Dia Nacional da Pessoa com Atrofia Muscular Espinhal (AME)

O Dia Nacional da Pessoa com Atrofia Muscular Espinhal (AME) é celebrado em 8 de agosto, com o objetivo de conscientizar sobre a doença e promover a inclusão das pessoas afetadas. A AME é uma doença genética rara e degenerativa que afeta os neurônios motores, responsáveis pelos movimentos voluntários. No Rio de Janeiro, a Secretaria Municipal de Saúde pode ter ações específicas para essa data, como divulgação de informações sobre a doença e seus tratamentos, além de apoio aos pacientes e suas famílias. 

Atrofia Muscular Espinhal (AME) é uma doença rara, degenerativa, passada de pais para filhos e que interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores, responsáveis pelos gestos voluntários vitais simples do corpo, como respirar, engolir e se mover. Varia do tipo 0 (antes do nascimento) ao 4 (segunda ou terceira década de vida), dependendo do grau de comprometimento dos músculos e da idade em que surgem os primeiros sintomas.

Sintomas

Os neurônios motores morrem devido à falta da proteína e os pacientes vão, pouco a pouco, sentindo os sinais e sintomas da doença, que pode levar à morte. Os principais sinais e sintomas da AME são:

  • Perda do controle e forças musculares;
  • Incapacidade/dificuldade de movimentos e locomoção;
  • Incapacidade/dificuldade de engolir;
  • Incapacidade/dificuldade de segurar a cabeça;
  • Incapacidade/dificuldade de respirar.

Diagnóstico

O diagnóstico da Atrofia Muscular Espinhal (AME) é feito por um médico com base no protocolo da doença publicado pelo Ministério da Saúde no dia 22 de outubro de 2019 e revogado pela Portaria Conjunta nº 03, de 18 de janeiro de 2022. Os exames necessários para confirmação da doença serão solicitados pelo profissional de saúde.

Tratamento

O medicamento Nusinersena (Spinraza) é o único medicamento registrado no Brasil para o tratamento da Atrofia Muscular Espinhal (AME). Diversos estudos apontam a eficácia do medicamento na interrupção da evolução da AME para quadros mais graves, que são prevalentes na maioria dos pacientes. A AME é dividida em cinco tipos: 0, 1, 2, 3 e 4.

O tipo 1 é o mais frequente e a forma mais grave da doença. Em abril de 2019 o Ministério da Saúde anunciou a incorporação do Spinraza ao Sistema Único de Saúde (SUS) para tratamento do Tipo 1 da AME. Para os tipos 2 e 3 da AME, o Ministério da Saúde ofertará o medicamento na modalidade compartilhamento de risco. Neste formato, o governo paga pelo medicamento somente se houver melhora da saúde do paciente.

Importante: Os profissionais dos Serviços de Referência aplicarão o medicamento Spinraza nos pacientes, porque é um procedimento mais complexo que não pode ser feito em casa ou por qualquer profissional de saúde que não seja os do Serviço de Referência.

Acesso ao Spinraza para tratar da Atrofia Muscular Espinhal

O medicamento Spinraza chegou ao Brasil no dia 30/10/2019. A partir de novembro o Ministério da Saúde começará agendamento para entrega do medicamento para tratamento da AME Tipo 1 às Secretarias Estaduais de Saúde de todo o Brasil.

AME Tipo 1: Para ter acesso ao Spinraza para tratar da AME Tipo 1, o paciente deve ir a uma Farmácia de Alto Custo com o diagnóstico genético confirmatório, de acordo com o protocolo de atendimento da doença. A Farmácia de Alto Custo encaminhará o paciente para atendimento em um dos Serviços de Referência do Brasil.

AME Tipos 2 e 3: Os responsáveis pelos pacientes com os tipos 2 e 3 da AME devem entrar em contato com a Ouvidoria do SUS pelo telefone 136, a partir do dia 04/11/2019, e informar:

  • Dados pessoais, cidade em que mora, se o paciente já possui laudo da doença, além da prescrição médica para uso do medicamento Spinraza;
  • O MS irá mapear quem são e onde estão esses pacientes para organizar os serviços de saúde para atender a demanda;
  • Profissionais do MS ligarão para cada um dos pacientes cadastrados para indicar o Serviço de Referência que devem ir;
  • Esses pacientes serão acompanhados por profissionais por três anos para medir resultados e evolução a partir do uso do Spinraza.

Saiba mais: Dia Nacional da Pessoa com Atrofia Muscular Espinhal (AME)

OTICS Bangu Leva Saúde para nossos leitores.

Dia Mundial de Combate ao Colesterol

 

Dia 8 de Agosto é comemorado o Dia Mundial de Combate ao Colesterol. A data foi criada para promover ações de conscientização e prevenção contra o colesterol alto, que é considerado um dos fatores que mais contribuem para o desenvolvimento de diversas doenças cardiovasculares. Segundo o Ministério da Saúde, essas doenças são a primeira causa de mortalidade no Brasil, com 300 mil mortes anuais, cerca de 40% da população brasileira tem o colesterol elevado.

O colesterol é uma substância essencial para o correto funcionamento do organismo, compõe estruturas das células do coração, intestino, músculos, pele, fígado, nervos e cérebro. Ainda atua na digestão e na formação de alguns hormônios e vitaminas. No entanto, sua ingestão deve ser controlada, para que essas as taxas de colesterol no sangue permaneçam equilibradas. Altas taxas de colesterol são determinadas por fatores genéticos e também alimentares.

Para falar um pouco mais sobre esse assunto, conversamos com o Chefe do Serviço de Cardiologia do Hospital das Clínicas da UFG, vinculado à Rede Ebserh, e professor associado da Faculdade de Medicina da UFG, Aguinaldo Freitas Junior.

Em termos gerais, o que é o colesterol?

O colesterol é um tipo de gordura do corpo humano responsável por várias funções como formação das células, produção de hormônios e formação dos ácidos biliares que ajudam na digestão das gorduras. Quando está elevado, pode causar doenças prejudiciais ao organismo.

Há dois tipos de colesterol, o HDL que é considerado “bom” e o LDL que é considerado “mau”, qual a diferença entre os dois e como eles agem no organismo?

Por ser um tipo de gordura, o colesterol precisa se ligar a uma proteína para ser transportado no sangue, formando assim a lipoproteína de baixa densidade (LDL) e a lipoproteína de alta densidade (HDL). O HDL é chamado de “bom” colesterol pois carrega o colesterol dos tecidos do corpo para o fígado, e assim é eliminado do corpo através da bile e facilita a “limpeza” das artérias. Já o LDL é conhecido como o “mau” colesterol, pois faz o contrário do LDL, ou seja, leva o colesterol do fígado para os tecidos e facilita seu acúmulo nas artérias do corpo. Esse acúmulo pode causar obstrução dos vasos e consequentemente doenças cardiovasculares como Infarto agudo do miocárdio e Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Quais os níveis considerados ideais para cada um deles?

Os níveis ideais vão depender do risco cardiovascular de cada paciente e é calculado pelo médico durante a consulta. Mas basicamente o LDL deve ser menor que 130 mg/dL e o HDL maior que 40 mg/dL, para adultos com mais de 20 anos.

Quais doenças estão relacionadas a níveis altos de colesterol?

Infarto agudo do miocárdio, hipertensão arterial sistêmica, AVC, doença arterial obstrutiva periférica (obstrução de artérias do corpo), dentre outras.

O colesterol é determinado por fatores genéticos e alimentares. Qual o impacto da dieta e da atividade física no controle dos níveis de colesterol?

A mudança no estilo de vida com dieta adequada e atividade física regular pode reduzir de 10% a 15% as taxas do colesterol, o que é uma contribuição considerável no tratamento para redução do colesterol.

Como é feito o tratamento de quem está com a taxa de colesterol alta?

O tratamento é feito com medicamentos que reduzem os níveis de colesterol, como por exemplo as estatinas, atividade física regular e dieta adequada.

A partir de que idade é recomendado medir os níveis de colesterol? Crianças podem ter níveis altos de colesterol?

A partir dos 02 anos de idade deve ocorrer o rastreio de colesterol alto na criança. As crianças podem sim ter colesterol alto, principalmente quando há fatores de risco com uso de medicações, histórico familiar, doenças inflamatórias crônicas, doença renal crônica, entre outros.

 Saiba mais: https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-centro-oeste/hc-ufg/comunicacao/noticias/8-de-agosto-dia-mundial-de-combate-ao-colesterol

Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos da AP 5.1

Neste dia, 7 de agosto de 2025, turnos manhã e tarde, no auditório da OTICS Bangu, tivemos o terceiro dia de “Formação em Saúde Integral, Reprodutiva e Sexual” com foco na inserção, revisão e remoção do DIU – (Dispositivo Intrauterino) na Atenção Primária à Saúde (APS) e maternidades da área, último dia com as aulas práticas de todo conteúdo aplicado, incluindo o implante contraceptivo no braço (Implanon), também conhecido como implante subdérmico, é um método contraceptivo de longa duração que consiste em um pequeno bastão flexível inserido sob a pele, geralmente no braço, que libera um hormônio (etonogestrel) para prevenir a gravidez.  Ele é uma opção eficaz e reversível de contracepção, com duração de até três anos. Participaram do treinamento, 40 profissionais de saúde, o público alvo foram os enfermeiros e médicos das unidades de saúde da AP 5.1, o assunto abordado foi, a habilitação na inserção de DIU visando capacitar os profissionais para o atendimento às pacientes, quando indicado, realizando a implantação do dispositivo com as orientações necessárias, tempo de troca, intercorrências, como dor, sangramentos e outros, oferecendo as pacientes confiança e tranquilidade nesse método contraceptivo. A responsável pela capacitação foi Vanessa Henriques – Enfermeira RT da CAP 5.1, tivemos a participação dos preceptores, Priscila Cordeiro Mafra – Médica RT CAP 5.1, Thalita Schitine Lemos – Médica graduada pela Universidade do Grande Rio (Unigranrio), com especialização em Medicina de Família e Comunidade pelo Programa de Residência Médica da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (PRMMFC-SMSRJ) – NIR (CAP 5.1) e Zuleide Aguiar – Enfermeira Obstetra da Casa de Parto.
Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos das Unidades de Atenção Primária da AP 5.1, Educação Permanente.
Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos da AP 5.1.

O DIU – (Dispositivo Intrauterino) é um dispositivo em forma de “T” ou “Y” introduzido dentro da cavidade do útero pelo ginecologista, podendo ser composto por cobre, prata e cobre ou hormônios, sendo considerado um método contraceptivo de longo prazo.

No entanto, o DIU hormonal também pode ser indicado para o tratamento da endometriose, sangramento menstrual excessivo ou ainda para proteger contra o crescimento excessivo do revestimento interno do útero, durante a terapia de reposição hormonal.

O DIU só pode ser colocado e removido pelo ginecologista, e embora possa começar a usar em qualquer momento do ciclo menstrual, desde que se tenha certeza de que a mulher não está grávida, deve ser colocado, preferencialmente, durante a menstruação.

Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos das Unidades de Atenção Primária da AP 5.1, Educação Permanente.
Implante contraceptivo no braço (Implanon), também conhecido como implante subdérmico.

O Rio é um dos municípios pioneiros a oferecer pelo SUS este método contraceptivo, que tem 99,8% de eficiência, comparável à laqueadura tubária. Os dispositivos foram adquiridos pela Prefeitura dentro das estratégias para redução da mortalidade materna, visando o planejamento familiar, sexual e reprodutivo da mulher em idade fértil, além da prevenção de gestações indesejadas.

Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos das Unidades de Atenção Primária da AP 5.1, Educação Permanente.
DIU – (Dispositivo Intrauterino) na Atenção Primária à Saúde (APS) e maternidades da área, último dia com as aulas práticas de todo conteúdo aplicado.

O Rio já dispõe em sua rede o DIU de cobre, fornecido pelo Ministério da Saúde para todos os municípios brasileiros. Agora, a SMS está adquirindo 5 mil unidades do DIU hormonal, quantidade estimada para uso durante seis meses. A indicação de uso de um dispositivo ou outro caberá ao profissional de saúde, que avaliará as condições clínicas de cada paciente para decidir, com ela, qual o método mais adequado para seu caso específico.

Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos das Unidades de Atenção Primária da AP 5.1, Educação Permanente.
Pratica na inserção, revisão e remoção do DIU – (Dispositivo Intrauterino)

“O planejamento familiar é uma das estratégias mais importantes para o enfrentamento da mortalidade materna. A SMS oferece em sua rede básica métodos contraceptivos como pílula anticoncepcional, DIU de cobre, preservativos masculino e feminino, laqueadura, vasectomia e, agora, o DIU hormonal. Cada método tem benefícios e algumas contraindicações e, com a orientação do profissional de saúde, a mulher, e em alguns casos o casal, poderá escolher o mais indicado para o seu caso”, diz o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz.

Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos das Unidades de Atenção Primária da AP 5.1, Educação Permanente.
Médicos e Enfermeiro – CAP 5.1.

 

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/noticias/municipio-do-rio-oferece-diu-hormonal-para-planejamento-familiar-em-unidades-de-atencao-primaria/

https://saude.prefeitura.rio/saude-da-mulher/

 

 

Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos da AP 5.1

Neste dia, 6 de agosto de 2025, turnos manhã e tarde, no auditório da OTICS Bangu, tivemos o segundo dia de “Formação em Saúde Integral, Reprodutiva e Sexual” com foco na inserção, revisão e remoção do DIU – (Dispositivo Intrauterino) na Atenção Primária à Saúde (APS) e maternidades da área, participaram do treinamento, 40 profissionais de saúde, o público alvo foram os enfermeiros e médicos das unidades de saúde da AP 5.1, o assunto abordado foi, a habilitação na inserção de DIU visando capacitar os profissionais para o atendimento às pacientes, quando indicado, realizando a implantação do dispositivo com as orientações necessárias, tempo de troca, intercorrências, como dor, sangramentos e outros, oferecendo as pacientes confiança e tranquilidade nesse método contraceptivo. A responsável pela capacitação foi Vanessa Henriques – Enfermeira RT da CAP 5.1, tivemos a participação dos preceptores, Priscila Cordeiro Mafra – Médica RT CAP 5.1, Thalita Schitine Lemos – Médica graduada pela Universidade do Grande Rio (Unigranrio), com especialização em Medicina de Família e Comunidade pelo Programa de Residência Médica da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (PRMMFC-SMSRJ) – NIR (CAP 5.1) e Zuleide Aguiar – Enfermeira Obstetra da Casa de Parto.
Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos das Unidades de Atenção Primária da AP 5.1, Educação Permanente.
Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos da AP 5.1 – Segundo dia.

O DIU – (Dispositivo Intrauterino) é um dispositivo em forma de “T” ou “Y” introduzido dentro da cavidade do útero pelo ginecologista, podendo ser composto por cobre, prata e cobre ou hormônios, sendo considerado um método contraceptivo de longo prazo.

No entanto, o DIU hormonal também pode ser indicado para o tratamento da endometriose, sangramento menstrual excessivo ou ainda para proteger contra o crescimento excessivo do revestimento interno do útero, durante a terapia de reposição hormonal.

O DIU só pode ser colocado e removido pelo ginecologista, e embora possa começar a usar em qualquer momento do ciclo menstrual, desde que se tenha certeza de que a mulher não está grávida, deve ser colocado, preferencialmente, durante a menstruação.

Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos das Unidades de Atenção Primária da AP 5.1, Educação Permanente.
Vanessa Henriques – Enfermeira RT da CAP 5.1 e Priscila Cordeiro Mafra – Médica RT CAP 5.1. Tema: Inserção Ambulatorial.

O Rio é um dos municípios pioneiros a oferecer pelo SUS este método contraceptivo, que tem 99,8% de eficiência, comparável à laqueadura tubária. Os dispositivos foram adquiridos pela Prefeitura dentro das estratégias para redução da mortalidade materna, visando o planejamento familiar, sexual e reprodutivo da mulher em idade fértil, além da prevenção de gestações indesejadas.

O Rio já dispõe em sua rede o DIU de cobre, fornecido pelo Ministério da Saúde para todos os municípios brasileiros. Agora, a SMS está adquirindo 5 mil unidades do DIU hormonal, quantidade estimada para uso durante seis meses. A indicação de uso de um dispositivo ou outro caberá ao profissional de saúde, que avaliará as condições clínicas de cada paciente para decidir, com ela, qual o método mais adequado para seu caso específico.

Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos das Unidades de Atenção Primária da AP 5.1, Educação Permanente.
Zuleide Aguiar – Enfermeira Obstetra da Casa de Parto.

“O planejamento familiar é uma das estratégias mais importantes para o enfrentamento da mortalidade materna. A SMS oferece em sua rede básica métodos contraceptivos como pílula anticoncepcional, DIU de cobre, preservativos masculino e feminino, laqueadura, vasectomia e, agora, o DIU hormonal. Cada método tem benefícios e algumas contraindicações e, com a orientação do profissional de saúde, a mulher, e em alguns casos o casal, poderá escolher o mais indicado para o seu caso”, diz o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz.

Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos das Unidades de Atenção Primária da AP 5.1, Educação Permanente.
Thalita Schitine Lemos – Médica graduada pela Universidade do Grande Rio (Unigranrio), com especialização em Medicina de Família e Comunidade pelo Programa de Residência Médica da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (PRMMFC-SMSRJ) – NIR (CAP 5.1) – Tema: Dispositivos Intrauterinos – Sinais de Complicações.

 

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/noticias/municipio-do-rio-oferece-diu-hormonal-para-planejamento-familiar-em-unidades-de-atencao-primaria/

https://saude.prefeitura.rio/saude-da-mulher/

 

 

Vídeo Informativo Acessibilidade Comunicativa

Neste dia, 6 de agosto de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, turno da tarde, a equipe de apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS / CAP 5.1) estiveram jutos apara a gravação do vídeo informativo sobre a atuação da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, um vídeo informativo sobre a atuação da Equipe de Acessibilidade Comunicativa pode destacar como essa equipe trabalha para garantir que a comunicação seja acessível a todos, incluindo pessoas com deficiência. O vídeo pode apresentar exemplos práticos de como a equipe promove a inclusão, como a utilização de legendas, audiodescrição, Libras e outras ferramentas de acessibilidade comunicacional. Participaram do encontro, Elvis Ferreira (Apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS / CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo – auxiliares administrativos (DAPS/CAP 5.1).

O RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa são temas interligados que visam garantir o acesso equitativo à saúde para a população negra, considerando suas particularidades e barreiras comunicacionais.
Elvis Ferreira (Apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS / CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo – auxiliares administrativos (DAPS/CAP 5.1).

O RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa são temas interligados que visam garantir o acesso equitativo à saúde para a população negra, considerando suas particularidades e barreiras comunicacionais. O RAP (Rede de Atenção Psicossocial) da Saúde é uma estratégia para organizar a atenção psicossocial, enquanto a Saúde Integral da População Negra busca promover ações específicas para esse grupo, enfrentando o racismo institucional e suas consequências na saúde. A Acessibilidade Comunicativa, por sua vez, garante que a comunicação em saúde seja acessível a todos, incluindo aqueles com deficiências ou em contextos culturais diversos. 

O RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa são temas interligados que visam garantir o acesso equitativo à saúde para a população negra, considerando suas particularidades e barreiras comunicacionais.

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS) tem como objetivo garantir a acessibilidade comunicativa em suas ações e serviços. Isso inclui a oferta de informações em formatos acessíveis, como libras, legendas, audiodescrição e materiais em braille, além de garantir a comunicação clara e efetiva com a população. 

O RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa são temas interligados que visam garantir o acesso equitativo à saúde para a população negra, considerando suas particularidades e barreiras comunicacionais.

Fontes: Saúde da População Negra

RAP da Saúde

 

 

Acessibilidade Comunicativa

Neste dia, 6 de agosto de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, turno da manhã, a equipe de apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS / CAP 5.1) estiveram reunidos para elaboração de roteiro com o propósito da gravação de vídeo informativo sobre a atuação da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, para elaborar um roteiro é crucial definir o público-alvo, o objetivo do vídeo, e os recursos de acessibilidade a serem demonstrados. O roteiro deve detalhar cenas, diálogos, legendas, janela de Libras, e narração em áudio, se necessário, com uma linguagem clara e objetiva. Participaram do encontro, Elvis Ferreira (Apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS / CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo – auxiliares administrativos (DAPS/CAP 5.1).

O RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa são temas interligados que visam garantir o acesso equitativo à saúde para a população negra, considerando suas particularidades e barreiras comunicacionais.
Elvis Ferreira (Apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS / CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo – auxiliares administrativos (DAPS/CAP 5.1). 

O RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa são temas interligados que visam garantir o acesso equitativo à saúde para a população negra, considerando suas particularidades e barreiras comunicacionais. O RAP (Rede de Atenção Psicossocial) da Saúde é uma estratégia para organizar a atenção psicossocial, enquanto a Saúde Integral da População Negra busca promover ações específicas para esse grupo, enfrentando o racismo institucional e suas consequências na saúde. A Acessibilidade Comunicativa, por sua vez, garante que a comunicação em saúde seja acessível a todos, incluindo aqueles com deficiências ou em contextos culturais diversos. 

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS) tem como objetivo garantir a acessibilidade comunicativa em suas ações e serviços. Isso inclui a oferta de informações em formatos acessíveis, como libras, legendas, audiodescrição e materiais em braille, além de garantir a comunicação clara e efetiva com a população. 

 

Fontes: Saúde da População Negra

RAP da Saúde

 

 

Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos da AP 5.1

Neste dia, 5 de agosto de 2025, turnos manhã e tarde, no auditório da OTICS Bangu, tivemos o primeiro dia de “Formação em Saúde Integral, Reprodutiva e Sexual” com foco na inserção, revisão e remoção do DIU – (Dispositivo Intrauterino) na Atenção Primária à Saúde (APS) e maternidades da área, participaram do treinamento, 40 profissionais de saúde, o público alvo foram os enfermeiros e médicos das unidades de saúde da AP 5.1, o assunto abordado foi, a habilitação na inserção de DIU visando capacitar os profissionais para o atendimento às pacientes, quando indicado, realizando a implantação do dispositivo com as orientações necessárias, tempo de troca, intercorrências, como dor, sangramentos e outros, oferecendo as pacientes confiança e tranquilidade nesse método contraceptivo. A responsável pela capacitação foi Vanessa Henriques – Enfermeira RT da CAP 5.1, tivemos a participação dos preceptores, Priscila Cordeiro Mafra – Médica RT CAP 5.1, Simone Pires – Psicóloga da Coordenadoria CAP 5.1 e Luiz Guilherme Leal – Médico do Consultório de Rua CAP 5.1.
Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos das Unidades de Atenção Primária da AP 5.1, Educação Permanente.
Vanessa Henriques – Enfermeira RT da CAP 5.1 e Priscila Cordeiro Mafra – Médica RT CAP 5.1 – Preceptoras do treinamento.

O DIU – (Dispositivo Intrauterino) é um dispositivo em forma de “T” ou “Y” introduzido dentro da cavidade do útero pelo ginecologista, podendo ser composto por cobre, prata e cobre ou hormônios, sendo considerado um método contraceptivo de longo prazo.

No entanto, o DIU hormonal também pode ser indicado para o tratamento da endometriose, sangramento menstrual excessivo ou ainda para proteger contra o crescimento excessivo do revestimento interno do útero, durante a terapia de reposição hormonal.

O DIU só pode ser colocado e removido pelo ginecologista, e embora possa começar a usar em qualquer momento do ciclo menstrual, desde que se tenha certeza de que a mulher não está grávida, deve ser colocado, preferencialmente, durante a menstruação.

Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos das Unidades de Atenção Primária da AP 5.1, Educação Permanente.
Grupos para discussão dos dados teóricos, e troca de aprendizado.

O Rio é um dos municípios pioneiros a oferecer pelo SUS este método contraceptivo, que tem 99,8% de eficiência, comparável à laqueadura tubária. Os dispositivos foram adquiridos pela Prefeitura dentro das estratégias para redução da mortalidade materna, visando o planejamento familiar, sexual e reprodutivo da mulher em idade fértil, além da prevenção de gestações indesejadas.

O Rio já dispõe em sua rede o DIU de cobre, fornecido pelo Ministério da Saúde para todos os municípios brasileiros. Agora, a SMS está adquirindo 5 mil unidades do DIU hormonal, quantidade estimada para uso durante seis meses. A indicação de uso de um dispositivo ou outro caberá ao profissional de saúde, que avaliará as condições clínicas de cada paciente para decidir, com ela, qual o método mais adequado para seu caso específico.

Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos das Unidades de Atenção Primária da AP 5.1, Educação Permanente.
Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos da AP 5.1.

“O planejamento familiar é uma das estratégias mais importantes para o enfrentamento da mortalidade materna. A SMS oferece em sua rede básica métodos contraceptivos como pílula anticoncepcional, DIU de cobre, preservativos masculino e feminino, laqueadura, vasectomia e, agora, o DIU hormonal. Cada método tem benefícios e algumas contraindicações e, com a orientação do profissional de saúde, a mulher, e em alguns casos o casal, poderá escolher o mais indicado para o seu caso”, diz o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz.

Treinamento de DIU para Enfermeiros e Médicos das Unidades de Atenção Primária da AP 5.1, Educação Permanente.

 

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/noticias/municipio-do-rio-oferece-diu-hormonal-para-planejamento-familiar-em-unidades-de-atencao-primaria/

https://saude.prefeitura.rio/saude-da-mulher/

 

 

Preenchimento de Planilhas das Arboviroses

Nesta data, 5 de agosto de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, turno da manhã, Cristina Gonçalves – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), trabalhou no preenchimento de planilhas de prevenção das arboviroses. O objetivo é manter atualizada a planilha de monitoramento, visando o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.

Preenchimento de Planilhas das Arboviroses, de monitoramento, visando o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.
Cristina Gonçalves – Agente de Vigilância em Saúde (AVS).
A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Preenchimento de Planilhas das Arboviroses, de monitoramento, visando o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.
Preenchimento de Planilhas das Arboviroses – AP 5.1.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Capacitação em Saúde do Trabalhador

Neste dia, 5 de agosto de 2025, tivemos a capacitação em saúde do trabalhador para os profissionais do CAPS Lima Barreto. O evento foi realizada na sala de tutoria da OTICS Bangu, participaram do encontro 6 profissionais técnicos em saúde do trabalhador. O assunto abordado foi a apresentação a ser utilizada na capacitação dos profissionais do Caps. O objetivo foi a qualificação dos colaboradores. Responsável foi Simone Leite – Coordenadora do Cerest Zona Oeste – CAP 5.1.

Capacitação em saúde do trabalhador para os profissionais do CAPS Lima Barreto. Qualificação dos Profissionais atividades dos Cerests.
Capacitação em Saúde do Trabalhador.
A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Capacitação em saúde do trabalhador para os profissionais do CAPS Lima Barreto. Qualificação dos Profissionais atividades dos Cerests.
Responsável foi Simone Leite – Coordenadora do Cerest Zona Oeste – CAP 5.1.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

Capacitação em saúde do trabalhador para os profissionais do CAPS Lima Barreto. Qualificação dos Profissionais atividades dos Cerests.
Apresentação do Trabalho CEREST.

Dia Nacional da Vigilância Sanitária

Dia 5 de agosto marca a comemoração do Dia Nacional da Vigilância Sanitária. A data coincide com o nascimento de Oswaldo Cruz, personagem importante da história da saúde no Brasil.

Uma das mais importantes atuações do governo nos países é na área da Saúde. E, dentre as diversas ramificações existentes nesse setor, a Vigilância Sanitária certamente é a que mais se faz presente na vida cotidiana das pessoas. Isso porque está relacionada à qualidade, segurança e eficácia de uma série de produtos e serviços comercializados e oferecidos à população. Devido à sua importância, a data de 5 de agosto é dedicada à comemoração do Dia Nacional da Vigilância Sanitária, instituída pela Lei 13.098, de 27/01/2015 , e que coincide com o nascimento de Oswaldo Cruz, símbolo histórico da vigilância no Brasil.

O que é a vigilância sanitária?

No Brasil, essa área envolve um enorme conjunto de temas, que são regulados e tratados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) . Entre eles, estão: medicamentos, alimentos, cosméticos, agrotóxicos, produtos para a saúde, laboratórios e a vigilância de portos, aeroportos e fronteiras, além da regulação referente a sangue, tecidos, células e órgãos. Saneantes, farmacopeia, serviços de saúde e tabaco completam a lista de temas regulamentados pela Agência.

O conceito de Vigilância Sanitária é definido pela Lei Orgânica da Saúde ( Lei 8.080/90 ) como um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde.

Esse conceito abrange o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendidas todas as etapas e processos, da produção ao consumo; e o controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a saúde.

Papel da Anvisa

Em última instância, a Anvisa zela pela qualificação da regulação como ponto essencial para que a legislação traga segurança ao setor regulado e ao cidadão. Criada pela Lei 9.782, de 1999 , a Agência é uma autarquia sob regime especial, com sede em Brasília (DF), que tem por finalidade institucional promover a proteção da saúde da população, por intermédio do controle sanitário da produção e consumo de produtos e serviços submetidos à vigilância, inclusive dos ambientes, processos, insumos e das tecnologias a eles relacionados. Também atua no controle sanitário de portos, aeroportos, fronteiras e recintos alfandegados

Para que tudo ocorra de forma adequada, a Anvisa, periodicamente, precisa avaliar, criar ou ajustar a regulação. Além disso, coordena o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), que reúne as unidades estaduais, municipais e do Distrito Federal (DF).

Fonte: Vigilância Sanitária