Aula de Extensão II – Análise Epidemiológica

Aula de Extensão II aborda Vigilância Epidemiológica na OTICS Bangu

No dia 5 de setembro de 2025, a OTICS Bangu sediou a Aula de Extensão II – Análise Epidemiológica, promovida pela Universidade Castelo Branco. O encontro ocorreu no auditório do observatório, das 8h às 12h, e reuniu 31 estudantes do segundo período do curso de Medicina da instituição. A atividade teve como tema central a Vigilância Epidemiológica, sendo conduzida por Graziele Marques Rodrigues, Sanitarista e Epidemiologista, que apresentou conteúdos voltados para o processo de notificação das doenças de notificação compulsória, além de destacar os fluxos de investigação epidemiológica e laboratorial.

Vigilância Epidemiológica tem como objetivo controlar doenças e eventos que possam impactar a saúde coletiva e individual.
Professora Graziele Marques Rodrigues, Sanitarista e Epidemiologista.

O encontro contou ainda com a participação de Flavia de Souza Soto, Bióloga Especialista em Citologia Oncótica e Análises Clínicas, Responsável Técnica pelo Laboratório de Análises Clínicas da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho. Durante sua contribuição, Flavia apresentou o laboratório e os serviços oferecidos, entre eles:

  • Baciloscopia para Tuberculose e Hanseníase para as áreas programáticas 5.1, 5.2 e 5.3;

  • Hematologia, incluindo Hemogramas em casos suspeitos de Dengue e Hemoglobinopatias;

  • Triagem e pré-analítico de agravos de saúde pública da área 5.1, abrangendo a rede de hospitais e UPAs;

  • Serviços de Urinálise e Parasitologia.

Vigilância Epidemiológica tem como objetivo controlar doenças e eventos que possam impactar a saúde coletiva e individual.
Flavia de Souza Soto, Bióloga Especialista em Citologia Oncótica e Análises Clínicas.

A iniciativa teve como principal objetivo aprofundar os conhecimentos dos futuros médicos sobre os mecanismos de monitoramento e resposta às doenças de interesse em saúde pública, fortalecendo a formação acadêmica e aproximando os estudantes da prática em serviços de saúde.

A OTICS Bangu reforça, assim, seu papel como espaço de apoio à formação, integração e qualificação de profissionais e estudantes, contribuindo para a melhoria da atenção em saúde e para a promoção da vigilância em saúde no território.

Vigilância Epidemiológica tem como objetivo controlar doenças e eventos que possam impactar a saúde coletiva e individual.
Aula de Extensão II – Análise Epidemiológica – UCB.

Os sistemas de informação em saúde são instrumentos padronizados de monitoramento e coleta de dados, que têm como objetivo primordial o fornecimento de informações para análise e melhor compreensão de importantes problemas de saúde da população, subsidiando a tomada de decisões nos níveis municipal, estadual e federal.

Ministério da Saúde lançou a publicação Dados para Vigilância, que apresenta as características históricas, operacionais e possibilidades analíticas dos sistemas de informação sob gestão do Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis. Esses sistemas possuem bases de dados sobre nascimentos, morbidade, mortalidade e fatores de risco para doenças crônicas, que permitem a obtenção de números com recortes por municípios, faixa etária ou sexo.

Os dados oriundos desses sistemas de informação podem ser utilizados para apoiar o planejamento de ações (visando a tomada de decisão baseada em evidências em todas as esferas do SUS), para subsidiar a construção de indicadores pactuados internacionalmente (como aqueles pertencentes à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas) e para a produção de conhecimento técnico (como boletins epidemiológicos) e científico (como publicações em periódicos nacionais e internacionais) por gestores, profissionais de saúde e acadêmicos.

A produção e a divulgação de informações em saúde constituem um componente essencial do SUS. A obra fornece informações teóricas e práticas sobre cada sistema, explicando seu objetivo, sua abrangência, como funciona, e seus principais indicadores e variáveis, além de histórico sobre sua criação, sua implementação e sobre os avanços que ocorreram com o passar do tempo.

Os indicadores de saúde do Ministério da Saúde são utilizados para medir a qualidade dos serviços de saúde, prever o estado de saúde da população e de grupos de paciente.  

 

Vigilância Epidemiológica tem como objetivo controlar doenças e eventos que possam impactar a saúde coletiva e individual.
Estudantes do segundo período do curso de Medicina da instituição Universidade Castelo Branco – Polo de Realengo.

A Vigilância Epidemiológica tem papel primordial na operacionalização de um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. Mudanças no perfil epidemiológico das populações, traduzidas pelo declínio das taxas de mortalidade por doenças infecciosas e parasitárias e pelo crescente aumento das mortes por causas externas e doenças crônicas, levaram à incorporação das doenças e agravos não transmissíveis ao escopo de atividades da vigilância epidemiológica. O acompanhamento desse perfil propicia o planejamento e a execução de ações de prevenção e controle dos agravos nos diversos níveis de atenção à saúde.

Vigilância Epidemiológica tem como objetivo controlar doenças e eventos que possam impactar a saúde coletiva e individual.
As armadilhas CDC são armadilhas luminosas que capturam mosquitos adultos, enquanto as ovitrampas são recipientes com água e uma palheta que atraem fêmeas para a postura de ovos. As armadilhas CDC usam luz e sucção para pegar mosquitos adultos, servindo para monitorar populações de insetos em áreas específicas. As ovitrampas são usadas para detectar a presença de mosquitos em áreas novas ou infestadas, monitorando a quantidade de ovos e avaliando as ações de controle vetorial.

Atividades/Ações

  • Coleta de dados de doenças e agravos de notificação compulsória, a partir da rede local de Vigilância em Saúde
  • Acompanhamento de atividades da Rede de Vigilância em Saúde do município do Rio de Janeiro
  • Recomendação, monitoramento e avaliação de medidas de prevenção e controle de doenças e agravos no município do Rio de Janeiro
  • Educação permanente de profissionais da Rede de Vigilância em Saúde
  • Disseminação de informações de interesse para usuários, profissionais e gestores da rede municipal de saúde.

 

No campo da saúde, a vigilância está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Além disso, integra diversas áreas de conhecimento e aborda diferentes temas, tais como política e planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e saúde e processo de trabalho. A partir daí, a vigilância se distribui entre: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.

A vigilância epidemiológica reconhece as principais doenças de notificação compulsória e investiga epidemias que ocorrem em territórios específicos. Além disso, age no controle dessas doenças específicas.

A vigilância ambiental se dedica às interferências dos ambientes físico, psicológico e social na saúde. As ações neste contexto têm privilegiado, por exemplo, o controle da água de consumo humano, o controle de resíduos e o controle de vetores de transmissão de doenças – especialmente insetos e roedores.

As ações de vigilância sanitária dirigem-se, geralmente, ao controle de bens, produtos e serviços que oferecem riscos à saúde da população, como alimentos, produtos de limpeza, cosméticos e medicamentos. Realizam também a fiscalização de serviços de interesse da saúde, como escolas, hospitais, clubes, academias, parques e centros comerciais, e ainda inspecionam os processos produtivos que podem pôr em riscos e causar danos ao trabalhador e ao meio ambiente. Saiba mais: https://pensesus.fiocruz.br/vigil%C3%A2ncia-em-sa%C3%BAde

 

Vigilância Epidemiológica tem como objetivo controlar doenças e eventos que possam impactar a saúde coletiva e individual.
Aula de Extensão II – Análise Epidemiológica – UCB – Ciclo de Vigilância em Saúde.

 

Fonte: Sistema de Informação em Saúde

Elaboração da 2ª Turma do Curso Básico II de LIBRAS

No dia 4 de setembro de 2025, no turno da manhã, a sala de apoio à gestão da OTICS Bangu recebeu uma atividade voltada à organização e fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na Atenção Primária à Saúde (AP 5.1). O encontro teve como objetivo atualizar a planilha de acompanhamento e estruturar a 2ª Turma do Curso Básico II de LIBRAS, destinado aos profissionais de saúde da região, ampliando as oportunidades de formação para o atendimento qualificado à população surda. Participaram da atividade Willian Inácio e Yasmin Guimarães, Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, e Elvis Ferreira, Apoiador da Equipe de Acessibilidade Comunicativa / RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1. A iniciativa reforça o compromisso da Secretaria Municipal de Saúde em promover inclusão, acessibilidade e qualificação profissional, fortalecendo o cuidado em saúde pautado na equidade e no respeito à diversidade.

Na sala de apoio à gesta da OTICS Bangu, atualização de planilha e elaboração da 2ª Turma do Curso Básico II de LIBRAS.
Willian Inácio e Yasmin Guimarães, Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, e Elvis Ferreira, Apoiador da Equipe de Acessibilidade Comunicativa / RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

Fontes: Libras

Central Carioca de Libras 

Na sala de apoio à gesta da OTICS Bangu, atualização de planilha e elaboração da 2ª Turma do Curso Básico II de LIBRAS.
Atualização de planilha e de acompanhamento, e também estruturar a 2ª Turma do Curso Básico II de LIBRAS,

A PNSIPN é um compromisso firmado pelo Ministério da Saúde no combate às desigualdades no Sistema Único de Saúde (SUS) e na promoção da saúde da população negra de forma integral, considerando que as iniquidades em saúde são resultados de injustos processos socioeconômicos e culturais – em destaque, o vigente racismo – que corroboram com a morbimortalidade das populações negras brasileiras. Para implementar a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, é necessário que gestores, movimentos sociais, conselheiros e profissionais do SUS trabalhem em prol da melhoria das condições de saúde da população negra, a partir da compreensão de suas vulnerabilidades e do reconhecimento do racismo como determinante social em saúde.

Com vistas à promoção da equidade em saúde e orientado pelos princípios e diretrizes da integralidade, equidade, universalidade e participação social, em consonância com o Pacto pela Saúde e a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no SUS (ParticipaSUS), o Ministério da Saúde instituiu, em 2009, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), por meio da Portaria GM/MS nº 992, de 13 de maio de 2009 (ver Anexo B).
A partir da publicação dessa Política, o Ministério da Saúde reconhece e assume a necessidade da instituição de mecanismos de promoção da saúde integral da população negra e do enfrentamento ao racismo institucional no SUS, com vistas à superação das barreiras estruturais e cotidianas que incide negativamente nos indicadores de saúde dessa população – precocidade dos óbitos, altas taxas de mortalidade materna e infantil, maior prevalência de doenças crônicas e infecciosas e altos índices de violência. A Política também reafirma as responsabilidades de cada esfera de gestão do SUS – governo federal, estadual e municipal – na efetivação das ações e na articulação com outros setores do governo e da sociedade civil, para garantir o acesso da população negra a ações e serviços de saúde, de forma oportuna e humanizada, contribuindo para a melhoria das condições de saúde desta população e para redução das iniquidades de raça/cor, gênero, identidade de gênero, orientação sexual, geracionais e de classe.

 

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_populacao_negra_3d.pdf

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/SUS_bracos_abertos_saude_populcao_negra.pdf

Programa Mais Saúde com Agente

Na manhã desta quarta-feira, 3 de setembro de 2025, o auditório da OTICS Bangu recebeu o curso técnico em Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE), promovido pelo Programa Mais Saúde com Agente. A capacitação contou com a participação de 22 profissionais, entre ACS e ACE da Área Programática 5.1, e teve como objetivo alinhar as equipes às novas atribuições previstas pela Lei nº 11.350/2006. O curso buscou oferecer ferramentas para que os agentes possam analisar informações coletadas nas residências e territórios de atuação, orientar a população e contribuir para a melhoria da qualidade e resolutividade da Atenção Primária à Saúde. Além disso, os profissionais discutiram e elaboraram mapas territoriais, identificando vulnerabilidades e dispositivos existentes em suas áreas de trabalho. A formação foi conduzida pela Equipe Interna da Preceptoria, composta pelas professoras doutoras Daniela Riva Knauth, Saionara Araújo Wagner, Roselane Zordan Costella, Priscila Sleifer e Simone Martins de Castro, todas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A preceptoria local ficou sob responsabilidade de Juliana Cristina Lima Dias Freitas – farmacêutica (AP 5.1). Os alunos tiveram aula teórica e prática de primeiros socorros. Com iniciativas como essa, o Programa Mais Saúde com Agente fortalece a qualificação dos profissionais e reafirma a importância do trabalho dos ACS e ACE para a saúde pública e o bem-estar da comunidade.

O projeto Mais Saúde com Agente (MSA), e uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).
Os alunos tiveram aula teórica e prática de primeiros socorros.

O Programa Mais Saúde com Agente (MSA), é uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e CONASEMS para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).

O projeto Mais Saúde com Agente (MSA), e uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).
Profissionais Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE).

O Programa Saúde com Agente agora é o Mais Saúde com Agente. A mudança representa a ampliação da oferta dos cursos técnicos em Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE), promovendo qualificação profissional para um vínculo maior e mais forte com a população, além da integração entre Atenção Básica e Vigilância em Saúde no Sistema Único de Saúde (SUS).

A estratégia é uma ampliação do programa com objetivo de preparar ACS e ACE para as novas atribuições das categorias e para os desafios que se apresentam no trabalho em saúde nas comunidades.

Assim, busca-se identificar as necessidades sóciossanitárias e construir o cuidado para um sistema público de saúde mais resolutivo, justo e participativo.

O projeto Mais Saúde com Agente (MSA), e uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).
A preceptoria local ficou sob responsabilidade de Juliana Cristina Lima Dias Freitas – farmacêutica (AP 5.1).

 

Mas Saúde com Agente

 

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Capacitação sobre o Sinan Sífilis

No dia 2 de setembro, turno da tarde, foi realizada, no laboratório de informática OTICS Bangu, a capacitação “Sinan Sífilis – Fortalecer a qualidade da informação para o cuidado em saúde”. O evento contou com a participação de 17 profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) da Área Programática 5.1. A atividade foi promovida com o objetivo de destacar a relevância dos sistemas de informação em saúde, especialmente o Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), como ferramenta estratégica para o enfrentamento da sífilis no território. Durante o encontro, foram abordados temas como o uso correto do sistema de informação, a qualidade dos dados para a tomada de decisão e a aplicabilidade do protocolo clínico no manejo da sífilis. A capacitação enfatizou que a informação qualificada é essencial para o planejamento de ações efetivas e para o acompanhamento adequado dos casos no território. A condução das atividades ficou a cargo das profissionais Adelaide Flores Demétrio Mercês, Cristina Mara Natividade, Lilian Marinho e Luana Lopes, que compartilharam orientações técnicas e práticas com foco na melhoria contínua dos indicadores de saúde. Eventos como este reforçam o compromisso da APS com a vigilância em saúde, a qualificação da informação e o aprimoramento constante das equipes para melhor atender à população.

Capacitação sobre o Sinan Sífilis - Sistema de Informação de Agravos de Notificação. Qualificação da informação e o aprimoramento constante das equipes para melhor atender à população.
Capacitação sobre o Sinan Sífilis.
O Sistema de Informação de Agravos de Notificação – Sinan é alimentado, principalmente, pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória (Portaria de Consolidação nº 4, de 28 de Setembro de 2017, Anexo), mas é facultado a estados e municípios incluir outros problemas de saúde importantes em sua região, difilobotríase no município de São Paulo. Sua utilização efetiva permite a realização do diagnóstico dinâmico da ocorrência de um evento na população, podendo fornecer subsídios para explicações causais dos agravos de notificação compulsória, além de vir a indicar riscos aos quais as pessoas estão sujeitas, contribuindo assim, para a identificação da realidade epidemiológica de determinada área geográfica. O seu uso sistemático, de forma descentralizada, contribui para a democratização da informação, permitindo que todos os profissionais de saúde tenham acesso à informação e as tornem disponíveis para a comunidade. É, portanto, um instrumento relevante para auxiliar o planejamento da saúde, definir prioridades de intervenção, além de permitir que seja avaliado o impacto das intervenções.
Capacitação sobre o Sinan Sífilis - Sistema de Informação de Agravos de Notificação. Qualificação da informação e o aprimoramento constante das equipes para melhor atender à população.
Sistema de Informação de Agravos de Notificação – Sinan.
Fonte: http://portalsinan.saude.gov.br/

 

 

Capacitação Prontuário Carioca da Saúde Mental (PCSM)

Na manhã do dia 2 de setembro, profissionais do CAPS Lima Barreto participaram de uma importante capacitação sobre o uso e atualização do Prontuário Carioca da Saúde Mental (PCSM). O evento foi realizado no auditório da OTICS Bangu e contou com a presença de 15 participantes. Sob a condução de Priscila Lira, Coordenadora Administrativa do CAPS, a atividade teve como principal objetivo aprimorar o preenchimento e a utilização dos prontuários eletrônicos, visando a melhoria na qualidade do cuidado prestado aos usuários. Durante o encontro, os profissionais discutiram temas relevantes como: Atualização dos dados cadastrais dos pacientes; Registro e acompanhamento dos Projetos Terapêuticos Singulares (PTS); Estratégias para a busca ativa de usuários; Melhoria na organização das informações clínicas e administrativas no sistema. A capacitação reforça o compromisso da equipe com a qualificação contínua dos serviços de saúde mental oferecidos à população.

Capacitação Prontuário Carioca da Saúde Mental (PCSM), Sistema digital que unifica prontuários da rede de saúde mental do Rio, integrando dados de quase 100 mil pacientes para melhorar atendimento, planejamento de políticas públicas e solução de emergências.
Profissionais do CAPS Lima Barreto – AP 5.1.

O Prontuário Carioca da Saúde Mental (PCSM) é uma iniciativa pioneira que desenvolvemos em conjunto à Secretaria Municipal de Saúde, através da Superintendência de Saúde Mental do Município do Rio de Janeiro (SSM-RJ). Lançado em dezembro de 2020, o PCSM integra as informações dos usuários da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do município, substituindo os antigos prontuários de papel por um sistema eletrônico unificado e intuitivo, foi reconhecido, e premiado, como solução inovadora pelo Prêmio Espírito Público, em 2024.

O sistema abrange 37 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e o Instituto Philippe Pinel, consolidando dados de mais de 94 mil prontuários, incluindo pacientes que já não estão em tratamento. Essa integração facilita o acesso às informações de qualquer local com conexão à internet, permitindo um atendimento mais ágil e eficiente.

Capacitação Prontuário Carioca da Saúde Mental (PCSM), Sistema digital que unifica prontuários da rede de saúde mental do Rio, integrando dados de quase 100 mil pacientes para melhorar atendimento, planejamento de políticas públicas e solução de emergências.
Capacitação Prontuário Carioca da Saúde Mental (PCSM).

‍Uma das inovações do PCSM é a possibilidade de acessar atualizações sobre os pacientes em tempo real, o que se mostrou crucial em casos de emergência. Um caso real, que demonstra o valor e importância do PCSM foi do reencontro de familiares, onde um paciente em situação de rua foi localizado por sua família após dois anos, graças à integração de dados proporcionada pelo sistema.

Além disso, o PCSM facilita a geração de relatórios precisos, auxiliando no planejamento de políticas públicas mais eficazes e na otimização dos serviços oferecidos. O sistema está em constante desenvolvimento, incorporando sugestões dos profissionais da rede para melhor atender às necessidades dos usuários.

Ao valorizar pacientes, profissionais e gestores da saúde mental, o Prontuário Carioca da Saúde Mental contribui para garantir a representatividade, equidade e inclusão de grupos historicamente marginalizados, fortalecendo o setor público e demonstrando a viabilidade de sistemas de desenvolvimento público integrados que otimizam a coleta de dados em benefício coletivo.

Capacitação Prontuário Carioca da Saúde Mental (PCSM), Sistema digital que unifica prontuários da rede de saúde mental do Rio, integrando dados de quase 100 mil pacientes para melhorar atendimento, planejamento de políticas públicas e solução de emergências.
Treinamento na Plataforma do Prontuário Carioca da Saúde Mental (PCSM).

 

Saiba mais: https://saude.prefeitura.rio/saude-mental/documentos-tecnicos/

https://www.iplan.rio/produtos/prontuario-carioca-de-saude-mental

Curso Básico II de Libras – 2ª Aula

Nesta tarde do dia 28 de agosto de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a 2ª aula do Curso Básico II de Libras, o evento conta com a equipe de apoiadores da CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa) e Renata Reis, fonoaudióloga do CER, mediadora do Curso de Libras. O público alvo são os profissionais de saúde da Atenção Primária, o principal objetivo do curso de Libras para profissionais de saúde é capacitá-los para se comunicar de forma eficaz e humanizada com pacientes surdos, melhorando o acesso, a qualidade do atendimento e a experiência de saúde para a comunidade surda. Isso envolve não apenas a aprendizagem da língua, mas também a compreensão da cultura surda para promover um atendimento mais inclusivo e reduzir as barreiras de comunicação.

Curso Básico II de Libras - 2ª Aula,, público alvo profissionais da APS, o objetivo é a promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais.
Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa) – CAP 5.1.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

Curso Básico II de Libras - 2ª Aula,, público alvo profissionais da APS, o objetivo é a promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais.
2ª Turma do Curso Libras Básico II para Profissionais da Saúde da CAP 5.1.

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

Curso Básico II de Libras - 2ª Aula,, público alvo profissionais da APS, o objetivo é a promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais.
Renata Reis, fonoaudióloga do CER, mediadora do Curso de Libras.

Fontes:

Libras

Central Carioca de Libras 

Programa Mais Saúde com Agente

Na manhã do dia 28 de agosto de 2025, tivemos no auditório da OTICS Bangu, o curso técnico em Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) do Programa Mais Saúde com Agente, participaram  do curso, 16 profissionais, o público alvo foram os agentes de endemias e agentes comunitários  da AP 5.1. O objetivo é preparar as(os) ACS e ACE de acordo com as novas atribuições da categoria, previstas na Lei nº 11.350/2006, oferecendo condições para analisar informações coletadas nas residências e território de atuação, além de orientar a população, a fim de melhorar a qualidade e resolutividade da Atenção Primária à Saúde, como também, discutir e elaborar mapas dos territórios (com suas vulnerabilidades), identificando os dispositivos apontados pelos agentes no território em que atuam. Os alunos tiveram aula teórica e prática de primeiros socorros. Responsáveis pela Formação da Equipe Interna da Preceptoria : Prof.ª Dr.ª Daniela Riva Knauth – UFRGS; Prof.ª Dr.ª Saionara Araújo Wagner –  UFRGS; Prof.ª Dr.ª Roselane Zordan Costella – UFRGS; Prof.ª Dr.ª Priscila Sleifer – UFRGS e Prof.ª Dr.ª Simone Martins de Castro – UFRGS. Responsável pela preceptoria, Júlia Marques dos Santos, Gerente Técnica da Unidade CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

O projeto Mais Saúde com Agente (MSA), e uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).
Responsável pela preceptoria, Júlia Marques dos Santos, Gerente Técnica da Unidade CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

O Programa Mais Saúde com Agente (MSA), é uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e CONASEMS para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).

O projeto Mais Saúde com Agente (MSA), e uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).
Orientações de Primeiros Socorros.

O Programa Saúde com Agente agora é o Mais Saúde com Agente. A mudança representa a ampliação da oferta dos cursos técnicos em Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE), promovendo qualificação profissional para um vínculo maior e mais forte com a população, além da integração entre Atenção Básica e Vigilância em Saúde no Sistema Único de Saúde (SUS).

A estratégia é uma ampliação do programa com objetivo de preparar ACS e ACE para as novas atribuições das categorias e para os desafios que se apresentam no trabalho em saúde nas comunidades.

Assim, busca-se identificar as necessidades sóciossanitárias e construir o cuidado para um sistema público de saúde mais resolutivo, justo e participativo.

O projeto Mais Saúde com Agente (MSA), e uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).
Aula prática de Noções de Primeiro Socorros.

Mas Saúde com Agente

 

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP)

Na tarde do dia 26 de agosto de 2025, no auditório da OTICS Bangu, os 25 profissionais Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP), tiveram um segundo encontro, com o propósito de discutir a parte prática do encontro da manhã, a troca de conhecimento adquirido, empregando nos temas aplicados, que fora, as estratégias e avaliações para a assistência farmacêutica focada nas pessoas privadas de liberdade, avaliação da importância da capacitação dos fluxos de rotina no sistema prisional, como repactuar as rotinas e aprazar as metas e estratégias para a assistência farmacêutica.  A responsável pela dinâmica foi Kelly Alessandra Segabinazzi, farmacêutica da Assistência primária Prisional (APP) – AP 5.1.

Reunião Bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP), com objetivo, alinhar fluxos, repactuar rotinas, estabelecer metas.
Reunião Bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP).

O Ministério da Saúde, por meio da Coordenação-Geral de Assistência Farmacêutica Básica do Departamento de Assistência Farmacêutica (CGAFB/DAF/SECTICS), realiza anualmente o repasse financeiro referente ao Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF) no âmbito da PNAISP. A transferência desse recurso foi instituída pela Portaria GM/MS n° 2.765, de 12 de dezembro de 2014, e hoje o texto integra o Título V, Capítulo VI, da Portaria de Consolidação GM/MS nº 6, de 28 de setembro de 2017.

O CBAF/PNAISP é diferenciado e corresponde a um repasse anual de R$ 17,73 (dezessete reais e setenta e três centavos) por pessoa privada de liberdade no Sistema Prisional. Para fins de cálculo do recurso, é utilizado o número de privados de liberdade disponibilizado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) ao Ministério da Saúde. É essencial que o estado mantenha atualizados, junto ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen), os dados referentes ao quantitativo de pessoas privadas de liberdade em cada unidade prisional.

Reunião Bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP), com objetivo, alinhar fluxos, repactuar rotinas, estabelecer metas.
Responsável Kelly Alessandra Segabinazzi, farmacêutica da Assistência primária Prisional(APP) – AP 5.1.

Os estados recebem anualmente o repasse do CBAF no âmbito da PNAISP, e os municípios aderidos à PNAISP podem pactuar a descentralização em CIB a fim de receber diretamente esse recurso. As resoluções CIB devem ser encaminhadas à CGAFB/DAF/ SECTICS por meio do endereço eletrônico sprisional.cgafb@saude.gov.br até o final do primeiro trimestre de cada exercício financeiro.

O recurso do CBAF/PNAISP deve ser executado pela Secretaria de Saúde e ser utilizado para aquisição dos medicamentos e insumos constantes nos Anexos I e IV da RENAME. É importante frisar que não há amparo legal para a transferência de recurso das Secretarias Estaduais ou Distrital de Saúde oriundos do Fundo Nacional de Saúde para as Secretarias Municipais de Saúde e para as secretarias de Administração Penitenciária ou equivalentes.

Reunião Bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP), com objetivo, alinhar fluxos, repactuar rotinas, estabelecer metas.
Profissionais Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP).

 

 

Fonte: Assistência Farmacêutica APP

 

Reunião Bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP)

Neste dia, 26 de agosto de 2025, no laboratório de informática da OTICS Bangu, tivemos uma reunião bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP). Participaram do evento 25 profissionais, o público alvo foram os farmacêuticos da APP, os assuntos abordados foram, estratégias e avaliações para a assistência farmacêutica focada nas pessoas privadas de liberdade, o objetivo da capacitação foi o fluxos de rotina no sistema prisional, repactuar rotinas e estabelecer metas e estratégias para a assistência farmacêutica.  A responsável do encontro foi, Kelly Alessandra Segabinazzi, farmacêutica da Assistência primária Prisional(APP) – AP 5.1.

Reunião Bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP), com objetivo, alinhar fluxos, repactuar rotinas, estabelecer metas.
Reunião Bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP).

O Ministério da Saúde, por meio da Coordenação-Geral de Assistência Farmacêutica Básica do Departamento de Assistência Farmacêutica (CGAFB/DAF/SECTICS), realiza anualmente o repasse financeiro referente ao Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF) no âmbito da PNAISP. A transferência desse recurso foi instituída pela Portaria GM/MS n° 2.765, de 12 de dezembro de 2014, e hoje o texto integra o Título V, Capítulo VI, da Portaria de Consolidação GM/MS nº 6, de 28 de setembro de 2017.

O CBAF/PNAISP é diferenciado e corresponde a um repasse anual de R$ 17,73 (dezessete reais e setenta e três centavos) por pessoa privada de liberdade no Sistema Prisional. Para fins de cálculo do recurso, é utilizado o número de privados de liberdade disponibilizado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) ao Ministério da Saúde. É essencial que o estado mantenha atualizados, junto ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen), os dados referentes ao quantitativo de pessoas privadas de liberdade em cada unidade prisional.

Os estados recebem anualmente o repasse do CBAF no âmbito da PNAISP, e os municípios aderidos à PNAISP podem pactuar a descentralização em CIB a fim de receber diretamente esse recurso. As resoluções CIB devem ser encaminhadas à CGAFB/DAF/ SECTICS por meio do endereço eletrônico sprisional.cgafb@saude.gov.br até o final do primeiro trimestre de cada exercício financeiro.

O recurso do CBAF/PNAISP deve ser executado pela Secretaria de Saúde e ser utilizado para aquisição dos medicamentos e insumos constantes nos Anexos I e IV da RENAME. É importante frisar que não há amparo legal para a transferência de recurso das Secretarias Estaduais ou Distrital de Saúde oriundos do Fundo Nacional de Saúde para as Secretarias Municipais de Saúde e para as secretarias de Administração Penitenciária ou equivalentes.

 

Reunião Bimestral de Farmacêuticos da Atenção Primária Prisional (APP), com objetivo, alinhar fluxos, repactuar rotinas, estabelecer metas.
Responsável por ministrar o curso, Kelly Alessandra Segabinazzi, farmacêutica da Assistência primária Prisional(APP) – AP 5.1.

 

Fonte: Assistência Farmacêutica APP

 

Planejamento das aulas da 2ª turma do Curso Básico II de LIBRAS

Neste dia 22 de agosto de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, tivemos o encontro da equipe de apoiadores da CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa), Elvis Ferreira (Apoiador da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1) e Veronica Alexandrino Santos Azevedo – Mestra em Educação Profissional em Saúde (Apoiadora RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa) – DAPS – CAP 5.1. O público alvo é a Equipe de Acessibilidade Comunicativa da CAP 5.1, o assunto abordado foi temas da próxima aula da 2ª turma do Curso Básico II de LIBRAS para os profissionais da Saúde da AP 5.1. O objetivo do evento foi o planejamento das próximas aulas da 2ª turma do Curso Básico II de Libras para os profissionais da Saúde da AP 5.1.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

 

Fontes:

Libras

Central Carioca de Libras