Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 25 de novembro de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Identificação e Coleta de Caramujos Africanos na AP 5.1

No dia 24 de novembro de 2025, o auditório da OTICS Bangu recebeu a capacitação “Identificação e Coleta de Caramujos Africanos na AP 5.1”, uma iniciativa voltada ao aprimoramento das ações de Vigilância Ambiental em Saúde no território. O encontro, realizado das 9h às 10h30, contou com a participação de 40 profissionais, entre supervisores e agentes de Vigilância em Saúde da Área Programática 5.1. A capacitação teve como objetivo qualificar os profissionais da AP 5.1 para a identificação, manejo adequado e coleta segura do caramujo africano (Achatina fulica), espécie invasora considerada de importância sanitária pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) e pelo Ministério da Saúde, devido ao potencial de transmissão de doenças e impactos ambientais. Durante o encontro, foram apresentadas orientações teóricas e práticas sobre a técnicas de identificação do caramujo africano, com diferenciação de espécies nativas; comportamento e ciclo de vida do animal, destacando fatores que favorecem sua proliferação; procedimentos seguros de coleta, manejo e descarte, conforme diretrizes da Vigilância Ambiental e medidas de prevenção e combate, com foco na atuação territorial das equipes de campo. A palestra foi conduzida pela equipe de Risco Biológico da AP 5.1, composta por Ricardo Nascimento da Silva, Áurea Caroline do Vale Silva e Josimar de Souza Ferreira. Os profissionais trouxeram experiências práticas e orientações atualizadas para fortalecer a atuação dos Agentes de Vigilância em Saúde.

A presença do caramujo africano é um desafio crescente nos centros urbanos e áreas periféricas. A capacitação contribui diretamente para aprimorar a resposta da Vigilância em Saúde diante da infestação da espécie invasora; aumentar a segurança dos profissionais durante atividades de campo; padronizar procedimentos de identificação e coleta no território e reduzir riscos à saúde pública, conforme recomendações da Secretaria Municipal de Saúde e das normas técnicas de Vigilância Ambiental.

A iniciativa reforça o compromisso da AP 5.1 em promover educação permanente, qualificação profissional e ações integradas para proteção da saúde da população.

Coleta de Caramujos Africanos na AP 5.1.

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 19 de novembro de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Levantamento das Ações do Novembro Negro

Levantamento das Ações do Novembro Negro na Sala de Apoio à Gestão – OTICS Bangu

Na manhã desta quarta-feira, 19 de novembro de 2025, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu Jaqueline Nascimento, apoiadora do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, para o levantamento das ações do Novembro Negro, mês dedicado à promoção da equidade racial e ao combate ao racismo institucional no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo da atividade foi planejar e fortalecer as estratégias de promoção da equidade racial em saúde, com foco na valorização da identidade, do protagonismo e dos direitos da população negra. As ações propostas buscam ampliar o debate sobre determinantes sociais, acesso aos serviços de saúde e enfrentamento às desigualdades raciais, contribuindo para a construção de práticas mais justas, inclusivas e antirracistas no território da AP 5.1.

A importância dessa iniciativa está em consolidar políticas públicas que garantam o direito à saúde de forma integral e equitativa, conforme previsto na Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), instituída pela Portaria nº 992/2009 do Ministério da Saúde. Além de promover reflexão e sensibilização entre profissionais e usuários, o Novembro Negro representa um compromisso coletivo com a redução do racismo estrutural e das iniquidades em saúde.

A ação reafirma o papel da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV/SMS-Rio) na implementação de políticas de equidade e promoção da saúde da população negra, fortalecendo o princípio da justiça social e o caráter universal e inclusivo do SUS.

Fontes:

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)

  • Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV)

  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)

  • Rede OTICS-Rio

  • Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (DAPS/SMS-Rio)

  • Política Nacional de Saúde Integral da População Negra – Portaria nº 992/2009 (Ministério da Saúde)

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 18 de novembro de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Gravação de Vídeo para o Novembro Azul

Gravação de Vídeo para o Novembro Azul – Auditório da OTICS Bangu

Na tarde do dia 17 de novembro de 2025, o auditório da OTICS Bangu recebeu Elvis Ferreira, apoiador da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa da CAP 5.1, o propósito foi a gravação de um vídeo dedicado ao Novembro Azul. A produção teve como finalidade fortalecer a conscientização sobre a saúde do homem, com ênfase na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata.

A gravação abordou estratégias integradas de promoção da saúde, destacando a importância do acesso qualificado aos serviços da Atenção Primária, do acolhimento humanizado e da redução das barreiras de comunicação para a população masculina. O objetivo da ação foi produzir um conteúdo acessível e inclusivo, que apoie as iniciativas realizadas no território durante o mês de novembro, alinhado às diretrizes da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH).

A iniciativa reforça o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV/SMS-Rio) em promover ações educativas, preventivas e acessíveis, garantindo equidade e cuidado integral à saúde dos homens.

Brasil é o único país da América Latina com uma política de saúde específica para a população masculina: A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH). O objetivo da PNAISH é promover a melhoria das condições de saúde da população masculina brasileira, contribuindo, de modo efetivo, para a redução da morbidade e da mortalidade dessa população, abordando de maneira abrangente os fatores de risco e vulnerabilidades associados. Através da promoção do acesso a serviços de saúde abrangentes e ações preventivas, a política busca também reconhecer e respeitar as diversas manifestações de masculinidade.

Fontes:

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)

  • Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV)

  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)

  • Rede OTICS-Rio

  • Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (Ministério da Saúde, 2009)

Apresentação das Linhas de Cuidado Papel da APS à Pessoa Idosa na AP 5.1

Apresentação das Linhas de Cuidado para Residente reforça o papel da APS no cuidado à pessoa idosa na AP 5.1

No dia 14 de novembro de 2024, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu Andreza M. Amaral do Programa de Residência da Prefeitura para a apresentação das linhas de cuidado da Atenção Primária à Saúde (APS), atividade que contou com a participação de 3 profissionais. O encontro foi conduzido pela equipe de apoiadores da CAP 5.1, Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, integrantes da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1. Objetivo do evento foi apresentar à residente as linhas de cuidado da Atenção Primária à Saúde e contextualizar o papel da APS no acompanhamento integral da pessoa idosa no território da AP 5.1, destacando a importância do cuidado longitudinal, da vigilância ativa e da coordenação do cuidado. Os assuntos abordados foram, Estrutura e funcionamento das linhas de cuidado na APS; Atribuições da Atenção Primária no acompanhamento da população idosa; Fluxos, serviços ofertados e importância da APS como porta de entrada e ordenadora da Rede de Atenção à Saúde e Panorama das necessidades de saúde da pessoa idosa no território.

A apresentação das linhas de cuidado é fundamental para garantir que residentes e novos profissionais compreendam o papel estratégico da APS como coordenadora do cuidado; a centralidade da atenção à pessoa idosa em um cenário de envelhecimento crescente da população; a necessidade de práticas alinhadas às diretrizes da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa e da Atenção Primária à Saúde, como também a importância da articulação entre equipes, apoiadores e serviços da Rede de Atenção à Saúde.

Essa ação contribui para a formação qualificada de futuros profissionais, fortalecendo o cuidado no território e reforçando o compromisso da AP 5.1 com uma atenção integral, equânime e humanizada.

Fontes fidedignas utilizadas

– Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI)
– Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
– Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro – Diretrizes da APS e Rede de Atenção

Ação de Agendamento e Qualificação do SISREG

Ação de Agendamento e Qualificação do SISREG aprimora processos de Regulação na AP 5.1

No dia 14 de novembro de 2025, a OTICS Bangu sediou, no Laboratório de Informática, a Ação de Agendamento e Qualificação do Sistema Nacional de Regulação (SISREG), reunindo 17 RTs médicos da Área Programática 5.1. A capacitação foi conduzida por Thalita Schitine Lemos da Silva, profissional do Núcleo Interno de Regulação ( NIR )da AP 5.1, sob coordenação de Priscila Mafra, RT médica da CAP 5.1, com apoio da equipe do NIR. O objetivo do evento foi capacitar os profissionais para aprimorar o agendamento e a solicitação de encaminhamentos via SISREG, qualificando o uso do sistema e fortalecendo os fluxos de regulação da rede assistencial. A importância da qualificação no uso do SISREG é fundamental para garantir equidade na distribuição de vagas; reduzir inconsistências e retrabalho nas solicitações; melhorar o tempo-resposta das regulações; otimizar o acesso do usuário aos serviços de média e alta complexidade e dar mais segurança, eficiência e padronização aos processos assistenciais.

Conforme diretrizes da Política Nacional de Regulação e orientações técnicas do Ministério da Saúde e da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, a correta utilização do sistema de regulação é essencial para a organização da rede e para a tomada de decisão baseada em dados confiáveis.

Sistema Nacional de Regulação (SISREG) O Sistema Nacional de Regulação (SISREG) é um sistema web, disponibilizado pelo Ministério da Saúde, aos estados e municípios, para o gerenciamento do Complexo Regulador, através dos módulos de regulação ambulatorial e hospitalar, que permitem a regulação do acesso aos serviços de saúde. A utilização do sistema não tem caráter compulsório, e sua configuração é customizada por cada secretaria de saúde.

Algumas funcionalidades

MÓDULO AMBULATORIAL

  •  Gestão das listas de espera
  •  Regulação a partir da AB
  • Classificação de risco e priorização
  • Agendamento de consultas, exames e terapia
  • Geração do BPA

 

MÓDULO HOSPITALAR

  • Gestão das listas de cirurgias eletivas
  •  Encaminhamento das urgências
  • Classificação de risco e priorização
  • Gestão dos mapas de leito
  • Autorização da AIH

Fontes fidedignas utilizadas

– Ministério da Saúde – Política Nacional de Regulação
– Ministério da Saúde – Diretrizes técnicas do Sistema de Regulação (SISREG)
– Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro – Subsecretaria de Regulação / Coordenação de Sistemas de Regulação

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 14 de novembro de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Elaboração de Ações para o Novembro Azul

Elaboração de Ações para o Novembro Azul – Sala de Apoio à Gestão – OTICS Bangu

Na tarde do dia 13 de novembro de 2025, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu Elvis Ferreira, apoiador da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, para o planejamento das ações alusivas ao Novembro Azul, mês dedicado à saúde do homem e à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de próstata. O encontro teve como foco a elaboração de estratégias integradas de promoção da saúde, voltadas ao cuidado integral da população masculina, com ênfase na ampliação do acesso aos serviços de atenção primária, no acolhimento qualificado e na redução das barreiras de comunicação e informação em saúde. O objetivo da ação foi organizar e alinhar as iniciativas que serão desenvolvidas no território durante o mês de novembro, fortalecendo a intersetorialidade e a abordagem inclusiva nas práticas de cuidado à saúde do homem, em consonância com as diretrizes da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH).

A iniciativa reafirma o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV/SMS-Rio) com o desenvolvimento de ações educativas, preventivas e acessíveis, promovendo a equidade e o cuidado integral à saúde da população masculina.

Brasil é o único país da América Latina com uma política de saúde específica para a população masculina: A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH). O objetivo da PNAISH é promover a melhoria das condições de saúde da população masculina brasileira, contribuindo, de modo efetivo, para a redução da morbidade e da mortalidade dessa população, abordando de maneira abrangente os fatores de risco e vulnerabilidades associados. Através da promoção do acesso a serviços de saúde abrangentes e ações preventivas, a política busca também reconhecer e respeitar as diversas manifestações de masculinidade.

Fontes:

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)

  • Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV)

  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)

  • Rede OTICS-Rio

  • Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (Ministério da Saúde, 2009)