Capacitação de Planilhas Arboviroses

Capacitação em atualização de planilhas de prevenção das arboviroses é realizada na OTICS Bangu

Na manhã do dia 22 de setembro de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva participou de uma capacitação voltada ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A atividade foi conduzida por Igor da Silva Brito – AVS – Vigilância Ambiental, que orientou o processo de atualização e ressaltou a importância da sistematização das informações para a eficiência do trabalho em campo. O objetivo da capacitação foi manter a planilha de monitoramento constantemente atualizada, garantindo um instrumento estratégico para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na Área Programática 5.1. Essa iniciativa reafirma o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos, assegurando maior eficácia nas estratégias de prevenção e contribuindo diretamente para a proteção da saúde da população.

Capacitação de Planilhas Arboviroses, de monitoramento, visando o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.
Capacitação de Planilhas Arboviroses
A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Capacitação de Planilhas Arboviroses, de monitoramento, visando o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.
Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva e Igor da Silva Brito – AVS – Vigilância Ambiental.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Capacitação de Planilhas Arboviroses, de monitoramento, visando o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.
Preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Prévia de Capacitação sobre Armadilhas de Ovitrampa

Prévia de Capacitação sobre Armadilhas de Ovitrampa é realizada na OTICS Bangu

Na manhã desta segunda-feira, 22 de setembro de 2025, a OTICS Bangu sediou, em seu auditório, a Prévia de Capacitação sobre Armadilhas de Ovitrampa, voltada para os Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1. O encontro aconteceu das 9h30 às 12h e contou com a participação de 04 profissionais, que receberam orientações práticas sobre as técnicas de colocação e retirada das armadilhas de ovitrampa, instrumento essencial para o monitoramento e controle de vetores. A atividade teve como objetivo capacitar os agentes de vigilância da região, fortalecendo o trabalho de prevenção e enfrentamento às arboviroses. A condução da capacitação ficou a cargo de Josimar de Souza Ferreira, Auxiliar de Controle de Endemias, que compartilhou sua experiência e conhecimentos técnicos com os participantes.

Essa ação reflete o compromisso da OTICS Bangu em promover a formação continuada dos profissionais de saúde, contribuindo para a melhoria da vigilância em saúde no território da AP 5.1.

A mais importante medida de controle do mosquito é eliminar os criadouros, os locais que o Aedes busca para por os seus ovos. Como uma medida complementar de controle, em casos de epidemia, recomenda-se o uso de um larvicida (atualmente utiliza-se o pyriproxyfen) ou de um adulticida (atualmente utiliza-se o malathion). Esses produtos devem ser utilizados com critério, porque o uso contínuo pode selecionar populações de mosquitos resistentes, ou seja, que não morrem com o inseticida.

O agente deve escolher o local da instalação com a ajuda do morador, explicando que a armadilha deve ficar protegida do sol, da chuva e de crianças e animais. Ao fim da visita, o agente deve informar ao morador a data da próxima visita para coleta de ovos e reinstalação ou recolhimento da armadilha. No dia de recolher as paletas, é preciso tomar cuidado para que elas permaneçam na posição vertical, com a parte identificada para cima. Isso garante que os ovos permaneçam fora do contato com a água e cheguem intactos ao laboratório. Para isso, pode-se levar um pote vazio e colocar todas as paletas recolhidas lado a lado, prendendo com o clipe, ou preparar uma caixa de isopor com uma espuma cortada no fundo, para fixar as paletas.

Fontes: https://fiocruz.br/video/metodologia-para-coleta-de-ovos-aedes-aegypti

gov.br

OVITRAMPAS

Reunião de Planejamento da Conferência Nacional

Reunião de Planejamento da Conferência Nacional discute o Direito à Saúde como Direito Humano da Pessoa Idosa

O Grupo de Trabalho Envelhecimento e Saúde Coletiva da Abrasco, em parceria com a Fiocruz, realizou uma reunião híbrida de planejamento para a Conferência Livre Nacional sobre o Direito à Saúde como um Direito Humano da Pessoa Idosa. O encontro integra as ações preparatórias para a 6ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa (6ª CONADIPI), que acontecerá em breve.

Reunião de Planejamento da Conferência Nacional discute o Direito à Saúde como Direito Humano da Pessoa Idosa.
Reunião de Planejamento da Conferência Nacional

O momento teve como propósito organizar diretrizes e alinhar estratégias para aprofundar o debate sobre a saúde como direito fundamental da pessoa idosa, priorizando temas como:

  • Letramento e educação digital para o cuidado integral;

  • Proteção contra violências e abandono social;

  • Fortalecimento das relações intergeracionais.

Durante a reunião, também foram destacados eixos essenciais:

  • Saúde como direito humano: garantir acesso integral e digno à saúde da pessoa idosa.

  • Participação social: incentivar o protagonismo da população idosa e da sociedade civil na formulação de políticas públicas.

  • Identificação de desafios: analisar os diferentes contextos do envelhecimento no Brasil.

  • Construção de propostas: elaborar contribuições que serão apresentadas na 6ª CONADIPI.

Reunião de Planejamento da Conferência Nacional discute o Direito à Saúde como Direito Humano da Pessoa Idosa.
A reunião contou ainda com a participação remota da profissional Jaqueline Nascimento – Apoiadora do RAP da Saúde / Acessibilidade Comunicativa / Saúde Integral da População Negra (SIPN) – CAP 5.1, que acompanhou os debates a partir da sala de tutoria da OTICS Bangu.

Responsáveis pelo encontro: Abrasco e Fiocruz

Fontes:

Reunião de Avaliação

Reunião de Avaliação da Produção dos Agentes de Vigilância em Saúde

Na manhã desta sexta feira, foi realizada na sala de tutoria da OTICS Bangu uma reunião de avaliação da produção dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam no território da AP 5.1. O encontro teve como público-alvo os profissionais de vigilância e gestores locais, reunindo equipes para debater os resultados alcançados e as metas em andamento.

Reunião de avaliação da produção dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam no território da AP 5.1. 
Reunião de Avaliação da Produção dos Agentes de Vigilância em Saúde

Entre os assuntos abordados, destacaram-se:

  • análise da produção dos AVS no território;

  • principais desafios no registro e acompanhamento das ações;

  • estratégias de fortalecimento das atividades de campo;

  • articulação com a Atenção Primária à Saúde para aprimorar a resposta às demandas da população.

A reunião foi conduzida por Cristiane Carlos da Silva AVS – CAP 5.1, representante da Vigilância em Saúde, que reforçou a importância do monitoramento contínuo da produção como ferramenta essencial para a tomada de decisão e o aprimoramento das políticas públicas de saúde.

O objetivo principal do encontro foi avaliar os indicadores de produção, identificar pontos de melhoria e alinhar estratégias para qualificar o trabalho de vigilância em saúde no território, garantindo mais eficiência e impacto positivo nas ações de promoção e prevenção.

Reunião de avaliação da produção dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam no território da AP 5.1. 

A saúde ambiental é uma área essencial da saúde pública, dedicada a estudar e reduzir os impactos que fatores ambientais, sejam eles naturais ou resultantes da atividade humana, têm sobre a saúde humana. Este campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e ações práticas, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas dentro de uma perspectiva sustentável.

A Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) é coordenada pelo Ministério da Saúde e pode ser definida como um conjunto de ações voltadas para identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que afetam a saúde humana.

Reunião de avaliação da produção dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) que atuam no território da AP 5.1. 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Viva o SUS 35 ANOS

Viva o SUS – 35 anos de conquistas para a saúde pública no Brasil

Em 2025, o Sistema Único de Saúde (SUS) completa 35 anos de história. Criado pela Constituição Federal de 1988, o SUS é um marco na garantia do direito à saúde como dever do Estado e direito de todos os cidadãos brasileiros. Ao longo dessas mais de três décadas, o SUS se consolidou como o maior sistema público de saúde do mundo, oferecendo acesso universal, integral e gratuito em todos os níveis de atenção. Está presente em cada município do país, atuando em diversas frentes:

  • Atenção Básica: consultas, acompanhamento de famílias e prevenção de doenças.

  • Vacinação: referência mundial em campanhas de imunização.

  • Urgência e Emergência: serviços como o SAMU e UPAs, salvando vidas diariamente.

  • Transplantes e alta complexidade: referência internacional em procedimentos gratuitos.

  • Vigilância em saúde: ações de combate a epidemias e monitoramento de riscos sanitários.

Mais do que um sistema de saúde, o SUS representa um patrimônio nacional construído coletivamente, fruto da luta social e da defesa da saúde como direito fundamental.

💚 Viva o SUS! 35 anos de cuidado, equidade e cidadania para todos os brasileiros.

Foi na Unidade Básica de Saúde que fiz meu pré-natal, recebi todas as vacinas e no hospital onde meu filho nasceu com segurança. Hoje, quando ele adoece, sei que posso contar com o SUS.” O depoimento é da técnica de enfermagem Ana Célia dos Santos, moradora da área rural de São Raimundo Nonato (PI). Ela traduz em palavras o que o Sistema Único de Saúde (SUS) representa na vida de milhões de brasileiros: confiança e acolhimento.

Hoje, 19 de setembro, o SUS completa 35 anos e se consolida como o maior sistema público, gratuito e universal de saúde. Resultado do movimento histórico da 8ª Conferência Nacional de Saúde (1986), o SUS ganhou forma na Constituição de 1988, que definiu a saúde como direito de todos e dever do Estado. Em 1990, a Lei nº 8.080 regulamentou o sistema em todo o território nacional.

Antes do SUS, apenas trabalhadores formais vinculados à Previdência Social tinham atendimento garantido nos hospitais públicos. Na prática, apenas 30 milhões de pessoas eram beneficiadas. Para o restante da população, a alternativa era a caridade, serviços filantrópicos ou o pagamento direto. Hoje, toda a população tem direito aos atendimentos – 76% dependem diretamente do SUS, o que representa 213 milhões de pessoas. Por ano, o SUS realiza 2,8 bilhões de atendimentos e conta com cerca de 3,5 milhões de profissionais em atuação.

Uma das ações que consolidou o cuidado integral no SUS foi a Estratégia Saúde da Família (eSF). Lançada em 1994, é um modelo inovador da Atenção Primária à Saúde (APS), que coloca a saúde no centro das necessidades da pessoa, da família e do território. As equipes estão presentes em todas as regiões do país com ações de promoção, prevenção, diagnóstico e tratamento em UBS das cidades, mas também em áreas remotas, fluviais, consultórios na rua e território indígena.

“O SUS me devolveu a vida”

O Brasil tem a maior rede pública de transplantes do mundo. Em 2024, o país bateu recorde histórico no SUS, com 30 mil procedimentos. Além de realizar, gratuitamente, serviços de altíssima complexidade como transplantes, a rede pública fornece os medicamentos imunossupressores, necessários para toda a vida dos transplantados.

 

Fonte: SUS

Fontes:

Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 5º Dia

OTICS Bangu realiza 5º dia do Curso Introdutório em Saúde da Família – 6ª Turma

No dia 19 de setembro de 2025, o auditório da OTICS Bangu sediou o 5º dia do Curso Introdutório em Saúde da Família, destinado aos profissionais da Atenção Primária da Área Programática 5.1. A programação contou com a condução de Rosilene Cabral – Apoiadora – DAPS – CAP 5.1. Também estiveram presentes Lucas Martins Lobo Psicólogo Sanitarista e Priscila Soares Analista de informação da DICA CAP 5.1 que contribuíram com reflexões sobre saúde pública e o uso estratégico das informações em saúde e contou com a participação de 11 profissionais das unidades de Atenção Primária: CMS Silvio Barbosa, CF Olimpia Esteves, CF Sandra Regina, CF Rômulo Carlos Teixeira, CMS Dr. Eithel Pinheiro de Oliveira, CMS Alexander Fleming, CF Armando Palhares e CMS Henrique Monat – todas pertencentes à AP 5.1. Em sua 6ª turma, o curso tem como objetivo aprofundar os conhecimentos e práticas voltadas ao fortalecimento da Estratégia Saúde da Família, contribuindo para a qualificação do atendimento prestado à população do território.

Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 5º DIA. Qualificar os profissionais que ingressam na Atenção Primária à Saúde.
Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 5º Dia

O dia de hoje foi focado: Revisitando o Itinerário de Aprendizagem. Linhas de cuidado: Apresentação dialogada sobre linhas de cuidado. Vigilância em Saúde, Apresentação dialogada sobre Vigilância em Saúde: Dinâmica Imagem e Ação Sistemas de Vigilância. Monitoramento e avaliação, Aula dialogada sobre monitoramento e avaliação: Previne Brasil; Contrato de gestão. Revisão do Itinerário de aprendizagem; Avaliação do curso.

O curso objetiva qualificar os profissionais que ingressam na Atenção Primária à Saúde, para que ampliem sua visão sistêmica e integral do indivíduo, da família e da comunidade na qual estão inseridos. Curso introdutório para preparar o ACS para sua prática cotidiana no território, auxiliando-o em sua integração com a equipe, população, políticas públicas de saúde e promoção da saúde. O Curso Introdutório em Saúde da Família está estruturado com carga horária mínima de 40 horas semanais. Tem como público alvo toda a equipe de atuação na Estratégia de Saúde da Família (ESF), como: médico; enfermeiro; técnico de enfermagem; agente comunitário de saúde; agente de vigilância em saúde e de combate às endemias; cirurgião dentista; técnico em saúde bucal; auxiliar em saúde bucal; técnico em farmácia; farmacêutico; administrativo; gerente; consultório na rua; e Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF).

O Curso foi organizado a partir de quatro eixos, conforme a Portaria: EIXO 1 – A Atenção Primária no contexto das políticas públicas de saúde e as estratégias de implementação; EIXO 2 – A organização dos sistemas locais de saúde, com ênfase no planejamento de base territorial; EIXO 3 – O processo de trabalho das equipes; EIXO 4 – A atuação interdisciplinar e participação popular.
A entrega de certificados dos participantes ao término do curso está condicionada a participação (frequência/presença) mínima de 75% no curso. O certificado será válido em todas as áreas de planejamento da Atenção Primária do Município do Rio de Janeiro.

Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 5º DIA. Qualificar os profissionais que ingressam na Atenção Primária à Saúde.
Preceptora Rosilene Cabral – Apoiadora – DAPS – CAP 5.1.

O Curso Introdutório em Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro. Sua atualização, na presente edição, se propõe a problematizar o cotidiano do trabalho dos profissionais à luz dos atributos da Atenção Primária à Saúde, de maneira dinâmica e participativa. Devemos considerar que esta nova edição do curso surge em um tempo de uma rede mais madura, com mais de uma década desde o início da reforma em 2009, e que está em um caminho de reestruturação após um longo período de dedicação ao enfrentamento da pandemia da covid-19. Ainda assim, permanecem os desafios, alguns velhos conhecidos, outros mais novos. Este manual tem como objetivo orientar a realização do Curso Introdutório em Saúde da Família em sua Área de Planejamento. Nele, iremos fornecer o passo a passo das atividades, além de apoiar o desenvolvimento das habilidades necessárias para a apresentação de cada sessão. Pensando em estratégias que viabilizem o aprendizado dos profissionais que atuam no SUS, o Ministério da Saúde instituiu, em 2004, a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), que tem como ambição tornar a rede pública de saúde uma rede de ensino- -aprendizagem no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho, a partir dos problemas enfrentados na realidade dos serviços. Espera-se, então, que sejamos capazes de promover a reflexão coletiva sobre o trabalho e oferecer instrumentos para sua transformação. A Educação Permanente, além da sua dimensão pedagógica, deve ser notada, também, como uma importante ferramenta de gestão, como um processo que se dá “no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho”, buscando como desfecho final efeitos positivos concretos na assistência aos usuários. A formação desses profissionais dentro de seus ambientes de trabalho, voltada para as necessidades de saúde da população em conjunto com as necessidades de aprendizado do indivíduo, é fundamental para uma Atenção Primária à Saúde de qualidade. Deste modo, esperamos que o curso introdutório transforme as práticas dos profissionais, e que os facilitadores sejam potentes engajadores para a construção da Trilha de Aprendizagem. Que este manual contribua para a melhor execução dos cursos, favorecendo a formação continuada dos profissionais da rede de Atenção Primária e refletindo na qualidade da assistência prestada à população.

Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 5º DIA. Qualificar os profissionais que ingressam na Atenção Primária à Saúde.

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Reunião de Equipe dos AVSs

Na manhã do dia 19 de setembro de 2025, a sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 6 profissionais da categoria e teve como objetivo realizar a avaliação dos eventos da semana, além de promover o planejamento de novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento da saúde pública local. A saúde ambiental é uma área essencial da saúde pública, dedicada a estudar e reduzir os impactos que fatores ambientais, sejam eles naturais ou resultantes da atividade humana, têm sobre a saúde humana. Este campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e ações práticas, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas dentro de uma perspectiva sustentável. A Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) é coordenada pelo Ministério da Saúde e pode ser definida como um conjunto de ações voltadas para identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que afetam a saúde humana.

O profissional de vigilância ambiental é responsável pelas atividades relacionadas no âmbito da área ambiental. Eles trabalham com o conhecimento e mapeamento de território, realizando atividades de cadastramento e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Avaliação dos eventos da semana e planejamento de novas ações no território – AP 5.1.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

O trabalho social é fundamental nas atividades do agente. Eles realizam o serviço educativo, levando informações aos cidadãos de como cuidar e tratar de sua própria residência.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Profissional da Vigilância Ambiental – AP 5.1.

 

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Treinamento MEDIREC

OTICS Bangu sedia Treinamento MEDIREC voltado à qualificação do processo de regulação na AP 5.1

Nos dias 18 de setembro, 1º, 2, 7, 8, 9 e 16 de outubro de 2025, o Laboratório de Informática da OTICS Bangu será o espaço para a realização do Treinamento MEDIREC, atividade voltada para o aprimoramento dos fluxos de regulação e agendamento de encaminhamentos via SISREG. Com encontros programados das 14h às 17h, o treinamento reunirá 17 participantes, entre gerentes, responsáveis técnicos (RTs) médicos e de enfermagem, além de agentes comunitários de saúde (ACSs) da Área Programática 5.1. A capacitação é organizada por Priscila Mafra, RT médica da CAP 5.1, e conduzida por Tarek Nabaa, representante da plataforma MediRec. O conteúdo aborda diretamente a utilização do sistema para solicitações de encaminhamentos, com foco em fortalecer a qualificação do processo de regulação e garantir maior eficiência no acesso da população aos serviços de saúde.

Treinamento MEDIREC - Plataforma de apoio à regulação em saúde, que integra informações e otimiza a comunicação entre profissionais.
Treinamento conduzida por Tarek Nabaa, representante da plataforma MediRec.

O MediRec é uma plataforma de apoio à regulação em saúde, que integra informações e otimiza a comunicação entre profissionais, unidades de saúde e a rede de serviços, promovendo maior transparência e agilidade no agendamento de consultas e procedimentos.

🔎 Segundo o Ministério da Saúde, a regulação em saúde é um dos pilares para a organização da rede de atenção, garantindo que os cidadãos tenham acesso de forma ordenada, equitativa e em tempo adequado aos recursos disponíveis (Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/drac/regulacao).

A iniciativa reafirma o compromisso da CAP 5.1 em promover a formação continuada dos profissionais e em investir em ferramentas que ampliem a resolutividade e qualifiquem a gestão em saúde no território.

Treinamento MEDIREC - Plataforma de apoio à regulação em saúde, que integra informações e otimiza a comunicação entre profissionais.
Educação Permanente.

Curso Básico II de Libras – 4ª Aula

OTICS Bangu realiza 4ª aula do Curso Básico II de Libras para profissionais da Atenção Primária

Na tarde do dia 18 de setembro de 2025, o auditório da OTICS Bangu recebeu a 4ª aula do Curso Básico II de Libras, direcionado aos profissionais de saúde da Atenção Primária da Área Programática 5.1. A atividade contou com a participação da equipe de apoiadores da CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa), além da fonoaudióloga Renata Reis, do CER, que atua como mediadora do curso. O principal objetivo da iniciativa é capacitar os profissionais de saúde para a comunicação eficaz e humanizada com pacientes surdos, fortalecendo o acesso e a qualidade do atendimento, além de promover uma experiência de saúde mais inclusiva. O curso aborda não apenas a aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais (Libras), mas também aspectos relacionados à cultura surda, essenciais para a construção de um atendimento equitativo e para a redução das barreiras de comunicação. A ação reafirma o compromisso da CAP 5.1 em investir na formação continuada de seus profissionais e em promover práticas de saúde acessíveis a toda a população.

Curso Básico II de Libras - 4ª Aula,, público alvo profissionais da APS, o objetivo é a promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais.
Curso Básico II de Libras – 4ª Aula.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Curso Básico II de Libras - 4ª Aula,, público alvo profissionais da APS, o objetivo é a promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais.
Apoiadores do curso Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa), além da fonoaudióloga Renata Reis, do CER, que atua como mediadora do curso.

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

Curso Básico II de Libras - 4ª Aula,, público alvo profissionais da APS, o objetivo é a promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais.
Educação Permanente.

Fontes:

Libras

Central Carioca de Libras 

Planejamento da 4ª Aula do Curso de Libras Básico II

OTICS Bangu realiza planejamento da 4ª aula do Curso de Libras Básico II

Na manhã do dia 18 de setembro de 2025, a sala de apoio à gestão da OTICS Bangu recebeu a reunião de planejamento da 4ª aula do Curso de Libras Básico II, promovido pelo Projeto Promoção da Saúde CAP 5.1. O encontro contou com a participação de Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa da CAP 5.1, além de Renata Reis, fonoaudióloga do CER e mediadora do curso. A reunião teve como objetivo organizar a próxima aula voltada para os profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS), garantindo que a capacitação fosse planejada de forma estruturada e eficiente. O curso tem como principal meta promover o ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) entre os profissionais de saúde, capacitando-os para oferecer um atendimento humanizado, acessível e eficiente a pacientes surdos. A iniciativa busca eliminar barreiras de comunicação, promover o acolhimento e garantir acesso igualitário aos serviços de saúde. Além do contexto clínico, a Libras também facilita a comunicação com a família, na escola e no convívio social, ampliando a inclusão da comunidade surda.

Planejamento da 4ª Aula do Curso de Libras Básico II, promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais para que as pessoas surdas.
Planejamento da 4ª Aula do Curso de Libras Básico II

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

Planejamento da 4ª Aula do Curso de Libras Básico II, promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais para que as pessoas surdas.

Fontes:

Libras

Central Carioca de Libras