, a equipe de apoiadores do Rap da Saúde, Acessibilidade Comunicativa e Saúde Integral da População Negra(SIPN) – CAP 5.1, Jaqueline Nascimento, Elvis Ferreira e Veronica Alexandrino, estiveram reunidos para a elaboração de relato de experiência para Abrasco. O objetivo foi escrever experiência “O protagonismo juvenil frente a pauta Antirracista”. O protagonismo juvenil no combate ao racismo tem sido fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Os jovens, através de sua energia, criatividade e engajamento, têm se destacado como agentes de mudança, atuando em diversas frentes para combater o racismo e promover a equidade racial. Responsável da equipe, Veronica Alexandrino, Apoiadora DAPS – CAP 5.1.
Elaboração de Relato de Experiência para Abrasco -Apoiamos a formação de profissionais da Saúde Coletiva por meio do fortalecimento de instituições de ensino de graduação e pós-graduação.
Equipe de Apoiadores do Rap da Saúde, Acessibilidade Comunicativa e Saúde Integral da População Negra(SIPN) – CAP 5.1.
A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) é uma entidade sem fins lucrativos que tem como objetivo apoiar indivíduos e instituições de ensino de graduação e pós-graduação de saúde coletiva e fortalecer a comunidade técnico-científica da Saúde Coletiva, ampliando seu diálogo com o os serviços e a gestão do SUS, instituições governamentais, movimentos sociais e outras organizações da sociedade civil.

Criada em 1979, a partir da união de técnicos, profissionais, estudantes e professores de programas de Pós-Graduação em Medicina Social, Medicina Preventiva e Saúde Pública, a Abrasco tem como propósitos centrais o fomento à pesquisa científica e produção de conhecimento em Saúde Coletiva, a defesa e o fortalecimento do SUS, o diálogo com a sociedade e o desenvolvimento de políticas públicas de saúde.

Elaboração de Relato de Experiência para Abrasco -Apoiamos a formação de profissionais da Saúde Coletiva por meio do fortalecimento de instituições de ensino de graduação e pós-graduação.
Jaqueline Nascimento, Elvis Ferreira e Veronica Alexandrino.
Apoiamos a formação de profissionais da Saúde Coletiva por meio do fortalecimento de instituições de ensino de graduação e pós-graduação. Além disso, fomentamos pesquisas e estudos que contribuam para a qualificação da área em todos os seus campos de saberes e de práticas. Acreditamos em uma formação integral, que além dos conhecimentos técnicos, valorize os princípios éticos da saúde coletiva, formando profissionais aptos a promover a equidade, a integralidade e a justiça social na saúde.
O SUS é uma conquista do povo brasileiro e sem ele não há saúde para todos. Conheça a campanha “Fortalecer o SUS”, que reúne propostas e alternativas de financiamento, gestão, governança e políticas para avançar com as melhorias dos serviços de saúde no país.
Fontes: https://abrasco.org.br/sobre-a-abrasco/
https://www.gov.br/cgu/pt-br/governo-aberto/iniciativas-de-governo-aberto/organizacoes-da-sociedade-civil/de-a-a-z/associacao-brasileira-de-saude-coletiva-2013-abrasco

Qualificação dos Profissionais do Cerest

Neste dia, 3 de junho de 2025, tivemos a qualificação dos profissionais do Cerest e pontos focais das Caps em saúde do trabalhador. A reunião foi realizada no auditório da OTICS Bangu, participaram do encontro 12 profissionais técnicos em saúde do trabalhador. O assunto abordado foi a definição de fluxo de atividades dos Cerests. O objetivo foi a qualificação dos colaboradores. Profissionais que compõe a equipe do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – CEREST Zona Oeste, Andreia Andrade; Fátima Saleg; Marcela Brandão; Rafael de Souza; Simone Leite e Thamine Gouvea. As responsáveis pela capacitação foram Flávia Oliveira – Coordenadora da Vigilância em Saúde do Trabalhador e Lúcia Regina – Ponto focal da Saúde do Trabalhador na Cap 5.1.

Qualificação dos Profissionais do Cerest, o assunto abordado foi a definição de fluxo de atividades dos Cerests.
Palestrante Flávia Oliveira – Coordenadora da Vigilância em Saúde do Trabalhador.
A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Qualificação dos Profissionais do Cerest, o assunto abordado foi a definição de fluxo de atividades dos Cerests.
Lúcia Regina – Ponto focal da Saúde do Trabalhador na Cap 5.1.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

Qualificação dos Profissionais do Cerest, o assunto abordado foi a definição de fluxo de atividades dos Cerests.
Qualificação dos profissionais do Cerest e pontos focais das Caps em saúde do trabalhador.

Reunião Bimestral de Farmacêuticos na Atenção Primária Prisional (APP)

Neste dia, 27 de maio de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos uma Reunião Bimestral de Farmacêuticos na Atenção Primária Prisional (APP). Participaram do evento 18 profissionais, o público alvo foram os farmacêuticos da APP, os assuntos abordados foram, estratégias e avaliações para a assistência farmacêutica focada nas pessoas privadas de liberdade, o objetivo da capacitação foi o alinhamento dos fluxos, repactuar rotinas e estabelecer metas e estratégias para a assistência farmacêutica.  A responsável do encontro foi, Kelly Alessandra Segabinazzi, farmacêutica da Assistência primária Prisional(APP) – AP 5.1.

Kelly Alessandra Segabinazzi, farmacêutica da Assistência primária Prisional(APP).

O Ministério da Saúde, por meio da Coordenação-Geral de Assistência Farmacêutica Básica do Departamento de Assistência Farmacêutica (CGAFB/DAF/SECTICS), realiza anualmente o repasse financeiro referente ao Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF) no âmbito da PNAISP. A transferência desse recurso foi instituída pela Portaria GM/MS n° 2.765, de 12 de dezembro de 2014, e hoje o texto integra o Título V, Capítulo VI, da Portaria de Consolidação GM/MS nº 6, de 28 de setembro de 2017.

O CBAF/PNAISP é diferenciado e corresponde a um repasse anual de R$ 17,73 (dezessete reais e setenta e três centavos) por pessoa privada de liberdade no Sistema Prisional. Para fins de cálculo do recurso, é utilizado o número de privados de liberdade disponibilizado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) ao Ministério da Saúde. É essencial que o estado mantenha atualizados, junto ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen), os dados referentes ao quantitativo de pessoas privadas de liberdade em cada unidade prisional.

Os estados recebem anualmente o repasse do CBAF no âmbito da PNAISP, e os municípios aderidos à PNAISP podem pactuar a descentralização em CIB a fim de receber diretamente esse recurso. As resoluções CIB devem ser encaminhadas à CGAFB/DAF/ SECTICS por meio do endereço eletrônico sprisional.cgafb@saude.gov.br até o final do primeiro trimestre de cada exercício financeiro.

O recurso do CBAF/PNAISP deve ser executado pela Secretaria de Saúde e ser utilizado para aquisição dos medicamentos e insumos constantes nos Anexos I e IV da RENAME. É importante frisar que não há amparo legal para a transferência de recurso das Secretarias Estaduais ou Distrital de Saúde oriundos do Fundo Nacional de Saúde para as Secretarias Municipais de Saúde e para as secretarias de Administração Penitenciária ou equivalentes.

Reunião Bimestral de Farmacêuticos na Atenção Primária Prisional (APP)

 

Transformar seu trabalho em um ato de amor, é levar ao outro, confiança, alegria e esperança no amanhã…

 

Fonte: Assistência Farmacêutica APP