Piquenique da Amamentação

Nesta manhã de quinta feira, dia 14 de agosto de 2025, a equipe de profissionais da Clínica da Família Antônio Gonçalves da Silva – AP 5.1 realizou o evento “10° Piquenique da Amamentação”, um tema importante devido aos seus inúmeros benefícios para a saúde do bebê e da mãe, além de seu impacto positivo no desenvolvimento infantil e na sociedade. O leite materno é considerado o alimento ideal para os primeiros meses de vida, fornecendo todos os nutrientes necessários para o crescimento e desenvolvimento saudável do bebê. Participaram do evento todos os profissionais da unidade, pacientes e profissionais da CAP 5.1 e convidados. Responsável pela ação foi a equipe de saúde da família da unidade junto com a Gerente Técnica Alessandra de Fátima Borba. A OTICS Bangu parabeniza a todos os profissionais da unidade que vêm com seu empenho e dedicação na assistência aos usuários do SUS Carioca.

Piquenique da Amamentação", um tema importante devido aos seus inúmeros benefícios para a saúde do bebê e da mãe, além de seu impacto positivo no desenvolvimento infantil e na sociedade.
CF Antônio Gonçalves da Silva – AP 5.1.

O aleitamento materno é uma das prioridades do Governo Federal. O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais, e que nos primeiros 6 meses, o bebê receba somente leite materno (aleitamento materno exclusivo), ou seja, sem necessidade de sucos, chás, água e outros alimentos. Quanto mais tempo o bebê mamar no peito da mãe, melhor para ele e para a mãe. Depois dos seis meses, a amamentação deve ser complementada com outros alimentos saudáveis e próprios dos hábitos da família, mas não deve ser interrompida.

Piquenique da Amamentação", um tema importante devido aos seus inúmeros benefícios para a saúde do bebê e da mãe, além de seu impacto positivo no desenvolvimento infantil e na sociedade.
Alessandra de Fátima Borba – GT da Unidade, presença de Raphael Costa – Coordenador da CAP 5. 1

Importante: Amamentar é muito mais do que nutrir a criança. É um processo que envolve uma interação profunda entre mãe e filho, com repercussões no estado nutricional da criança, em sua habilidade de se defender de infecções, em sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional.

Piquenique da Amamentação", um tema importante devido aos seus inúmeros benefícios para a saúde do bebê e da mãe, além de seu impacto positivo no desenvolvimento infantil e na sociedade.

Benefícios para a sociedade e o planeta

O leite materno é uma fonte sustentável de alimento, pois não gera poluição e não demanda energia, água ou combustível para sua produção, armazenamento e transporte, diferentemente dos substitutos do leite materno. Ele também ajuda a reduzir os custos do sistema de saúde, minimizando o tratamento de doenças na infância e em outras fases da vida. Adicionalmente, contribui para a melhoria da nutrição, educação e saúde da sociedade.
Piquenique da Amamentação", um tema importante devido aos seus inúmeros benefícios para a saúde do bebê e da mãe, além de seu impacto positivo no desenvolvimento infantil e na sociedade.
Equipe e Pacientes da Unidade.

Benefícios para o Bebê

O leite materno protege contra diarreias, infecções respiratórias e alergias. Diminui o risco de hipertensão, colesterol alto e diabetes, além de reduzir a chance de desenvolver obesidade. Crianças amamentadas no peito são mais inteligentes; há evidências de que o aleitamento materno contribui para o desenvolvimento cognitivo.

Benefícios para a Mulher

A amamentação oferece diversos benefícios à mulher. Amamentar reduz os riscos de hemorragia no pós-parto e diminui as chances de desenvolver câncer de mama, ovários e colo do útero no futuro. Além disso, fortalece o vínculo entre mãe e filho.

Importante: Nos primeiros seis meses de vida, recomenda-se que o bebê seja amamentado exclusivamente, sendo desnecessária a oferta de água, chás e outros leites, mesmo em locais secos e quentes. O colostro (primeiro leite produzido pela mãe após o parto) nos primeiros dois a três dias de vida, é suficiente para nutrir e hidratar recém-nascidos saudáveis e eles não necessitam de qualquer outro líquido além do leite materno, pois nascem com níveis de hidratação tecidual relativamente altos.

Piquenique da Amamentação", um tema importante devido aos seus inúmeros benefícios para a saúde do bebê e da mãe, além de seu impacto positivo no desenvolvimento infantil e na sociedade.

 

OTICS Bangu levando saúde aos nossos leitores.

Ministério da Saúde 

Equipe de Acessibilidade Comunicativa

Neste dia 12 de agosto de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, tivemos a elaboração de ação sobre Bullying para o Grupo de Jovens da CF Rogério Pinto; elaboração de planilha com o levantamento de dados para planejamento da 2ª Turma do Básico II do Curso de LIBRAS para os profissionais de Saúde da AP 5.1. Participaram do trabalho, Brendon Ferreira (Facilitador do RAP da Saúde/CAP5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa) e Elvis Ferreira (Apoiador da Equipe de Acessibilidade Comunicativa / RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1).

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Elaboração de ação sobre Bullying para o Grupo de Jovens da CF Rogério Pinto.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

Fontes: Libras

Central Carioca de Libras 

A PNSIPN é um compromisso firmado pelo Ministério da Saúde no combate às desigualdades no Sistema Único de Saúde (SUS) e na promoção da saúde da população negra de forma integral, considerando que as iniquidades em saúde são resultados de injustos processos socioeconômicos e culturais – em destaque, o vigente racismo – que corroboram com a morbimortalidade das populações negras brasileiras. Para implementar a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, é necessário que gestores, movimentos sociais, conselheiros e profissionais do SUS trabalhem em prol da melhoria das condições de saúde da população negra, a partir da compreensão de suas vulnerabilidades e do reconhecimento do racismo como determinante social em saúde.

Com vistas à promoção da equidade em saúde e orientado pelos princípios e diretrizes da integralidade, equidade, universalidade e participação social, em consonância com o Pacto pela Saúde e a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no SUS (ParticipaSUS), o Ministério da Saúde instituiu, em 2009, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), por meio da Portaria GM/MS nº 992, de 13 de maio de 2009 (ver Anexo B).
A partir da publicação dessa Política, o Ministério da Saúde reconhece e assume a necessidade da instituição de mecanismos de promoção da saúde integral da população negra e do enfrentamento ao racismo institucional no SUS, com vistas à superação das barreiras estruturais e cotidianas que incide negativamente nos indicadores de saúde dessa população – precocidade dos óbitos, altas taxas de mortalidade materna e infantil, maior prevalência de doenças crônicas e infecciosas e altos índices de violência. A Política também reafirma as responsabilidades de cada esfera de gestão do SUS – governo federal, estadual e municipal – na efetivação das ações e na articulação com outros setores do governo e da sociedade civil, para garantir o acesso da população negra a ações e serviços de saúde, de forma oportuna e humanizada, contribuindo para a melhoria das condições de saúde desta população e para redução das iniquidades
de raça/cor, gênero, identidade de gênero, orientação sexual, geracionais e de classe.

Saiba mais clicando aqui: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_populacao_negra_3d.pdf

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/SUS_bracos_abertos_saude_populcao_negra.pdf

GT Redução de Iniquidades CAP 5.1

Neste dia, 9 de julho de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos o encontro do GT de Iniquidades da CAP 5.1, participaram do encontro 6 profissionais da saúde, o assunto abordado foi, os direitos à saúde da pessoa com deficiência. O objetivo foi promover um espaço de formação e discussão sobre preconceito e pessoas com deficiência,  desenvolver e propor políticas e programas que promovam a equidade no acesso aos serviços de saúde, considerando as necessidades específicas de diferentes grupos sociais. As iniquidades em saúde referem-se a desigualdades evitáveis e injustas na saúde entre grupos de pessoas, muitas vezes relacionadas a fatores sociais como pobreza, raça, gênero e acesso a serviços básicos. O GT trabalha na erradicação de preconceitos e discriminação no acesso aos serviços de saúde, buscando garantir que todos tenham acesso aos cuidados de saúde com dignidade e respeito. Responsáveis pela capacitação foram, Veronica Alexandrino – Apoiadora DAPS e Rosineli Cabral – Apoiadora DAPS da Reabilitação.

Reunião GT Iniquidade no SUS - objetivo de promover políticas e práticas que visem a equidade e a justiça social no acesso à saúde. 
Palestrante, Rosineli Cabral – Apoiadora DAPS da Reabilitação – CAP 5.1.

O GT (Grupo de Trabalho) de Iniquidade no SUS, também conhecida como GT de Equidade e Iniquidades em Saúde, é um grupo de trabalho que busca abordar a questão das iniquidades em saúde dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. As iniquidades são desigualdades injustas e evitáveis em saúde que afetam diferentes grupos populacionais, muitas vezes decorrentes de desigualdades sociais e econômicas. O GT se concentra em identificar e combater essas desigualdades, promovendo políticas e práticas que visem a equidade e a justiça social no acesso à saúde. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde, “há ampla evidência de que fatores sociais, incluindo educação, situação de emprego, nível de renda, gênero e etnia têm uma influência marcante sobre a saúde de uma pessoa. Em todos os países – sejam de baixa, média ou alta renda – existem grandes disparidades no estado de saúde dos diferentes grupos sociais. Quanto mais baixa a posição socioeconômica de um indivíduo, maior o risco de problemas de saúde.

Reunião GT Iniquidade no SUS - objetivo de promover políticas e práticas que visem a equidade e a justiça social no acesso à saúde. 
GT Redução de Iniquidades CAP 5.1.

As iniquidades em saúde são diferenças sistemáticas no estado de saúde de diferentes grupos populacionais. Essas desigualdades têm custos sociais e econômicos significativos tanto para os indivíduos quanto para as sociedades. As iniquidades em saúde são diferenças no estado de saúde ou na distribuição dos recursos de saúde entre diferentes grupos populacionais, decorrentes das condições sociais em que as pessoas nascem, crescem, vivem, trabalham e envelhecem. As iniquidades em saúde são injustas e poderiam ser reduzidas com a combinação certa de políticas governamentais”.

Reunião GT Iniquidade no SUS - objetivo de promover políticas e práticas que visem a equidade e a justiça social no acesso à saúde. 
É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática. “Paulo Freire, renomado educador brasileiro e patrono da educação brasileira”.

Fonte: https://dssbr.ensp.fiocruz.br/glossary/iniquidades-em-saude/#:~:text=As%20iniquidades%20em%20sa%C3%BAde%20s%C3%A3o%20diferen%C3%A7as%20no%20estado%20de%20sa%C3%BAde,%2C%20vivem%2C%20trabalham%20e%20envelhecem.

Reunião Online GT Iniquidade no SUS

Neste dia, 11 de junho de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento (Apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS – CAP 5.1), integrantes do Grupo de Trabalho de Redução de Iniquidades da CAP 5.1, participaram do encontro on-line com a temática sobre “Pessoas em situação de rua e o Programa Seguir em Frente”. O grupo busca desenvolver e propor políticas e programas que promovam a equidade no acesso aos serviços de saúde, considerando as necessidades específicas de diferentes grupos sociais. O GT trabalha na erradicação de preconceitos e discriminação no acesso aos serviços de saúde, buscando garantir que todos tenham acesso aos cuidados de saúde com dignidade e respeito. 

O GT (Grupo de Trabalho) de Iniquidade no SUS, também conhecida como GT de Equidade e Iniquidades em Saúde, é um grupo de trabalho que busca abordar a questão das iniquidades em saúde dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. As iniquidades são desigualdades injustas e evitáveis em saúde que afetam diferentes grupos populacionais, muitas vezes decorrentes de desigualdades sociais e econômicas. O GT se concentra em identificar e combater essas desigualdades, promovendo políticas e práticas que visem a equidade e a justiça social no acesso à saúde. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde, “há ampla evidência de que fatores sociais, incluindo educação, situação de emprego, nível de renda, gênero e etnia têm uma influência marcante sobre a saúde de uma pessoa. Em todos os países – sejam de baixa, média ou alta renda – existem grandes disparidades no estado de saúde dos diferentes grupos sociais. Quanto mais baixa a posição socioeconômica de um indivíduo, maior o risco de problemas de saúde.

As iniquidades em saúde são diferenças sistemáticas no estado de saúde de diferentes grupos populacionais. Essas desigualdades têm custos sociais e econômicos significativos tanto para os indivíduos quanto para as sociedades. As iniquidades em saúde são diferenças no estado de saúde ou na distribuição dos recursos de saúde entre diferentes grupos populacionais, decorrentes das condições sociais em que as pessoas nascem, crescem, vivem, trabalham e envelhecem. As iniquidades em saúde são injustas e poderiam ser reduzidas com a combinação certa de políticas governamentais”.

Reunião Online GT Iniquidade no SUS - objetivo de promover políticas e práticas que visem a equidade e a justiça social no acesso à saúde. 
Equipe de apoiadores do Rap da Saúde, Acessibilidade Comunicativa e Saúde Integral da População Negra(SIPN) – CAP 5.1, Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira.

Fonte: https://dssbr.ensp.fiocruz.br/glossary/iniquidades-em-saude/#:~:text=As%20iniquidades%20em%20sa%C3%BAde%20s%C3%A3o%20diferen%C3%A7as%20no%20estado%20de%20sa%C3%BAde,%2C%20vivem%2C%20trabalham%20e%20envelhecem.

REUNIÃO DE RT DE ENFERMAGEM E MEDICINA

Neste dia. 26/03/2024, turno manhã e tarde, no auditório da OTICS Bangu, tivemos  a reunião  de Responsáveis Técnicos (RT) de Enfermagem e Medicina, participaram do encontro, 60 profissionais das categorias de referência, sendo 30 profissionais pela manha e 30 a tarde, o público alvo foram os enfermeiros e médicos –  RTs das unidades da Atenção Primária à Saúde (APS), os assuntos abordados foram, Infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis (ILTB/TB), o objetivo da capacitação, é promover a educação permanente para os profissionais de saúde com o treinamento em serviço, para maior apropriação nos atendimentos terapêuticos, os responsáveis pela capacitação foram,  Vanessa Henriques – Enfermeira RT, Priscila Mafra – Médica RT e Fausto Gueiros – Enfermeiro da linha de cuidado da tuberculose – CAP 5.1.

TURMA MANHÃ

A investigação de contatos das pessoas com TB pulmonar/laríngea ativa é de fundamental importância para o controle da doença. Essa ação permite, além do diagnóstico precoce da TB, identificar as pessoas com ILTB e indicar o tratamento adequado, visando prevenir o desenvolvimento da TB ativa. A avaliação do grau de exposição do contato deve ser individualizada, considerando a forma da doença do caso-fonte, o ambiente e o tempo de exposição. Além dos contatos dos casos de TB pulmonar e/ou laríngea, três outras populações merecem especial atenção durante o rastreamento para a identificação da ILTB: pessoas vivendo com HIV (PVHIV), crianças menores de dez anos e profissionais de saúde. O foco especial nas PVHIV se deve ao risco aumentado de desenvolvimento de doença ativa, em razão da resposta imunológica menos eficaz. As PVHIV que são contatos de pessoas com TB ativa (pulmonar ou laríngea) deverão realizar o tratamento para ILTB, independentemente do resultado da prova tuberculínica (PT) ou do IGRA, assim como as PVHIV com contagem de CD4 ≤ 350 células/µL5 . Já para os profissionais de saúde, essa atenção se deve à exposição constante a pessoas com TB, o que aumenta seu risco de infecção por M. tuberculosis. Nesses profissionais, deve-se sempre buscar e considerar a possibilidade de infecção recente. Crianças, por sua vez, devido ao risco aumentado de desenvolvimento da TB ativa após a primoinfecção, devem ser avaliadas clinicamente de forma imediata. É válido ressaltar que a vacina BCG, quando realizada em crianças com menos de um ano de idade, apresenta pouca interferência na reação à PT. Assim, a avaliação com PT positiva deve ser valorizada para a indicação do tratamento preventivo.

TURMA TARDE

O rastreio da ILTB sempre deve se iniciar pela exclusão da TB ativa (pulmonar/laríngea ou extrapulmonar). O diagnóstico da ILTB deve ser realizado prioritariamente na atenção primária, ou nas referências secundária e terciária, com especial atenção às populações sob maior risco de adoecimento5 . O diagnóstico da ILTB deve ser realizado por meio dos testes da PT ou do IGRA.

Fonte: https://www.gov.br/aids/pt-br/central-de-conteudo/publicacoes/2022/af_protocolo_vigilancia_iltb_2ed_9jun22_ok_web.pdf

AULA DE EXTENSÃO – EPIDEMIOLOGIA

Nesta data, 18/03/2024, no auditório da OTICS Bangu, turno da manhã, tivemos a aula de extensão da disciplina epidemiologia, participaram do evento, 31 alunos de medicina, o público alvo foram, os alunos do segundo período da faculdade de medicina da Universidade Castelo Branco em Realengo – RJ. O assunto abordado foi a Introdução à Vigilância em Saúde, o objetivo foi ministrar aula com os conteúdos sobre introdução à vigilância em saúde, mais (+) visita ao polo de dengue da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1. Responsáveis pelo evento foram, Graziele Marques Rodrigues – Sanitarista e Epidemiologista da DVS CAP 5. 1 e Flávia – Supervisora do Laboratório de Análises Clínicas da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

A Vigilância Epidemiológica tem papel primordial na operacionalização de um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. Mudanças no perfil epidemiológico das populações, traduzidas pelo declínio das taxas de mortalidade por doenças infecciosas e parasitárias e pelo crescente aumento das mortes por causas externas e doenças crônicas, levaram à incorporação das doenças e agravos não transmissíveis ao escopo de atividades da vigilância epidemiológica. O acompanhamento desse perfil propicia o planejamento e a execução de ações de prevenção e controle dos agravos nos diversos níveis de atenção à saúde.

Saiba mais aqui: Vigilância Epidemiológica

O FETP do Ministério da Saúde (MS) Brasil é denominado Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos serviços do SUS e segue os pressupostos do CDC (Atlanta, EUA). Em nosso país, este programa foi instituído no ano 2000, no âmbito da Secretaria de Vigilância em Saúde com recursos do Ministério da Saúde e do empréstimo do Banco Mundial (Vigisus I) e é apoiado pelo CDC.

O EpiSUS está inserido no Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador (DSAST). Este programa de treinamento representa uma importante iniciativa na formação de recursos humanos para a saúde pública brasileira.

Piramide EpiSUS

Atualmente, o Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS (EpiSUS) é um dos eixos de atuação e passa a ofertar, dentro da expansão para Vigiar Internacional, treinamentos, oferecidos pela Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde do Brasil, para profissionais da área que pretendem contribuir na resposta às emergências em saúde pública nacional ou internacional. No momento não temos seleções abertas para o Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema único de Saúde – EpiSUS.

Saiba mais clicando aqui:  https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/episus

 

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina

Não deixe água parada.

Vamos combater o Aedes Aegypti!

OFICINA DE GT SINAN

Em 28/09/2023 foi realizada a última oficina da 14ª turma de Manejo Básico Tabwin e Epinfo promovida pela Gerência Técnica do SINAN da Coordenação de Vigilância Epidemiologica da Superintendencia de Vigilância em Saúde. Ministraram o conteúdo teórico pratico a Heloisa Correa (Gerente do GT SINAN), a Camylla Valença e Juliana Dias (Analistas de Vigilância em Saúde do GT SINAN).O público alvo foram os trabalhadores da vigilância em saúde na linha de frente do processo de investigação epidemiológica, nos diferentes pontos de entrada da rede municipal vigilância em saúde, dos territórios das Coordenadorias de Área Programática (CAP) – 5.1, 5.2 e 5.3. O objetivo geral foi discutir o uso das ferramentas no monitoramento dos processos de trabalho da investigação epidemiológica. Indicadores alvo: sensibilidade, especificidade, oportunidade.
O Sistema de Informação de Agravos de Notificação – Sinan é alimentado, principalmente, pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória (Portaria de Consolidação nº 4, de 28 de Setembro de 2017, Anexo), mas é facultado a estados e municípios incluir outros problemas de saúde importantes em sua região, difilobotríase no município de São Paulo. Sua utilização efetiva permite a realização do diagnóstico dinâmico da ocorrência de um evento na população, podendo fornecer subsídios para explicações causais dos agravos de notificação compulsória, além de vir a indicar riscos aos quais as pessoas estão sujeitas, contribuindo assim, para a identificação da realidade epidemiológica de determinada área geográfica. O seu uso sistemático, de forma descentralizada, contribui para a democratização da informação, permitindo que todos os profissionais de saúde tenham acesso à informação e as tornem disponíveis para a comunidade. É, portanto, um instrumento relevante para auxiliar o planejamento da saúde, definir prioridades de intervenção, além de permitir que seja avaliado o impacto das intervenções.
Fonte: http://portalsinan.saude.gov.br/

FECHAMENTO DE RELATÓRIO DE GESTÃO

Neste dia, 22/09/2023, na sala de reunião da OTICS Bangu, turno manha e tarde tivemos o Gerente Técnico Fábio Monteiro, do CMS Padre Miguel – AP 5.1, na confecção do relatório mensal da unidade. O objetivo foi atualizar o relatório com as ações de saúde da unidade, como também a estatística das visitas domiciliares, imunização, ações de saúde a avaliação do mês.

 

REUNIÃO DE INDICADORES HAS/DM E PROGRAMA OLHOVIVO

Neste dia, 16/09, turno da tarde, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a reunião de indicadores de Hipertenção Arterial Sistêmica(HAS) e Diabetes Mellitus(DM), como também a palestra dos profissionais da ZONA OESTE MAIS saneamento com o Programa OLHOVIVO. Participaram do encontro 36 profissionais de saúde da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho. O objetivo do encontro é a consciencialização dos profissionais de saúde quanto a importância de levar a prevenção com informações aos paciente dos cuidados e alerta para essas doenças. Os profissionais tiveram a oportunidade de entender que reciclar o seu óleo é uma atitude de cidadania e respeito ao Meio Ambiente.

Programa OLHOVIVO – A Zona Oeste Mais Saneamento desenvolveu, em parceria com a Grande Rio Reciclagem Ambiental, o Programa Olho Vivo. O Programa promove a coleta de óleo  de cozinha usado, mobilizando a população a dar destinação correta para este bem de consumo.  Saiba mais clicando aqui: https://www.zonaoestemais.com.br/

 

A hipertensão arterial sistêmica – ou simplesmente hipertensão – é o principal fator de risco para as doenças cardiovasculares. Quando não controlada, leva a complicações como insuficiência cardíaca, insuficiência renal, acidente vascular cerebral, contribuindo de forma expressiva para a perda de anos de vida saudáveis na população.

Os fatores de risco modificáveis, como a ingestão elevada de sal, o excesso de peso ou a obesidade, o consumo de álcool, o sedentarismo, o tabagismo, aumentam o risco de desenvolvimento da hipertensão arterial sistêmica. Em torno de um a cada quatro adultos no mundo (22,0%) apresentava diagnóstico médico de hipertensão arterial sistêmica em 2015.

Já o diabetes mellitus é causado por uma insuficiência na produção de insulina pelo pâncreas ou pela dificuldade de uso da insulina produzida pelo corpo. O aumento gerado por essa deficiência na insulina resulta no aumento da glicose no sangue e pode causar danos aos olhos, rins e nervos, além de também aumentar o risco de desenvolvimento das doenças cardiovasculares.

Assim como no caso da hipertensão, fatores comportamentais têm importante papel no surgimento da diabetes. Aproximadamente um a cada dez adultos (9%) no mundo possuía diagnóstico médico de diabetes em 2014. Por isso, é de fundamental importância que as pessoas busquem manter a prática de hábitos saudáveis.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/marco/hipertensao-e-diabetes-sao-os-principais-fatores-de-risco-para-a-saude-no-pais

 

AGOSTO DOURADO

Nesta quarta-feira, dia 23/08, a Coordenadoria de Área Programática (CAP) – 5.1, organizou o evento Agosto Dourado – Amamenta Rio 2023, o evento foi realizou na Nave do Conhecimento de Padre Miguel, localizada na Rua Bom Sossego, 380 – Bangu/RJ. Participaram do evento profissionais das unidades básicas de saúde da Área Programática (AP)5.1, estiveram presentes também, a Coordenação da CAP, Gestores das Unidades, equipe do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), médicos, enfermeiros e também gestantes que fazem o pré-natal nas unidades básicas de saúde. O objetivo do evento foi mostrar a importância do aleitamento materno e os inúmeros benefícios, não só para os pequenos, mas também para as mamães.

Agosto é o mês dedicado ao incentivo do aleitamento materno, conhecido como Agosto Dourado, com objetivo de destacar a importância da amamentação para o desenvolvimento infantil, ajudando a evitar doenças e aumentar o vínculo afetivo entre a mãe e o bebê. Para garantir alimentação adequada dos recém-nascidos internados nas maternidades municipais, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio (SMS) recebe doações de leite de mulheres saudáveis e promove constantemente trabalho de consciencialização sobre o tema. https://ury1.com/Zly7D

A Semana Mundial de Aleitamento Materno (Smam) é uma campanha mundial que tem como objetivo estimular as ações relacionadas ao tema. Ela é celebrada de 1º a 7 de Agosto e a bandeira deste ano é “Proteger a amamentação: uma responsabilidade de todos”. https://l1nk.dev/kMDeJ

Saiba mais clicando aqui: https://acesse.one/p2kp1

https://urx1.com/USjnu