Reunião de Equipe de RT do CAPS Lima Barreto

Nesta data, 27/02/2025, turno da manhã, no auditório da OTICS Bangu, reunião de equipe de Residência Terapêutica (RT) do CAPS Lima Barreto,  participaram do encontro, 6 profissionais da saúde mental. O público alvo foram os trabalhadores das residências terapêuticas. Os assuntos abordados foram, cuidado dos moradores da residência terapêutica, articulação com o CAPS, processos de trabalho, problematizar a relação de equipe. O objetivo do evento da reunião é acompanhar o desenvolvimento do trabalho clínico e territorial com os moradores; recolher questões e demandas dos moradores e da equipe de profissionais; promover educação sobre o trabalho em saúde mental, alinhamento e diretrizes de cuidado. A responsável da equipe é Daniele Marins – Coordenadora da Residência Terapêutico (RT) – CAPS Lima Barreto.

Reunião de Equipe de RT do CAPS Lima Barreto, acompanhamento do desenvolvimento do trabalho clínico e territorial promovendo a saúde mental.
Reunião de Equipe de RT do CAPS Lima Barreto.

Os CAPS trabalham na perspectiva da Atenção Psicossocial, com território adstrito e em constante articulação com as demais unidades de saúde e com unidades de outros setores (educação, assistência social, e outros). Oferecem atendimento interdisciplinar, com equipe multiprofissional que reúne psiquiatra, enfermeiro, assistente social, psicólogo, agente territorial, entre outros.

São realizados atendimentos individuais, em grupo, com familiares, visitas domiciliares e oficinas terapêuticas, trabalhando na lógica da redução de danos, da desinstitucionalização e reabilitação psicossocial.

O acesso aos CAPS pode ser feito por demanda espontânea, por intermédio de uma unidade de atenção primária ou especializada, por encaminhamento de uma emergência ou após internação clínica/psiquiátrica.

Os CAPS tipo II funcionam de segunda a sexta, das 8 às 17h. Já os CAPS tipo III têm funcionamento 24h, durante os sete dias da semana e com oferta de acolhimento noturno para usuários em situação de crise, conforme avaliação da equipe. Os atendimentos de primeira vez no CAPS III são realizados preferencialmente das 8h às 19h.

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/saude-mental/caps/

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/120.pdf

Fechamento de Relatórios – RAP da Saúde

Na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, em 27 de fevereiro de 2025, no turno da manhã, Willian Inácio da Conceição – jovem da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP) no fechamento de relatório mensal , folha de ponto e planejamento de ações para o próximo mês, o objetivo foi fazer um copilado das ações de promoção e prevenção realizadas na área programática (AP) 5.1.

Fechamento de Relatórios - RAP da Saúde, folha de ponto do projeto e planejamento de ações para o próximo mês 03/2025.
Fechamento de Relatórios – RAP da Saúde – Willian Inácio da Conceição – jovem da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP).

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Fechamento de Relatórios - RAP da Saúde, folha de ponto do projeto e planejamento de ações para o próximo mês 03/2025.
Fechamento de Relatórios – RAP da Saúde.

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Capacitação de Auriculoterapia

Nessa tarde de 26 de fevereiro de 2025, tivemos no auditório da OTICS Bangu, a “Capacitação de Auriculoterapia”, o público alvo foram os profissionais de saúde do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, 13 profissionais de saúde foram contemplado no curso, o assunto abordado foi a teoria e prática da Auriculoterapia. O objetivo foi capacitar os profissionais com as Práticas Integrativas e Complementares (PICS) disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS), aprimorando os conhecimentos, dando autonomia, com o propósito de levar uma assistência de excelência para a população. O responsável pela capacitação dos profissionais foi Misael Medeiros – Biólogo responsável pelas PICS – CAP 5.1.
Capacitação de Auriculoterapia para os profissionais do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho - AP 5.1, responsável Misael Medeiros.
Misael Medeiros – Biólogo responsável pelas PICS – CAP 5.1.
A Auriculoterapia é uma técnica terapêutica que envolve a estimulação de pontos específicos na orelha que correspondem a regiões e órgãos do corpo humano. Essa estimulação visa modular as respostas fisiológicas do organismo e foi oficialmente reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (WHO; 1990) como uma terapia de microssistemas4. Esta abordagem terapêutica é caracterizada por sua segurança, baixo custo e rápida aplicação, podendo ser realizada por profissionais de saúde de diferentes áreas, desde que possuam o conhecimento necessário para sua prática. Além disso, a Auriculoterapia é respaldada por um sólido conjunto de evidências científicas que comprovam sua eficácia (Santos, 2012; Tesser, 2020), tornando-a uma valiosa ferramenta no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) no Rio de Janeiro. As intervenções com Auriculoterapia podem ser incorporadas em diversas etapas do cuidado em APS, incluindo desde o acolhimento inicial e o atendimento individual (seja por demanda espontânea, agendada ou visitas domiciliares) até ações coletivas e intersetoriais. Exemplos dessas ações incluem grupos de apoio para tabagismo, manejo da dor crônica, participação no Programa Academia Carioca, colaboração com Centros de Atenção Psicossocial e envolvimento com o Programa Saúde na Escola. Vale ressaltar que as sessões de Auriculoterapia não se limitam apenas a abordagens curativas. Elas desempenham um papel fundamental na construção de vínculos entre os usuários e os serviços de saúde, contribuindo para 4 Microssistema: É uma parte do corpo, neste caso a orelha, que representa o corpo como um todo (Brasil, 2018).Auriculoterapia na APS: Ansiedade, Dor Osteomuscular e Tabagismo 7 a ressignificação das relações entre os usuários e as unidades de saúde. Esse enfoque mais amplo no cuidado e na resolubilidade da APS é um dos pontos positivos dessa técnica terapêutica. O acesso ao serviço que utiliza amplos recursos terapêuticos, como a Auriculoterapia, promove uma relação de saúde e de bem-estar.
Capacitação de Auriculoterapia para os profissionais do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho - AP 5.1, responsável Misael Medeiros.
Auriculoterapia é uma técnica terapêutica que envolve a estimulação de pontos específicos na orelha que correspondem a regiões e órgãos do corpo humano.

As Práticas Integrativas e Complementares (PICS) disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) são ofertadas à população do Rio de Janeiro. No estado, as práticas de medicina tradicional chinesa, terapia comunitária, dança circular, yoga, massagem, auriculoterapia, massoterapia, arteterapia, meditação, musicoterapia, acupuntura, tratamento termal, tratamento naturopático, tratamento osteopático e reiki são oferecidas na Atenção Básica para o tratamento de usuários do SUS, em 58 municípios. Essas práticas são alguns dos tratamentos que utilizam recursos terapêuticos, baseados em conhecimentos tradicionais, voltados para tratar e prevenir diversas doenças, como depressão e hipertensão. Em 2017, foram registrados mais de 110 mil atendimentos individuais no estado. Na última segunda-feira (12), o Ministério da Saúde anunciou a inclusão de 10 novas práticas integrativas no SUS, agora os pacientes podem contar com 29 PICS.

A auriculoterapia é uma técnica derivada da acupuntura, que faz pressão em pontos específicos da orelha para tratar e diagnosticar diversos problemas físicos, mentais e até emocionais.

 

Capacitação de Auriculoterapia para os profissionais do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho - AP 5.1, responsável Misael Medeiros.
Capacitação de Auriculoterapia.

 

Gov.br

Fonte: https://ideiasus.fiocruz.br/postagem/grupo-de-auriculoterapia-cuidando-da-saude-mental-na-atencao-primaria-a-saude/

Grupo de Hiperdia

No auditório da OTICS Bangu, nesta quarta – feira, 26 de fevereiro de 2025, o Grupo de Hiperdia do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, recebeu os pacientes para uma ação de prevenção de diabetes e hipertensão. O público alvo foram os pacientes da Equipe Ubatuba, participam da ação, 7 pacientes, a responsável pelo encontro foi Elaine Santos – Enfermeira da equipe.  Os assuntos abordados foram, o controle da diabetes mellitus, o que é a doença, como pode ser tratada, os possíveis sinais e sintomas, diferença entre alimentos diet ou zero, light, a importância de ingerir regulamente água, prevenindo alguns problemas de saúde, priorizar uma alimentação saudável, fundamental para o controle da diabetes, tipos de processamento dos alimentos, evitando alimentos ultraprocessados. Também foi realizado a aferição da pressão arterial, pesagem, nível da glicemia, avaliação do pé diabético com abordagem educativa, para a prevenção da ocorrência de ulcerações nos pés, a partir do cuidado diário e adequado dos membros inferiores (nível de evidência). O objetivo do evento, é melhorar a qualidade de vida dos pacientes e controlar a hipertensão arterial e a diabetes.

O Grupo de Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde.
Elaine Santos – Enfermeira da equipe, responsável pelo Grupo de Hiperdia, palestrando sobre alimentação saudável, fundamental para o controle da diabetes.

O HIPERDIA, Programa de Hipertensão Arterial e Diabetes, constitui-se em um programa de cadastramento e acompanhamento de hipertensos e/ou diabéticos que visa o controle da DM e HAS e uma melhor qualidade de vida aos pacientes.

O Grupo Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde. O programa tem como objetivo melhorar a qualidade de vida dos pacientes e controlar a hipertensão arterial e a diabetes.

O Grupo Hiperdia permite: Monitorar os níveis de pressão arterial e glicemia; Identificar pacientes descompensados; Renovar receitas; Solicitar exames; Disseminar informações sobre alimentação, higiene bucal, uso de medicamentos e prática de exercícios físicos; Promover a autonomia do usuário sobre o seu próprio cuidado e Melhorar o fluxo da Unidade de Saúde.

O Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos (HIPERDIA) é o responsável por capturar as informações dos pacientes, como dados clínicos, fatores de risco, doenças concomitantes, presença de complicações e tratamento.

O Grupo de Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde.
Melhorar a qualidade de vida dos pacientes, controlar a hipertensão arterial e a diabetes, isso é a Atenção Primária.

Hipertensão e Diabetes

As Gerências dos Programas de Hipertensão e Diabetes atuam junto às Coordenações de Área e unidades de Atenção Primária na implementação das linhas de cuidado para Doenças Cardiovasculares (DCV) e Diabetes. Algumas das ações incluem a elaboração de protocolos clínicos, o matriciamento das equipes da Atenção Primária, a análise dos indicadores epidemiológicos, entre outras. O objetivo principal é estimular a detecção precoce e o acompanhamento adequado das pessoas com hipertensão e diabetes, de forma a melhorar a qualidade de vida, minimizar as complicações crônicas a longo prazo e reduzir a morbimortalidade cardiovascular, principal causa de morte na cidade e no país como um todo.

O Grupo de Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde.
Hipertensão arterial: Saúde alerta para a importância da prevenção e tratamento.

Serviços

  • Capacitações teórico-práticas para os profissionais da estratégia de saúde da família, na interpretação de eletrocardiograma, insulinização de pacientes diabéticos, e avaliação e tratamento de úlceras complexas;
  • Supervisão das ações com visitas às Unidades e Coordenações de Área;
  • Aquisição e distribuição de insumos para diabéticos em uso de insulina;
  • Regulação de pacientes junto a central de regulação;
  • Organização dos Ciclos de Debates de Hipertensão e Diabetes;
  • Avaliação continuada através de indicadores.

Saiba mais clicando no link: https://saude.prefeitura.rio/programa-de-hipertensao-e-diabetes/

O Grupo de Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde.
Aferição da pressão arterial, Temperatura Corporal, Pesagem e nível da glicemia.

Protocolos Clínicos

Os Guias de Referência Rápida orientam o manejo clínico da Hipertensão Arterial, do Diabetes Mellitus e da Prevenção Cardiovascular em adultos são destinados aos profissionais de saúde que atuam nas unidades de atenção primária da rede municipal. São eles:

• Guia de Referência Rápida para Hipertensão

• Guia de Referência Rápida para Diabetes Mellitus

• Guia de Referência Rápida para Prevenção Cardiovascular

O encaminhamento ao especialista é indicado quando o médico da Atenção Primária detectar dificuldade no manejo clínico da hipertensão, diabetes e suas complicações. O paciente deverá ser encaminhado para emissão de parecer do especialista com agendamento de consulta via SISREG. Após avaliação do especialista, o paciente retornará à unidade de origem munido do laudo médico do especialista constando diagnóstico, principais orientações, resultado dos exames realizados e plano terapêutico para o acompanhamento na Atenção Primária.

O Grupo de Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde.
Orientações sobre prevenção da ocorrência de ulcerações nos pés.

Situações em que o encaminhamento a um especialista pode ser recomendado:

• Cardiologia (link cardiologia.pdf)

• Endocrinologia: Diabetes e outras endocrinopatias

• Oftalmologia

• Nefrologia

• Cirurgião Vascular

• Reabilitação

Protocolo de Torácica/Dor Doença Coronária

Protocolo de Insuficiência Cardíaca

Outras referências

• VI Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial

• Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes 2012 – 2013

• Nice Clinical Guideline 127 – quick reference guide – 2011

• Nice Clinical Guideline 96 – quick reference guide – 2009

• The seventh report of the Joint National Comittee of Prevent, detection e evoluation and treatment oh high blood presssure (JNC VII) – Resumo / Texto na íntegra

Fontes: Ministério da Saúde Gov.br

 

 

Reunião de Equipe CAPS Lima Barreto

Nesta manhã do dia 25/02/2025, no auditório da OTICS Bangu tivemos a reunião do CAPS Lima Barreto. Participam do encontro 40 profissionais. O público alvo foram os pacientes acompanhados pelo CAPS Lima, o assunto abordado foi a terapêutica empregada no tratamento dos pacientes. O objetivo do evento foi discutir casos clínicos, com a equipe técnica, processo de análise de um caso clínico, que visa a identificar as causas e formas de apresentação de uma doença, investigar as causas, formas de apresentação e intensidade dos sintomas; eliminar a sintomatologia da doença; aproximar o paciente da normalidade; trocar experiências entre profissionais; responder a dúvidas; estimular a idealização de novos caminhos. A responsável da reunião foi Mariana Martelo – Diretora do CAPS Lima Barreto.

Profissionais do CAPS Lima Barreto discutindo casos clínicos com a atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente. 
Reunião do CAPS Lima Barreto.

Os CAPS III atende prioritariamente pessoas em intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso de substâncias psicoativas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Proporciona serviços de atenção contínua, com funcionamento 24 horas, incluindo feriados e finais de semana, ofertando retaguarda clínica e acolhimento noturno a outros serviços de saúde mental, inclusive CAPSad, possuindo até 05 (cinco) leitos para acolhimento noturno. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de 150 mil habitantes.

Profissionais do CAPS Lima Barreto discutindo casos clínicos com a atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente. 
Discussão de casos clínicos.

Os Centros de Atenção Psicossocial são pontos de atenção estratégicos da Rede de Atenção Psicossocial – RAPS. Unidades que prestam serviços de saúde de caráter aberto e comunitário, constituído por equipe multiprofissional que atua sobre a ótica interdisciplinar e realiza prioritariamente atendimento às pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, em sua área territorial, seja em situações de crise ou nos processos de reabilitação psicossocial.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Reunião Online dos Profissionais de Vigilância em Saúde

Nesta data, 24 de fevereiro de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, turno da tarde, tivemos a reunião online dos profissionais de vigilância em saúde,  o tema abordado foi o plano de contingência quanto a desastres, com objetivo de discutir, planejar e elaborar ações para o enfrentamento de desastres naturais, a partir do estudo, uma determinada hipótese de emergência em saúde pública. O público alvo é a população da Área Programática (AP) 5.1. Os responsáveis  pela elaboração do plano são os profissionais da Vigilância em Saúde Ambiental (VSA). Os profissional, Ney Jr. e Paulo Vinícius Bueno – VSA/ Risco Não Biológico, participam da reunião remotamente.

Reunião Online dos Profissionais de Vigilância em Saúde, elaboração do Plano de Contingência (PC), emergência em saúde pública.
Ney Jr. e Paulo Vinícius Bueno – VSA/ Risco Não Biológico – AP 5.1

Um Plano de Contingência (PC) é o documento que registra o planejamento elaborado a partir do estudo de uma determinada hipótese de emergência em saúde pública.  A SVS definiu como prioritários os Planos de Contingência para dengue, febre amarela,  influenza e manejo de desastres (inundação e seca).

O Plano de Contingência é um pré-planejamento para possíveis eventos, e serve de subsídio para a elaboração do Plano de  Ação do Evento (PAE). No PC estarão previstas as responsabilidades de cada organização, as prioridades e medidas iniciais a serem tomadas e a forma como os recursos serão empregados para uma determinada tipologia de emergência em saúde pública.

Os PCs devem ser testados por meio de simulados e modificados sempre que necessário. Pode ocorrer ainda que o Plano de Contingência precise ser readequado, durante a resposta, com base nos fatos concretos da evolução do evento. Devem também ser aprimorados à luz das lições apreendidas.

O Plano de Contingência é, portanto, instrumento fundamental para nortear  a  resposta  à  determinada  tipologia  de  emergência  em  saúde pública no âmbito do Centro de Operações de Emergência em Saúde.  A elaboração e a revisão dos Planos de Contingência são de responsabilidade das áreas técnicas competentes da Secretaria de  Vigilância em Saúde.

Reunião Online dos Profissionais de Vigilância em Saúde, elaboração do Plano de Contingência (PC), emergência em saúde pública.
Planejamento e Elaboração do Plano de Contingência (PC) – AP 5.1

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/resposta-a-emergencias/planos-de-contingencia

 

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Atualização no Prontuário SRT CAPS Lima Barreto

Nesta dia 24 de fevereiro de 2025, turno da manhã, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, profissionais da equipe Serviço de Residência Terapêutica – (SRT) do CAPS Lima Barreto – AP 5.1, trabalharam na atualização de dados no prontuário de saúde mental. Participaram da digitação 4 profissionais responsáveis das residências terapêuticas. O objetivo é manter o prontuário dos pacientes atualizados de modo que todos os profissionais responsáveis pela continuidade do tratamento dos referidos pacientes, tenham os dados de reais para a terapêutica aplicada. As responsáveis pelas atualizações foram, Marcele santos e Flávia da Silva Cavalcante.

Profissionais da equipe Serviço de Residência Terapêutica - (SRT) do CAPS Lima Barreto em atualização do prontuário eletrônico.
Atualização no Prontuário SRT CAPS Lima Barreto.

prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais, registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.

Os dados dos cidadãos ficam todos no mesmo lugar, e todos os profissionais de saúde podem acessar as informações. O prontuário eletrônico já tem um padrão para as informações que devem ser lançadas de acordo com condições avaliadas e ciclos de vida, o que torna o registro facilitado. Isso associado ao fato de todas as letras serem legíveis, o que acaba diminuindo o tempo de cada consulta.

O prontuário eletrônico é uma ferramenta de organização do processo de trabalho, já que, além de gerenciar filas do sistema, ele também fornece as informações dos cidadãos acompanhados e permite o planejamento de ações da equipe.

Profissionais da equipe Serviço de Residência Terapêutica - (SRT) do CAPS Lima Barreto em atualização do prontuário eletrônico.
Profissionais da equipe Serviço de Residência Terapêutica – (SRT)

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/informatiza-aps/prontuario-eletronico

 

Tuberculose e Serviço Social

Nesta data de 21 de fevereiro de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos capacitação de “Tuberculose e Serviço Social”, participaram do evento 60 profissionais, o público alvo foram os profissionais, Assistentes Socias das redes do Sistema Único de Saúde (SUS) e Sistema Único de Assistência Social (SUAS) dos territórios das CAPs 5.1 e 5.3. O evento teve o objetivo de alinhar o trabalho do Serviço Social dos territórios dessas CAPs no que se refere às questões sociais que envolvem os pacientes de Tuberculose e o seu tratamento. Os responsáveis palestrantes foram, Maíra Guazzi- Assistente Social – Coordenação do Núcleo de Assistentes Socias(SES), Andrea Salustriano- Assistente Social (SES/Coordenadora Curso SUS e SUAS), Raquel Hushi – Assistente Social (SES- Palestrante aula SUAS), Thainna Nogueira – Enfermeira Especialista (SES- Palestrante aula SUS e introdução à TB), representando a CAP 5.1 – Lúcia Regina da Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) e Ana Cristina de Oliveira enfermeira da linha de cuidado da tuberculose – DAPS. O evento teve a  participação dos profissionais da Rede Brasileira de Pesquisas em Tuberculose – REDE-TB – equipe da Vania Araújo – Gestora de Projeto.

A tuberculose é uma doença infecciosa, transmitida por via respiratória, que afeta principalmente os pulmões, apresentando, no entanto, potencial para acometer outros órgãos. A apresentação pulmonar é o foco das ações de controle da doença.
Ana Cristina de Oliveira enfermeira da linha de cuidado da tuberculose – DAPS – CAP 5.1

A tuberculose é uma doença infecciosa, transmitida por via respiratória, que afeta principalmente os pulmões, apresentando, no entanto, potencial para acometer outros órgãos. A apresentação pulmonar é o foco das ações de controle da doença. O objetivo das equipes de saúde deve ser o diagnóstico precoce, a pronta instituição do tratamento adequado, a cura dos casos e a avaliação dos contactantes, interrompendo, assim, a cadeia de transmissão. O agente etiológico é o Mycobacterium tuberculosis, um bacilo com crescimento variável, podendo ser rápido (3 horas) nas paredes das cavidades pulmonares ou lento (18 a 20 horas) em lesões fechadas e intracelulares. As vias aéreas são a principal porta de entrada, e por ser um bacilo aeróbio estrito infecta principalmente o pulmão, favorecendo sua transmissão através da tosse. O tempo de exposição necessário para uma infecção evoluir para doença varia entre 100 e 200 horas. Os fatores que favorecem a transmissão são: a doença pulmonar cavitária, quantidade e vigor da tosse e tempo de convivência em ambientes fechados (contato prolongado) com o doente com tuberculose ativa pulmonar ou laríngea.12 O enfrentamento da tuberculose requer a ação intersetorial do poder público por meio da compreensão dos múltiplos fatores que perpetuam a doença no município. Entretanto, a Saúde assume papel central na oferta de cuidados aos pacientes acometidos pela doença, sua família e comunidade. E as unidades de atenção primária, como vanguarda do estado nas comunidades, são os locais preferenciais para identificação dos casos, manejo dos infectados e proposição de medidas para mitigação do espalhamento da doença.

A doença é causada por uma bactéria (Mycobacterium Tuberculosis) que afeta com mais frequência os pulmões, mas pode infectar qualquer parte do corpo, incluindo os ossos e o sistema nervoso. A transmissão e causada pela bactéria se espalha pelo ar quando pessoas infectadas tossem, falam, cospem ou espirram.

A tuberculose é uma doença infecciosa, transmitida por via respiratória, que afeta principalmente os pulmões, apresentando, no entanto, potencial para acometer outros órgãos. A apresentação pulmonar é o foco das ações de controle da doença.

Sintomas

A maioria das pessoas expostas à TB nunca desenvolvem os sintomas, já que a bactéria pode viver na forma inativa dentro do corpo. Entretanto, se o sistema imunológico enfraquecer, como acontece com pessoas com desnutrição, pessoas vivendo com HIV/Aids e com pessoas idosas, a bactéria da tuberculose pode se tornar ativa. Entre 5 e 10% das pessoas infectadas com a bactéria têm o risco de desenvolver a forma ativa e contagiosa da doença em algum ponto de suas vidas.

Os sintomas da tuberculose ativa incluem:

  • Tosse persistente (por mais de duas semanas), que pode apresentar-se com sangue ou escarro;
  • Febre;
  • Sudoração noturna;
  • Perda de peso;
  • Dores no peito;
  • Fadiga

A tuberculose é uma doença infecciosa, transmitida por via respiratória, que afeta principalmente os pulmões, apresentando, no entanto, potencial para acometer outros órgãos. A apresentação pulmonar é o foco das ações de controle da doença.

Diagnóstico

Em países onde a doença é mais prevalente, o diagnóstico depende em sua maioria do mesmo teste arcaico utilizado nos últimos 120 anos: a microscopia do esfregaço, exame microscópico do catarro ou fluido do pulmão para identificar os bacilos da TB. O teste só é exato em metade dos casos e a efetividade é ainda menor se os pacientes testados viverem com o vírus HIV, forem crianças ou pacientes que não conseguem produzir escarro. Um novo e promissor teste de diagnóstico, o Xpert MTB/RIF, foi introduzido em 2010 e tem sido utilizado em muitos programas de MSF desde então. Ele é capaz de detectar a infecção e informar se é um caso resistente aos medicamentos num período curto de tempo. O teste não é aplicável em todos os contextos, assim como não é efetivo para diagnóstico de crianças ou de pacientes nos quais o foco infeccioso da tuberculose ocorre fora dos pulmões (tuberculose extrapulmonar). Por isso, MSF continua pressionando por mais investimento em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) para diagnóstico e tratamento de TB.

A tuberculose é uma doença infecciosa, transmitida por via respiratória, que afeta principalmente os pulmões, apresentando, no entanto, potencial para acometer outros órgãos. A apresentação pulmonar é o foco das ações de controle da doença.

Tratamento

O tratamento para tuberculose sem complicações leva, no mínimo, seis meses e, na maior parte dos casos, o tratamento é feito com dois antibióticos de primeira linha: rifampicina e isoniazida. Quando os pacientes são resistentes a esses antibióticos, considera-se que eles tenham desenvolvido a TB-MDR (tuberculose multirresistente a medicamentos). A TB-MDR não é impossível de tratar, mas o tratamento pode levar até dois anos e causar diversos efeitos colaterais graves. Além disso, o tratamento é muito caro e com uma taxa de cura baixa. Em 2012, foi lançado o primeiro medicamento contra tuberculose em mais de 50 anos, bedaquilina, que representava uma oportunidade de aumentar a taxa de cura da TB-MDR. Em 2014, um segundo medicamento, delamanida, também foi aprovado para uso. Porém, até hoje, menos de mil pessoas no mundo todo tiveram acesso aos novos medicamentos. A tuberculose ultrarresistente (TB-XDR) é identificada quando a resistência aos medicamentos de segunda linha descritos anteriormente se desenvolve durante a TB-MDR; a chance de cura é de apenas 20%. Apesar desse fato, os projetos de MSF apontaram resultados promissores com base no uso de um antibiótico de alta resistência, chamado linezolida, como parte do regime de tratamento para TB-XDR. Este medicamento não está amplamente disponível em alguns países, pois é extremamente caro, foi patenteado e as unidades disponíveis não estão registradas como tratamento para tuberculose, o que dificulta o acesso por meio dos estabelecimentos públicos. Recentemente, um estudo de MSF chamado TB-PRACTECAL demonstrou que é possível tratar com 89% de sucesso as formas mais resistentes de tuberculose com uma combinação de medicações orais durante apenas seis meses. Esta combinação de medicamentos tem taxas muito menores de efeitos colaterais, o que torna tudo muito mais suportável para os pacientes. Esse é um avanço histórico, uma vez que abre caminho para a simplificação do tratamento e a melhora da qualidade de vida dos pacientes.

A tuberculose é uma doença infecciosa, transmitida por via respiratória, que afeta principalmente os pulmões, apresentando, no entanto, potencial para acometer outros órgãos. A apresentação pulmonar é o foco das ações de controle da doença.

Prevenção

Um passo inicial na prevenção é evitar o contato por tempo prolongado com pacientes diagnosticados com TB em ambientes lotados, fechados e com pouca ventilação. Usualmente, pacientes com tuberculose ativa adotam medidas adicionais que podem incluir o uso de dispositivos de proteção respiratória pessoal para diminuir o risco de infectar outras pessoas. Muitas pessoas que sofrem de infecção tuberculosa latente nunca desenvolvem a doença, mas algumas são mais propensas a progredir num quadro de tuberculose ativa; estas incluem:

– Pessoas com infecção pelo HIV;
– Pessoas que se infectaram com bactérias da TB nos últimos 2 anos;
– Bebês e crianças pequenas;
– Pessoas com outras doenças que enfraquecem o sistema imunológico;
– Pessoas idosas;
– Pessoas que não foram tratadas corretamente para TB no passado.

Pessoas desses grupos de alto risco, podem tomar remédios para evitar desenvolver a doença (profilaxia).

A tuberculose é uma doença infecciosa, transmitida por via respiratória, que afeta principalmente os pulmões, apresentando, no entanto, potencial para acometer outros órgãos. A apresentação pulmonar é o foco das ações de controle da doença.
Responsáveis palestrantes: Maíra Guazzi- Assistente Social – Coordenação do Núcleo de Assistentes Socias(SES), Andrea Salustriano- Assistente Social (SES/Coordenadora Curso SUS e SUAS), Raquel Hushi – Assistente Social (SES- Palestrante aula SUAS), Thainna Nogueira – Enfermeira Especialista (SES- Palestrante aula SUS e introdução à TB), representando a CAP 5.1 – Lúcia Regina da Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) e Ana Cristina de Oliveira enfermeira da linha de cuidado da tuberculose – DAPS.

 

TUBERCULOSE

Guia Rápido Tuberculose

Gov.br

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Reunião de Equipe de RT do CAPS Lima Barreto

Nesta data, 20 de fevereiro de 2025, turno da manhã, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a reunião de equipe da Residência Terapêutica (RT) do CAPS Lima Barreto,  participaram do encontro, 10 profissionais da saúde mental. O público alvo foram os trabalhadores das residências terapêuticas. Os assuntos abordados foram, alinhamento e diretrizes de cuidado dos moradores da residência terapêutica, articulação com o CAPS, processos de trabalho, problematizar a relação de equipe, neste encontro a equipe focou dos direitos dos idosos, como também dissertar sobre o vídeo assistido, com conteúdo importantes, como o e-ta-ris-mo (discriminação), reafirmando quando a obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público, assegurar ao idoso com absoluta prioridade a efetivação do direito à vida. O objetivo da reunião é acompanhar o desenvolvimento do trabalho clínico e territorial recolhendo questões e demandas dos moradores e da equipe de profissionais; promover educação sobre o trabalho em saúde mental, se capacitando para promover uma assistência de excelência. A responsável pelo encontro foi Daniele Marins – Coordenadora de RT do CAPS Lima Barreto.

Reunião de Equipe de RT do CAPS Lima Barreto, acompanhamento do desenvolvimento do trabalho clínico e territorial promovendo a saúde mental.
Reunião de Equipe de RT do CAPS Lima Barreto

Os CAPS trabalham na perspectiva da Atenção Psicossocial, com território adstrito e em constante articulação com as demais unidades de saúde e com unidades de outros setores (educação, assistência social, e outros). Oferecem atendimento interdisciplinar, com equipe multiprofissional que reúne psiquiatra, enfermeiro, assistente social, psicólogo, agente territorial, entre outros.

São realizados atendimentos individuais, em grupo, com familiares, visitas domiciliares e oficinas terapêuticas, trabalhando na lógica da redução de danos, da desinstitucionalização e reabilitação psicossocial.

O acesso aos CAPS pode ser feito por demanda espontânea, por intermédio de uma unidade de atenção primária ou especializada, por encaminhamento de uma emergência ou após internação clínica/psiquiátrica.

Os CAPS tipo II funcionam de segunda a sexta, das 8 às 17h. Já os CAPS tipo III têm funcionamento 24h, durante os sete dias da semana e com oferta de acolhimento noturno para usuários em situação de crise, conforme avaliação da equipe. Os atendimentos de primeira vez no CAPS III são realizados preferencialmente das 8h às 19h.

Reunião de Equipe de RT do CAPS Lima Barreto, acompanhamento do desenvolvimento do trabalho clínico e territorial promovendo a saúde mental.
Trabalhadores das Residências Terapêuticas

 

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/saude-mental/caps/

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/120.pdf

Ação no Combate a Dengue – CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1

Na manhã do dia 20/02/2025, os profissionais de saúde do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1 realizaram uma “Ação no Combate a Dengue”. O evento foi realizado na Praça das Juras no Ponto Chique, próximo a unidade de saúde, em Bangu. Participaram da ação, os profissionais Agente Comunitário de Saúde (ACS) e a Gerente Técnica do CMS, o objetivo foi alcançar o maior números de pessoas investindo nas informações preventivas de combate ao mosquito transmissor da doença, “Aedes aegypti”. Os profissionais distribuíram folhetos informativos, orientando na prevenção e cuidados simples, como acumulo de água em qualquer recipiente, se torna foco do mosquito; orientações quanto aos sinais e sintomas, reforçando que a qualquer suspeita da doença, se dirigir a unidade de Atenção Básica de sua referência o mais rápido possível.  A responsável do planejamento do evento foi, Julia Marques – GT do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho.

Ação no Combate a Dengue - Dengue, chikungunya e Zika são arboviroses presentes principalmente em áreas tropicais e subtropicais do mundo...
Equipes de Profissionais do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), atualmente, a dengue é considerada endêmica em mais de 130 países. Por isso, em acordo com os principais órgãos de saúde internacionais, o Ministério da Saúde tem investido em ações preventivas para reduzir os casos da doença e mitigar os efeitos da crise climática na saúde da população. Como consequência desta relação, ocorre o aumento significativo do número de notificações, casos graves e óbitos por arboviroses ao longo do tempo, especialmente em 2024, quando o país passou pela maior epidemia de dengue de sua história. A vigilância e o controle das arboviroses estão relacionados a atividades articuladas entre áreas técnicas do setor saúde e dos setores parceiros (educação, meio ambiente, defesa civil, planejamento, assistência social, entre outros), além da participação da sociedade civil e do alinhamento dos governos federal, estaduais e municipais. Nessa perspectiva, no segundo semestre de 2024, o Ministério da Saúde lançou duas iniciativas. Em agosto, instalou o Comitê Interinstitucional de “Uma Só Saúde”, que visa fortalecer a mobilização entre diversos setores, disciplinas e comunidades, em vários níveis da sociedade, para o enfrentamento de alguns dos maiores desafios para a saúde global, como crises decorrentes das mudanças climáticas, epidemias, pandemias, zoonoses, doenças tropicais negligenciadas, de transmissão vetorial – como as arboviroses –, resistência aos antimicrobianos e segurança dos alimentos. Tal inciativa foi destaque nas discussões do G20, no Rio de Janeiro, pois busca articular com estados e municípios medidas interfederativas e multissetoriais. E, em setembro, antecipando-se ao período sazonal de maior incidência das arboviroses, lançou o Plano de Ação para Redução da Dengue e outras Arboviroses – https://www. gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/guias-e-manuais/2024/guia-planode-acao-para-reducao-da-dengue-e-outras-arboviroses.pdf –, que tem como objetivos: 1. Implementar novas tecnologias de controle vetorial nos municípios brasileiros, de maneira escalonada, considerando o perfil epidemiológico e a população sob risco; 2. Acompanhar de forma rigorosa os principais indicadores de vigilância e de assistência, capazes de permitir a detecção precoce de quaisquer alterações no padrão de ocorrência das arboviroses; 3. Fortalecer a capacidade de resposta integrada dos serviços da Rede de Atenção à Saúde (RAS), orientando a implementação de ações coordenadas para redução das hospitalizações e óbitos evitáveis relacionados às arboviroses; e 4. Garantir o abastecimento de insumos para diagnóstico, assistência e controle vetorial. O segundo semestre do ano é o período em que as ações de prevenção das arboviroses devem ser implementadas para reduzir a transmissão durante os primeiros meses do ano seguinte, quando todas as condições climáticas são favoráveis ao aumento de casos. Nesse sentido, as ações contidas neste plano de ação estão direcionadas para dois períodos distintos, o intersazonal e o sazonal.

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Mosquito Aedes aegypti 

Aedes aegypti é o nome da principal espécie que transmite os vírus da dengue, o vírus causador da febre chikungunya e o Zika vírus. Essa espécie tem como característica a presença de marcações brancas nas pernas e no dorso (em formato de uma lira).

É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. A fêmea tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano para fazer a maturação dos seus ovos. 

Mas ele também pode picar à noite? Sim. Ele não deixa a oportunidade passar.

Essa espécie é mais frequente em áreas urbanas, onde há aglomeração de pessoas e grande disponibilidade de locais propícios para os depósitos de ovos. A temperatura climática e pluviosidade são outros fatores importantes que influenciam na infestação pelo Aedes. Para evitar a proliferação do mosquito, é preciso que sejam adotadas medidas permanentes de controle do vetor, durante todo o ano, a partir de ações preventivas de eliminação de criadouros. Toda a população tem um papel importante no enfrentamento à dengue, chikungunya e Zika, através do controle do Aedes.

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Material utilizada na Promoção e Prevenção contra a Dengue para a População

Plano de Contingência

Ministério da Saúde

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina