Aula de Extensão II – Análise Epidemiológica – UCB – 2º Dia

Nesta data, 28 de março de 2025, aconteceu no auditório da OTICS Bangu, turno da manhã, o segundo dia da aula de Extensão II – Análise Epidemiológica – UCB, participaram da aula, 16 alunos, o público alvo foram os alunos do segundo período da faculdade de medicina da Universidade Castelo Branco. Os assuntos abordados foram, sistemas de informação e indicadores em saúde. O objetivo do evento foi, ministrar aula com os conteúdos sobre dados em saúde, principais sistemas de informação em saúde, qualidade dos dados, critérios de avaliação e construção dos indicadores em saúde e indicadores em saúde; os alunos também fizeram uma visita, em loco, na unidade da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1, com o propósito de conhecer o espaço físico da unidade; o laboratório de analises clinicas; o polo do Cerest Oeste; demais especialidades que a unidade oferece, como também a rotina de atendimentos. A responsável pela capacitação foi, Graziele Marques Rodrigues – Sanitarista e Epidemiologista da CAP 5.1.

Vigilância Epidemiológica tem como objetivo controlar doenças e eventos que possam impactar a saúde coletiva e individual.
Responsável pela capacitação foi, Graziele Marques Rodrigues – Sanitarista e Epidemiologista da CAP 5.1.
Os sistemas de informação em saúde são instrumentos padronizados de monitoramento e coleta de dados, que têm como objetivo primordial o fornecimento de informações para análise e melhor compreensão de importantes problemas de saúde da população, subsidiando a tomada de decisões nos níveis municipal, estadual e federal.

Ministério da Saúde lançou a publicação Dados para Vigilância, que apresenta as características históricas, operacionais e possibilidades analíticas dos sistemas de informação sob gestão do Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis. Esses sistemas possuem bases de dados sobre nascimentos, morbidade, mortalidade e fatores de risco para doenças crônicas, que permitem a obtenção de números com recortes por municípios, faixa etária ou sexo.

Os dados oriundos desses sistemas de informação podem ser utilizados para apoiar o planejamento de ações (visando a tomada de decisão baseada em evidências em todas as esferas do SUS), para subsidiar a construção de indicadores pactuados internacionalmente (como aqueles pertencentes à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas) e para a produção de conhecimento técnico (como boletins epidemiológicos) e científico (como publicações em periódicos nacionais e internacionais) por gestores, profissionais de saúde e acadêmicos.

A produção e a divulgação de informações em saúde constituem um componente essencial do SUS. A obra fornece informações teóricas e práticas sobre cada sistema, explicando seu objetivo, sua abrangência, como funciona, e seus principais indicadores e variáveis, além de histórico sobre sua criação, sua implementação e sobre os avanços que ocorreram com o passar do tempo.

Os indicadores de saúde do Ministério da Saúde são utilizados para medir a qualidade dos serviços de saúde, prever o estado de saúde da população e de grupos de paciente.  

Vigilância Epidemiológica tem como objetivo controlar doenças e eventos que possam impactar a saúde coletiva e individual.

A Vigilância Epidemiológica tem papel primordial na operacionalização de um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. Mudanças no perfil epidemiológico das populações, traduzidas pelo declínio das taxas de mortalidade por doenças infecciosas e parasitárias e pelo crescente aumento das mortes por causas externas e doenças crônicas, levaram à incorporação das doenças e agravos não transmissíveis ao escopo de atividades da vigilância epidemiológica. O acompanhamento desse perfil propicia o planejamento e a execução de ações de prevenção e controle dos agravos nos diversos níveis de atenção à saúde.

Atividades/Ações

  • Coleta de dados de doenças e agravos de notificação compulsória, a partir da rede local de Vigilância em Saúde
  • Acompanhamento de atividades da Rede de Vigilância em Saúde do município do Rio de Janeiro
  • Recomendação, monitoramento e avaliação de medidas de prevenção e controle de doenças e agravos no município do Rio de Janeiro
  • Educação permanente de profissionais da Rede de Vigilância em Saúde
  • Disseminação de informações de interesse para usuários, profissionais e gestores da rede municipal de saúde.

 

No campo da saúde, a vigilância está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Além disso, integra diversas áreas de conhecimento e aborda diferentes temas, tais como política e planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e saúde e processo de trabalho. A partir daí, a vigilância se distribui entre: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.

A vigilância epidemiológica reconhece as principais doenças de notificação compulsória e investiga epidemias que ocorrem em territórios específicos. Além disso, age no controle dessas doenças específicas.

A vigilância ambiental se dedica às interferências dos ambientes físico, psicológico e social na saúde. As ações neste contexto têm privilegiado, por exemplo, o controle da água de consumo humano, o controle de resíduos e o controle de vetores de transmissão de doenças – especialmente insetos e roedores.

 

As ações de vigilância sanitária dirigem-se, geralmente, ao controle de bens, produtos e serviços que oferecem riscos à saúde da população, como alimentos, produtos de limpeza, cosméticos e medicamentos. Realizam também a fiscalização de serviços de interesse da saúde, como escolas, hospitais, clubes, academias, parques e centros comerciais, e ainda inspecionam os processos produtivos que podem pôr em riscos e causar danos ao trabalhador e ao meio ambiente. Saiba mais: https://pensesus.fiocruz.br/vigil%C3%A2ncia-em-sa%C3%BAde

Vigilância Epidemiológica tem como objetivo controlar doenças e eventos que possam impactar a saúde coletiva e individual.
Alunos do segundo período da faculdade de medicina da Universidade Castelo Branco (UCB), Aula de Extensão II – Análise Epidemiológica – Visita Técica na Unidade PMGSF

 

Fonte: Sistema de Informação em Saúde

Aula de Extensão II – Análise Epidemiológica – UCB

Nesta data, 24 de março de 2025, aconteceu no auditório da OTICS Bangu, turno da manhã, a aula de Extensão II – Análise Epidemiológica – UCB, participaram da aula, 26 alunos, o público alvo foram os alunos do segundo período da faculdade de medicina da Universidade Castelo Branco. Os assuntos abordados foram, sistemas de informação e indicadores em saúde. O objetivo do evento foi, ministrar aula com os conteúdos sobre dados em saúde, principais sistemas de informação em saúde, qualidade dos dados, critérios de avaliação e construção dos indicadores em saúde e indicadores em saúde; os alunos também fizeram uma visita, em loco, na unidade da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1, com o propósito de conhecer o espaço físico da unidade; o laboratório de analises clinicas; o polo do Cerest Oeste; demais especialidades que a unidade oferece, como também a rotina de atendimentos. A responsável pela capacitação foi, Graziele Marques Rodrigues – Sanitarista e Epidemiologista da CAP 5.1.

Assuntos abordados na capacitação foram, sistemas de informação e indicadores em saúde.
Graziele Marques Rodrigues – Sanitarista e Epidemiologista da CAP 5.1.

Os sistemas de informação em saúde são instrumentos padronizados de monitoramento e coleta de dados, que têm como objetivo primordial o fornecimento de informações para análise e melhor compreensão de importantes problemas de saúde da população, subsidiando a tomada de decisões nos níveis municipal, estadual e federal.

Ministério da Saúde lançou a publicação Dados para Vigilância, que apresenta as características históricas, operacionais e possibilidades analíticas dos sistemas de informação sob gestão do Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis. Esses sistemas possuem bases de dados sobre nascimentos, morbidade, mortalidade e fatores de risco para doenças crônicas, que permitem a obtenção de números com recortes por municípios, faixa etária ou sexo.

Os dados oriundos desses sistemas de informação podem ser utilizados para apoiar o planejamento de ações (visando a tomada de decisão baseada em evidências em todas as esferas do SUS), para subsidiar a construção de indicadores pactuados internacionalmente (como aqueles pertencentes à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas) e para a produção de conhecimento técnico (como boletins epidemiológicos) e científico (como publicações em periódicos nacionais e internacionais) por gestores, profissionais de saúde e acadêmicos.

A produção e a divulgação de informações em saúde constituem um componente essencial do SUS. A obra fornece informações teóricas e práticas sobre cada sistema, explicando seu objetivo, sua abrangência, como funciona, e seus principais indicadores e variáveis, além de histórico sobre sua criação, sua implementação e sobre os avanços que ocorreram com o passar do tempo.

Os indicadores de saúde do Ministério da Saúde são utilizados para medir a qualidade dos serviços de saúde, prever o estado de saúde da população e de grupos de paciente.  

Assuntos abordados na capacitação foram, sistemas de informação e indicadores em saúde.
Aula de Extensão II – Análise Epidemiológica – USB

A Vigilância Epidemiológica tem papel primordial na operacionalização de um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. Mudanças no perfil epidemiológico das populações, traduzidas pelo declínio das taxas de mortalidade por doenças infecciosas e parasitárias e pelo crescente aumento das mortes por causas externas e doenças crônicas, levaram à incorporação das doenças e agravos não transmissíveis ao escopo de atividades da vigilância epidemiológica. O acompanhamento desse perfil propicia o planejamento e a execução de ações de prevenção e controle dos agravos nos diversos níveis de atenção à saúde.

Atividades/Ações

  • Coleta de dados de doenças e agravos de notificação compulsória, a partir da rede local de Vigilância em Saúde
  • Acompanhamento de atividades da Rede de Vigilância em Saúde do município do Rio de Janeiro
  • Recomendação, monitoramento e avaliação de medidas de prevenção e controle de doenças e agravos no município do Rio de Janeiro
  • Educação permanente de profissionais da Rede de Vigilância em Saúde
  • Disseminação de informações de interesse para usuários, profissionais e gestores da rede municipal de saúde.
Assuntos abordados na capacitação foram, sistemas de informação e indicadores em saúde.
Armadilha CDC e Ovitrampas (A armadilha CDC é um tipo de armadilha luminosa, enquanto a ovitrampa é uma armadilha para coletar ovos de mosquitos. Ambas são usadas para monitorar a presença de mosquitos).

No campo da saúde, a vigilância está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Além disso, integra diversas áreas de conhecimento e aborda diferentes temas, tais como política e planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e saúde e processo de trabalho. A partir daí, a vigilância se distribui entre: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.

A vigilância epidemiológica reconhece as principais doenças de notificação compulsória e investiga epidemias que ocorrem em territórios específicos. Além disso, age no controle dessas doenças específicas.

A vigilância ambiental se dedica às interferências dos ambientes físico, psicológico e social na saúde. As ações neste contexto têm privilegiado, por exemplo, o controle da água de consumo humano, o controle de resíduos e o controle de vetores de transmissão de doenças – especialmente insetos e roedores.

Assuntos abordados na capacitação foram, sistemas de informação e indicadores em saúde.

As ações de vigilância sanitária dirigem-se, geralmente, ao controle de bens, produtos e serviços que oferecem riscos à saúde da população, como alimentos, produtos de limpeza, cosméticos e medicamentos. Realizam também a fiscalização de serviços de interesse da saúde, como escolas, hospitais, clubes, academias, parques e centros comerciais, e ainda inspecionam os processos produtivos que podem pôr em riscos e causar danos ao trabalhador e ao meio ambiente. Saiba mais: https://pensesus.fiocruz.br/vigil%C3%A2ncia-em-sa%C3%BAde

Assuntos abordados na capacitação foram, sistemas de informação e indicadores em saúde.
Alunos do segundo período da faculdade de medicina da Universidade Castelo Branco – Realengo.

Fonte: Sistema de Informação em Saúde

Aula de Extensão II Epidemiologia – Universidade Castelo Branco

UTILIDADE PÚBLICA:

Nesta data, 06/09/2024, aconteceu no auditório da OTICS Bangu, turno da manhã, a aula de Extensão II Epidemiolgia, participaram da aula, 29 de medicina, o público alvo foram os alunos do segundo período da faculdade de medicina da Universidade Castelo Branco. O assunto abordado foi a “Introdução à Vigilância em Saúde”. O objetivo do encontro foi ministrar aula com os conteúdos sobre introdução à vigilância em saúde, mais visita ao polo de dengue da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1. A responsável pela capacitação foi Graziele Marques Rodrigues – Sanitarista e Epidemiologista da CAP 5.1.

Vigilância Epidemiológica tem como objetivo controlar doenças e eventos que possam impactar a saúde coletiva e individual.
Graziele Marques Rodrigues – Sanitarista e Epidemiologista – CAP 5.1

About the International Epidemiological Association

The International Epidemiological Association aims to facilitate communication amongst those engaged in research and teaching of epidemiology throughout the world, and to encourage its use in all fields of health including social, community and preventative medicine. These aims are achieved by:

  • holding scientific meetings such as the World Congress of Epidemiology, regional Conferences, and seminars,
  • by publication of the International Journal of Epidemiology, books such as the Dictionary of Epidemiology, and other items,
  • by contact amongst members and,
  • by other activities consistent with these aims.

Comprised of more than 1,300 members in more than 100 countries, IEA operates locally through regional offices in Africa, Europe, Latin America, Middle East/North Africa, North America, Southeast Asia, and the Western Pacific.  Click here to connect with IEA leaders in your area. Members are accepted without regard to race, religion, sex, political affiliation or country of origin. Fonte: https://ieaweb.org/

Tradução do texto acima:

A International Epidemiological Association tem como objetivo facilitar a comunicação entre aqueles envolvidos em pesquisa e ensino de epidemiologia em todo o mundo, e encorajar seu uso em todos os campos da saúde, incluindo medicina social, comunitária e preventiva. Esses objetivos são alcançados por: realização de reuniões científicas como o Congresso Mundial de Epidemiologia, conferências regionais e seminários, pela publicação do International Journal of Epidemiology, livros como o Dictionary of Epidemiology e outros itens, pelo contato entre os membros e, por outras atividades consistentes com esses objetivos. Composta por mais de 1.300 membros em mais de 100 países, a IEA opera localmente por meio de escritórios regionais na África, Europa, América Latina, Oriente Médio/Norte da África, América do Norte, Sudeste Asiático e Pacífico Ocidental. Clique aqui para se conectar com os líderes da IEA em sua área. Os membros são aceitos sem distinção de raça, religião, sexo, afiliação política ou país de origem.

Vigilância Epidemiológica tem como objetivo controlar doenças e eventos que possam impactar a saúde coletiva e individual.
Alunos do segundo período da faculdade de medicina da Universidade Castelo Branco – Polo Realengo-RJ

A Vigilância Epidemiológica tem papel primordial na operacionalização de um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. Mudanças no perfil epidemiológico das populações, traduzidas pelo declínio das taxas de mortalidade por doenças infecciosas e parasitárias e pelo crescente aumento das mortes por causas externas e doenças crônicas, levaram à incorporação das doenças e agravos não transmissíveis ao escopo de atividades da vigilância epidemiológica. O acompanhamento desse perfil propicia o planejamento e a execução de ações de prevenção e controle dos agravos nos diversos níveis de atenção à saúde.

Saiba mais clicando aqui: Vigilância Epidemiológica 

 

AULA DE EXTENSÃO – EPIDEMIOLOGIA

Nesta data, 18/03/2024, no auditório da OTICS Bangu, turno da manhã, tivemos a aula de extensão da disciplina epidemiologia, participaram do evento, 31 alunos de medicina, o público alvo foram, os alunos do segundo período da faculdade de medicina da Universidade Castelo Branco em Realengo – RJ. O assunto abordado foi a Introdução à Vigilância em Saúde, o objetivo foi ministrar aula com os conteúdos sobre introdução à vigilância em saúde, mais (+) visita ao polo de dengue da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1. Responsáveis pelo evento foram, Graziele Marques Rodrigues – Sanitarista e Epidemiologista da DVS CAP 5. 1 e Flávia – Supervisora do Laboratório de Análises Clínicas da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

A Vigilância Epidemiológica tem papel primordial na operacionalização de um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. Mudanças no perfil epidemiológico das populações, traduzidas pelo declínio das taxas de mortalidade por doenças infecciosas e parasitárias e pelo crescente aumento das mortes por causas externas e doenças crônicas, levaram à incorporação das doenças e agravos não transmissíveis ao escopo de atividades da vigilância epidemiológica. O acompanhamento desse perfil propicia o planejamento e a execução de ações de prevenção e controle dos agravos nos diversos níveis de atenção à saúde.

Saiba mais aqui: Vigilância Epidemiológica

O FETP do Ministério da Saúde (MS) Brasil é denominado Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos serviços do SUS e segue os pressupostos do CDC (Atlanta, EUA). Em nosso país, este programa foi instituído no ano 2000, no âmbito da Secretaria de Vigilância em Saúde com recursos do Ministério da Saúde e do empréstimo do Banco Mundial (Vigisus I) e é apoiado pelo CDC.

O EpiSUS está inserido no Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador (DSAST). Este programa de treinamento representa uma importante iniciativa na formação de recursos humanos para a saúde pública brasileira.

Piramide EpiSUS

Atualmente, o Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS (EpiSUS) é um dos eixos de atuação e passa a ofertar, dentro da expansão para Vigiar Internacional, treinamentos, oferecidos pela Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde do Brasil, para profissionais da área que pretendem contribuir na resposta às emergências em saúde pública nacional ou internacional. No momento não temos seleções abertas para o Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema único de Saúde – EpiSUS.

Saiba mais clicando aqui:  https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/episus

 

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina

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