Reunião de Eixo Estratégico eMulti

No dia 26 de março de 2026, das 8h às 12h, foi realizada, no auditório da OTICS, a Reunião de Eixo Estratégico eMulti, reunindo 30 participantes, tendo como público-alvo, nesta ocasião, os profissionais nutricionistas das equipes eMulti, com o objetivo de promover apoio técnico-institucional e fortalecer a organização dos processos de trabalho no âmbito da Atenção Primária à Saúde. O encontro teve como foco a discussão dos eixos estratégicos que orientam a atuação das equipes multiprofissionais (eMulti), abordando diretrizes, desafios e possibilidades para qualificação das práticas no território. A atividade proporcionou um espaço de troca de experiências, alinhamento de ações e fortalecimento do trabalho em equipe, contribuindo para a ampliação da resolutividade e integralidade do cuidado ofertado à população. A condução da reunião foi realizada por Simone Pires, psicóloga, que destacou a importância do planejamento estratégico e do apoio institucional como ferramentas essenciais para o fortalecimento das equipes e a melhoria contínua dos serviços de saúde.

Como parte da programação, os participantes também foram contemplados com uma oficina de horticultura, conduzida pelo biólogo Misael Medeiros, responsável pelas Práticas Integrativas e Complementares (PICS) da CAP 5.1. Durante a atividade, foram abordados conteúdos relacionados ao plantio e cultivo de hortaliças, incluindo alface verde e roxa, salsa, coentro, mostarda e cebolinha. A oficina teve como finalidade incentivar práticas sustentáveis no ambiente das unidades básicas de saúde, promovendo o cultivo de alimentos saudáveis e estimulando hábitos alimentares mais adequados entre os profissionais e suas famílias.

A iniciativa reforça a importância das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde como estratégias de promoção da saúde e qualidade de vida, além de contribuir para o fortalecimento do vínculo entre trabalhadores e o território, ampliando as possibilidades de cuidado para além do modelo tradicional assistencial.

A realização da reunião evidencia o compromisso com a qualificação das equipes eMulti e com a implementação de ações inovadoras e integradas no SUS, valorizando o cuidado ampliado, a promoção da saúde e o bem-estar dos trabalhadores e usuários.

As hortas e práticas de cultivo de alimentos trazem importantes benefícios para a nutrição e a saúde, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida. Entre esses benefícios, destaca-se o maior acesso a nutrientes, uma vez que possibilitam o consumo de alimentos mais frescos, com elevado valor nutricional e livres de defensivos químicos, indo diretamente da colheita para a mesa. Além disso, fortalecem a segurança alimentar ao combater a fome e a desnutrição, especialmente em comunidades periféricas, ampliando a oferta de hortaliças e frutas. Essas iniciativas também favorecem a mudança de hábitos alimentares, incentivando o consumo de alimentos naturais e orgânicos e reduzindo a dependência de produtos industrializados. Outro aspecto relevante é a contribuição para a saúde mental e física, já que o cultivo atua como uma atividade terapêutica, promovendo bem-estar, alívio do estresse e estímulo à atividade física. Por fim, destacam-se os impactos positivos na sustentabilidade, com a redução da pegada de carbono, ao evitar o transporte de longa distância dos alimentos, e o aproveitamento de resíduos orgânicos por meio da compostagem.

Profissionais Nutricionistas das Equipes eMulti – AP 5.1.

 

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção Primária à Saúde (APS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/atencao-primaria-a-saude

BRASIL. Ministério da Saúde. Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/p/praticas-integrativas-e-complementares

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/promocao-da-saude

BRASIL. Ministério da Saúde. Estratégia Saúde da Família e trabalho multiprofissional. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/e/estrategia-saude-da-familia

Reunião de Planejamento com os Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST)

No dia 24 de março de 2026, das 13h às 16h, foi realizada, na Sala de Reunião da OTICS, uma reunião de planejamento com os Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) do município do Rio de Janeiro, contando com a participação de um profissional de forma presencial e três participantes em formato online. O encontro teve como objetivo principal promover o alinhamento estratégico e a construção conjunta de ações voltadas à Saúde do Trabalhador no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A atividade integrou a agenda de articulação da Coordenação de Saúde do Trabalhador, reunindo representantes dos CERESTs para discutir diretrizes, prioridades e estratégias de atuação de forma integrada. A proposta foi fortalecer o trabalho em rede, garantindo maior efetividade nas ações de vigilância, promoção e cuidado à saúde dos trabalhadores nos diferentes territórios do município. Durante a reunião, foram abordados aspectos relacionados ao planejamento conjunto das ações, com ênfase na organização dos processos de trabalho, na definição de prioridades e no fortalecimento da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST). A iniciativa reforça a importância da integração entre os serviços para ampliar a capacidade de resposta às demandas relacionadas aos agravos à saúde decorrentes do trabalho.

A condução da atividade foi realizada por Flávia Oliveira, Coordenadora da Saúde do Trabalhador, que destacou a relevância do planejamento compartilhado como ferramenta essencial para a qualificação das ações e para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador no município.

A realização deste encontro reafirma o compromisso da gestão com a consolidação de práticas integradas e com o aprimoramento contínuo das estratégias de cuidado, contribuindo para a promoção de ambientes de trabalho mais seguros e saudáveis, em consonância com os princípios e diretrizes do SUS.

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-do-trabalhador

BRASIL. Ministério da Saúde. Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-do-trabalhador/cerest

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saude-do-trabalhador

BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema Único de Saúde (SUS): princípios e diretrizes. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sus

2º Ciclo Projeto Nós na Rede

Educação Permanente para Rede de Atenção Psicossocial no SUS

No dia 24 de março de 2026, no auditório, foi realizado o 1º encontro do 2º Ciclo do Projeto Nós na Rede – Educação Permanente para a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no Sistema Único de Saúde (SUS), com início às 9h e término às 16h30. A atividade marca o início de um ciclo formativo que se estenderá até o dia 1º de setembro de 2026, com encontros programados para os dias 12 de maio, 9 de junho, 4 de agosto e 1º de setembro, consolidando um processo contínuo de qualificação dos trabalhadores da rede. O evento é voltado para profissionais de nível superior, técnico e médio que atuam na Rede de Atenção Psicossocial, com foco no fortalecimento das práticas de cuidado em saúde mental no território. A condução das atividades está sob responsabilidade de Patrícia Miranda, Gerente II da SMS/SUBPAV/SSM, que coordena o processo formativo junto aos participantes.

O 2º Ciclo do Projeto Nós na Rede é uma iniciativa do Ministério da Saúde em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que tem como objetivo qualificar aproximadamente 42 mil profissionais em todo o país por meio de uma formação híbrida, com carga horária total de 120 horas. A proposta pedagógica está fundamentada na Educação Permanente em Saúde, valorizando as experiências e vivências dos trabalhadores, com vistas ao fortalecimento das práticas no cotidiano dos serviços. A estrutura do curso contempla quatro unidades temáticas que abordam aspectos essenciais da atenção psicossocial, incluindo o cuidado em liberdade, a organização do cuidado no território, a interface entre saúde mental e justiça, além das questões relacionadas ao uso de álcool e outras drogas. A metodologia adotada integra momentos de ensino a distância, com carga horária entre 80 e 90 horas, e encontros presenciais que totalizam 30 horas, promovendo espaços de troca, reflexão e construção coletiva.

O projeto também prioriza ações afirmativas e o engajamento dos municípios, com planejamento iniciado ainda no final de 2025, voltado à indicação de profissionais e à qualificação das informações pelos gestores locais. Nesse contexto, busca-se fortalecer o papel dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e das equipes da Atenção Primária à Saúde, incentivando práticas que reduzam a medicalização e promovam a inclusão social dos usuários, alinhadas aos princípios do cuidado em liberdade e da atenção integral no SUS.

A realização deste ciclo formativo reafirma o compromisso com a qualificação contínua dos trabalhadores da saúde e com o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial, contribuindo para a ampliação do acesso e da qualidade do cuidado em saúde mental no território.

 

 

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-mental/raps

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (FIOCRUZ). Formação e qualificação em saúde mental. Disponível em: https://portal.fiocruz.br

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/eps

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde mental e atenção psicossocial. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-mental

Saúde da População Negra e Acessibilidade Comunicativa

No dia 24 de março de 2026, no turno da tarde, foi realizada uma atividade voltada à qualificação das práticas em saúde, com foco na acessibilidade comunicativa e na promoção da saúde integral da população negra. A ação contou com a participação de Willian Inácio e Yasmin Guimarães, administrativos surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, além de Elvis Ferreira, apoiador da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores (RAP) da Saúde e Saúde Integral da População Negra – DAPS/CAP 5.1.

O encontro teve como objetivo fortalecer o acesso equitativo aos serviços de saúde, por meio da sensibilização e capacitação dos profissionais quanto à importância da comunicação inclusiva, especialmente para pessoas surdas, e à necessidade de implementação de práticas que considerem as especificidades e vulnerabilidades da população negra. A atividade também buscou promover a reflexão sobre o cuidado integral, alinhado aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), como universalidade, equidade e integralidade.

Durante a atividade, foram abordados temas relacionados à acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, destacando a importância da utilização de estratégias adequadas, como a Língua Brasileira de Sinais (Libras), para garantir o direito à informação e ao cuidado em saúde. Além disso, discutiu-se a saúde integral da população negra, com ênfase no enfrentamento das desigualdades raciais, no reconhecimento do racismo estrutural como determinante social da saúde e na promoção de práticas antirracistas no cotidiano dos serviços.

A relevância da temática é amplamente respaldada por políticas públicas e evidências científicas. O Ministério da Saúde, por meio da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, destaca a necessidade de enfrentar as iniquidades raciais no SUS e promover ações que garantam atenção integral a essa população. Da mesma forma, a acessibilidade comunicativa é reconhecida como um direito fundamental das pessoas com deficiência, sendo essencial para assegurar o acesso universal e igualitário aos serviços de saúde. Estudos apontam que barreiras comunicacionais impactam diretamente a qualidade do cuidado, podendo comprometer o diagnóstico, o tratamento e a adesão dos usuários.

Assim, iniciativas como essa reforçam o compromisso institucional com a promoção da equidade, da inclusão e da humanização no cuidado em saúde, contribuindo para a construção de um sistema mais acessível, justo e sensível às diversidades da população.

 

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Integral da População Negra

  • Ministério da Saúde – Diretrizes de Atenção à Pessoa com Deficiência no SUS

  • Organização Mundial da Saúde (OMS) – Determinantes Sociais da Saúde e Equidade

  • Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015)

Apresentação do Cerest Zona Oeste na Comissão

No dia 24 de março de 2026, das 9h30 às 13h, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS, a Reunião do CEREST Zona Oeste na Comissão Intersetorial Regional (CIR), com a participação presencial de dois profissionais. O encontro integrou o conjunto de ações estratégicas voltadas ao processo de habilitação do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) da Zona Oeste, etapa fundamental para o fortalecimento da Política de Saúde do Trabalhador no município do Rio de Janeiro. A reunião teve como pauta principal a apresentação institucional do CEREST Zona Oeste à Comissão Intersetorial Regional, destacando a relevância do serviço para a rede de atenção à saúde, bem como as ações já desenvolvidas no território. Nesse contexto, foi enfatizada a importância do reconhecimento, por parte da CIR, do papel estratégico do CEREST na vigilância, promoção e cuidado à saúde dos trabalhadores, etapa necessária para a aprovação da habilitação e continuidade do trâmite administrativo junto às instâncias competentes.

No período da tarde, as discussões avançaram para o planejamento integrado das ações em Saúde do Trabalhador, envolvendo os três CERESTs do município do Rio de Janeiro. O objetivo foi alinhar estratégias, fortalecer a atuação em rede e consolidar diretrizes comuns que ampliem a efetividade das ações voltadas à prevenção de agravos relacionados ao trabalho e à promoção de ambientes laborais mais saudáveis. A apresentação foi conduzida por Flávia Oliveira, Coordenadora da Saúde do Trabalhador, que destacou o compromisso da gestão com a ampliação e qualificação dos serviços ofertados, reforçando a importância da articulação intersetorial e do apoio institucional para a consolidação do CEREST Zona Oeste.

A realização desta reunião evidencia o avanço no processo de estruturação da Rede de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST), contribuindo para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador e para a garantia de cuidado integral no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fontes:

BRASIL. Ministério da Saúde. Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-do-trabalhador

BRASIL. Ministério da Saúde. Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-do-trabalhador/cerest

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saude-do-trabalhador

BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Comissões Intersetoriais. Disponível em: https://conselho.saude.gov.br

 

Reunião Técnica dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 20 de março de 2026, no auditório da OTICS Bangu foi o espaço da reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Grupo de Tabagismo do CMS Manoel Guilherme – AP 5.1

Grupo de Tabagismo promove palestra sobre Tabagismo e Câncer de Boca na AP 5.1

O Grupo de Tabagismo do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, na AP 5.1, realizou palestra educativa com o tema “Tabagismo e Câncer de Boca”, direcionada aos pacientes assistidos pela unidade. A atividade foi conduzida pelos profissionais Rose Sutil (Enfermeira), Eduardo Gonçalves (Farmacêutico), Stefany Silva (TSB) e Liane Nascimento (ACS), reforçando o compromisso da equipe multiprofissional com a promoção da saúde e a prevenção de agravos. A ação abordou os principais impactos do tabagismo na saúde bucal, os fatores de risco associados ao desenvolvimento do câncer de boca, sinais e sintomas de alerta, formas de prevenção e a importância da cessação do tabaco como medida fundamental para redução de riscos. Também foram apresentadas orientações sobre acompanhamento clínico e suporte ofertado pela unidade para quem deseja parar de fumar. O objetivo da palestra foi conscientizar os pacientes sobre os riscos do tabagismo, especialmente sua relação direta com o câncer de boca, além de incentivar a adesão ao tratamento para cessação do tabaco oferecido na Atenção Primária. A atividade também buscou fortalecer o vínculo entre equipe e usuários, promovendo educação em saúde baseada em informação qualificada.

O tabagismo é reconhecido como um dos principais fatores de risco evitáveis para o desenvolvimento de diversos tipos de câncer, incluindo o câncer de boca. A Atenção Primária à Saúde desempenha papel estratégico na prevenção, diagnóstico precoce e acompanhamento dos usuários, contribuindo para a redução da morbimortalidade associada ao consumo de tabaco. A realização de atividades educativas no território amplia o acesso à informação, estimula mudanças de comportamento e fortalece o cuidado integral. A atuação integrada entre enfermagem, farmácia, saúde bucal e agente comunitário potencializa os resultados, garantindo abordagem multiprofissional e centrada no usuário.

A iniciativa reafirma o compromisso da AP 5.1 com a promoção da saúde, a prevenção de doenças crônicas e o fortalecimento das ações do SUS no território.

Fontes

  • Instituto Nacional de Câncer (INCA). Informações sobre tabagismo e câncer de boca.

  • Ministério da Saúde. Programa Nacional de Controle do Tabagismo.

  • Organização Mundial da Saúde. Relatórios sobre tabagismo e prevenção do câncer.

Planejamento e Geoprocessamento Fortalecem Assistência na AP 5.1

No dia 19 de março de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, foi realizada reunião com os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, da AP 5.1. O encontro teve como objetivo a atualização dos cadastros da Rua da Usina, área coberta pela unidade, com foco no levantamento do quantitativo de moradores e na qualificação das informações territoriais. A atividade foi desenvolvida de forma integrada com os próprios Agentes da área, que participaram ativamente do levantamento em campo, contribuindo para a atualização e reestruturação do território adscrito. O trabalho também visa aprimorar a organização da assistência aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) na clínica de referência, garantindo maior precisão no planejamento das ações e na oferta de serviços. Participaram da reunião os ACS responsáveis pela área em questão, além de Viviane Lis, Diretora da DICA da CAP 5.1; Vivian Bravo, Auxiliar Administrativa da DICA; e Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1. A presença da equipe técnica reforçou a importância do uso de dados territoriais atualizados como ferramenta estratégica para o planejamento em saúde.

A atualização cadastral é um instrumento essencial da Atenção Primária à Saúde, pois permite conhecer a realidade demográfica e social do território, identificar vulnerabilidades e organizar de forma mais eficiente as ações de promoção, prevenção e cuidado. O trabalho conjunto entre ACS e equipe de geoprocessamento fortalece a territorialização, princípio estruturante da Estratégia Saúde da Família, e contribui para a ampliação do acesso e da resolutividade da assistência.

A iniciativa reafirma o compromisso da AP 5.1 com a qualificação permanente das informações em saúde e com o fortalecimento da organização do cuidado a partir das necessidades reais da população do território.

Fontes

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica (PNAB).

  • Portaria nº 2.436 de 2017 – Aprova a Política Nacional de Atenção Básica.

  • Sistema Único de Saúde – Princípios e diretrizes da Atenção Primária à Saúde.

VIGISOLO e Supervisão das Caracterizações dos Pontos de Exposição para Rota de Exposição

VIGISOLO e Supervisão das Caracterizações dos Pontos de Exposição para Rota de Exposição fortalecem ações de Vigilância Ambiental na AP 5.1

No dia 19 de março, das 9h às 12h, foi realizado no Laboratório de Informática da OTICS o encontro “VIGISOLO e Supervisão das Caracterizações dos Pontos de Exposição para Rota de Exposição”, com a participação de 10 Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) de Waldyr Franco. A atividade foi conduzida por Ney Jr. e Paulo Bueno, da área de Risco Não Biológico, no âmbito das ações da Gerência de Fatores de Risco Não Biológicos (GFRNB). O encontro teve como foco a supervisão técnica do trabalho de campo realizado pelos AVS, que identificaram e caracterizaram pontos de exposição em um raio de 400 metros a partir do Posto São Lourenço. A atividade integrou as ações do VIGISOLO, componente da Vigilância em Saúde Ambiental voltado ao monitoramento de áreas com potencial contaminação do solo, avaliando riscos à saúde humana decorrentes da exposição a contaminantes ambientais. Durante a supervisão, foram discutidos critérios técnicos para identificação dos pontos de exposição, análise das possíveis rotas de exposição (como contato direto com o solo, inalação de partículas ou ingestão indireta), qualificação dos registros e padronização das informações coletadas em campo. A troca de experiências entre os profissionais permitiu o alinhamento metodológico e o fortalecimento das estratégias de investigação ambiental no território.

O objetivo principal do evento foi aprimorar o trabalho de campo dos agentes, qualificando a identificação e a caracterização dos pontos de exposição relacionados às rotas de contaminantes. Essa etapa é fundamental para subsidiar análises de risco, orientar medidas preventivas e apoiar a tomada de decisão em saúde pública. A importância da atividade reside na consolidação de práticas baseadas em evidências e no fortalecimento da Vigilância em Saúde Ambiental como instrumento estratégico de proteção da população. A qualificação contínua dos AVS amplia a capacidade de resposta frente a situações de risco não biológico, contribuindo para a promoção de ambientes mais seguros e saudáveis.

A ação está alinhada às diretrizes do Ministério da Saúde no que se refere à Vigilância em Saúde Ambiental e às estratégias do programa VIGISOLO, que orienta a identificação, avaliação e gerenciamento de áreas com potencial risco à saúde humana devido à contaminação do solo.

Fontes

  • Ministério da Saúde. Diretrizes da Vigilância em Saúde Ambiental.

  • VIGISOLO. Programa de Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Solo Contaminado.

Curso de Libras para Profissionais da Atenção Primária da AP 5.1

Curso de LIBRAS fortalece a acessibilidade na Atenção Primária da AP 5.1

No dia 19 de março de 2026, a Área Programática 5.1 (AP 5.1) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro realizou mais um importante passo na consolidação de práticas inclusivas com a 5ª Turma do Curso de LIBRAS – Básico I, voltado aos profissionais de saúde da Atenção Primária. A iniciativa integra as ações estratégicas da DAPS/CAP 5.1 e reafirma o compromisso institucional com a ampliação do acesso e a qualificação do cuidado às pessoas surdas no território. O curso é coordenado por Renata Reis e Viviane Lins, da Assessoria PSE/PICS/RAP da Saúde da Secretaria Municipal de Saúde – DAPS/CAP 5.1, com o apoio de Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1. A formação conta ainda com a participação fundamental de Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa da CAP 5.1, cuja atuação fortalece a perspectiva bilíngue e a valorização da experiência da comunidade surda no processo formativo.

A proposta do Curso de LIBRAS – Básico I é oferecer aos trabalhadores e trabalhadoras da Atenção Primária conhecimentos introdutórios sobre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), sua estrutura linguística, aspectos culturais da comunidade surda e estratégias de comunicação no contexto dos serviços de saúde. O objetivo central é qualificar o atendimento, reduzir barreiras comunicacionais e promover maior autonomia e segurança às pessoas surdas usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS). A importância da iniciativa está diretamente relacionada ao princípio da equidade, um dos pilares do SUS. A comunicação é elemento essencial para o cuidado em saúde: impacta o acolhimento, o vínculo, a adesão ao tratamento e a compreensão das orientações clínicas. Ao investir na formação em LIBRAS, a AP 5.1 fortalece a humanização do atendimento e contribui para a efetivação do direito à saúde, assegurando que a pessoa surda seja atendida com respeito à sua língua e identidade cultural. Além de promover a inclusão, o curso também fomenta a Educação Permanente em Saúde, ampliando a sensibilidade das equipes para as dimensões da acessibilidade comunicativa e da diversidade no território. A presença de apoiadores surdos no processo formativo potencializa a troca de saberes, promove o protagonismo da comunidade surda e reforça a construção de práticas anticapacitistas e culturalmente competentes.

A realização da 5ª turma, em 19/03/2026, demonstra a continuidade e o fortalecimento da política de acessibilidade comunicativa na Atenção Primária da AP 5.1, consolidando um movimento institucional que reconhece a comunicação como ferramenta estratégica para a promoção da saúde integral.

Ao ampliar o repertório comunicacional dos profissionais e estimular a construção de serviços mais inclusivos, a CAP 5.1 reafirma seu compromisso com uma Atenção Primária resolutiva, humanizada e alinhada aos marcos legais que garantem os direitos linguísticos da pessoa surda no Brasil.

Fontes

  • Lei nº 10.436 de 2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e dá outras providências.

  • Decreto nº 5.626 de 2005 – Regulamenta a Lei nº 10.436/2002, estabelecendo a obrigatoriedade da acessibilidade comunicativa e da formação em LIBRAS.

  • Ministério da Saúde – Princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS).

  • Ministério da Educação – Diretrizes sobre educação bilíngue para surdos e reconhecimento da LIBRAS como língua oficial da comunidade surda brasileira.