Processo de Trabalho fortalece ações de Acessibilidade Comunicativa no SUS
Na manhã do dia 11 de dezembro de 2025, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi o espaço destinado à realização do processo de trabalho, com foco na Acessibilidade Comunicativa e no fortalecimento do cuidado inclusivo na Área Programática 5.1 (AP 5.1). A atividade teve como objetivo a organização dos relatórios de 2025 e no planejamento de formação do curso de libras que acontecerá no próximo dia 18/12/2025 na CAP 5.1. A atividade contou com a participação da equipe de apoiadores da CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa da CAP 5.1), além da fonoaudióloga Renata Reis, do Centro Especializado de Reabilitação (CER).
A ação reforça o compromisso da CAP 5.1 e da OTICS Bangu com a promoção da inclusão, equidade e acessibilidade comunicativa no SUS, fortalecendo práticas que garantem um cuidado humanizado e integral, respeitando as diversidades linguísticas e culturais da população surda no território.
Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa da CAP 5.1), além da fonoaudióloga Renata Reis, do Centro Especializado de Reabilitação (CER).
🩺 Fontes e Referências Técnicas
Ministério da Saúde (MS) : Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência – Brasília: Ministério da Saúde; Diretrizes para a Atenção à Saúde da Pessoa Surda no SUS – Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS/MS); Manual de Acessibilidade Comunicativa no SUS – Departamento de Acessibilidade e Inclusão (DASI/MS): Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio); Plano Municipal de Acessibilidade em Saúde; Diretrizes da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) – Seção de Acessibilidade Comunicativa e Saúde Integral da População Negra (SIPN); Rede de Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência – Centro Especializado de Reabilitação (CER).
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) : Estabelece o direito à comunicação acessível e o uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras) nos serviços públicos, incluindo o SUS.
Decreto nº 5.626/2005 : Regulamenta a Lei nº 10.436/2002, que reconhece a Libras como meio legal de comunicação e expressão, e garante a acessibilidade comunicativa nas instituições públicas.
Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) : Saúde Acessível: Estratégias de Inclusão e Comunicação para Pessoas com Deficiência Auditiva no Sistema Público de Saúde.
Curso de Libras para Profissionais da Atenção Primária Sala de Apoio à Gestão – OTICS Bangu
Na manhã desta quarta-feira, 19 de novembro de 2025, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu Yasmin Guimarães, integrante da Equipe de Acessibilidade Comunicativa e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, para o acompanhamento do curso de Libras e o acompanhamento do processo de trabalho, como a mediação de atendimentos a usuários surdos. O objetivo da iniciativa é fortalecer a acessibilidade comunicativa no Sistema Único de Saúde (SUS), assegurando o direito à comunicação, à inclusão e ao atendimento humanizado das pessoas surdas nos serviços de saúde. O curso é direcionado aos profissionais da Atenção Primária, que desempenham papel essencial no primeiro acolhimento e na continuidade do cuidado no território.
A importância dessa ação está na promoção de um ambiente mais inclusivo e acessível, alinhado às diretrizes da Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência (Portaria nº 1.060/2002) e da Lei nº 10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão. Por meio da capacitação, busca-se reduzir barreiras linguísticas, melhorar a comunicação entre profissionais e usuários surdos e garantir a equidade no acesso aos serviços de saúde.
A iniciativa reforça o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV/SMS-Rio) com a formação continuada das equipes de saúde, o fortalecimento da acessibilidade comunicativa e a efetivação dos princípios de universalidade, equidade e integralidade do Sistema Único de Saúde (SUS).
Fontes:
Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)
Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV)
Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)
Rede OTICS-Rio
Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (DAPS/SMS-Rio)
Lei nº 10.436/2002 – Reconhece a Libras como meio legal de comunicação
Portaria nº 1.060/2002 – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
Webinário “Atenção Primária e a Prevenção de Violências e Acidentes com Homens – Novembro Azul 2025” | OTICS Bangu
Na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Elvis Ferreira, apoiador da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, participou de uma reunião online com profissionais da Secretaria Municipal de Saúde, acompanhando o Webinário “Atenção Primária e a Prevenção de Violências e Acidentes com Homens”, promovido pela Coordenação de Atenção à Saúde do Homem (COSAH/DGCI/SAPS) do Ministério da Saúde. O encontro configurou-se como um espaço de diálogo e reflexão sobre o papel estratégico da Atenção Primária à Saúde (APS) na prevenção de violências e acidentes envolvendo homens, abordando temas relacionados ao cuidado integral, autocuidado masculino, prevenção de agravos e promoção da cultura de paz nos territórios. Objetivo: fortalecer o debate sobre a importância das ações de promoção, prevenção e cuidado com a saúde do homem, incentivando práticas que ampliem o acesso, a escuta qualificada e o vínculo dos usuários masculinos com os serviços de saúde.
A importância do Novembro Azul é um movimento nacional que reforça o compromisso do Sistema Único de Saúde (SUS) com a saúde integral do homem, indo além da prevenção do câncer de próstata e promovendo uma abordagem ampliada sobre os determinantes sociais da saúde, a prevenção de violências e o estímulo ao autocuidado.
📚 Fontes:
Ministério da Saúde – Coordenação de Atenção à Saúde do Homem (COSAH/DGCI/SAPS/MS)
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (Portaria nº 1.944/2009)
Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)
Curso de Libras para Profissionais da Atenção Primária Sala de Apoio à Gestão – OTICS Bangu
Na manhã desta segunda-feira, 3 de novembro de 2025, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu Yasmin Guimarães, integrante da Equipe de Acessibilidade Comunicativa e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, para o acompanhamento do curso de Libras e a mediação de atendimentos a usuários surdos. O objetivo da iniciativa é fortalecer a acessibilidade comunicativa no Sistema Único de Saúde (SUS), assegurando o direito à comunicação, à inclusão e ao atendimento humanizado das pessoas surdas nos serviços de saúde. O curso é direcionado aos profissionais da Atenção Primária, que desempenham papel essencial no primeiro acolhimento e na continuidade do cuidado no território.
A importância dessa ação está na promoção de um ambiente mais inclusivo e acessível, alinhado às diretrizes da Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência (Portaria nº 1.060/2002) e da Lei nº 10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão. Por meio da capacitação, busca-se reduzir barreiras linguísticas, melhorar a comunicação entre profissionais e usuários surdos e garantir a equidade no acesso aos serviços de saúde.
A iniciativa reforça o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV/SMS-Rio) com a formação continuada das equipes de saúde, o fortalecimento da acessibilidade comunicativa e a efetivação dos princípios de universalidade, equidade e integralidade do Sistema Único de Saúde (SUS).
Fontes:
Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)
Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV)
Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)
Rede OTICS-Rio
Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (DAPS/SMS-Rio)
Lei nº 10.436/2002 – Reconhece a Libras como meio legal de comunicação
Portaria nº 1.060/2002 – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
Colegiado Local dos Profissionais de Educação Física da CAP 5.1
No dia 28 de outubro de 2025, foi realizado, no auditório da OTICS Bangu, o Colegiado Local dos Profissionais de Educação Física da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1), no horário de 13h30 às 17h. O encontro contou com a presença de 17 profissionais de Educação Física que atuam nas unidades de saúde do território. O evento teve como objetivo promover o alinhamento do processo de trabalho e o planejamento das ações futuras, fortalecendo o papel estratégico desses profissionais na promoção da saúde e na prevenção de doenças por meio da prática regular de atividade física. A atividade foi conduzida pelos apoiadores de Educação Física Érica Lima Victor, Daniele Lima e Jone Vidal, com solicitação de Taynara Lima, da Academia Carioca de Saúde do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho (CMSMGSF). Durante o colegiado, foram discutidos aspectos técnicos e metodológicos das ações desenvolvidas nas unidades, além de estratégias para qualificar as práticas corporais e ampliar a adesão da população aos programas de atividade física ofertados pela rede municipal de saúde.
O Colegiado Local é um importante espaço de escuta, integração e construção coletiva, que favorece o compartilhamento de experiências, o planejamento participativo e o fortalecimento das práticas interdisciplinares no âmbito da Atenção Primária à Saúde. Essas reuniões periódicas contribuem para a padronização de condutas, a melhoria dos indicadores de saúde e o desenvolvimento profissional contínuo dos educadores físicos que integram a rede.
A realização do colegiado reafirma o compromisso da Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV/SMS-Rio) e da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) com a valorização e qualificação das equipes multiprofissionais, essenciais para a efetivação das políticas públicas de promoção da saúde no território.
Fontes:
Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)
Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV)
Matriciamento com paciente surdo fortalece ações de Acessibilidade Comunicativa no SUS
Na manhã do dia 16 de outubro de 2025, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi o espaço destinado à realização de um matriciamento voltado ao acompanhamento de um paciente surdo no âmbito da Atenção Primária à Saúde, com foco na Acessibilidade Comunicativa e no fortalecimento do cuidado inclusivo na Área Programática 5.1 (AP 5.1). A atividade teve como objetivo promover o matriciamento da equipe de saúde para o acompanhamento qualificado de paciente surdo, assegurando o direito à comunicação acessível, o acolhimento sem barreiras e o acesso integral aos serviços do SUS.
Durante o encontro, foram abordados temas como: Barreiras de comunicação enfrentadas por pessoas surdas nos serviços de saúde; a importância do uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio de comunicação e inclusão; estratégias de acolhimento e escuta qualificada voltadas à população surda; adequações nos fluxos de atendimento e encaminhamento na rede SUS; o papel da Equipe de Acessibilidade Comunicativa no suporte aos profissionais de saúde e a definição de responsabilidades e plano de acompanhamento do caso.
Matriciamento voltado ao acompanhamento de um paciente surdo no âmbito da Atenção Primária à Saúde, com foco na Acessibilidade Comunicativa.
A atividade contou com a participação da equipe de apoiadores da CAP 5.1, Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento (Apoiadores da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra – SIPN/DAPS/CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa da CAP 5.1), além da fonoaudióloga Renata Reis, do Centro Especializado de Reabilitação (CER).
A ação reforça o compromisso da CAP 5.1 e da OTICS Bangu com a promoção da inclusão, equidade e acessibilidade comunicativa no SUS, fortalecendo práticas que garantem um cuidado humanizado e integral, respeitando as diversidades linguísticas e culturais da população surda no território.
Acessibilidade comunicativa é a eliminação de barreiras na comunicação para que todas as pessoas, com ou sem deficiência, possam interagir e ter acesso a informações de forma eficaz. Isso é feito por meio do uso de diversos recursos e adaptações, como audiodescrição, legendas, Libras, braille, textos com fontes ampliadas, leitores de tela e linguagem simples, garantindo inclusão social e igualdade de oportunidades.
🩺 Fontes e Referências Técnicas
Ministério da Saúde (MS)
Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência – Brasília: Ministério da Saúde.
Diretrizes para a Atenção à Saúde da Pessoa Surda no SUS – Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS/MS).
Manual de Acessibilidade Comunicativa no SUS – Departamento de Acessibilidade e Inclusão (DASI/MS).
Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)
Plano Municipal de Acessibilidade em Saúde.
Diretrizes da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) – Seção de Acessibilidade Comunicativa e Saúde Integral da População Negra (SIPN).
Rede de Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência – Centro Especializado de Reabilitação (CER).
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015)
Estabelece o direito à comunicação acessível e o uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras) nos serviços públicos, incluindo o SUS.
Decreto nº 5.626/2005
Regulamenta a Lei nº 10.436/2002, que reconhece a Libras como meio legal de comunicação e expressão, e garante a acessibilidade comunicativa nas instituições públicas.
Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS)
Saúde Acessível: Estratégias de Inclusão e Comunicação para Pessoas com Deficiência Auditiva no Sistema Público de Saúde.
Na manhã do dia 20/02/2025, os profissionais de saúde do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1 realizaram uma “Ação no Combate a Dengue”. O evento foi realizado na Praça das Juras no Ponto Chique, próximo a unidade de saúde, em Bangu. Participaram da ação, os profissionais Agente Comunitário de Saúde (ACS) e a Gerente Técnica do CMS, o objetivo foi alcançar o maior números de pessoas investindo nas informações preventivas de combate ao mosquito transmissor da doença, “Aedes aegypti”. Os profissionais distribuíram folhetos informativos, orientando na prevenção e cuidados simples, como acumulo de água em qualquer recipiente, se torna foco do mosquito; orientações quanto aos sinais e sintomas, reforçando que a qualquer suspeita da doença, se dirigir a unidade de Atenção Básica de sua referência o mais rápido possível. A responsável do planejamento do evento foi, Julia Marques – GT do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho.
Equipes de Profissionais do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), atualmente, a dengue é considerada endêmica em mais de 130 países. Por isso, em acordo com os principais órgãos de saúde internacionais, o Ministério da Saúde tem investido em ações preventivas para reduzir os casos da doença e mitigar os efeitos da crise climática na saúde da população. Como consequência desta relação, ocorre o aumento significativo do número de notificações, casos graves e óbitos por arboviroses ao longo do tempo, especialmente em 2024, quando o país passou pela maior epidemia de dengue de sua história. A vigilância e o controle das arboviroses estão relacionados a atividades articuladas entre áreas técnicas do setor saúde e dos setores parceiros (educação, meio ambiente, defesa civil, planejamento, assistência social, entre outros), além da participação da sociedade civil e do alinhamento dos governos federal, estaduais e municipais. Nessa perspectiva, no segundo semestre de 2024, o Ministério da Saúde lançou duas iniciativas. Em agosto, instalou o Comitê Interinstitucional de “Uma Só Saúde”, que visa fortalecer a mobilização entre diversos setores, disciplinas e comunidades, em vários níveis da sociedade, para o enfrentamento de alguns dos maiores desafios para a saúde global, como crises decorrentes das mudanças climáticas, epidemias, pandemias, zoonoses, doenças tropicais negligenciadas, de transmissão vetorial – como as arboviroses –, resistência aos antimicrobianos e segurança dos alimentos. Tal inciativa foi destaque nas discussões do G20, no Rio de Janeiro, pois busca articular com estados e municípios medidas interfederativas e multissetoriais. E, em setembro, antecipando-se ao período sazonal de maior incidência das arboviroses, lançou o Plano de Ação para Redução da Dengue e outras Arboviroses – https://www. gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/guias-e-manuais/2024/guia-planode-acao-para-reducao-da-dengue-e-outras-arboviroses.pdf –, que tem como objetivos: 1. Implementar novas tecnologias de controle vetorial nos municípios brasileiros, de maneira escalonada, considerando o perfil epidemiológico e a população sob risco; 2. Acompanhar de forma rigorosa os principais indicadores de vigilância e de assistência, capazes de permitir a detecção precoce de quaisquer alterações no padrão de ocorrência das arboviroses; 3. Fortalecer a capacidade de resposta integrada dos serviços da Rede de Atenção à Saúde (RAS), orientando a implementação de ações coordenadas para redução das hospitalizações e óbitos evitáveis relacionados às arboviroses; e 4. Garantir o abastecimento de insumos para diagnóstico, assistência e controle vetorial. O segundo semestre do ano é o período em que as ações de prevenção das arboviroses devem ser implementadas para reduzir a transmissão durante os primeiros meses do ano seguinte, quando todas as condições climáticas são favoráveis ao aumento de casos. Nesse sentido, as ações contidas neste plano de ação estão direcionadas para dois períodos distintos, o intersazonal e o sazonal.
Mosquito Aedes aegypti
Aedes aegypti é o nome da principal espécie que transmite os vírus da dengue, o vírus causador da febre chikungunya e o Zika vírus. Essa espécie tem como característica a presença de marcações brancas nas pernas e no dorso (em formato de uma lira).
É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. A fêmea tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano para fazer a maturação dos seus ovos.
Mas ele também pode picar à noite? Sim. Ele não deixa a oportunidade passar.
Essa espécie é mais frequente em áreas urbanas, onde há aglomeração de pessoas e grande disponibilidade de locais propícios para os depósitos de ovos. A temperatura climática e pluviosidade são outros fatores importantes que influenciam na infestação pelo Aedes. Para evitar a proliferação do mosquito, é preciso que sejam adotadas medidas permanentes de controle do vetor, durante todo o ano, a partir de ações preventivas de eliminação de criadouros. Toda a população tem um papel importante no enfrentamento à dengue, chikungunya e Zika, através do controle do Aedes.
Material utilizada na Promoção e Prevenção contra a Dengue para a População
Neste dia, 08 de janeiro de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a reunião de planejamento da Atenção Primária Prisional (APP). Participaram do encontro 30 profissionais que atuam no sistema prisional, o publico alvo foram, os gerentes e líderes de equipes. Os assuntos abordados foram, organização do processo de trabalho; conceitos; métodos e exemplos de trabalho em equipe, para o planejamento e organização do seu trabalho; planejamento de ações locais; importância do registrar dos atendimentos, ambicionando a continuidade da assistência; integração dos membros das equipes; organização das atribuições e das rotinas entre os profissionais das equipes. O objetivo foi, a Pactuação de Estratégias e Metas da Atenção Primária Prisional (APP), levantamento das experiências obtidas com a problematizações de cada caso clinico evoluído, apontados no questionário aplicado aos profissionais, visando a multiplicação das experiências obtidas nos mesmos. Responsável pela reunião foi, Camila Soares Ribeiro – SMS Atenção Primária Prisional.
Profissionais da Atenção primária Prisional – AP 5.1.
A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP) foi instituída por meio da Portaria Interministerial nº 1, de 2 de janeiro de 2014, que disciplina os objetivos, as diretrizes, bem como as responsabilidades do Ministério da Saúde, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, dos estados e do Distrito Federal, representados pelas Secretarias de Saúde, de Justiça ou congêneres e dos municípios. As normas de operacionalização dessa política no SUS estão instituídas pelo Anexo XVIII da Portaria de Consolidação nº 2, de 28 de setembro de 2017, que disciplina os tipos de equipes de saúde prisional e os profissionais que compõem essas equipes.
O financiamento federal em caráter de incentivo às equipes habilitadas está disposto no Título II, Capítulo II, Seção IV da Portaria de Consolidação nº 6, de 28 de setembro de 2017.
Adicionalmente, a Portaria nº 99, de 7 de fevereiro de 2020, redefine normas para o registro das Equipes de Atenção Primária e Saúde Mental no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES).
Com o objetivo de garantir o acesso das pessoas privadas de liberdade no sistema prisional ao cuidado integral no SUS, a PNAISP prevê que os serviços de saúde no sistema prisional passem a ser ponto de atenção da Rede de Atenção à Saúde (RAS) do SUS, qualificando também a Atenção Primária no âmbito prisional como porta de entrada do sistema e ordenadora das ações e serviços de saúde pela rede.
A Portaria nº 99, de 7 de fevereiro de 2020, engloba todas as modalidades de equipes na mesma classificação no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES), ou seja, para fins de registro no CNES, qualquer uma das modalidades de eAPP devem ser classificadas com o código 74 – eAPP – Equipe de Atenção Primária Prisional. Importante destacar que as equipes devem manter o cadastro dos profissionais, carga horária e características de formação de equipe conforme previsto em portaria de habilitação referente.
Dinâmica em Grupo para discussão de casos clínicos.
Nesta data, 27/06/2024, turno da tarde, na sala de tutoria da OTICS Bangu, estiveram em reunião por videoconferência, as profissionais, Flávia Soto – Bióloga RT Laboratório de analises clínicas do PAM Bangu, Barbara Lima Benedito – Contratos -DIL/CAP 5.1 2 Luana da Silveira de Castro – Contratos – CAP 5.1. O objetivo da reunião foi a elaboração e planejamento do fluxo de trabalho.
O Meu SUS Digital, antigo Conecte SUS, é uma solução de Saúde Digital que visa facilitar o acesso às informações em saúde, promovendo a continuidade do cuidado, a transparência e a segurança dos dados. O aplicativo possibilita aos cidadãos brasileiros o acesso às suas informações de saúde, bem como a de seus familiares.
O usuário pode acompanhar seu histórico clínico, os dados de vacinação, resultados de exames, medicações, posição na fila de transplante, entre outros serviços a fim de efetivar a informatização da atenção à saúde por meio da inovação e transformação digital.
O Meu SUS Digital está disponível nas versões Web e em aplicativo iOS e Android e é abastecido pelas informações disponíveis na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), o qual envia e recebe as informações de saúde de forma segura, íntegra e auditável.
Na tarde desta quarta-feira, 1° de novembro, foi realizada a reunião técnica dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) na sala de reunião da OTICS Bangu, o encontro teve como objetivo o alinhamento dos processos de trabalho. Os assuntos abordados foram indicadores, desempenho e os resultados alcançados nos últimos três meses, como também a discussão sobre novas ações que poderão alcançar as necessidades dos usuários, depois de uma busca ativa nas microáreas correspondentes.
Participaram da reunião os profissionais ACSs das Unidades, CMS Masao Goto, CMS Alexander Fleming, CF Armando Palhares Aguinaga.
As reuniões de equipe dos profissionais de saúde da AtençãoPrimária à Saúde (APS), otimizam a troca de experiências adquiridas nas visitas domiciliares (VD), como também a problematização de cada território, sendo um primordial para planejamento de ações eficazes para a população, objtivando a continuidade da assistência.