Capacitação em Arboviroses da Vigilância Epidemiológica na AP 5.1

Capacitação em Arboviroses fortalece atuação da Vigilância Epidemiológica na AP 5.1

No dia 01 de abril de 2026, das 8h às 17h, foi realizado no auditório da OTICS o evento intitulado “Você já sabe, mas não custa lembrar – Arboviroses”, reunindo 45 participantes. A atividade teve como público-alvo os pontos focais para Vigilância Epidemiológica na Atenção Primária e da Rede de Urgência e Emergência. Durante a capacitação, foram abordados temas essenciais relacionados às arboviroses, incluindo notificação de casos, investigação laboratorial, análise do cenário epidemiológico e resolução de casos clínicos. O encontro proporcionou um espaço de troca de conhecimentos e alinhamento técnico entre os profissionais, contribuindo para o aprimoramento das práticas no território. O objetivo é propiciar maior entendimento e segurança aos profissionais quanto à execução dos fluxos da Vigilância Epidemiológica das arboviroses, qualificando o processo de notificação, investigação e resposta aos agravos.

As arboviroses, como dengue, chikungunya e zika, representam importantes desafios de saúde pública, especialmente em áreas urbanas. A qualificação contínua dos profissionais de saúde é fundamental para garantir a detecção precoce de casos, a adoção de medidas oportunas de controle e a redução de complicações e óbitos. Capacitações como esta fortalecem a integração entre os níveis de atenção e contribuem diretamente para a melhoria da vigilância e da assistência à população. A atividade foi conduzida pelas sanitaristas epidemiologistas Karen Abrahão e Graziele Rodrigues, que compartilharam conhecimentos técnicos e experiências práticas, promovendo um ambiente de aprendizado colaborativo.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

Fontes:

 

A vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e fortalecer uma sociedade saudável e resistente.

zé gotinha

Além de prevenir doenças graves, a imunização contribui para reduzir a disseminação desses agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde.

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 26 de março de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Reunião Técnica dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 20 de março de 2026, no auditório da OTICS Bangu foi o espaço da reunião técnica dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

Confira sobre os cursos OTICS Rio: Clique aqui!

 

VIGISOLO e Supervisão das Caracterizações dos Pontos de Exposição para Rota de Exposição

VIGISOLO e Supervisão das Caracterizações dos Pontos de Exposição para Rota de Exposição fortalecem ações de Vigilância Ambiental na AP 5.1

No dia 19 de março, das 9h às 12h, foi realizado no Laboratório de Informática da OTICS o encontro “VIGISOLO e Supervisão das Caracterizações dos Pontos de Exposição para Rota de Exposição”, com a participação de 10 Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) de Waldyr Franco. A atividade foi conduzida por Ney Jr. e Paulo Bueno, da área de Risco Não Biológico, no âmbito das ações da Gerência de Fatores de Risco Não Biológicos (GFRNB). O encontro teve como foco a supervisão técnica do trabalho de campo realizado pelos AVS, que identificaram e caracterizaram pontos de exposição em um raio de 400 metros a partir do Posto São Lourenço. A atividade integrou as ações do VIGISOLO, componente da Vigilância em Saúde Ambiental voltado ao monitoramento de áreas com potencial contaminação do solo, avaliando riscos à saúde humana decorrentes da exposição a contaminantes ambientais. Durante a supervisão, foram discutidos critérios técnicos para identificação dos pontos de exposição, análise das possíveis rotas de exposição (como contato direto com o solo, inalação de partículas ou ingestão indireta), qualificação dos registros e padronização das informações coletadas em campo. A troca de experiências entre os profissionais permitiu o alinhamento metodológico e o fortalecimento das estratégias de investigação ambiental no território.

O objetivo principal do evento foi aprimorar o trabalho de campo dos agentes, qualificando a identificação e a caracterização dos pontos de exposição relacionados às rotas de contaminantes. Essa etapa é fundamental para subsidiar análises de risco, orientar medidas preventivas e apoiar a tomada de decisão em saúde pública. A importância da atividade reside na consolidação de práticas baseadas em evidências e no fortalecimento da Vigilância em Saúde Ambiental como instrumento estratégico de proteção da população. A qualificação contínua dos AVS amplia a capacidade de resposta frente a situações de risco não biológico, contribuindo para a promoção de ambientes mais seguros e saudáveis.

A ação está alinhada às diretrizes do Ministério da Saúde no que se refere à Vigilância em Saúde Ambiental e às estratégias do programa VIGISOLO, que orienta a identificação, avaliação e gerenciamento de áreas com potencial risco à saúde humana devido à contaminação do solo.

Fontes

  • Ministério da Saúde. Diretrizes da Vigilância em Saúde Ambiental.

  • VIGISOLO. Programa de Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Solo Contaminado.

Capacitação “VIGISOLO e o Trabalho dos Agentes de Vigilância no Território”

Capacitação “VIGISOLO e o Trabalho dos Agentes de Vigilância no Território” reforça ações de monitoramento ambiental no Centro Municipal de Saúde Waldyr Franco

Na segunda-feira, 16 de março, das 14h às 16h, a OTICS Bangu sediou, na Sala de Informática, a capacitação “VIGISOLO e o Trabalho dos Agentes de Vigilância no Território”, reunindo 9 Agentes de Vigilância em Saúde do Centro Municipal de Saúde Waldyr Franco. A atividade teve como objetivo principal preparar os profissionais para realizar o reconhecimento territorial.

Durante a capacitação, conduzida por Ney Junior do Risco Não Biológico – AP 5.1, foram abordados temas essenciais para o trabalho de campo, com destaque para:

  • Caracterização de pontos de exposição no território;

  • Importância do georreferenciamento e da coleta de informações para subsidiar análises de risco;

  • Práticas seguras e orientações técnicas para atuação em áreas com histórico de contaminação.

A ação integra o processo de qualificação contínua da vigilância ambiental, reforçando a importância do monitoramento de áreas sensíveis, do cuidado aos possíveis impactos à saúde e da atuação criteriosa dos agentes na proteção da população. Com iniciativas como esta, a AP 5.1 fortalece o compromisso com a saúde ambiental, a prevenção de riscos e a construção de territórios mais seguros e informados.

O estudo de avaliação de risco à saúde humana realizado pelo Vigisolo no município do Rio de Janeiro tem como principais objetivos: a determinação da contaminação dos diversos compartimentos ambientais, o estabelecimento de rotas de exposição, a identificação das populações expostas, bem como, a qualificação de perigo e suas consequências. Como resultado deste estudo são apresentadas recomendações de saúde para o acompanhamento das populações expostas e ações ambientais para inibir as rotas de exposição humana detectadas.

A metodologia usada no Brasil para fazer o estudo de avaliação de risco à saúde humana é a da Agência para Substâncias Tóxicas e Registro de Doenças (Agency for Toxic Substances and Disease Registry – ATSDR) que foi criada com a missão de desenvolver atividades de saúde pública especificamente associadas com a exposição, real ou potencial, a agentes perigosos emitidos para o ambiente.

Consideram-se objetos de avaliação para esta metodologia os compostos químicos, elementos ou combinações que, por sua quantidade, concentração, características físicas ou toxicológicas, possam representar um perigo imediato ou potencial para a saúde humana ou o ambiente, quando são inadequadamente usadas, armazenado, transportado, tratado ou eliminado.

 

Fontes fidedignas utilizadas:
– Guia de Vigilância em Saúde – Ministério da Saúde
– Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro – Subsecretaria de Vigilância em Saúde
– Referências técnicas sobre vigilância de ambientes contaminados (SVS/MS)

Segundo e Último dia da Aula de Extensão II sobre Análise Epidemiológica

OTICS Bangu realiza segundo e último dia da Aula de Extensão II sobre Análise Epidemiológica para estudantes de Medicina

No dia 13 de março de 2027, das 08h às 13h, o auditório da OTICS Bangu sediou o segundo e último dia da Aula de Extensão II: Análise Epidemiológica, destinada aos estudantes do segundo período do curso de Medicina da Universidade Castelo Branco. A atividade contou com a participação de até 20 alunos, fortalecendo a integração entre o ensino acadêmico e as práticas desenvolvidas no Sistema Único de Saúde (SUS). A aula foi ministrada pela Graziele Marques Rodrigues, sanitarista e epidemiologista, que conduziu a atividade aprofundando os conteúdos relacionados à introdução à Vigilância em Saúde, área estratégica para o monitoramento, prevenção e controle de doenças e agravos que impactam a saúde da população.

Durante o encontro, foram retomados e ampliados os conceitos discutidos no primeiro dia da atividade, abordando a importância da análise epidemiológica na identificação de problemas de saúde no território, no acompanhamento de indicadores e na construção de estratégias de intervenção voltadas à promoção, proteção e recuperação da saúde. Também foram discutidos os principais instrumentos utilizados na vigilância em saúde e o papel dos profissionais no processo de coleta, análise e interpretação das informações em saúde.

O objetivo do evento foi apresentar aos estudantes os fundamentos da vigilância em saúde, promovendo a compreensão sobre a importância do uso de dados epidemiológicos para subsidiar decisões em saúde pública e fortalecer as ações de planejamento e organização dos serviços.

A realização do segundo e último encontro da aula de extensão reafirma a importância da integração entre ensino e serviço, proporcionando aos estudantes uma aproximação com a realidade da saúde pública e ampliando o conhecimento sobre a atuação da vigilância em saúde dentro do SUS. Iniciativas como essa contribuem para a formação de profissionais mais preparados para atuar de forma crítica e comprometida com as necessidades de saúde da população.

Fontes

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 5 de março de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Planejamento do NUPDEC Gestor – AP 5.1

OTICS Bangu sedia planejamento do NUPDEC Gestor para fortalecimento da preparação das unidades de saúde da AP 5.1

No dia 04 de março de 2026, das 16h às 17h, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu foi palco do Planejamento do NUPDEC Gestor (Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil), reunindo profissionais da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS), Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) e da Unidade de Resposta Rápida (URR) da Área Programática 5.1. A atividade contou com a participação de 3 pessoas de forma presencial e 4 de maneira remota. O encontro teve como foco o planejamento das ações do NUPDEC Gestor voltadas às direções das unidades de saúde da AP 5.1, abordando estratégias de preparação para eventos de desastres naturais nos territórios. Durante a atividade, foram discutidos tópicos relacionados à organização das equipes, identificação de riscos e fortalecimento das ações preventivas no âmbito da gestão das unidades de saúde.

O NUPDEC (Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil) é um grupo voluntário formado por moradores e apoiado pela Defesa Civil, que atua na prevenção, monitoramento e resposta a riscos em áreas vulneráveis, promovendo a segurança da população. No contexto da saúde, o planejamento dessas ações é fundamental para apoiar a gestão das unidades na organização de respostas rápidas e na articulação com a rede intersetorial diante de situações de risco e desastres.

A iniciativa também contribui para o fortalecimento da resiliência comunitária, por meio de ações como capacitação, mapeamento de ameaças e desenvolvimento de atividades educativas, ampliando a capacidade de resposta das equipes e da população frente a eventos adversos.

A atividade contou com a participação de Ney Junior, Paulo Bueno e Renata Paula (Vigilância Ambiental – Risco Não Biológico / CAP 5.1), Juliane e Julian (Unidade de Resposta Rápida – URR) e Isabela (Divisão de Vigilância em Saúde – Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil).

Fontes

Brasil. Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. Política Nacional de Proteção e Defesa Civil – Lei nº 12.608/2012.
Brasil. Ministério da Saúde. Vigilância em Saúde Ambiental e Gestão de Riscos e Desastres no SUS.
Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil. Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil (NUPDEC).

Fechamento de Planilhas de Arboviroses – Vigilância Ambiental – AP 5.1

OTICS Bangu realiza fechamento de planilhas de arboviroses referentes às ações de 2025

No dia 12 de novembro de 2025, no turno da manhã, a sala de apoio à gestão da OTICS Bangu foi espaço para o trabalho técnico de consolidação das ações de enfrentamento às arboviroses realizadas ao longo do ano. Na ocasião, Cristina Gonçalves, Agente de Vigilância em Saúde (AVS), atuou no preenchimento e fechamento das planilhas de prevenção das arboviroses, garantindo a atualização dos dados de monitoramento. O objetivo da atividade é manter atualizada a planilha de acompanhamento das ações desenvolvidas em 2025, subsidiando o planejamento estratégico e a elaboração do plano de contingência para o enfrentamento das arboviroses no território. O registro sistemático dessas informações é fundamental para qualificar a análise epidemiológica, fortalecer a tomada de decisão e direcionar ações preventivas de forma mais eficaz. A ação está alinhada às diretrizes da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, por meio da Vigilância em Saúde Ambiental, que compreende um conjunto de ações e serviços voltados ao monitoramento dos fatores ambientais que interferem na saúde humana. Seu propósito é identificar riscos, recomendar medidas de prevenção e promover a saúde da população.

As arboviroses são doenças causadas por vírus transmitidos principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. O termo deriva de “arbovírus”, que significa vírus transmitido por artrópodes. Essas doenças podem apresentar desde quadros leves até complicações graves. Entre os principais vetores destacam-se mosquitos dos gêneros Aedes, Culex e Anopheles, responsáveis pela transmissão de importantes agravos à saúde pública.

O fechamento das planilhas consolida as informações produzidas ao longo do ano e fortalece a vigilância ativa no território, permitindo maior organização das ações preventivas e resposta oportuna diante de possíveis cenários epidemiológicos.

Saiba mais:

Reunião Técnica com Supervisores dos AVSs – AP 5.1

No dia 2 de março de 2026, no turno da manhã, a sala de tutoria da OTICS Bangu recebeu a Reunião Técnica com Supervisores dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs) da AP 5.1. O encontro contou com a participação de 7 supervisores da categoria, tendo como público-alvo os profissionais responsáveis pela supervisão dos AVSs da Área Programática 5.1. Durante a reunião, foram abordados temas fundamentais para o fortalecimento das ações de vigilância no território, com destaque para o fluxo do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e os procedimentos relacionados aos bloqueios epidemiológicos. As discussões reforçaram a importância da organização dos processos de trabalho, da qualificação dos registros e da resposta oportuna às notificações de agravos. O principal objetivo do encontro foi a padronização do fluxo operacional, promovendo maior alinhamento entre as equipes e fortalecendo a efetividade das ações de vigilância em saúde na AP 5.1. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática 5.1, que destacou a relevância do alinhamento técnico contínuo para garantir respostas ágeis e qualificadas às demandas do território.

O Sistema de Informação de Agravos de Notificação – Sinan é alimentado, principalmente, pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória (Portaria de Consolidação nº 4, de 28 de Setembro de 2017), mas é facultado a estados e municípios incluir outros problemas de saúde importantes em sua região, difilobotríase no município de São Paulo.

Sua utilização efetiva permite a realização do diagnóstico dinâmico da ocorrência de um evento na população, podendo fornecer subsídios para explicações causais dos agravos de notificação compulsória, além de vir a indicar riscos aos quais as pessoas estão sujeitas, contribuindo assim, para a identificação da realidade epidemiológica de determinada área geográfica.

O seu uso sistemático, de forma descentralizada, contribui para a democratização da informação, permitindo que todos os profissionais de saúde tenham acesso à informação e as tornem disponíveis para a comunidade. É, portanto, um instrumento relevante para auxiliar o planejamento da saúde, definir prioridades de intervenção, além de permitir que seja avaliado o impacto das intervenções.

Saiba mais clicando aqui:https://www.gov.br/aids/pt-br/indicadores-epidemiologicos/sistemas-de-informacao/sinan