Reunião de Equipe de RT do CAPS Lima Barreto

Nesta data, 20 de fevereiro de 2025, turno da manhã, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a reunião de equipe da Residência Terapêutica (RT) do CAPS Lima Barreto,  participaram do encontro, 10 profissionais da saúde mental. O público alvo foram os trabalhadores das residências terapêuticas. Os assuntos abordados foram, alinhamento e diretrizes de cuidado dos moradores da residência terapêutica, articulação com o CAPS, processos de trabalho, problematizar a relação de equipe, neste encontro a equipe focou dos direitos dos idosos, como também dissertar sobre o vídeo assistido, com conteúdo importantes, como o e-ta-ris-mo (discriminação), reafirmando quando a obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público, assegurar ao idoso com absoluta prioridade a efetivação do direito à vida. O objetivo da reunião é acompanhar o desenvolvimento do trabalho clínico e territorial recolhendo questões e demandas dos moradores e da equipe de profissionais; promover educação sobre o trabalho em saúde mental, se capacitando para promover uma assistência de excelência. A responsável pelo encontro foi Daniele Marins – Coordenadora de RT do CAPS Lima Barreto.

Reunião de Equipe de RT do CAPS Lima Barreto, acompanhamento do desenvolvimento do trabalho clínico e territorial promovendo a saúde mental.
Reunião de Equipe de RT do CAPS Lima Barreto

Os CAPS trabalham na perspectiva da Atenção Psicossocial, com território adstrito e em constante articulação com as demais unidades de saúde e com unidades de outros setores (educação, assistência social, e outros). Oferecem atendimento interdisciplinar, com equipe multiprofissional que reúne psiquiatra, enfermeiro, assistente social, psicólogo, agente territorial, entre outros.

São realizados atendimentos individuais, em grupo, com familiares, visitas domiciliares e oficinas terapêuticas, trabalhando na lógica da redução de danos, da desinstitucionalização e reabilitação psicossocial.

O acesso aos CAPS pode ser feito por demanda espontânea, por intermédio de uma unidade de atenção primária ou especializada, por encaminhamento de uma emergência ou após internação clínica/psiquiátrica.

Os CAPS tipo II funcionam de segunda a sexta, das 8 às 17h. Já os CAPS tipo III têm funcionamento 24h, durante os sete dias da semana e com oferta de acolhimento noturno para usuários em situação de crise, conforme avaliação da equipe. Os atendimentos de primeira vez no CAPS III são realizados preferencialmente das 8h às 19h.

Reunião de Equipe de RT do CAPS Lima Barreto, acompanhamento do desenvolvimento do trabalho clínico e territorial promovendo a saúde mental.
Trabalhadores das Residências Terapêuticas

 

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/saude-mental/caps/

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/120.pdf

Ação no Combate a Dengue – CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1

Na manhã do dia 20/02/2025, os profissionais de saúde do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1 realizaram uma “Ação no Combate a Dengue”. O evento foi realizado na Praça das Juras no Ponto Chique, próximo a unidade de saúde, em Bangu. Participaram da ação, os profissionais Agente Comunitário de Saúde (ACS) e a Gerente Técnica do CMS, o objetivo foi alcançar o maior números de pessoas investindo nas informações preventivas de combate ao mosquito transmissor da doença, “Aedes aegypti”. Os profissionais distribuíram folhetos informativos, orientando na prevenção e cuidados simples, como acumulo de água em qualquer recipiente, se torna foco do mosquito; orientações quanto aos sinais e sintomas, reforçando que a qualquer suspeita da doença, se dirigir a unidade de Atenção Básica de sua referência o mais rápido possível.  A responsável do planejamento do evento foi, Julia Marques – GT do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho.

Ação no Combate a Dengue - Dengue, chikungunya e Zika são arboviroses presentes principalmente em áreas tropicais e subtropicais do mundo...
Equipes de Profissionais do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), atualmente, a dengue é considerada endêmica em mais de 130 países. Por isso, em acordo com os principais órgãos de saúde internacionais, o Ministério da Saúde tem investido em ações preventivas para reduzir os casos da doença e mitigar os efeitos da crise climática na saúde da população. Como consequência desta relação, ocorre o aumento significativo do número de notificações, casos graves e óbitos por arboviroses ao longo do tempo, especialmente em 2024, quando o país passou pela maior epidemia de dengue de sua história. A vigilância e o controle das arboviroses estão relacionados a atividades articuladas entre áreas técnicas do setor saúde e dos setores parceiros (educação, meio ambiente, defesa civil, planejamento, assistência social, entre outros), além da participação da sociedade civil e do alinhamento dos governos federal, estaduais e municipais. Nessa perspectiva, no segundo semestre de 2024, o Ministério da Saúde lançou duas iniciativas. Em agosto, instalou o Comitê Interinstitucional de “Uma Só Saúde”, que visa fortalecer a mobilização entre diversos setores, disciplinas e comunidades, em vários níveis da sociedade, para o enfrentamento de alguns dos maiores desafios para a saúde global, como crises decorrentes das mudanças climáticas, epidemias, pandemias, zoonoses, doenças tropicais negligenciadas, de transmissão vetorial – como as arboviroses –, resistência aos antimicrobianos e segurança dos alimentos. Tal inciativa foi destaque nas discussões do G20, no Rio de Janeiro, pois busca articular com estados e municípios medidas interfederativas e multissetoriais. E, em setembro, antecipando-se ao período sazonal de maior incidência das arboviroses, lançou o Plano de Ação para Redução da Dengue e outras Arboviroses – https://www. gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/guias-e-manuais/2024/guia-planode-acao-para-reducao-da-dengue-e-outras-arboviroses.pdf –, que tem como objetivos: 1. Implementar novas tecnologias de controle vetorial nos municípios brasileiros, de maneira escalonada, considerando o perfil epidemiológico e a população sob risco; 2. Acompanhar de forma rigorosa os principais indicadores de vigilância e de assistência, capazes de permitir a detecção precoce de quaisquer alterações no padrão de ocorrência das arboviroses; 3. Fortalecer a capacidade de resposta integrada dos serviços da Rede de Atenção à Saúde (RAS), orientando a implementação de ações coordenadas para redução das hospitalizações e óbitos evitáveis relacionados às arboviroses; e 4. Garantir o abastecimento de insumos para diagnóstico, assistência e controle vetorial. O segundo semestre do ano é o período em que as ações de prevenção das arboviroses devem ser implementadas para reduzir a transmissão durante os primeiros meses do ano seguinte, quando todas as condições climáticas são favoráveis ao aumento de casos. Nesse sentido, as ações contidas neste plano de ação estão direcionadas para dois períodos distintos, o intersazonal e o sazonal.

Ação no Combate a Dengue - Dengue, chikungunya e Zika são arboviroses presentes principalmente em áreas tropicais e subtropicais do mundo...
Mosquito Aedes aegypti 

Aedes aegypti é o nome da principal espécie que transmite os vírus da dengue, o vírus causador da febre chikungunya e o Zika vírus. Essa espécie tem como característica a presença de marcações brancas nas pernas e no dorso (em formato de uma lira).

É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. A fêmea tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano para fazer a maturação dos seus ovos. 

Mas ele também pode picar à noite? Sim. Ele não deixa a oportunidade passar.

Essa espécie é mais frequente em áreas urbanas, onde há aglomeração de pessoas e grande disponibilidade de locais propícios para os depósitos de ovos. A temperatura climática e pluviosidade são outros fatores importantes que influenciam na infestação pelo Aedes. Para evitar a proliferação do mosquito, é preciso que sejam adotadas medidas permanentes de controle do vetor, durante todo o ano, a partir de ações preventivas de eliminação de criadouros. Toda a população tem um papel importante no enfrentamento à dengue, chikungunya e Zika, através do controle do Aedes.

Ação no Combate a Dengue - Dengue, chikungunya e Zika são arboviroses presentes principalmente em áreas tropicais e subtropicais do mundo...
Material utilizada na Promoção e Prevenção contra a Dengue para a População

Plano de Contingência

Ministério da Saúde

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Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Planejamento das Ações do RAP da Saúde

Neste dia, 19/02/2025, turno da tarde, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, tivemos a avaliação e planejamento das ações desenvolvidas pelos jovens do RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro,  2 supervisores do projeto, 0 público alvo foram os adolescentes e jovens do RAP, o objetivo do evento foi a elaboração  e planejamento das ações e edição de vídeos contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens. A responsável do encontro foi, Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1.

RAP da Saúde é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).
Planejamento das Ações do RAP da Saúde – Supervisores do projeto.

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Com o auxílio dos relatos de experiência dos jovens, vamos contar a trajetória do Rap da Saúde nos últimos três anos: os desafios encontrados até aqui e o que aprendemos no percurso.

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Assistência ao Pré-natal no Sistema Prisional

Nesta data, 19 de fevereiro de 2025, no auditório da OTICS Bangu, turnos manhã e tarde, tivemos Qualifica APP – Assistência ao Pré-natal no Sistema Prisional, participaram da capacitação 20 profissionais que atuam nas unidades prisionais femininas, na Atenção primária Prisional(APP). Os assuntos abordados foram, razão de mortalidade materna por faixa etária, por raça/cor MRJ, 2012 – 2023; distribuição das causas obstétricas direta e indireta de óbito materno por ano MRJ, 2012 – 2023; rotina do pré-natal; classificação do risco psicossocial/ sinais e conduta; Programa Cegonha Carioca e fluxos de regulação da Rede de Atenção à Saúde do Sistema Prisional; a assistência ao pré-natal das mulheres privadas de liberdade. O propósito foi qualificar os profissionais que atuam na APP para prestar assistência ao pré-natal de maneira adequada. Os profissionais que palestraram foram, Camila Soares – Coordenadora Técnica APP, Maurício Ramos – Assessor Médico, Felipe Abdias – Assessor Saúde Mental, Natália Lambert – Médica Psiquiatra e Júlia Lima – Apoio Técnico – Gerência de Saúde da Mulher. Responsável pelo evento foi, Camila Soares Ribeiro – SMS, coordenadora técnica da Atenção Primária Prisional(APP).
Assistência ao Pré-natal no Sistema Prisional, capacitação com o propósito de qualificar os profissionais que atuam na APP.
Camila Soares – Coordenadora Técnica APP – Palestrante
O Ministério da Saúde oferece assistência pré-natal a mulheres privadas de liberdade por meio da Equipe de Atenção Primária Prisional(APP). A eAPP é composta por médico, enfermeiro, dentista e técnico de enfermagem. 
Assistência ao Pré-natal no Sistema Prisional, capacitação com o propósito de qualificar os profissionais que atuam na APP.
Qualifica APP: Assistência ao Pré-natal para as mulheres privadas de liberdade.
Atendimento pré-natal 
 O atendimento pré-natal de risco habitual é realizado por meio de consultas mensais até a 28ª semana, quinzenais até a 36ª semana e semanais até o parto;
  • Gestantes que precisam de atendimento de alto risco devem ser encaminhadas para os ambulatórios de gestação de alto risco (AGAR);
  • Gestantes em situação de risco que precisam de encaminhamento imediato para emergência ginecológica obstétrica devem ser encaminhadas para a maternidade de referência.
Assistência ao Pré-natal no Sistema Prisional, capacitação com o propósito de qualificar os profissionais que atuam na APP.
Maurício Ramos – Assessor Médico – Palestrante
Acompanhamento médico
  • Mulheres gestantes têm direito a acompanhamento médico durante o pré-natal e pós-parto, inclusive psicológico; 
  • O acompanhamento deve ser compartilhado com a atenção primária prisional ou do território. 
    Atendimento ao recém-nascido 
 A equipe de saúde prisional deve comunicar à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) quando a gestante estiver com hepatite B;
  • O recém-nascido deve receber a associação de vacina contra hepatite B e a imunoglobulina humana ante-hipófise B (IGHAHB).
Assistência ao Pré-natal no Sistema Prisional, capacitação com o propósito de qualificar os profissionais que atuam na APP.
Júlia Lima – Apoio Técnico – Gerência de Saúde da Mulher – Palestrante
O objetivo do pré-natal é assegurar o pleno desenvolvimento da gestação, permitindo o nascimento de um bebê saudável. Ele pode reduzir impactos negativos na saúde da mulher e do bebê a partir de abordagens psicossociais, educativas e preventivas. Os responsáveis pelo cuidado devem ter conhecimento da rede assistencial do município e da região de saúde onde são realizados exames de pré-natal. Deve-se saber ainda os serviços de referência para atendimento de
possíveis intercorrências na gestação e sobre as formas de deslocamento. Os profissionais de saúde devem orientar a mulher e a equipe de servidores penitenciários sobre os sinais de alerta e de trabalho de parto que necessitam avaliação e atendimento hospitalar.
Assistência ao Pré-natal no Sistema Prisional, capacitação com o propósito de qualificar os profissionais que atuam na APP.
Felipe Abdias – Assessor Saúde Mental e Natália Lambert – Médica Psiquiatra – Palestrantes
Cartilha Pré-natal

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Atualização de Relatórios do RAP da Saúde

Na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, em 18 de fevereiro de 2025, no turno da manhã, tivemos a atualização de relatórios da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro, 2 jovens do RAP do projeto, o público-alvo foram os adolescentes e jovens do RAP, o objetivo do evento foi a elaboração do relatório mensal e trimestral do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde realizadas pelos jovens. A responsável do encontro foi Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1.

RAP da saúde, elaboração de relatórios do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.
Atualização de Relatórios do RAP da Saúde

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

 

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Reunião de Equipe CAPS Lima Barreto

Nesta manhã do dia 18/02/2025, no auditório da OTICS Bangu tivemos a reunião do CAPS Lima Barreto. Participam do encontro 34 profissionais. O público alvo foram os profissionais da saúde mental, o assunto abordado, foi discutir sobre os casos dos usuários que fazem tratamento no CAPS. O objetivo do evento foi discutir casos clínicos com a equipe técnica para atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente.  Os responsáveis da reunião foram, Rayane dos Passos – Coordenadora Técnica e Priscila Lira – ADM CAPS Lima Barreto.

Profissionais do CAPS Lima Barreto discutindo casos clínicos com a atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente. 
Reunião de Equipe CAPS Lima Barreto

Os CAPS III atende prioritariamente pessoas em intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso de substâncias psicoativas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Proporciona serviços de atenção contínua, com funcionamento 24 horas, incluindo feriados e finais de semana, ofertando retaguarda clínica e acolhimento noturno a outros serviços de saúde mental, inclusive CAPSad, possuindo até 05 (cinco) leitos para acolhimento noturno. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de 150 mil habitantes.

Profissionais do CAPS Lima Barreto discutindo casos clínicos com a atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente. 
Profissionais da Saúde Mental – CAPS Lima Barreto

Os Centros de Atenção Psicossocial são pontos de atenção estratégicos da Rede de Atenção Psicossocial – RAPS. Unidades que prestam serviços de saúde de caráter aberto e comunitário, constituído por equipe multiprofissional que atua sobre a ótica interdisciplinar e realiza prioritariamente atendimento às pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, em sua área territorial, seja em situações de crise ou nos processos de reabilitação psicossocial.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na APP

Neste dia, 17 de fevereiro de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a capacitação no Manejo de Hepatites Virais na Atenção Primária Prisional (APP). Participaram do encontro, 13 profissionais da saúde, o público alvo foram, os médicos e enfermeiros da Atenção Primária Prisional (APP), o assunto abordado foi o manejo de hepatites virais no sistema prisional, o manejo da hepatite viral depende do tipo de hepatite e das causas da infecção. O tratamento pode incluir repouso, hidratação, dieta e medicamentos. O objetivo do evento, foi capacitar os profissionais da APP para diagnosticar e tratar os casos de hepatites virais no sistema prisional. O responsável pela capacitação foi, Drº Evandro Vieira – Medico da APP.

Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na APP, para diagnosticar e tratar os casos de hepatites virais no sistema prisional.
Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na APP.
As hepatites virais são um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. São infecções que atingem o fígado, causando alterações leves, moderadas ou graves. Na maioria das vezes são infecções silenciosas, ou seja, não apresentam sintomas. Entretanto, quando presentes, podem se manifestar como: cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

No Brasil, as hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus AB e C. Existem ainda, com menor frequência, o vírus da hepatite D (mais comum na região Norte do país) e o vírus da hepatite E, que é menos frequente no Brasil, sendo encontrado com maior facilidade na África e na Ásia.

As infecções causadas pelos vírus das hepatites B ou C frequentemente se tornam crônicas. Contudo, por nem sempre apresentarem sintomas, grande parte das pessoas desconhecem ter a infecção. Isso faz com que a doença possa evoluir por décadas sem o devido diagnóstico. O avanço da infecção compromete o fígado sendo causa de fibrose avançada ou de cirrose, que podem levar ao desenvolvimento de câncer e necessidade de transplante do órgão.

Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na APP, para diagnosticar e tratar os casos de hepatites virais no sistema prisional.
Drº Evandro Vieira – Medico da APP.

 

Saiba mais clicando no link: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hepatites-virais

 

 

Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil

O Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil, lembrado em todo o mundo neste dia 15 de fevereiro, deixa um alerta sobre sinais e sintomas da doença. A data, criada em 2002, pela Childhood Cancer International, simboliza uma campanha global para conscientizar sobre o câncer infantil e expressar apoio às crianças e adolescentes e suas famílias.

A doença é a principal causa de morte entre crianças e adolescentes entre 1 e 19 anos no Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca).Em todo o mundo, segundo a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc, na sigla em inglês), estima-se que, todos os anos, 215.000 casos são diagnosticados em crianças menores de 15 anos, e cerca de 85.000 em adolescentes entre 15 e 19 anos.

Os tumores mais frequentes na infância e na adolescência são as leucemias (que afetam os glóbulos brancos), os que atingem o sistema nervoso central e os linfomas (sistema linfático).

Sintomas

Os sintomas do câncer infantil muitas vezes são parecidos com os de doenças comuns entre as crianças. Por isso, consultas frequentes ao pediatra são fundamentais. Sãos esses profissionais que podem identificar os primeiros sinais de câncer e encaminhar a criança para investigação diagnóstica e tratamento especializado.

Os sintomas que, caso persistam, precisam ser investigados por profissionais de saúde o mais breve possível. São eles: Palidez, hematomas ou sangramento, dor óssea; caroços ou inchaços, principalmente aqueles indolores e sem febre; perda de peso inexplicada, tosse persistente, sudorese noturna e falta de ar; alterações nos olhos, como estrabismo; inchaço abdominal; dores de cabeça persistentes ou graves, vômitos pela manhã com piora ao longo do dia; dor em membros e inchaço sem traumas.

Diagnóstico

De acordo com a coordenadora de oncologia e hematologia do Hospital da Criança José de Alencar de Brasília (DF), Isis Magalhães, o diagnóstico precoce já é importante quando se trata de um adulto, mas é crucial na luta contra a doença quando o paciente é uma criança. “A nossa principal ação médica é diagnosticar precocemente. Para isso, a gente depende do médico pediatra geral que vai estar com a criança regularmente. Também nós dependemos da conscientização desses médicos de entrar no diagnóstico diferencial. De investigar a possibilidade de câncer”, alerta.

Atendimento

Além de todos os recursos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) para o combate ao câncer infantil, o Ministério da Saúde ressalta que é preciso humanizar ao máximo o atendimento. “Os pais nunca estão preparados. Ninguém nunca encara bem essa sensação de possibilidade de perda. É uma coisa inconcebível”, lembra a oncologista Isis.

Cuidados

É importante que o paciente continue o acompanhamento na clínica de seguimento por um tempo maior, para reconhecimento precoce e cuidado apropriado das complicações tardias que possam surgir. A abordagem multidisciplinar destes pacientes é parte integrante do tratamento oncológico.

 

Saiba mais: Gov.br

OTICS RIO

Grupo de Hiperdia CMS MGFS

No auditório da OTICS Bangu, nesta quarta – feira, 12 de fevereiro de 2025, o Grupo de Hiperdia do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, recebeu os pacientes para uma ação de prevenção de diabetes e hipertensão. O público alvo foram os pacientes da Equipe Bela Flor, do CMS MGFS, participam da ação, 37 pacientes, a responsável pelo encontro foi Elaine Santos – Enfermeira da equipe.  Os assuntos abordados foram, o controle da diabetes mellitus, o que é a doença, como pode ser tratada, os possíveis sinais e sintomas, diferença entre alimentos diet ou zero, light, a importância de ingerir regulamente água, prevenindo alguns problemas de saúde, priorizar uma alimentação saudável, fundamental para o controle da diabetes, tipos de processamento dos alimentos, evitando alimentos ultraprocessados. Também foi realizado a aferição da pressão arterial, pesagem, nível da glicemia, avaliação do pé diabético com abordagem educativa, para a prevenção da ocorrência de ulcerações nos pés, a partir do cuidado diário e adequado dos membros inferiores (nível de evidência). O objetivo do evento, é melhorar a qualidade de vida dos pacientes e controlar a hipertensão arterial e a diabetes.

O Grupo de Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde.
Elaine Santos – Enfermeira da equipe, palestrando sobre alimentação saudável, fundamental para o controle da diabetes.

O HIPERDIA, Programa de Hipertensão Arterial e Diabetes, constitui-se em um programa de cadastramento e acompanhamento de hipertensos e/ou diabéticos que visa o controle da DM e HAS e uma melhor qualidade de vida aos pacientes.

O Grupo Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde. O programa tem como objetivo melhorar a qualidade de vida dos pacientes e controlar a hipertensão arterial e a diabetes.

O Grupo Hiperdia permite: Monitorar os níveis de pressão arterial e glicemia; Identificar pacientes descompensados; Renovar receitas; Solicitar exames; Disseminar informações sobre alimentação, higiene bucal, uso de medicamentos e prática de exercícios físicos; Promover a autonomia do usuário sobre o seu próprio cuidado e Melhorar o fluxo da Unidade de Saúde.

O Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos (HIPERDIA) é o responsável por capturar as informações dos pacientes, como dados clínicos, fatores de risco, doenças concomitantes, presença de complicações e tratamento.

O Grupo de Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde.
Palestra sobre Saúde Bucal

Hipertensão e Diabetes

As Gerências dos Programas de Hipertensão e Diabetes atuam junto às Coordenações de Área e unidades de Atenção Primária na implementação das linhas de cuidado para Doenças Cardiovasculares (DCV) e Diabetes. Algumas das ações incluem a elaboração de protocolos clínicos, o matriciamento das equipes da Atenção Primária, a análise dos indicadores epidemiológicos, entre outras. O objetivo principal é estimular a detecção precoce e o acompanhamento adequado das pessoas com hipertensão e diabetes, de forma a melhorar a qualidade de vida, minimizar as complicações crônicas a longo prazo e reduzir a morbimortalidade cardiovascular, principal causa de morte na cidade e no país como um todo.

 

O Grupo de Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde.
Pesagem e nível da glicemia. Aferição da pressão arterial, Temperatura Corporal, Pesagem e nível da glicemia.

Serviços

  • Capacitações teórico-práticas para os profissionais da estratégia de saúde da família, na interpretação de eletrocardiograma, insulinização de pacientes diabéticos, e avaliação e tratamento de úlceras complexas;
  • Supervisão das ações com visitas às Unidades e Coordenações de Área;
  • Aquisição e distribuição de insumos para diabéticos em uso de insulina;
  • Regulação de pacientes junto a central de regulação;
  • Organização dos Ciclos de Debates de Hipertensão e Diabetes;
  • Avaliação continuada através de indicadores.

Clique aqui e saiba como funciona o Programa de Hipertensão Arterial e Diabetes.

Clique aqui e saiba mais sobre a Hipertensão Arterial.

Melhorar a qualidade de vida dos pacientes e controlar a hipertensão arterial e a diabetes.

Protocolos Clínicos

Os Guias de Referência Rápida orientam o manejo clínico da Hipertensão Arterial, do Diabetes Mellitus e da Prevenção Cardiovascular em adultos são destinados aos profissionais de saúde que atuam nas unidades de atenção primária da rede municipal. São eles:

• Guia de Referência Rápida para Hipertensão

• Guia de Referência Rápida para Diabetes Mellitus

• Guia de Referência Rápida para Prevenção Cardiovascular

O encaminhamento ao especialista é indicado quando o médico da Atenção Primária detectar dificuldade no manejo clínico da hipertensão, diabetes e suas complicações. O paciente deverá ser encaminhado para emissão de parecer do especialista com agendamento de consulta via SISREG. Após avaliação do especialista, o paciente retornará à unidade de origem munido do laudo médico do especialista constando diagnóstico, principais orientações, resultado dos exames realizados e plano terapêutico para o acompanhamento na Atenção Primária.

Situações em que o encaminhamento a um especialista pode ser recomendado:

• Cardiologia (link cardiologia.pdf)

• Endocrinologia: Diabetes e outras endocrinopatias

• Oftalmologia

• Nefrologia

• Cirurgião Vascular

• Reabilitação

Protocolo de Torácica/Dor Doença Coronária

Protocolo de Insuficiência Cardíaca

Outras referências

• VI Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial

• Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes 2012 – 2013

• Nice Clinical Guideline 127 – quick reference guide – 2011

• Nice Clinical Guideline 96 – quick reference guide – 2009

• The seventh report of the Joint National Comittee of Prevent, detection e evoluation and treatment oh high blood presssure (JNC VII) – Resumo / Texto na íntegra

Fontes: https://www.rio.rj.gov.br/web/sms/hipertensao-e-diabetes

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/abril/hipertensao-arterial-saude-alerta-para-a-importancia-da-prevencao-e-tratamento

 

 

 

 

Reunião Técnica Cerest Zona Oeste

Reunião da Política de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, realizada em 11 de fevereiro de 2025, turno da tarde, na sala de tutoria da OTICS Bangu, participaram do encontro 5 profissionais. O público alvo foi a equipe Cerest Zona Oeste, Os assuntos de pauta foram, os planos traçados e realizados em 2024 e planejamento de ações para 2025. O objetivo do encontro foi discutir as ações em Saúde do Trabalhador para 2025. Responsáveis pela reunião foram, Flávia Melo – Coordenadora da Saúde do Trabalhador em nível central e Simone Leite – Coordenadora do Cerest Zona Oeste.

Reunião Técnica Cerest Zona Oeste, o objetivo do encontro foi fechamento de 2025 e planejamento de ações para 2025 e estruturação do CEREST.
Flávia Melo – Coordenadora da Saúde do Trabalhador em nível central e Simone Leite – Coordenadora do Cerest Zona Oeste.
A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

Reunião Técnica Cerest Zona Oeste, o objetivo do encontro foi fechamento de 2025 e planejamento de ações para 2025 e estruturação do CEREST.
Reunião Técnica Cerest Zona Oeste.

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