Planejamento do Programa Saúde na Escola

Oficina de Qualificação fortalece atuação de profissionais da APS no Programa Saúde na Escola

No dia 03 de setembro de 2025, aconteceu no auditório da OTICS Bangu a Oficina de Qualificação dos Profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) para o trabalho com o Programa Saúde na Escola (PSE). O encontro, realizado das 13h30 às 17h, reuniu 10 participantes, todos atuantes na APS. A atividade teve como público-alvo os funcionários da Atenção Primária, com o objetivo de promover a capacitação em práticas lúdicas voltadas para a promoção da saúde no ambiente escolar. O evento contou com a condução de Alan Gomes dos Santos, integrante da equipe lúdica, e Kelson Sales Evens, responsáveis por dinamizar o processo de aprendizagem dos profissionais. Durante a oficina, foram abordadas estratégias que utilizam atividades lúdicas como ferramentas para estimular a participação dos estudantes e ampliar a integração entre saúde e educação. A proposta reforça o papel do Programa Saúde na Escola (PSE) como iniciativa essencial para a prevenção de doenças, a promoção da saúde e o desenvolvimento integral dos estudantes da rede pública de ensino. A realização da oficina reafirma o compromisso da APS com a formação continuada dos seus profissionais e com o fortalecimento das ações intersetoriais que impactam positivamente a comunidade escolar.

Planejamento do Programa Saúde na Escola , identificação de problemas, definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação.
O objetivo foi promover a capacitação em práticas lúdicas voltadas para a promoção da saúde no ambiente escolar.
O planejamento de oficinas de educação em saúde envolve a identificação de problemas, a definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação. As etapas do planejamento foca, identificar os problemas de saúde da população; priorizar os problemas; definir os objetivos a serem alcançados; criar propostas de intervenção e elaborar estratégias de ação. As propostas das oficinas  são, desenvolver métodos e processos de educação em saúde; promover o acesso e a apropriação do conhecimento em saúde; produzir materiais de apoio à prática educativa e estimular e valorizar os canais de comunicação.
Planejamento do Programa Saúde na Escola , identificação de problemas, definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação.
Responsáveis pela oficina, Alan Gomes dos Santos, integrante da equipe lúdica, e Kelson Sales Evens – AP 5.1.
Ações educativas em saúde Campanhas de conscientização, Palestras sobre higiene, Orientações médicas para cuidadores, Orientações de boas práticas para pacientes, Indicação de hábitos saudáveis. O planejamento é um instrumento importante para a execução das ações educativas, pois possibilita um maior impacto nos indicadores de saúde da população.
Planejamento do Programa Saúde na Escola , identificação de problemas, definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação.
Promover a capacitação em práticas lúdicas voltadas para a promoção da saúde no ambiente escolar.

O Programa Saúde na Escola (PSE), política intersetorial da Saúde e da Educação, foi instituído em 2007 pelo Decreto Presidencial nº 6.286, de 5 de dezembro de 2007. As políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira se unem para promover saúde e educação integral. A intersetorialidade das redes públicas de saúde e de educação e das demais redes sociais para o desenvolvimento das ações do PSE implica mais do que ofertas de serviços num mesmo território, pois deve propiciar a sustentabilidade das ações a partir da conformação de redes de corresponsabilidade. A articulação entre Escola e Atenção Primária à Saúde é a base do Programa Saúde na Escola. O PSE é uma estratégia de integração da saúde e educação para o desenvolvimento da cidadania e da qualificação das políticas públicas brasileiras.

 

Programa Saúde na Escola (PSE)

Vigilância em Saúde

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Reunião de Planejamento das Ações do Cerest

Neste dia, 28 de agosto de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião online de planejamento das ações do Cerest – Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT). Participaram do encontro profissionais do Cerest Zona Oeste, Thamine dos Santos – Enfermeira e Andrea Andrade – Técnica de Enfermagem, de maneira presencial, e de maneira remota, Cerest centro sul e zona norte com as coordenadoras da UERJ, de maneira remota. O público-alvo foram as técnicas em saúde do trabalhador. O objetivo da reunião foi firmar parceria para campo de estágio dos acadêmicos de psicologia da UERJ, com isso fortalecer o processo do serviço, planejamento das atividades e estruturação do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) da Zona Oeste.

Reunião de Planejamento das Ações do Cerest, com objetivo de organizar do serviço, estruturação e padecerias do CEREST da Zona Oeste.
Profissionais do Cerest Zona Oeste, Thamine dos Santos – Enfermeira e Andrea Andrade – Técnica de Enfermagem – AP 5.1.
A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

 

O Aleitamento Materno

Neste dia, 27 de agosto de 2025, a equipe do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho promoveu a ação “Agosto Dourado”, um tema importantíssimo, “O Aleitamento Materno”. O evento contou com palestras de nutrição, saúde bucal, a importância do aleitamento materno exclusivo, violência obstétrica e o impacto na população negra, benefícios para a sociedade e o planeta, benefícios para o bebê e benefícios para a mulher. O objetivo do evento foi promover, proteger e apoiar o aleitamento materno, destacando a amamentação como indispensável alimentação infantil e combatendo a desinformação sobre o tema. A campanha visa incentivar a amamentação exclusiva até os seis meses e sua continuidade por até dois anos ou mais, além de apoiar as mães, humanizar o processo e incentivar a doação de leite materno para os bancos de leite, essenciais para bebês prematuros e internados. Responsáveis pelo planejamento do evento foram Julia Marques – GT do CMS Manoel Guilherme e toda sua equipe de profissionais.

 

O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais, e que nos primeiros 6 meses, o bebê receba somente leite materno (aleitamento materno exclusivo).
Julia Marques – GT do CMS Manoel Guilherme – AP 5.1

O aleitamento materno é uma das prioridades do Governo Federal. O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais, e que nos primeiros 6 meses, o bebê receba somente leite materno (aleitamento materno exclusivo), ou seja, sem necessidade de sucos, chás, água e outros alimentos. Quanto mais tempo o bebê mamar no peito da mãe, melhor para ele e para a mãe. Depois dos seis meses, a amamentação deve ser complementada com outros alimentos saudáveis e próprios dos hábitos da família, mas não deve ser interrompida.

Importante: Amamentar é muito mais do que nutrir a criança. É um processo que envolve uma interação profunda entre mãe e filho, com repercussões no estado nutricional da criança, em sua habilidade de se defender de infecções, em sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional.

O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais, e que nos primeiros 6 meses, o bebê receba somente leite materno (aleitamento materno exclusivo).
Palestra sobre violência obstétrica e o impacto na população negra.

Benefícios para a sociedade e o planeta

O leite materno é uma fonte sustentável de alimento, pois não gera poluição e não demanda energia, água ou combustível para sua produção, armazenamento e transporte, diferentemente dos substitutos do leite materno. Ele também ajuda a reduzir os custos do sistema de saúde, minimizando o tratamento de doenças na infância e em outras fases da vida. Adicionalmente, contribui para a melhoria da nutrição, educação e saúde da sociedade.

O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais, e que nos primeiros 6 meses, o bebê receba somente leite materno (aleitamento materno exclusivo).
Participação de Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa) e Elvis Ferreira (Apoiador da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1).

Benefícios para o Bebê

O leite materno protege contra diarreias, infecções respiratórias e alergias. Diminui o risco de hipertensão, colesterol alto e diabetes, além de reduzir a chance de desenvolver obesidade. Crianças amamentadas no peito são mais inteligentes; há evidências de que o aleitamento materno contribui para o desenvolvimento cognitivo.

O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais, e que nos primeiros 6 meses, o bebê receba somente leite materno (aleitamento materno exclusivo).

Benefícios para a Mulher

A amamentação oferece diversos benefícios à mulher. Amamentar reduz os riscos de hemorragia no pós-parto e diminui as chances de desenvolver câncer de mama, ovários e colo do útero no futuro. Além disso, fortalece o vínculo entre mãe e filho.

O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais, e que nos primeiros 6 meses, o bebê receba somente leite materno (aleitamento materno exclusivo).
Orientação quanto os benefícios para o bebê e benefícios para a mulher.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/campanhas-da-saude/2025/amamentacao

Amamentação

OTICS Bangu sempre apoiando e levando saúde para nossos leitores.

Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP)

Na tarde do dia 26 de agosto de 2025, no auditório da OTICS Bangu, os 25 profissionais Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP), tiveram um segundo encontro, com o propósito de discutir a parte prática do encontro da manhã, a troca de conhecimento adquirido, empregando nos temas aplicados, que fora, as estratégias e avaliações para a assistência farmacêutica focada nas pessoas privadas de liberdade, avaliação da importância da capacitação dos fluxos de rotina no sistema prisional, como repactuar as rotinas e aprazar as metas e estratégias para a assistência farmacêutica.  A responsável pela dinâmica foi Kelly Alessandra Segabinazzi, farmacêutica da Assistência primária Prisional (APP) – AP 5.1.

Reunião Bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP), com objetivo, alinhar fluxos, repactuar rotinas, estabelecer metas.
Reunião Bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP).

O Ministério da Saúde, por meio da Coordenação-Geral de Assistência Farmacêutica Básica do Departamento de Assistência Farmacêutica (CGAFB/DAF/SECTICS), realiza anualmente o repasse financeiro referente ao Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF) no âmbito da PNAISP. A transferência desse recurso foi instituída pela Portaria GM/MS n° 2.765, de 12 de dezembro de 2014, e hoje o texto integra o Título V, Capítulo VI, da Portaria de Consolidação GM/MS nº 6, de 28 de setembro de 2017.

O CBAF/PNAISP é diferenciado e corresponde a um repasse anual de R$ 17,73 (dezessete reais e setenta e três centavos) por pessoa privada de liberdade no Sistema Prisional. Para fins de cálculo do recurso, é utilizado o número de privados de liberdade disponibilizado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) ao Ministério da Saúde. É essencial que o estado mantenha atualizados, junto ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen), os dados referentes ao quantitativo de pessoas privadas de liberdade em cada unidade prisional.

Reunião Bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP), com objetivo, alinhar fluxos, repactuar rotinas, estabelecer metas.
Responsável Kelly Alessandra Segabinazzi, farmacêutica da Assistência primária Prisional(APP) – AP 5.1.

Os estados recebem anualmente o repasse do CBAF no âmbito da PNAISP, e os municípios aderidos à PNAISP podem pactuar a descentralização em CIB a fim de receber diretamente esse recurso. As resoluções CIB devem ser encaminhadas à CGAFB/DAF/ SECTICS por meio do endereço eletrônico sprisional.cgafb@saude.gov.br até o final do primeiro trimestre de cada exercício financeiro.

O recurso do CBAF/PNAISP deve ser executado pela Secretaria de Saúde e ser utilizado para aquisição dos medicamentos e insumos constantes nos Anexos I e IV da RENAME. É importante frisar que não há amparo legal para a transferência de recurso das Secretarias Estaduais ou Distrital de Saúde oriundos do Fundo Nacional de Saúde para as Secretarias Municipais de Saúde e para as secretarias de Administração Penitenciária ou equivalentes.

Reunião Bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP), com objetivo, alinhar fluxos, repactuar rotinas, estabelecer metas.
Profissionais Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP).

 

 

Fonte: Assistência Farmacêutica APP

 

Reunião Bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP)

Neste dia, 26 de agosto de 2025, no laboratório de informática da OTICS Bangu, tivemos uma reunião bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP). Participaram do evento 25 profissionais, o público alvo foram os farmacêuticos da APP, os assuntos abordados foram, estratégias e avaliações para a assistência farmacêutica focada nas pessoas privadas de liberdade, o objetivo da capacitação foi o fluxos de rotina no sistema prisional, repactuar rotinas e estabelecer metas e estratégias para a assistência farmacêutica.  A responsável do encontro foi, Kelly Alessandra Segabinazzi, farmacêutica da Assistência primária Prisional(APP) – AP 5.1.

Reunião Bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP), com objetivo, alinhar fluxos, repactuar rotinas, estabelecer metas.
Reunião Bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP).

O Ministério da Saúde, por meio da Coordenação-Geral de Assistência Farmacêutica Básica do Departamento de Assistência Farmacêutica (CGAFB/DAF/SECTICS), realiza anualmente o repasse financeiro referente ao Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF) no âmbito da PNAISP. A transferência desse recurso foi instituída pela Portaria GM/MS n° 2.765, de 12 de dezembro de 2014, e hoje o texto integra o Título V, Capítulo VI, da Portaria de Consolidação GM/MS nº 6, de 28 de setembro de 2017.

O CBAF/PNAISP é diferenciado e corresponde a um repasse anual de R$ 17,73 (dezessete reais e setenta e três centavos) por pessoa privada de liberdade no Sistema Prisional. Para fins de cálculo do recurso, é utilizado o número de privados de liberdade disponibilizado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) ao Ministério da Saúde. É essencial que o estado mantenha atualizados, junto ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen), os dados referentes ao quantitativo de pessoas privadas de liberdade em cada unidade prisional.

Os estados recebem anualmente o repasse do CBAF no âmbito da PNAISP, e os municípios aderidos à PNAISP podem pactuar a descentralização em CIB a fim de receber diretamente esse recurso. As resoluções CIB devem ser encaminhadas à CGAFB/DAF/ SECTICS por meio do endereço eletrônico sprisional.cgafb@saude.gov.br até o final do primeiro trimestre de cada exercício financeiro.

O recurso do CBAF/PNAISP deve ser executado pela Secretaria de Saúde e ser utilizado para aquisição dos medicamentos e insumos constantes nos Anexos I e IV da RENAME. É importante frisar que não há amparo legal para a transferência de recurso das Secretarias Estaduais ou Distrital de Saúde oriundos do Fundo Nacional de Saúde para as Secretarias Municipais de Saúde e para as secretarias de Administração Penitenciária ou equivalentes.

 

Reunião Bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP), com objetivo, alinhar fluxos, repactuar rotinas, estabelecer metas.
Responsável por ministrar o curso, Kelly Alessandra Segabinazzi, farmacêutica da Assistência primária Prisional(APP) – AP 5.1.

 

Fonte: Assistência Farmacêutica APP

 

Reunião de Planejamento das Ações do Cerest

Neste dia, 21 de agosto de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião de planejamento das ações do Cerest – Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT). Participaram do encontro 2 profissionais. O público-alvo foram as técnicas em saúde do trabalhador. O objetivo da reunião foi a organização do serviço, planejamento das atividades e estruturação do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) da Zona Oeste. A responsável do encontro foi Simone Flávia Oliveira, Coordenadora da Vigilância em Saúde do trabalhador.

Reunião de Planejamento das Ações do Cerest, com objetivo de organizar do serviço e estruturação do (CEREST) da Zona Oeste.
Reunião de Planejamento das Ações do Cerest Zona Oeste.
A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

Reunião de Planejamento das Ações do Cerest, com objetivo de organizar do serviço e estruturação do (CEREST) da Zona Oeste.

 

Curso Introdutório Saúde da Família – CAP 5.1 – 2º DIA

Neste dia 19 de agosto de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos o 2º dia do Curso Introdutório Saúde da Família para os profissionais da Atenção Primária da AP 5.1. Os responsáveis por ministrar o curso foram, Veronica Alexandrino Santos Azevedo – Mestra em Educação Profissional em Saúde (Apoiadora RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa) – DAPS – CAP 5.1, tivemos também a participação de Alexsandra Barroso Clarin do Geoprocessamento da Divisão de Informação Controle e Avaliação (DICA) e Viviam Bravo de Souza – Adm – ADM/DICA – CAP 5.1. Participaram 23 profissionais das referidas Unidades de Atenção Primária, CMS Silvio Barbosa; CF Olimpia Esteves; CF Sandra Regina; CF Rômulo Carlos Teixeira; CMS Dr. Eithel Pinheiro de Oliveira; CMS Alexander Fleming; CF Armando Palhares; CMS Henrique Monat – AP 5.1.

Curso Introdutório Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da Rede de Atenção Primária - Município/RJ.
Alexsandra Barroso Clarin do Geoprocessamento da Divisão de Informação Controle e Avaliação (DICA) – CAP 5.1. Território / Territorialização.

Conteúdo do dia: Abertura: Revisitando o Itinerário de Aprendizagem.

Política pública; discussão do filme: “Saúde tem Cura”; conceito de saúde, determinação social do processo saúde doença.

Processo de trabalho na APS: Dinâmica de aquecimento: Telefone sem fio corporal; Apresentação dialogada sobre: Elementos do processo de trabalho na APS; Território; Territorialização; Diagnóstico Situacional; Dinâmica – Mão na massa! Construindo o processo de territorialização do Caso Família Souza; Apresentação dialogada sobre visita domiciliar; Dinâmica do barbante – aquecimento para o tema; Apresentação dialogada sobre trabalho em equipe: Dinâmica: Planejando uma reunião de equipe; Educação permanente; Dinâmica: conhecendo as atribuições; Apresentação dialogada sobre atribuições dos profissionais que atuam na APS. Acesso: Apresentação dialogada sobre ACESSO; Continuação – apresentação dialogada sobre ACESSO: Dinâmica da manchete.

Curso Introdutório Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da Rede de Atenção Primária - Município/RJ.
Veronica Alexandrino Santos Azevedo – Mestra em Educação Profissional em Saúde (Apoiadora RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa) – DAPS – CAP 5.1.

O Curso foi organizado a partir de quatro eixos, conforme a Portaria: EIXO 1 – A Atenção Primária no contexto das políticas públicas de saúde e as estratégias de implementação; EIXO 2 – A organização dos sistemas locais de saúde, com ênfase no planejamento de base territorial; EIXO 3 – O processo de trabalho das equipes; EIXO 4 – A atuação interdisciplinar e participação popular.
A entrega de certificados dos participantes ao término do curso está condicionada a participação (frequência/presença) mínima de 75% no curso. O certificado será válido em todas as áreas de planejamento da Atenção Primária do Município do Rio de Janeiro.

Curso Introdutório Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da Rede de Atenção Primária - Município/RJ.
Construindo o Processo de Territorialização do Caso Família Souza. Atribuições dos Profissionais que Atuam na APS.

O Curso Introdutório em Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro. Sua atualização, na presente edição, se propõe a problematizar o cotidiano do trabalho dos profissionais à luz dos atributos da Atenção Primária à Saúde, de maneira dinâmica e participativa. Devemos considerar que esta nova edição do curso surge em um tempo de uma rede mais madura, com mais de uma década desde o início da reforma em 2009, e que está em um caminho de reestruturação após um longo período de dedicação ao enfrentamento da pandemia da covid-19. Ainda assim, permanecem os desafios, alguns velhos conhecidos, outros mais novos. Este manual tem como objetivo orientar a realização do Curso Introdutório em Saúde da Família em sua Área de Planejamento. Nele, iremos fornecer o passo a passo das atividades, além de apoiar o desenvolvimento das habilidades necessárias para a apresentação de cada sessão. Pensando em estratégias que viabilizem o aprendizado dos profissionais que atuam no SUS, o Ministério da Saúde instituiu, em 2004, a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), que tem como ambição tornar a rede pública de saúde uma rede de ensino- -aprendizagem no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho, a partir dos problemas enfrentados na realidade dos serviços. Espera-se, então, que sejamos capazes de promover a reflexão coletiva sobre o trabalho e oferecer instrumentos para sua transformação. A Educação Permanente, além da sua dimensão pedagógica, deve ser notada, também, como uma importante ferramenta de gestão, como um processo que se dá “no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho”, buscando como desfecho final efeitos positivos concretos na assistência aos usuários. A formação desses profissionais dentro de seus ambientes de trabalho, voltada para as necessidades de saúde da população em conjunto com as necessidades de aprendizado do indivíduo, é fundamental para uma Atenção Primária à Saúde de qualidade. Deste modo, esperamos que o curso introdutório transforme as práticas dos profissionais, e que os facilitadores sejam potentes engajadores para a construção da Trilha de Aprendizagem. Que este manual contribua para a melhor execução dos cursos, favorecendo a formação continuada dos profissionais da rede de Atenção Primária e refletindo na qualidade da assistência prestada à população.

Curso Introdutório Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da Rede de Atenção Primária - Município/RJ.
Dinâmica de Grupo.

 

Saiba mais clicando aqui: Curso Introdutório

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

 

 

Reunião de Planejamento das Ações do Cerest

Neste dia, 19 de agosto de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião de planejamento das ações do Cerest – Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT). Participaram do encontro 3 profissionais. O público-alvo foram as técnicas em saúde do trabalhador. O objetivo da reunião foi a organização do serviço, planejamento das atividades e estruturação do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) da Zona Oeste. A responsável do encontro foi Simone Flávia Oliveira, Coordenadora da Vigilância em Saúde do trabalhador.

Reunião de Planejamento das Ações do Cerest, com objetivo de organizar do serviço e estruturação do (CEREST) da Zona Oeste.
Reunião de Planejamento das Ações do Cerest Zona Oeste.
A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

Reunião de Planejamento das Ações do Cerest, com objetivo de organizar do serviço e estruturação do (CEREST) da Zona Oeste.

Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 1º Dia

Neste dia 18 de agosto e 2025, no auditório da OTICS Bangu, iniciamos a quinta turma do Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 1º dia, o público alvo são os profissionais das Unidades de Atenção Primária da AP 5.1. Responsável por ministrar o curso foi, Adelaide Mercês – apoio técnico de reabilitação do DAPS – AP 5.1. Participaram 19 profissionais das referidas Unidades de Atenção Primária da AP 5.1.

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
Responsável por ministrar o curso foi, Adelaide Mercês – apoio técnico de reabilitação do DAPS – AP 5.1.

Abertura do curso: Boas-vindas e apresentação dos participantes; Apresentação de abertura com proposta pedagógica; Itinerário de Aprendizagem.

Políticas Públicas de Saúde “O Sistema Único de Saúde”: Apresentação do Filme: Saúde tem cura; Debate sobre o filme/chuva de ideias sobre o SUS; Apresentação dialogada sobre o conceito de Saúde/Determinação social do processo saúde-doença; Apresentação dialogada sobre Políticas Públicas de Saúde no Brasil; Atributos da Atenção primária; Redes de Atenção; APS evolução até os dias atuais.

Políticas Públicas de Saúde “A APS e as Redes de Atenção à Saúde”:  Apresentação dialogada sobre: ‣ Conceito de APS/ marcos conceituais; APS no Brasil; Atributos da APS; por quê APS? Reforma da APS Carioca.

Políticas Públicas “A APS e as Redes de Atenção à Saúde”: Apresentação dialogada sobre Redes de Atenção à Saúde:  Dinâmica: Mapeamento dos pontos de atenção da AP. Apresentação dialogada sobre financiamento da APS; Encerramento do dia – Filme “A árvore e o indiano”.

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
Políticas Públicas de Saúde “O Sistema Único de Saúde”.

O curso objetiva qualificar os profissionais que ingressam na Atenção Primária à Saúde, para que ampliem sua visão sistêmica e integral do indivíduo, da família e da comunidade na qual estão inseridos. Curso introdutório para preparar o ACS para sua prática cotidiana no território, auxiliando-o em sua integração com a equipe, população, políticas públicas de saúde e promoção da saúde. O Curso Introdutório em Saúde da Família está estruturado com carga horária mínima de 40 horas semanais. Tem como público alvo toda a equipe de atuação na Estratégia de Saúde da Família (ESF), como: médico; enfermeiro; técnico de enfermagem; agente comunitário de saúde; agente de vigilância em saúde e de combate às endemias; cirurgião dentista; técnico em saúde bucal; auxiliar em saúde bucal; técnico em farmácia; farmacêutico; administrativo; gerente; consultório na rua; e Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF).

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
O curso objetiva qualificar os profissionais que ingressam na Atenção Primária à Saúde, para que ampliem sua visão sistêmica e integral do indivíduo, da família e da comunidade na qual estão inseridos.

O Curso foi organizado a partir de quatro eixos, conforme a Portaria: EIXO 1 – A Atenção Primária no contexto das políticas públicas de saúde e as estratégias de implementação; EIXO 2 – A organização dos sistemas locais de saúde, com ênfase no planejamento de base territorial; EIXO 3 – O processo de trabalho das equipes; EIXO 4 – A atuação interdisciplinar e participação popular.
A entrega de certificados dos participantes ao término do curso está condicionada a participação (frequência/presença) mínima de 75% no curso. O certificado será válido em todas as áreas de planejamento da Atenção Primária do Município do Rio de Janeiro.

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 1º Dia.

O Curso Introdutório em Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro. Sua atualização, na presente edição, se propõe a problematizar o cotidiano do trabalho dos profissionais à luz dos atributos da Atenção Primária à Saúde, de maneira dinâmica e participativa.

Devemos considerar que esta nova edição do curso surge em um tempo de uma rede mais madura, com mais de uma década desde o início da reforma em 2009, e que está em um caminho de reestruturação após um longo período de dedicação ao enfrentamento da pandemia da covid-19. Ainda assim, permanecem os desafios, alguns velhos conhecidos, outros mais novos. Este manual tem como objetivo orientar a realização do Curso Introdutório em Saúde da Família em sua Área de Planejamento. Nele, iremos fornecer o passo a passo das atividades, além de apoiar o desenvolvimento das habilidades necessárias para a apresentação de cada sessão.

Pensando em estratégias que viabilizem o aprendizado dos profissionais que atuam no SUS, o Ministério da Saúde instituiu, em 2004, a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), que tem como ambição tornar a rede pública de saúde uma rede de ensino- -aprendizagem no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho, a partir dos problemas enfrentados na realidade dos serviços. Espera-se, então, que sejamos capazes de promover a reflexão coletiva sobre o trabalho e oferecer instrumentos para sua transformação.

A Educação Permanente, além da sua dimensão pedagógica, deve ser notada, também, como uma importante ferramenta de gestão, como um processo que se dá “no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho”, buscando como desfecho final efeitos positivos concretos na assistência aos usuários.

A formação desses profissionais dentro de seus ambientes de trabalho, voltada para as necessidades de saúde da população em conjunto com as necessidades de aprendizado do indivíduo, é fundamental para uma Atenção Primária à Saúde de qualidade. Deste modo, esperamos que o curso introdutório transforme as práticas dos profissionais, e que os facilitadores sejam potentes engajadores para a construção da Trilha de Aprendizagem. Que este manual contribua para a melhor execução dos cursos, favorecendo a formação continuada dos profissionais da rede de Atenção Primária e refletindo na qualidade da assistência prestada à população.

 

 

Saiba mais clicando aqui: Curso Introdutório

Oficina em Saúde do Trabalhador – Caps Lima Barreto

Nesta manhã do dia 12 de agosto de 2025, no auditório da OTICS Bangu tivemos a Oficina em Saúde do Trabalhador, o público alvo foram os profissionais do CAPS Lima Barreto, participaram 37 profissionais da categoria, os assuntos abordados foram, saúde do trabalhador e notificação de acidentes de trabalho. O objetivo do evento foi qualificar as notificações de Sinan relacionado a acidente de trabalho. Participaram como preceptores da capacitação, Simone Leite da Silva – Supervisora do Cerest Zona Oeste, Marcela Brandão – Assistente Social do Cerest, Juliana Silva dos Santos – Residente/Serviço Social e Lúcia Regina Do DAPs CAP 5.1.

Oficina em Saúde do Trabalhador - Caps Lima Barreto para os profissionais do CAPS Lima Barreto. Qualificação dos Profissionais atividades dos Cerests.
Preceptora Lúcia Regina Do DAPs CAP 5.1.
A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.
Oficina em Saúde do Trabalhador - Caps Lima Barreto para os profissionais do CAPS Lima Barreto. Qualificação dos Profissionais atividades dos Cerests.
Assistente Social do Cerest, Marcela Brandão

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Oficina em Saúde do Trabalhador - Caps Lima Barreto para os profissionais do CAPS Lima Barreto. Qualificação dos Profissionais atividades dos Cerests.
Simone Leite da Silva Supervisora do Cerest Zona Oeste – AP 5.1.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

Oficina em Saúde do Trabalhador - Caps Lima Barreto para os profissionais do CAPS Lima Barreto. Qualificação dos Profissionais atividades dos Cerests.
Profissionais do CAPS Lima Barreto AP 5.1.