Qualificação técnico-operacional dos AVS

 

Qualificação técnico-operacional reúne Agentes de Vigilância em Saúde Ambiental na OTICS Bangu

No dia 24 de setembro de 2025, a OTICS Bangu sediou a Qualificação Técnico-Operacional dos Agentes de Vigilância em Saúde Ambiental, realizada no auditório da unidade, das 8h às 16h. O evento teve como público-alvo os profissionais que atuam diretamente na colocação e retirada de ovitrampas, totalizando 75 participantes, distribuídos em três turnos: Setor 1 (8h30 às 10h), Setor 2 (10h30 às 12h) e Setor 3 (13h30 às 15h), cada um reunindo 25 agentes.

A atividade foi conduzida por Áurea Caroline do Vale Silva, Agente de Vigilância em Saúde (Equipe de Fatores de Risco Biológico da AP 5.1), que trouxe atualizações e aprofundou conhecimentos fundamentais sobre a vigilância entomológica dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus.

Setor 1 (8h30 às 10h)

Qualificação técnico-operacional dos AVS - O objetivo central fortalecer as ações de prevenção e controle das arboviroses urbanas, promovendo o uso de novas tecnologias e estratégias baseadas em evidências para aprimorar a atuação dos agentes.

Qualificação técnico-operacional dos AVS - O objetivo central fortalecer as ações de prevenção e controle das arboviroses urbanas, promovendo o uso de novas tecnologias e estratégias baseadas em evidências para aprimorar a atuação dos agentes.

Qualificação técnico-operacional dos AVS - O objetivo central fortalecer as ações de prevenção e controle das arboviroses urbanas, promovendo o uso de novas tecnologias e estratégias baseadas em evidências para aprimorar a atuação dos agentes.
Entre os principais assuntos abordados, destacaram-se:
  • Monitoramento entomológico com ovitrampas e controle vetorial dos mosquitos transmissores de arboviroses;
  • Bloqueio vetorial baseado no Índice de Densidade de Ovos (IDO) identificado pelas ovitrampas;
  • Atualização das Diretrizes Nacionais para Prevenção e Controle das Arboviroses Urbanas – 2025, documento orientador das práticas em saúde pública no enfrentamento de doenças como Dengue, Chikungunya e Zika.

Setor 2 (10h30 às 12h)

Qualificação técnico-operacional dos AVS - O objetivo central fortalecer as ações de prevenção e controle das arboviroses urbanas, promovendo o uso de novas tecnologias e estratégias baseadas em evidências para aprimorar a atuação dos agentes.

Qualificação técnico-operacional dos AVS - O objetivo central fortalecer as ações de prevenção e controle das arboviroses urbanas, promovendo o uso de novas tecnologias e estratégias baseadas em evidências para aprimorar a atuação dos agentes.

Qualificação técnico-operacional dos AVS - O objetivo central fortalecer as ações de prevenção e controle das arboviroses urbanas, promovendo o uso de novas tecnologias e estratégias baseadas em evidências para aprimorar a atuação dos agentes.

O objetivo central da qualificação foi fortalecer as ações de prevenção e controle das arboviroses urbanas, promovendo o uso de novas tecnologias e estratégias baseadas em evidências para aprimorar a atuação dos agentes. A iniciativa reafirma o compromisso com uma prática mais eficaz e alinhada às políticas públicas de saúde, reforçando o papel essencial da vigilância entomológica na redução de riscos à população.

Setor 3 (13h30 às 15h)

Qualificação técnico-operacional dos AVS - O objetivo central fortalecer as ações de prevenção e controle das arboviroses urbanas, promovendo o uso de novas tecnologias e estratégias baseadas em evidências para aprimorar a atuação dos agentes.

Qualificação técnico-operacional dos AVS - O objetivo central fortalecer as ações de prevenção e controle das arboviroses urbanas, promovendo o uso de novas tecnologias e estratégias baseadas em evidências para aprimorar a atuação dos agentes.

Qualificação técnico-operacional dos AVS - O objetivo central fortalecer as ações de prevenção e controle das arboviroses urbanas, promovendo o uso de novas tecnologias e estratégias baseadas em evidências para aprimorar a atuação dos agentes.

A revisão das Diretrizes Nacionais de Prevenção e Controle de Arboviroses é fruto da consolidação de anos de pesquisas financiadas e acompanhadas pelo Ministério da Saúde desde 2016, com a Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) e Internacional (ESPII), em razão da epidemia de Zika e de suas consequências. Dengue, chikungunya e Zika, as chamadas arboviroses urbanas, compartilham de sintomas comuns e do mesmo vetor, o Aedes aegypti, altamente urbanizado e adaptado em nosso país. O Brasil e outras nações das Américas do Sul e Central possuem determinantes sociais e ambientais que fazem com que a eliminação do vetor seja algo inatingível nas próximas décadas. Neste sentido, é importante refletir sobre possibilidades de intervenção
em controle vetorial que possam minimizar o impacto das epidemias sobre as populações. Sabemos que existem alternativas eficientes, que, se direcionadas para cenários específicos e combinadas no território, têm grande potencial. Estas tecnologias inovadoras ainda não foram suficientemente escalonadas, e esta Diretriz se propõe a orientar sua aplicação, tendo como ponto de partida o fato de que os territórios não são homogêneos, e, por esta razão, a estratificação de risco é fundamental para qualquer planejamento. Somadas à estratificação de risco, as ovitrampas são capazes de gerar indicadores sensíveis da
presença e persistência do vetor em determinadas áreas, favorecendo o direcionamento das ações de controle vetorial que necessitam ser intensificadas.
Também é preciso reconhecer que populações que possuem menor acesso a saneamento e vivem em condições mais precárias – em territórios muitas vezes expostos a violência, onde as ações de saúde pouco chegam – são mais vulneráveis ao adoecimento por dengue e outras doenças transmitidas pelo Aedes. Também as populações indígenas que vivem em áreas de preservação ambiental, onde o uso de inseticidas não é indicado, podem se
beneficiar de outras tecnologias. As intervenções sobre o problema continuam transcendendo o setor saúde, e os esforços por ações intersetoriais e interfederativas se tornam cada vez mais necessários. Com esse propósito, técnicos da Coordenação-Geral de Vigilância de Arboviroses da Secretaria
de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), além de outras áreas do Ministério da Saúde, pesquisadores, especialistas e gestores do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), ao longo dos últimos anos, a partir dos resultados das pesquisas financiadas, das experiências exitosas realizadas e das novas evidências publicadas, vêm discutindo as temáticas de vigilância, prevenção e controle das doenças transmitidas por vetores, incluindo novas estratégias de vigilância entomológica e controle de vetores. Assim, a SVSA apresenta as novas Diretrizes Nacionais para Prevenção e Controle das Arboviroses Urbanas, as quais precisam ser adaptadas às realidades locais, e devem necessariamente envolver a população, distintos setores governamentais internos e externos à saúde e, notadamente, os Agentes Comunitários de Saúde (ACSs) e de Combate às Endemias (ACEs), para alcance do êxito esperado. Cabe destacar que, diferentemente da versão de 2009, as diretrizes aqui apresentadas têm enfoque nas ações de vigilância entomológica do Aedes sp. e no controle vetorial. Os demais componentes, como a assistência em saúde e a vigilância epidemiológica, tiveram publicados seus próprios guias. Assim, é possível que as atualizações sejam realizadas oportunamente para cada eixo, evitando-se conflitos entre as informações nos documentos vigentes. Esta Diretriz é um marco de inovação em quase 40 anos de transmissão sustentada de dengue no Brasil, de uma década da introdução do chikungunya e de quase dez anos da emergência de Zika no país. Implementar mudanças no controle vetorial e na vigilância entomológica será desafiador, porém, é urgente buscar novas alternativas, diante da magnitude e da carga das arboviroses no nosso país.

Fontes:

 

Preenchimento de Planilhas das Arboviroses

Agentes de Vigilância em Saúde realizam atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 23 de setembro de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, os Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) Cristina Gonçalves Borges e Anailton Dantas da Silva estiveram dedicados ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

Preenchimento de Planilhas das Arboviroses, de monitoramento, visando o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.
Preenchimento de Planilhas das Arboviroses.
A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Preenchimento de Planilhas das Arboviroses, de monitoramento, visando o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.
Cristina Gonçalves Borges treinando Anailton Dantas da Silva na atualização de dados na Planilhas das Arboviroses.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Preenchimento de Planilhas das Arboviroses, de monitoramento, visando o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Capacitação de Planilhas Arboviroses

Capacitação em atualização de planilhas de prevenção das arboviroses é realizada na OTICS Bangu

Na manhã do dia 22 de setembro de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva participou de uma capacitação voltada ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A atividade foi conduzida por Igor da Silva Brito – AVS – Vigilância Ambiental, que orientou o processo de atualização e ressaltou a importância da sistematização das informações para a eficiência do trabalho em campo. O objetivo da capacitação foi manter a planilha de monitoramento constantemente atualizada, garantindo um instrumento estratégico para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na Área Programática 5.1. Essa iniciativa reafirma o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos, assegurando maior eficácia nas estratégias de prevenção e contribuindo diretamente para a proteção da saúde da população.

Capacitação de Planilhas Arboviroses, de monitoramento, visando o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.
Capacitação de Planilhas Arboviroses
A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Capacitação de Planilhas Arboviroses, de monitoramento, visando o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.
Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva e Igor da Silva Brito – AVS – Vigilância Ambiental.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Capacitação de Planilhas Arboviroses, de monitoramento, visando o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.
Preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Prévia de Capacitação sobre Armadilhas de Ovitrampa

Prévia de Capacitação sobre Armadilhas de Ovitrampa é realizada na OTICS Bangu

Na manhã desta segunda-feira, 22 de setembro de 2025, a OTICS Bangu sediou, em seu auditório, a Prévia de Capacitação sobre Armadilhas de Ovitrampa, voltada para os Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1. O encontro aconteceu das 9h30 às 12h e contou com a participação de 04 profissionais, que receberam orientações práticas sobre as técnicas de colocação e retirada das armadilhas de ovitrampa, instrumento essencial para o monitoramento e controle de vetores. A atividade teve como objetivo capacitar os agentes de vigilância da região, fortalecendo o trabalho de prevenção e enfrentamento às arboviroses. A condução da capacitação ficou a cargo de Josimar de Souza Ferreira, Auxiliar de Controle de Endemias, que compartilhou sua experiência e conhecimentos técnicos com os participantes.

Essa ação reflete o compromisso da OTICS Bangu em promover a formação continuada dos profissionais de saúde, contribuindo para a melhoria da vigilância em saúde no território da AP 5.1.

A mais importante medida de controle do mosquito é eliminar os criadouros, os locais que o Aedes busca para por os seus ovos. Como uma medida complementar de controle, em casos de epidemia, recomenda-se o uso de um larvicida (atualmente utiliza-se o pyriproxyfen) ou de um adulticida (atualmente utiliza-se o malathion). Esses produtos devem ser utilizados com critério, porque o uso contínuo pode selecionar populações de mosquitos resistentes, ou seja, que não morrem com o inseticida.

O agente deve escolher o local da instalação com a ajuda do morador, explicando que a armadilha deve ficar protegida do sol, da chuva e de crianças e animais. Ao fim da visita, o agente deve informar ao morador a data da próxima visita para coleta de ovos e reinstalação ou recolhimento da armadilha. No dia de recolher as paletas, é preciso tomar cuidado para que elas permaneçam na posição vertical, com a parte identificada para cima. Isso garante que os ovos permaneçam fora do contato com a água e cheguem intactos ao laboratório. Para isso, pode-se levar um pote vazio e colocar todas as paletas recolhidas lado a lado, prendendo com o clipe, ou preparar uma caixa de isopor com uma espuma cortada no fundo, para fixar as paletas.

Fontes: https://fiocruz.br/video/metodologia-para-coleta-de-ovos-aedes-aegypti

gov.br

OVITRAMPAS

Reunião de Avaliação

Reunião de Avaliação da Produção dos Agentes de Vigilância em Saúde

Na manhã desta sexta feira, foi realizada na sala de tutoria da OTICS Bangu uma reunião de avaliação da produção dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam no território da AP 5.1. O encontro teve como público-alvo os profissionais de vigilância e gestores locais, reunindo equipes para debater os resultados alcançados e as metas em andamento.

Reunião de avaliação da produção dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam no território da AP 5.1. 
Reunião de Avaliação da Produção dos Agentes de Vigilância em Saúde

Entre os assuntos abordados, destacaram-se:

  • análise da produção dos AVS no território;

  • principais desafios no registro e acompanhamento das ações;

  • estratégias de fortalecimento das atividades de campo;

  • articulação com a Atenção Primária à Saúde para aprimorar a resposta às demandas da população.

A reunião foi conduzida por Cristiane Carlos da Silva AVS – CAP 5.1, representante da Vigilância em Saúde, que reforçou a importância do monitoramento contínuo da produção como ferramenta essencial para a tomada de decisão e o aprimoramento das políticas públicas de saúde.

O objetivo principal do encontro foi avaliar os indicadores de produção, identificar pontos de melhoria e alinhar estratégias para qualificar o trabalho de vigilância em saúde no território, garantindo mais eficiência e impacto positivo nas ações de promoção e prevenção.

Reunião de avaliação da produção dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam no território da AP 5.1. 

A saúde ambiental é uma área essencial da saúde pública, dedicada a estudar e reduzir os impactos que fatores ambientais, sejam eles naturais ou resultantes da atividade humana, têm sobre a saúde humana. Este campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e ações práticas, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas dentro de uma perspectiva sustentável.

A Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) é coordenada pelo Ministério da Saúde e pode ser definida como um conjunto de ações voltadas para identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que afetam a saúde humana.

Reunião de avaliação da produção dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam no território da AP 5.1. 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

Confira sobre os cursos OTICS Rio: Clique aqui!

 

Reunião de Equipe dos AVSs

Na manhã do dia 19 de setembro de 2025, a sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 6 profissionais da categoria e teve como objetivo realizar a avaliação dos eventos da semana, além de promover o planejamento de novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento da saúde pública local. A saúde ambiental é uma área essencial da saúde pública, dedicada a estudar e reduzir os impactos que fatores ambientais, sejam eles naturais ou resultantes da atividade humana, têm sobre a saúde humana. Este campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e ações práticas, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas dentro de uma perspectiva sustentável. A Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) é coordenada pelo Ministério da Saúde e pode ser definida como um conjunto de ações voltadas para identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que afetam a saúde humana.

O profissional de vigilância ambiental é responsável pelas atividades relacionadas no âmbito da área ambiental. Eles trabalham com o conhecimento e mapeamento de território, realizando atividades de cadastramento e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Avaliação dos eventos da semana e planejamento de novas ações no território – AP 5.1.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

O trabalho social é fundamental nas atividades do agente. Eles realizam o serviço educativo, levando informações aos cidadãos de como cuidar e tratar de sua própria residência.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Profissional da Vigilância Ambiental – AP 5.1.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

Confira sobre os cursos OTICS Rio: Clique aqui!

 

Programa Mais Saúde com Agente

OTICS Bangu recebe Curso Técnico do Programa Mais Saúde com Agente para ACS e ACE da AP 5.1

Na manhã desta quarta-feira, 17 de setembro de 2025, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou o Curso Técnico em Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE), promovido pelo Programa Mais Saúde com Agente. A capacitação reuniu 22 profissionais da Área Programática 5.1 e teve como foco alinhar as equipes às novas atribuições estabelecidas pela Lei nº 11.350/2006. O curso ofereceu ferramentas para que os agentes possam analisar informações coletadas em residências e territórios de atuação, orientar a população e contribuir para a melhoria da qualidade e resolutividade da Atenção Primária à Saúde (APS).Durante a formação, os participantes elaboraram mapas territoriais, identificaram vulnerabilidades e dispositivos disponíveis em suas áreas de trabalho, além de participarem de aulas teóricas e práticas de primeiros socorros.

O projeto Mais Saúde com Agente (MSA), e uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).
Programa Mais Saúde com Agente para ACS e ACE da AP 5.1

A atividade foi conduzida pela Equipe Interna da Preceptoria, formada pelas professoras doutoras Daniela Riva Knauth, Saionara Araújo Wagner, Roselane Zordan Costella, Priscila Sleifer e Simone Martins de Castro, todas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A preceptoria local ficou sob a responsabilidade da farmacêutica Juliana Cristina Lima Dias Freitas (AP 5.1).

O projeto Mais Saúde com Agente (MSA), e uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).
Educação Permanente (EP) é essencial para profissionais de saúde, pois garante a atualização contínua de conhecimentos e habilidades, promovendo a melhoria da qualidade do cuidado, a segurança do paciente e a adaptação às novas demandas e tecnologias.

O Mais Saúde com Agente é uma iniciativa do Ministério da Saúde em parceria com o CONASEMS e a UFRGS. O programa promove cursos técnicos para Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, fortalecendo o vínculo desses profissionais com a população e estimulando a integração entre a Atenção Básica e a Vigilância em Saúde no âmbito do SUS.

Ao ampliar a qualificação, a estratégia prepara ACS e ACE para responder às novas atribuições das categorias e aos desafios do trabalho em saúde nas comunidades, contribuindo para a construção de um sistema público mais resolutivo, justo e participativo.

O projeto Mais Saúde com Agente (MSA), e uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).
Preceptoria local, responsável da farmacêutica Juliana Cristina Lima Dias Freitas (AP 5.1).

Mas Saúde com Agente

 

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Capacitação de Planilhas Arboviroses

Capacitação em atualização de planilhas de prevenção das arboviroses é realizada na OTICS Bangu

Na tarde do dia 15 de setembro de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva participou de uma capacitação voltada ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A atividade foi conduzida por Paulo Vinícius Bueno – AVS – Risco Não Biológico, que orientou o processo de atualização e ressaltou a importância da sistematização das informações para a eficiência do trabalho em campo. O objetivo da capacitação foi manter a planilha de monitoramento constantemente atualizada, garantindo um instrumento estratégico para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na Área Programática 5.1. Essa iniciativa reafirma o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos, assegurando maior eficácia nas estratégias de prevenção e contribuindo diretamente para a proteção da saúde da população.

Capacitação de Planilhas Arboviroses, de monitoramento, visando o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.
Profissionais de Vigilância em Saúde (AVS) – Ap 5.1
A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Capacitação de Planilhas Arboviroses, de monitoramento, visando o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Capacitação de Planilhas Arboviroses, de monitoramento, visando o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Preenchimento de Planilhas das Arboviroses

Agentes de Vigilância em Saúde realizam atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 15 de setembro de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, os Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) Cristina Gonçalves Borges e Anailton Dantas da Silva estiveram dedicados ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

Preenchimento de Planilhas das Arboviroses, de monitoramento, visando o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.
Preenchimento das Planilhas de Prevenção das Arboviroses.
A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Preenchimento de Planilhas das Arboviroses, de monitoramento, visando o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Reunião de Equipe dos AVSs

Na manhã do dia 11 de setembro de 2025, a sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 8 profissionais da categoria e teve como objetivo realizar a avaliação dos eventos da semana, além de promover o planejamento de novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento da saúde pública local. A saúde ambiental é uma área essencial da saúde pública, dedicada a estudar e reduzir os impactos que fatores ambientais, sejam eles naturais ou resultantes da atividade humana, têm sobre a saúde humana. Este campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e ações práticas, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas dentro de uma perspectiva sustentável. A Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) é coordenada pelo Ministério da Saúde e pode ser definida como um conjunto de ações voltadas para identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que afetam a saúde humana.

O profissional de vigilância ambiental é responsável pelas atividades relacionadas no âmbito da área ambiental. Eles trabalham com o conhecimento e mapeamento de território, realizando atividades de cadastramento e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Avaliação dos eventos da semana, além de promover o planejamento de novas ações no território. 

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

O trabalho social é fundamental nas atividades do agente. Eles realizam o serviço educativo, levando informações aos cidadãos de como cuidar e tratar de sua própria residência.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Equipe de profissionais Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs) – AP 5.1.

 

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

Confira sobre os cursos OTICS Rio: Clique aqui!