Treinamento MEDIREC

OTICS Bangu sedia Treinamento MEDIREC voltado à qualificação do processo de regulação na AP 5.1

No dia 27 de novembro de 2025, o Laboratório de Informática da OTICS Bangu esteve proposto com mais um dia de Treinamento MEDIREC, atividade voltada para o aprimoramento dos fluxos de regulação e agendamento de encaminhamentos via SISREG. O encontro programado das 14h às 17h, o treinamento reunirá 25 participantes, entre gerentes, responsáveis técnicos (RTs) médicos e de enfermagem, além de agentes comunitários de saúde (ACSs) da Área Programática 5.1. A capacitação é organizada por Priscila Mafra, RT médica da CAP 5.1, e conduzida por Tarek Nabaa, representante da plataforma MediRec. O conteúdo aborda diretamente a utilização do sistema para solicitações de encaminhamentos, com foco em fortalecer a qualificação do processo de regulação e garantir maior eficiência no acesso da população aos serviços de saúde.

Treinamento conduzido por Tarek Nabaa, representante da plataforma MediRec.

Segundo o Ministério da Saúde, a regulação em saúde é um dos pilares para a organização da rede de atenção, garantindo que os cidadãos tenham acesso de forma ordenada, equitativa e em tempo adequado aos recursos disponíveis (Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/drac/regulacao).

A iniciativa reafirma o compromisso da CAP 5.1 em promover a formação continuada dos profissionais e em investir em ferramentas que ampliem a resolutividade e qualifiquem a gestão em saúde no território.

O treinamento MEDIREC é um processo de capacitação para o uso da plataforma MEDIREC, uma ferramenta de regulação de saúde que se integra ao SISREGEsses treinamentos são realizados para orientar e capacitar profissionais de saúde, como médicos e gestores, para otimizar a comunicação e o fluxo de informações dentro do sistema de saúde, garantindo o uso adequado da ferramenta para a regulação de leitos e outros serviços. 
Objetivo do Treinamento MEDIREC
  • Capacitação dos profissionais: Ensinar médicos responsáveis técnicos (RTs) e gestores a utilizar a ferramenta de regulação do SISREG de forma eficiente.
  • Integração com o SISREG: Garantir que os profissionais saibam como a ferramenta MEDIREC se integra ao prontuário eletrônico e outras funcionalidades do sistema de regulação do Ministério da Saúde.
  • Melhora na regulação: Otimizar a comunicação e o gerenciamento de informações para a regulação de serviços, como internações e alocação de leitos.

Quem realiza o Treinamento MEDIREC 

  • OTICS-RioVárias unidades de atendimento da OTICS-Rio (Observatório de Tecnologias de Informação e Comunicação em Sistemas e Serviços de Saúde (OTICS) da cidade do Rio de Janeiro é um projeto de extensão comunitária financiado pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio), que tem como objetivo desenvolver e implementar um conjunto de soluções tecnológicas para qualificar a rede de trabalhadores do SUS, através de educação permanente e continuada, monitoramento, avaliação de indicadores de saúde e desenvolvimento de estratégias de comunicação que facilitam o acesso e a troca de informações entre profissionais de saúde e a sociedade civil) têm realizado esses treinamentos em diferentes áreas e locais do Rio de Janeiro.

Contexto de Uso 

  • Setor público de saúde
    O MEDIREC e seus treinamentos são voltados para a área da saúde pública, com foco no sistema do SUS (Sistema Único de Saúde).
  • Regulação hospitalar
    A plataforma é utilizada para regular leitos hospitalares e agendar internações, tanto de urgência quanto eletivas.
Público alvo do evento, gerentes, responsáveis técnicos (RTs) médicos e de enfermagem, além de agentes comunitários de saúde (ACSs) da Área Programática 5.1.

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13ª Aula e Encerramento do Curso Básico II de Libras

OTICS Bangu realiza 13ª aula e encerramento do Curso Básico II de Libras para profissionais da Atenção Primária

Na tarde do dia 27 de novembro de 2025, com o apoio da OTICS Bangu, o auditório da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, recebeu a turma do Curso Básico II de Libras para a realização da 13ª e última aula, marcando o encerramento da formação voltada aos profissionais de saúde da Atenção Primária da Área Programática 5.1. A atividade contou com a participação da equipe de apoiadores da CAP 5.1: Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1; Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa da CAP 5.1; além da fonoaudióloga Renata Reis, do CER, que atua como mediadora do curso. O principal objetivo da iniciativa é capacitar os profissionais de saúde para uma comunicação eficaz, acolhedora e humanizada com pacientes surdos, fortalecendo o acesso e a qualidade do atendimento, e promovendo uma experiência de saúde mais inclusiva. Ao longo das aulas, o curso abordou não apenas a aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais (Libras), mas também aspectos da cultura surda, fundamentais para a construção de um cuidado equitativo e para a redução das barreiras de comunicação nos serviços de saúde. O encerramento reafirma o compromisso da CAP 5.1 em investir na formação continuada dos profissionais e em promover práticas de saúde acessíveis e inclusivas para toda a população.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

 

Fontes:

Libras

Central Carioca de Libras 

Acessibilidade Comunicativa

Curso de Libras para Profissionais da Atenção Primária  Sala de Apoio à Gestão – OTICS Bangu

Na manhã desta quarta-feira, 19 de novembro de 2025, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu Yasmin Guimarães, integrante da Equipe de Acessibilidade Comunicativa e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, para o acompanhamento do curso de Libras e o acompanhamento do processo de trabalho, como a mediação de atendimentos a usuários surdos. O objetivo da iniciativa é fortalecer a acessibilidade comunicativa no Sistema Único de Saúde (SUS), assegurando o direito à comunicação, à inclusão e ao atendimento humanizado das pessoas surdas nos serviços de saúde. O curso é direcionado aos profissionais da Atenção Primária, que desempenham papel essencial no primeiro acolhimento e na continuidade do cuidado no território.

A importância dessa ação está na promoção de um ambiente mais inclusivo e acessível, alinhado às diretrizes da Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência (Portaria nº 1.060/2002) e da Lei nº 10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão. Por meio da capacitação, busca-se reduzir barreiras linguísticas, melhorar a comunicação entre profissionais e usuários surdos e garantir a equidade no acesso aos serviços de saúde.

A iniciativa reforça o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV/SMS-Rio) com a formação continuada das equipes de saúde, o fortalecimento da acessibilidade comunicativa e a efetivação dos princípios de universalidade, equidade e integralidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fontes:

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)

  • Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV)

  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)

  • Rede OTICS-Rio

  • Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (DAPS/SMS-Rio)

  • Lei nº 10.436/2002 – Reconhece a Libras como meio legal de comunicação

  • Portaria nº 1.060/2002 – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência

Qualificação de Registros para Psicólogos Clínicos da Atenção Primária Prisional

OTICS Bangu recebe atividade de Educação Permanente em Qualificação de Registros para Psicólogos Clínicos da Atenção Primária Prisional

Na tarde do dia 18 de novembro, das 13h30 às 17h, o Laboratório de Informática da OTICS Bangu sediou o encontro “Educação Permanente em Qualificação de Registros”, voltado especificamente aos Psicólogos Clínicos da Atenção Primária Prisional (APP). A atividade contou com a participação de 10 profissionais e foi conduzida por Caroline Falzoni, Analista de Informação em Saúde Prisional. A ação teve como objetivo fortalecer a educação permanente no âmbito da saúde prisional, aprimorando a qualidade dos registros realizados pelos profissionais de psicologia. A iniciativa busca alinhar práticas documentais aos padrões estabelecidos pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio), garantindo maior precisão, integridade e confiabilidade das informações produzidas no cotidiano assistencial.

Segundo Caroline Falzoni, “qualificar os registros é fundamental para garantir a continuidade do cuidado, a fidedignidade dos dados e a construção de indicadores que orientem decisões em saúde pública.”

A qualificação dos registros clínicos é uma diretriz reforçada pela Coordenação de Informação e Saúde Digital da SMS-Rio, que orienta o uso adequado dos sistemas de informação como ferramenta estruturante da gestão e da prática assistencial. Essa atividade é essencial para, aprimorar a qualidade dos indicadores de performance da Atenção Primária Prisional; garantir registros consistentes, claros e alinhados às normativas municipais; subsidiar ações de gestão, monitoramento e avaliação dos serviços e fortalecer o cuidado longitudinal e a segurança do usuário no contexto prisional.

Tais práticas são consideradas estratégicas pela SMS-Rio, que destaca que “informações qualificadas são fundamentais para decisões assertivas e para a organização da rede de cuidado.”

Conteúdos abordados

Durante o encontro, foram trabalhados aspectos essenciais à prática documental, incluindo:

  • Padronização e qualificação dos registros clínicos realizados pelos psicólogos da APP;

  • Importância dos registros para os indicadores de performance e para o monitoramento das ações;

  • Boas práticas de escrita técnica no prontuário;

  • Uso adequado de sistemas e ferramentas de informação em saúde;

  • Impacto dos dados na organização do cuidado e na tomada de decisões.

Os participantes tiveram a oportunidade de revisar procedimentos, esclarecer dúvidas e alinhar metodologias que contribuem para maior precisão e eficiência no uso das informações produzidas diariamente.

Compromisso com a formação continuada

A OTICS Bangu reforça seu compromisso em oferecer espaços e suporte para atividades de Educação Permanente em Saúde, em consonância com as políticas e diretrizes da Secretaria Municipal de Saúde, promovendo o aperfeiçoamento constante das equipes e a qualificação dos serviços prestados à população.

Educação Permanente em Qualificação de Registros para Psicólogos Clínicos da Atenção Primária Prisional.

Fonte: PNAISP

Curso Básico II de Libras – 12ª Aula

OTICS Bangu realiza 12ª aula do Curso Básico II de Libras para profissionais da Atenção Primária

Na tarde do dia 13 de novembro de 2025, com o apoio da OTICS Bangu , o auditório da OTICS Bangu recebeu a turma do  Curso Básico II de Libras – 12ª Aula, direcionado aos profissionais de saúde da Atenção Primária da Área Programática 5.1. A atividade contou com a participação da equipe de apoiadores da CAP 5.1, Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa da CAP 5.1, além da fonoaudióloga Renata Reis, do CER, que atua como mediadora do curso. O principal objetivo da iniciativa é capacitar os profissionais de saúde para a comunicação eficaz e humanizada com pacientes surdos, fortalecendo o acesso e a qualidade do atendimento, além de promover uma experiência de saúde mais inclusiva. O curso aborda não apenas a aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais (Libras), mas também aspectos relacionados à cultura surda, essenciais para a construção de um atendimento equitativo e para a redução das barreiras de comunicação. A ação reafirma o compromisso da CAP 5.1 em investir na formação continuada de seus profissionais e em promover práticas de saúde acessíveis a toda a população.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

 

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

 

Fontes:

Libras

Central Carioca de Libras 

Trabalhos de Conclusão de Estágio Obrigatório em Biomedicina

Acadêmicos de Biomedicina realizam Trabalho de Conclusão de Estágio Obrigatório na OTICS Bangu

Na tarde do dia 7 de novembro de 2025, das 13h às 15h, o auditório da OTICS Bangu sediou a apresentação dos Trabalhos de Conclusão de Estágio Obrigatório (TCE) em Biomedicina. O evento contou com a participação de 2 acadêmicos e estagiários técnicos em Análises Clínicas, que apresentaram os resultados e aprendizados adquiridos ao longo de suas atividades práticas. O estágio supervisionado foi realizado no Laboratório de Análises Clínicas da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira – AP 5.1, espaço que tem se destacado como campo de formação e aperfeiçoamento para estudantes da área biomédica. O encontro teve como objetivo principal a avaliação final dos acadêmicos de Biomedicina, etapa fundamental para a conclusão do processo formativo. Durante as apresentações, os participantes abordaram temas relacionados às práticas laboratoriais, metodologias de diagnóstico e controle de qualidade em análises clínicas, reforçando a importância da experiência prática para o desenvolvimento profissional. Os trabalhos apresentados foram, Acadêmica de Biomedicina Daynny Elizabeth Pereira Barbosa Gomes Frota com o tema, Baciloscopia no Diagnóstico da Tuberculose importância e desafios do laboratório clínico e Acadêmica de Biomedicina Gabriele Cunha da Silva, com o tema, Diabetes mellitus papel dos exames laboratoriais no diagnóstico e monitoramento. 

Além dos acadêmicos de Biomedicina, o evento contou com a participação de David Luiz – técnico de laboratório, servidor, e da Renata Colen – técnica de laboratório, servidora, ambos na banca examinadora, fortalecendo a integração entre os diferentes níveis de formação na área da saúde e promovendo a troca de saberes e experiências. A condução da atividade ficou sob responsabilidade de Flávia de Souza Soto, bióloga e preceptora, que destaca o empenho e a evolução técnica dos estagiários, ressaltando a relevância do estágio como elo entre o conhecimento acadêmico e o cotidiano dos serviços de saúde.

Biomedicina (também conhecida como medicina ocidental, medicina tradicional ou medicina convencional)[1] é um ramo da ciência médica que aplica princípios biológicos e fisiológicos à prática clínica. A biomedicina enfatiza o tratamento padronizado e baseado em evidências, validado por meio de pesquisas biológicas, com tratamento administrado por médicosenfermeiras e outros profissionais licenciados formalmente treinados.

A biomedicina também pode se relacionar com muitas outras categorias em campos relacionados à saúde e biológicos. Tem sido o sistema dominante de medicina nos Reinos Bárbaros por mais de um século. Inclui muitas disciplinas biomédicas e áreas de especialidade que normalmente contêm o prefixo “bio-“, como biologia molecularbioquímicabiotecnologiabiologia celularembriologiananobiotecnologiaengenharia biológica, biologia médica laboratorialcitogenéticagenéticaterapia genéticabioinformáticabioestatísticabiologia de sistemasneurociênciamicrobiologiavirologiaimunologiaparasitologiafisiologia,

patologiaanatomiatoxicologia e muitas outras que geralmente dizem respeito às ciências da vida aplicadas à medicina.

Biomedicina

📚 Fontes:

Acompanhamento Pedagógico e Planejamento do Curso de Libras

Planejamento Pedagógico do Curso de Libras Básico II reforça compromisso com a acessibilidade comunicativa no SUS

Na tarde do dia 7 de novembro de 2025, foi realizada, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, uma atividade de planejamento pedagógico do Curso de Libras Básico II. O encontro contou com a participação do apoiador surdo Willian Inácio, integrante da Equipe de Acessibilidade Comunicativa – CAP 5.1, que contribuiu com sua experiência para o aprimoramento das estratégias de ensino e das práticas pedagógicas voltadas à formação dos profissionais da rede, o planejamento teve como propósito estruturar as ações e os conteúdos da próxima etapa do curso, ampliando o conhecimento dos participantes sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e fortalecendo as práticas de acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde. Essa iniciativa busca promover a inclusão de pessoas surdas no SUS, assegurando um atendimento mais humano, acessível e equitativo. A ação reforça o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais e com a implementação de políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

 

 Equipe de Acessibilidade Comunicativa – CAP 5.1 / OTICS Bangu

Fontes: Libras

Central Carioca de Libras 

Curso Básico II de Libras – 11ª Aula

OTICS Bangu realiza 11ª aula do Curso Básico II de Libras para profissionais da Atenção Primária

Na tarde do dia 6 de novembro de 2025, com o apoio da OTICS Bangu , o auditório da OTICS Bangu recebeu a turma do  Curso Básico II de Libras – 11ª Aula, direcionado aos profissionais de saúde da Atenção Primária da Área Programática 5.1. A atividade contou com a participação da equipe de apoiadores da CAP 5.1, Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa da CAP 5.1, além da fonoaudióloga Renata Reis, do CER, que atua como mediadora do curso. O principal objetivo da iniciativa é capacitar os profissionais de saúde para a comunicação eficaz e humanizada com pacientes surdos, fortalecendo o acesso e a qualidade do atendimento, além de promover uma experiência de saúde mais inclusiva. O curso aborda não apenas a aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais (Libras), mas também aspectos relacionados à cultura surda, essenciais para a construção de um atendimento equitativo e para a redução das barreiras de comunicação. A ação reafirma o compromisso da CAP 5.1 em investir na formação continuada de seus profissionais e em promover práticas de saúde acessíveis a toda a população.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

A acessibilidade comunicativa na Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro se manifesta por meio de projetos que visam a inclusão de profissionais capacitados em Libras para atendimento, a disponibilização de informações em formatos acessíveis, como o uso do 1746 para dúvidas, e a articulação com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência para a implementação de políticas mais abrangentes. Essa iniciativa busca eliminar barreiras na comunicação e garantir que pessoas com deficiência tenham acesso à informação e aos serviços de saúde.

Fontes:

Libras

Central Carioca de Libras 

Cerimônia do Jaleco

Cerimônia do Jaleco  2º Semestre de 2025 – OTICS Bangu / Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1

Na tarde de 5 de novembro de 2025, o auditório da OTICS Bangu recebeu a Cerimônia do Jaleco dos estagiários do Curso Técnico em Análises Clínicas e acadêmicos de Biomedicina, acompanhados de seus familiares. O evento contou com a presença de cerca de 40 participantes e foi conduzido pela bióloga e responsável técnica do Laboratório da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, Flávia Soto, preceptora dos estudantes. A Cerimônia do Jaleco é um rito simbólico e tradicional nos cursos da área da saúde, representando a passagem do estudante da teoria para a prática profissional. Nesse momento, o ato de um familiar vestir o jaleco no estudante marca o compromisso com a ética, o cuidado e a responsabilidade na atuação em saúde, reforçando valores como humanização, empatia e respeito à vida.

Flávia Soto, preceptora dos estudantes.

O objetivo da cerimônia é valorizar o papel social do futuro profissional da saúde, reconhecendo o esforço e a dedicação dos estudantes, além de aproximar as famílias do ambiente formativo, fortalecendo o sentido de pertencimento e de compromisso coletivo com o SUS e com a qualidade do cuidado prestado à população.

Estagiários do Curso Técnico em Análises Clínicas e acadêmicos de Biomedicina, Aline Laurentino Mattos; Gabriele Cunha da Silva; Geiza Santos Ortega Souza; Joyce Justo de oliveira Caetano; Juliana Souza Pamplona dos santos; Larissa de Souza Nery; Manuela penha da Silva; Sandreane Tomaz Pacheco; Tuany Garcia Chaves e Vanessa Regina Souza Valverde Mendes.

A importância desse evento vai além do simbolismo: trata-se de um momento de reflexão sobre o papel ético e científico dos profissionais de saúde, estimulando a formação de trabalhadores conscientes de sua missão social e preparados para atuar com excelência e sensibilidade nos serviços públicos de saúde.

A iniciativa reforça o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) com a formação técnica e científica de qualidade, apoiando a integração ensino-serviço e o desenvolvimento de práticas que contribuam para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

👏 Parabenizamos todos os estudantes pela conquista e pela dedicação demonstrada ao longo de sua trajetória acadêmica. Que esta nova etapa seja marcada por aprendizado, ética e compromisso com o cuidado integral em saúde. O jaleco branco simboliza não apenas o início da prática profissional, mas também a responsabilidade e o orgulho de servir à sociedade com competência e humanidade.

Fontes:

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)

  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)

  • Rede OTICS-Rio

  • Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho

  • Ministério da Saúde – Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos da Área da Saúde

📍 Assessoria de Comunicação – CAP 5.1 / Rede OTICS-Rio

Acompanhamento do Curso de Libras

Curso de Libras para Profissionais da Atenção Primária  Sala de Apoio à Gestão – OTICS Bangu

Na manhã desta segunda-feira, 3 de novembro de 2025, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu Yasmin Guimarães, integrante da Equipe de Acessibilidade Comunicativa e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, para o acompanhamento do curso de Libras e a mediação de atendimentos a usuários surdos. O objetivo da iniciativa é fortalecer a acessibilidade comunicativa no Sistema Único de Saúde (SUS), assegurando o direito à comunicação, à inclusão e ao atendimento humanizado das pessoas surdas nos serviços de saúde. O curso é direcionado aos profissionais da Atenção Primária, que desempenham papel essencial no primeiro acolhimento e na continuidade do cuidado no território.

A importância dessa ação está na promoção de um ambiente mais inclusivo e acessível, alinhado às diretrizes da Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência (Portaria nº 1.060/2002) e da Lei nº 10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão. Por meio da capacitação, busca-se reduzir barreiras linguísticas, melhorar a comunicação entre profissionais e usuários surdos e garantir a equidade no acesso aos serviços de saúde.

A iniciativa reforça o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV/SMS-Rio) com a formação continuada das equipes de saúde, o fortalecimento da acessibilidade comunicativa e a efetivação dos princípios de universalidade, equidade e integralidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fontes:

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)

  • Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV)

  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)

  • Rede OTICS-Rio

  • Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (DAPS/SMS-Rio)

  • Lei nº 10.436/2002 – Reconhece a Libras como meio legal de comunicação

  • Portaria nº 1.060/2002 – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência