Confecção de Jogos Educativos Adaptados de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 22 de janeiro de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado no trabalho da prevenção de arboviroses (como dengue, zika e chikungunya), com a confecção de jogos educativos adaptados, como quebra-cabeças, jogos da memória e caça-palavras com temas específicos, além de jogos de tabuleiro interativos e atividades práticas de identificação de focos do mosquito.

Jogos Educacionais Adaptados

  • Quebra-cabeças e Jogos da Memória: Utilizar imagens de medidas preventivas (pneus secos, caixas d’água tampadas, etc.) ou do ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti. Esses jogos estimulam a memória e a cognição enquanto transmitem informações importantes.
  • Caça-palavras e Palavras Cruzadas: Desenvolver passatempos com vocabulário relacionado às arboviroses (sintomas, prevenção, nomes dos mosquitos). Isso pode ser uma atividade relaxante, mas informativa, durante os intervalos.
  • Jogos de Tabuleiro Personalizados: Criar ou adaptar jogos de tabuleiro onde os jogadores avançam ao responder corretamente a perguntas sobre prevenção ou identificar potenciais criadouros do mosquito. Um exemplo adaptável é o “A Cidade Dorme”, que pode ser usado para ensinar sobre sintomas e prevenção de forma divertida.
  • Aplicativos e Jogos Digitais: Se houver acesso a dispositivos móveis, aplicativos como o “Caça Dengue” oferecem jogos como sete erros e coleta seletiva que abordam o tema de forma interativa.

Atividades Práticas e Interativas

  • Rodas de Conversa e Discussões: Organizar sessões curtas de diálogo onde os participantes podem compartilhar experiências, tirar dúvidas e discutir soluções para problemas específicos no ambiente de trabalho ou em casa.
  • “Agentes de Saúde” no Trabalho: Designar duplas ou trios de idosos como “fiscais” por um dia, com a tarefa de inspecionar o local de trabalho (áreas comuns, vasos de plantas, depósitos) em busca de potenciais focos de água parada, reportando-os de forma lúdica.
  • Sessões de “Brainstorming” de Soluções: Pedir aos idosos que pensem em soluções criativas para problemas de prevenção no local de trabalho. Estudos mostram que as ideias geradas pelos próprios participantes tendem a ser mais eficazes e memoráveis.
  • Distribuição de Materiais e Kits de Prevenção: Fornecer materiais informativos, como folhetos e cartilhas do Ministério da Saúde, e pequenos kits de prevenção (repelentes, areia para vasos de plantas).

Dicas para Implementação no Ambiente de Trabalho

  • Manter a Relevância: Adaptar as atividades para o contexto do local de trabalho, garantindo que as informações sejam diretamente aplicáveis ao seu dia a dia.
  • Promover a Interação Social: Focar em jogos e atividades em grupo para incentivar a cooperação e a troca de conhecimentos, o que é benéfico para a saúde mental e social dos idosos.
  • Flexibilidade e Inclusão: Considerar diferentes níveis de mobilidade e habilidades cognitivas, oferecendo uma variedade de opções para que todos possam participar.

A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Curso IUBAAM – 2º Dia – AP 5.1

Curso IUBAAM fortalece a promoção do aleitamento materno na Atenção Primária à Saúde

A Iniciativa Unidade Básica Amiga da Amamentação (IUBAAM) é um programa brasileiro estratégico voltado ao fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), com foco na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. A iniciativa tem como objetivo qualificar os serviços de saúde por meio da capacitação dos profissionais, garantindo um atendimento humanizado, acolhedor e baseado em evidências científicas, contribuindo diretamente para a melhoria dos indicadores de saúde materno-infantil. Com esse propósito, teve início na última terça-feira, 21 de janeiro, na OTICS Bangu, o Curso IUBAAM, que está sendo realizado nos dias 21, 22, 28 e 29 de janeiro de 2026, das 8h às 17h. Hoje, 22 de janeiro de 2026, acontece o segundo dia da formação, que reúne profissionais da rede de saúde com o intuito de fortalecer as práticas de cuidado voltadas às gestantes, puérperas, lactantes e suas famílias no território da Área Programática 5.1.

Palestrante Daniela Gouveia Vieira Rocha – nutricionista da eMulti da CF Antônio Gonçalves – AP 5.1.

O curso está sendo ministrado por Daniela Gouveia Vieira Rocha – nutricionista da eMulti da CF Antônio Gonçalves; Valdete Maria da Silva – Assistente Social da eMulti da CF Antônio Gonçalves e CF Nildo Aguiar – AP 5.1; Lilian Martins – Enfermeira da CAP 5.1 e Thiago Pereira Garcia – Nutricionista da eMulti da CF Rosino Baccarini e CMS Henrique Monat – AP 5.1, profissionais com experiência na área de saúde materno-infantil e na qualificação da Atenção Primária. A capacitação aborda os princípios do IUBAAM, com ênfase na implementação dos “Dez Passos para o Sucesso da Amamentação”, diretriz reconhecida nacional e internacionalmente.

Segundo dia 22/01/2026

III: Abordagem de apoio à amamentação

Sessão 21 – Direitos e proteção legal; sessão 13 – Grupo de apoio à amamentação; sessão 14 – Princípios básicos do aconselhamento; sessão 15 – Como colher a história da amamentação.

IV: Assistência à Mulher e ao Bebê na unidade Básica

Sessão 16 – Composição do leite humano; sessão 17 – Uso de drogas e doença materna; sessão 18 – Contracepção na nutriz; sessão 6 – Saber popular/ família; sessão 10 – Sexualidade na gestação e na amamentação; sessão 19 – Crescimento e desenvolvimento/ caderneta da criança; sessão 20 – Problemas do bebê que dificultam a amamentação, razões médicas aceitáveis para complementação ou substituição do leite humano.

Palestrante Valdete Maria da Silva – Assistente Social da eMulti da CF Antônio Gonçalves e CF Nildo Aguiar – AP 5.1.

Entre os conteúdos trabalhados estão a importância de uma política institucional escrita sobre amamentação, a capacitação contínua das equipes multiprofissionais, a orientação adequada às gestantes sobre os benefícios do aleitamento materno, o apoio ao início precoce da amamentação e à manutenção da lactação, mesmo em situações de separação mãe-bebê. Também são discutidas práticas fundamentais como o não uso de fórmulas infantis, bicos e chupetas, o estímulo à amamentação em livre demanda e a criação de grupos de apoio à amamentação nas unidades de saúde.

Palestrante Lilian Martins – Enfermeira da CAP 5.1.

As unidades que aderem ao IUBAAM se comprometem a seguir os critérios estabelecidos pela iniciativa e passam por processos de avaliação. Aquelas que cumprem os requisitos podem ser credenciadas como Unidades Básicas Amigas da Amamentação, tornando-se referência no cuidado materno-infantil em seus territórios.

Grupos de apoio à amamentação são redes (presenciais ou online) que oferecem suporte, troca de experiências e orientação profissional (consultores de amamentação, enfermeiras) para mães, ajudando a superar desafios e fortalecer o aleitamento materno.

A realização do curso na OTICS Bangu reforça o compromisso da gestão e das equipes da AP 5.1 com a promoção do aleitamento materno, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo UNICEF como uma das estratégias mais eficazes para a redução da mortalidade infantil, a prevenção de doenças na infância e o fortalecimento do vínculo entre mãe e bebê. Ao investir na qualificação profissional e no cuidado integral, o IUBAAM contribui de forma significativa para o fortalecimento do SUS e para a melhoria da qualidade de vida de mães e crianças.

Palestrante Thiago Pereira Garcia – Nutricionista da eMulti da CF Rosino Baccarini e CMS Henrique Monat – AP 5.1.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Estratégias de Promoção do Aleitamento Materno

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança

  • Organização Mundial da Saúde (OMS) – Diretrizes sobre Aleitamento Materno

  • UNICEF – Infant and Young Child Feeding

  • Sistema Único de Saúde (SUS) – Atenção Primária à Saúde

 

 

MINISTÉRIO DA SAÚDE

Fontes: IUBAAM 

Reunião de Equipe do CAPS Lima Barreto

Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto discute matriciamento familiar na OTICS Bangu

Na tarde do dia 21 de janeiro, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS Bangu, a Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto – AP 5.1, com o tema Matriciamento Familiar. O encontro reuniu profissionais da unidade com o objetivo de discutir a terapêutica do paciente em conjunto com seus familiares, fortalecendo a inclusão da família no processo de cuidado e acompanhamento em saúde mental. A reunião foi conduzida por Letícia Ramos da Silva, Enfermeira Responsável Técnica (RT) do CAPS III Lima Barreto, que destacou a importância do matriciamento familiar como estratégia fundamental para a qualificação da assistência, promovendo corresponsabilização entre equipe, usuário e família. O objetivo central do encontro foi alinhar condutas terapêuticas, ampliar o olhar sobre o contexto familiar do paciente e fortalecer a participação da família na construção do cuidado, contribuindo para a continuidade do acompanhamento e para a adesão ao tratamento. Momentos como esse são essenciais para a integração da equipe multiprofissional, favorecendo uma assistência mais humanizada, resolutiva e alinhada às diretrizes da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), garantindo maior efetividade no cuidado oferecido aos usuários do serviço.

A realização periódica de reuniões técnicas é uma prática orientada pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio), por meio da Coordenação de Saúde Mental, que reforça a necessidade de articulação constante entre os profissionais das equipes. Conforme estabelece a SMS-Rio, “a gestão compartilhada dos casos é fundamental para a continuidade do cuidado e para o fortalecimento da atenção territorial em saúde mental.”

Esses espaços favorecem a integração das práticas clínicas com as diretrizes da Secretaria Municipal de Saúde; a revisão contínua dos Planos Terapêuticos Singulares (PTS); a organização de fluxos assistenciais articulados à rede, como também, a qualificação das decisões clínicas e dos processos de trabalho. Durante o encontro, foram debatidos temas como, análise detalhada dos casos clínicos ativos; definição e ajustes de Planos Terapêuticos Singulares; encaminhamentos intersetoriais e articulações na RAPS; identificação de situações de maior complexidade e definição de estratégias conjuntas e fortalecimento das práticas de cuidado compartilhado entre os profissionais.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

 

Fonte: Centros de Atenção Psicossocial

Curso IUBAAM – 1º Dia – AP 5.1

 

Curso IUBAAM fortalece a promoção do aleitamento materno na Atenção Primária à Saúde

A Iniciativa Unidade Básica Amiga da Amamentação (IUBAAM) é um programa brasileiro estratégico voltado ao fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), com foco na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. A iniciativa tem como objetivo qualificar os serviços de saúde por meio da capacitação dos profissionais, garantindo um atendimento humanizado, acolhedor e baseado em evidências científicas, contribuindo diretamente para a melhoria dos indicadores de saúde materno-infantil. Com esse propósito, teve início nesta terça-feira, 21 de janeiro, na OTICS Bangu, o Curso IUBAAM, que será realizado nos dias 21, 22, 28 e 29 de janeiro de 2026, das 8h às 17h. A formação reúne profissionais da rede de saúde com o intuito de fortalecer as práticas de cuidado voltadas às gestantes, puérperas, lactantes e suas famílias no território da Área Programática 5.1.

Palestrante Daniela Gouveia Vieira Rocha – nutricionista da eMulti da CF Antônio Gonçalves – AP 5.1.

O curso está sendo ministrado por Daniela Gouveia Vieira Rocha – nutricionista da eMulti da CF Antônio Gonçalves; Adelaide Mercês – enfermeira apoio técnico de reabilitação do DAPS; Luciene Cinti – fonoaudióloga da eMulti da CF Maria Jose – AP 5.1, profissionais com experiência na área de saúde materno-infantil e na qualificação da Atenção Primária. A capacitação aborda os princípios do IUBAAM, com ênfase na implementação dos “Dez Passos para o Sucesso da Amamentação”, diretriz reconhecida nacional e internacionalmente.

Primeiro dia 21/01/2026

I: Apresentando a IUBAAM

Apresentação dos participantes e contrato de convivência; Apresentação do processo pedagógico e pré-teste; sessão 1 – Situação da amamentação, recomendações atuais e políticas nacionais; sessão 2 – Vantagens da amamentação; sessão 3 – O papel das unidades básicas de saúde na promoção, proteção e apoio…; sessão 7 – Anatomia da mama/fisiologia da Lactação/ pega e posição; sessão 8 – Ordenha, oferta do leite em copinho, translactação e relactação – doação de leite.

II: O Manejo da Amamentação e o Processo de Parentalidade

Sessão 4 – Dez Passos para o Sucesso da Amamentação da IUBAAM; sessão 5 – Visão holística da mulher; sessão 12 – Preparando a mulher durante a gravidez para a amamentação; sessão 9 – Problemas precoces e tardios da mama; sessão 11 – Parentalidade, fragilidade psíquica e amamentação.

Palestrante Adelaide Mercês – enfermeira apoio técnico de reabilitação do DAPS – CAP 5.1.

Entre os conteúdos trabalhados estão a importância de uma política institucional escrita sobre amamentação, a capacitação contínua das equipes multiprofissionais, a orientação adequada às gestantes sobre os benefícios do aleitamento materno, o apoio ao início precoce da amamentação e à manutenção da lactação, mesmo em situações de separação mãe-bebê. Também são discutidas práticas fundamentais como o não uso de fórmulas infantis, bicos e chupetas, o estímulo à amamentação em livre demanda e a criação de grupos de apoio à amamentação nas unidades de saúde.

As unidades que aderem ao IUBAAM se comprometem a seguir os critérios estabelecidos pela iniciativa e passam por processos de avaliação. Aquelas que cumprem os requisitos podem ser credenciadas como Unidades Básicas Amigas da Amamentação, tornando-se referência no cuidado materno-infantil em seus territórios.

Palestrante Luciene Cinti – fonoaudióloga da eMulti da CF Maria Jose – AP 5.1.

A realização do curso na OTICS Bangu reforça o compromisso da gestão e das equipes da AP 5.1 com a promoção do aleitamento materno, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo UNICEF como uma das estratégias mais eficazes para a redução da mortalidade infantil, a prevenção de doenças na infância e o fortalecimento do vínculo entre mãe e bebê. Ao investir na qualificação profissional e no cuidado integral, o IUBAAM contribui de forma significativa para o fortalecimento do SUS e para a melhoria da qualidade de vida de mães e crianças.

Registro do curso do IUBBAM, com abordagem teórica sobre a Fisiologia da Lactação, temática fundamental para o fortalecimento das práticas de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, qualificando a atuação dos profissionais de saúde.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Estratégias de Promoção do Aleitamento Materno

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança

  • Organização Mundial da Saúde (OMS) – Diretrizes sobre Aleitamento Materno

  • UNICEF – Infant and Young Child Feeding

  • Sistema Único de Saúde (SUS) – Atenção Primária à Saúde

 

 

 

MINISTÉRIO DA SAÚDE

Fontes: IUBAAM 

Colegiado Gestor Ampliado – CAP 5.1

Colegiado Gestor Ampliado fortalece a participação popular e o planejamento territorial da APS

Na manhã do dia 16 de janeiro de 2026, o Auditório da OTICS sediou o Colegiado Gestor Ampliado, reunindo representantes da Clínica da Família Fiorello Raymundo, do CMS Padre Miguel e do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho. O encontro ocorreu das 9h às 12h e contou com a participação de 20 pessoas, entre usuários e profissionais de saúde. O evento teve como objetivo central promover a participação popular junto às unidades de saúde, fortalecendo o diálogo entre gestão, trabalhadores e comunidade, princípio fundamental do Sistema Único de Saúde (SUS). Durante o encontro, foram abordados temas estratégicos relacionados ao cadastramento dos usuários, essencial para a organização do cuidado e para o acesso qualificado aos serviços da Atenção Primária à Saúde (APS).

As discussões foram conduzidas pelas representantes do DICA – CAP 5.1, Alexsandra Barroso Clarim e Vivian Bravo de Sousa, além de Priscila Ribeiro Soares de Souza, Analista, e Geciane Sant’Anna, também do DICA – CAP 5.1, que contribuíram com orientações técnicas e esclarecimentos fundamentais para o alinhamento das ações no território. Entre as pautas do colegiado, destacou-se a discussão sobre a territorialização para o ano de 2026, com foco na valorização do acesso da população à APS, bem como a expansão do atendimento para áreas sem Estratégia Saúde da Família (ESF) no território do CMS Padre Miguel. Também foram debatidas propostas de readequação territorial das unidades CMS Padre Miguel, CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho e CF Fiorello Raymundo, visando uma melhor distribuição da população adscrita e maior resolutividade dos serviços.

Outro ponto relevante foi a abordagem sobre o Sistema de Informação da Atenção Primária à Saúde (SIAPS), com destaque para suas diretrizes enquanto novo modelo de financiamento da APS, especialmente no que se refere ao componente vínculo e ao acompanhamento territorial. O SIAPS configura-se como um sistema nacional de informações, que possibilita a gestão integrada dos dados de saúde da população, contribuindo para o planejamento, monitoramento e avaliação das ações desenvolvidas na Atenção Primária.

A realização do Colegiado Gestor Ampliado reafirma o compromisso das unidades envolvidas e da OTICS com a gestão participativa, o controle social e o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, reconhecida como a principal porta de entrada do SUS e fundamental para a promoção do cuidado integral, contínuo e equitativo à população.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)

  • Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS/MS)

  • Departamento de Saúde da Família (DESF/MS)

  • Sistema de Informação da Atenção Primária à Saúde (SIAPS) – Ministério da Saúde

Atualização de Prontuários Eletrônicos e Reunião Técnica

Equipe do SRT do CAPS Neusa Santos realiza atualização de prontuários eletrônicos e reunião técnica na OTICS Bangu

Na manhã do dia 9 de janeiro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu profissionais do Serviço de Residência Terapêutica (SRT) do CAPS Neusa Santos – AP 5.1 para a realização da atualização de dados no prontuário eletrônico de saúde mental e reunião técnica. A atividade contou com a participação de 4 profissionais, responsáveis pelas residências terapêuticas, que atuaram diretamente na digitação e revisão das informações dos usuários assistidos pelo serviço. A ação teve como objetivo garantir a atualização e a fidedignidade dos dados dos pacientes, possibilitando que todos os profissionais envolvidos na continuidade do cuidado tenham acesso a informações reais e atualizadas sobre a terapêutica aplicada.

A atualização do prontuário eletrônico é fundamental para o fortalecimento do cuidado em saúde mental, pois contribui para a qualificação do acompanhamento clínico, a integração das equipes multiprofissionais e a segurança das informações, assegurando um atendimento mais eficaz, humanizado e alinhado aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).

A atividade foi conduzida sob a responsabilidade de Natascha Ribeiro, representante do CAPS Neusa Santos, reafirmando o compromisso da equipe com a organização do serviço, a continuidade do cuidado e a melhoria da assistência prestada aos usuários das residências terapêuticas.

prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais, registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.

Os dados dos cidadãos ficam todos no mesmo lugar, e todos os profissionais de saúde podem acessar as informações. O prontuário eletrônico já tem um padrão para as informações que devem ser lançadas de acordo com condições avaliadas e ciclos de vida, o que torna o registro facilitado. Isso associado ao fato de todas as letras serem legíveis, o que acaba diminuindo o tempo de cada consulta.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/informatiza-aps/prontuario-eletronico

Grupo de Estudos Saúde da População Negra

OTICS Bangu promove Grupo de Estudos sobre a Saúde da População Negra

Na quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, o auditório da OTICS Bangu sediou o Grupo de Estudos Saúde da População Negra, reunindo cerca de 28 participantes, entre trabalhadores da saúde, estudantes da área e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro ocorreu das 9h às 12h e teve como foco a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), abordando seus princípios, diretrizes e a importância de sua efetivação nos serviços de saúde. A atividade foi conduzida por Aline Vieira, psicóloga e presidente do Centro de Estudos do Instituto Municipal de Assistência à Saúde (IMAS) Juliano Moreira, que apresentou os fundamentos da política e estimulou reflexões sobre o enfrentamento das desigualdades raciais no cuidado em saúde. O principal objetivo do evento foi apresentar a Política Nacional de Saúde da População Negra e promover a construção coletiva de um projeto de intervenção, voltado à qualificação das práticas nos serviços de saúde, considerando os determinantes sociais, o racismo estrutural e seus impactos no processo saúde-doença, como também a importância do preenchimento do quesito raça/cor e estratégias de combate às iniquidades em Saúde. O grupo é composto por trabalhadores da atenção primária, trabalhadores da raps zona oeste, acadêmicos e usuários.

A realização do Grupo de Estudos é de grande relevância para o fortalecimento da equidade no SUS, uma vez que a população negra historicamente enfrenta maiores barreiras de acesso, piores indicadores de saúde e maior exposição a agravos evitáveis. Iniciativas como esta contribuem para a formação crítica dos profissionais, para a sensibilização dos usuários e para a implementação de ações que promovam justiça social, integralidade e humanização do cuidado.

O encontro reafirma o compromisso da OTICS Bangu com a educação permanente em saúde e com a promoção de políticas públicas que visam reduzir iniquidades, fortalecer os direitos e melhorar a qualidade da atenção à saúde da população negra.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Integral da População Negra

  • Sistema Único de Saúde (SUS)

  • Secretaria Municipal de Saúde

  • Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS)

  • Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira (IMAS)

Acompanhamento Pedagógico e Planejamento do Curso de Libras

Planejamento Pedagógico do Curso de Libras Básico reforça compromisso com a acessibilidade comunicativa no SUS

Na tarde do dia 7 de janeiro de 2026, foi realizada, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, uma atividade de planejamento pedagógico do Curso de Libras Básico. O encontro contou com a participação dos apoiadores, Willian Inácio, auxiliar administrativo da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, que contribuíram com suas experiências para o aprimoramento das estratégias de ensino e das práticas pedagógicas voltadas à formação dos profissionais da rede, o planejamento teve como propósito estruturar as ações e os conteúdos da próxima etapa do curso, ampliando o conhecimento dos participantes sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e fortalecendo as práticas de acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde. Essa iniciativa busca promover a inclusão de pessoas surdas no SUS, assegurando um atendimento mais humano, acessível e equitativo. A ação reforça o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais e com a implementação de políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

 

 Equipe de Acessibilidade Comunicativa – CAP 5.1 / OTICS Bangu

Fontes: Libras

Central Carioca de Libras 

Planejamento das Policlínicas para 2026

OTICS recebe apresentação do Planejamento das Policlínicas para 2026

Na quarta-feira, 7 de janeiro de 2026, o Auditório da OTICS sediou a Apresentação do Planejamento das Policlínicas para o ano de 2026, reunindo aproximadamente 30 participantes, entre gestores das Policlínicas e representantes da coordenação. O encontro ocorreu das 9h às 17h e teve como principal objetivo apresentar as metas, diretrizes e estratégias definidas pelos gestores e suas equipes para o fortalecimento da assistência prestada aos usuários das unidades especializadas da rede de saúde. Durante a programação, foram discutidos pontos essenciais do planejamento, como a organização dos fluxos assistenciais, a qualificação do cuidado, o uso eficiente dos recursos disponíveis e o alinhamento das ações com as diretrizes da Rede de Atenção à Saúde (RAS). A apresentação foi conduzida por Zeni Fernandes, Coordenadora de Policlínicas, que destacou a importância do planejamento integrado para garantir maior resolutividade e acesso aos serviços especializados.

A realização desse encontro é de extrema importância, pois o planejamento estratégico permite antecipar demandas, definir prioridades e orientar as ações de gestão, contribuindo diretamente para a melhoria contínua da qualidade dos serviços ofertados à população. Além disso, promove o alinhamento entre as unidades, fortalecendo a gestão participativa e o compromisso com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), como a integralidade, a equidade e a eficiência.

A iniciativa está em consonância com as diretrizes do Ministério da Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, e com as normativas que orientam o planejamento em saúde, reafirmando o compromisso das Policlínicas com uma assistência qualificada, humanizada e centrada nas necessidades dos usuários.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Sistema Único de Saúde (SUS)

  • Secretaria Municipal de Saúde

  • Política Nacional de Atenção Especializada em Saúde

  • Rede de Atenção à Saúde (RAS)

Supervisão Seguimento RT Manoel

Supervisão do Serviço de Residência Terapêutica do CAPS Lima Barreto promove alinhamento de práticas e planejamento de trabalho

Na tarde do dia 7 de janeiro de 2026, na sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a supervisão RT Manoel do Serviço de Residência Terapêutica (SRT) do CAPS Lima Barreto – AP 5.1. A atividade contou com a participação de seis apoiadores (cuidadores) das residências terapêuticas, tendo como público-alvo a equipe de SRT. Durante o encontro, foram discutidos temas voltados à direção de trabalho e ao planejamento do processo terapêutico, com foco na qualificação da comunicação e na organização das práticas desenvolvidas nas RTs. A supervisão foi conduzida por Larissa Galdino Anjos, coordenadora SRT CAPS Lima Barreto, que destacou a importância desses momentos coletivos para fortalecer o cuidado e a articulação entre as equipes que atuam nos dispositivos de saúde mental da região.

Residências Terapêuticas (RTs) são casas que integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que foram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos. Essas residências visam a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, com o apoio de cuidadores e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência. 

As RTs são geralmente vinculadas a um CAPS, que oferece suporte técnico e profissional. As RTs contam com uma equipe de cuidadores que acompanha os moradores no dia a dia, auxiliando em atividades de vida diária, lazer e atividades terapêuticas. 

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

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