Supervisão RT lessa – Caps Lima Barreto

Nesta manhã do dia 7 de maio de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a supervisão RT lessa do Serviço de Residência Terapêutica – (SRT) do CAPS Lima Barreto – AP 5.1. Participaram do evento 7 apoiadores (cuidadores) das residências terapêuticas. O público alvo foram os cuidadores das residências. Os assuntos abordados foram a direção de trabalho e planejamento do processo terapêutico. O objetivo do evento foi afinar a comunicação e a organização do trabalho nas RTs. A responsável do encontro foi Nathalia Cristina do CAPS Lima Barreto.

Reunião da Equipe SRT Caps Lima Barreto com objetivo de afinar a comunicação e a organização do trabalho nas RTs.
Reunião da Equipe SRT Caps Lima Barreto.

Residências Terapêuticas (RTs) são casas que integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que foram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos. Essas residências visam a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, com o apoio de cuidadores e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência. 

As RTs são geralmente vinculadas a um CAPS, que oferece suporte técnico e profissional. As RTs contam com uma equipe de cuidadores que acompanha os moradores no dia a dia, auxiliando em atividades de vida diária, lazer e atividades terapêuticas. 

Reunião da Equipe SRT Caps Lima Barreto com objetivo de afinar a comunicação e a organização do trabalho nas RTs.
Equipe Serviço de Residência Terapêutica – (SRT) do CAPS Lima Barreto – AP 5.1.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

Atualização de Relatório Mensal RAP – Curso Libras

Nesta tarde do dia 6 de maio de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1, em atualização de relatório mensal RAP da Saúde e da planilha do curso de libras, como também acompanhamento pedagógico dos alunos das turmas, básicas e intermediárias de libras. Participaram do encontro, Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira (Apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS / CAP 5.1), o objetivo é a promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais para que as pessoas surdas possam estar de fato inseridos na sociedade. A Libras facilita muito a comunicação com a família, na escola, no convívio social. A responsável do encontro foi, Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1.

RAP da Saúde é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).
Atualização de Relatório Mensal RAP – Curso Libras.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologia, morfologia, sintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

RAP da Saúde é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).
Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira (Apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS / CAP 5.1).

 

Fontes: Libras

Central Carioca de Libras 

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Reunião de Supervisão de Eixo CAPS Lima Barreto

Na tarde do dia 6 de maio de 2025, no auditório da OTICS Bangu tivemos a reunião de supervisão de eixo CAPS Lima Barreto. Participam do encontro 40 profissionais. O público alvo foram os pacientes acompanhados pelo CAPS Lima, o assunto abordado foi a terapêutica empregada no tratamento dos pacientes. O objetivo do evento foi discutir casos clínicos com a equipe técnica, processo de análise, que visa a identificar as causas e formas de apresentação de uma doença, investigação das causas, formas de apresentação e intensidade dos sintomas; eliminar a sintomatologia da doença; aproximar o paciente da normalidade; trocar experiências entre profissionais; responder a dúvidas; estimular a idealização de novos caminhos. A responsável da reunião foi Mariana Martelo – Diretora do CAPS Lima Barreto.

Profissionais do CAPS Lima Barreto discutindo casos clínicos com a atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente. 
Equipe de Profissionais do CAPS Lima Barreto – AP 5.1.

Os CAPS III atende prioritariamente pessoas em intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso de substâncias psicoativas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Proporciona serviços de atenção contínua, com funcionamento 24 horas, incluindo feriados e finais de semana, ofertando retaguarda clínica e acolhimento noturno a outros serviços de saúde mental, inclusive CAPSad, possuindo até 05 (cinco) leitos para acolhimento noturno. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de 150 mil habitantes.

Profissionais do CAPS Lima Barreto discutindo casos clínicos com a atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente. 
Discussão de Casos Clínicos, com a Equipe Técnica.

Os Centros de Atenção Psicossocial são pontos de atenção estratégicos da Rede de Atenção Psicossocial – RAPS. Unidades que prestam serviços de saúde de caráter aberto e comunitário, constituído por equipe multiprofissional que atua sobre a ótica interdisciplinar e realiza prioritariamente atendimento às pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, em sua área territorial, seja em situações de crise ou nos processos de reabilitação psicossocial.

Profissionais do CAPS Lima Barreto discutindo casos clínicos com a atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente. 
Mariana Martelo – Diretora do CAPS Lima Barreto.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

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Prontuário Eletrônico

Profissionais jovens aprendizes (ADM), do CMS Manoel Guilherme – AP 5.1, em 5 de janeiro de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, trabalharam na atualização do prontuário eletrônico Vita Care, o objetivo é manter os prontuários atualizados, com isso, otimizar o acesso de dados no atendimento dos pacientes, por todos os profissionais competentes na assistência, tendo assim uma continuidade no atendimento da população.

Prontuário eletrônico, é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo.
Ysabelle da Silva e Ana Beatriz de Souza, profissionais jovens aprendizes (ADM), do CMS Manoel Guilherme – AP 5.1.

TRATAMENTO MAIS EFICIENTE

As informações contidas no prontuário eletrônico, no qual os médicos, enfermeiros e outros profissionais da saúde insere dados clínicos e usa a base de dados para dar diagnósticos mais precisos e indicar tratamentos mais eficientes, esses dados atualizados otimiza os profissionais na continuidade da assistência e condutas terapêuticas aplicada de acordo a necessidade do paciente, com isso, teremos uma base de dados fiel à realidade. Será possível elaborar programas de saúde mais específico e com resultados eficazes.

Atualização do Prontuário Eletrônico VitaCare

O prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais, registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.

 

Saiba mais clicando aqui: Repositório de Informações

Inserção de Dados no SISREG

Neste dia, 5 de maio de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, tivemos a enfermeira Letícia dos Santos S. de Oliveira, do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1, na inserção de dados na plataforma do Sistema de Regulação (SISREG), o objetivo foi inserir no sistema exames e especialidades médicas dos pacientes da unidade.

Enfermeira Letícia dos Santos S. de Oliveira, do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

O Sistema Nacional de Regulação – SISREG é um sistema web, criado para o gerenciamento de todo Complexo Regulador, através de módulos que permitem desde inserção da oferta até a solicitação, pela rede básica, de consultas, exames e procedimentos na média e alta complexidade, bem como a regulação de leitos hospitalares, objetivando maior organização e controle do fluxo de acesso aos serviços de saúde, otimização na utilização dos recursos assistenciais e visando a humanização no atendimento.

Trata-se de uma ferramenta fornecida pelo Ministério da Saúde de forma gratuita sendo sua utilização não compulsória.

Inserção de dados na Plataforma do Sistema de Regulação (SISREG).

PORTAL DE TRANSPARÊNCIA SISREG

Aqui você pode acompanhar a evolução da oferta de vagas,

solicitações, tempo de espera, fila e muito mais!

 

Fontes:

Saiba mais clicando aqui: https://www.rio.rj.gov.br/web/transparencia/sisreg

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/drac/sistemas

https://wiki.saude.gov.br/SISREG/index.php/SISREG_DEFINI%C3%87%C3%83O

Reunião de Equipe dos AVSs

Nesta manhã de 2 de maio de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião de equipe dos AVSs, participaram do encontro 7 profissionais da categoria, o objetivo do encontro foi, avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território. Responsável pelo encontro foi, Viviana Canuto Menezes – Supervisora da Vigilância Ambiental da área programática (AP) 5.1.

A saúde ambiental é uma área essencial da saúde pública, dedicada a estudar e reduzir os impactos que fatores ambientais, sejam eles naturais ou resultantes da atividade humana, têm sobre a saúde humana. Este campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e ações práticas, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas dentro de uma perspectiva sustentável.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Responsável pela equipe, Viviana Canuto Menezes – Supervisora da Vigilância Ambiental da área programática (AP) 5.1.

A Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) é coordenada pelo Ministério da Saúde e pode ser definida como um conjunto de ações voltadas para identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que afetam a saúde humana.

O profissional de vigilância ambiental é responsável pelas atividades relacionadas no âmbito da área ambiental. Eles trabalham com o conhecimento e mapeamento de território, realizando atividades de cadastramento e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

O trabalho social é fundamental nas atividades do agente. Eles realizam o serviço educativo, levando informações aos cidadãos de como cuidar e tratar de sua própria residência.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

 

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Reunião Online do RAP da Saúde

Na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, em 02 de maio de 2025, no turno da manhã, tivemos Willian Inácio, jovem da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP) em reunião online com a coordenação do projeto – Nível Central e preenchimento de planilha. Participaram da reunião, 5 pessoas de maneira remota, o público-alvo foram os adolescentes e jovens do RAP (facilitadores), o objetivo da reunião foi o planejamento e apoio dos responsáveis do projeto – Nível Central, na elaboração dos eventos, nas unidades da área de referência (AP 5.1), como também propostas de novas parcerias e atualização do relatório do projeto. Responsável pelo encontro foi, Marcio Batista – Coordenador do RAP da saúde.

Reunião online do RAP da Saúde, planejamento e apoio dos responsáveis do projeto - Nível Central, na elaboração dos eventos.
Willian Inácio, jovem da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP).

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Reunião online do RAP da Saúde, planejamento e apoio dos responsáveis do projeto - Nível Central, na elaboração dos eventos.
Reunião Online com a Coordenação do Projeto – Nível Central.

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Colegiado Local dos Profissionais de Educação Física da CAP 5.1

Na tarde do dia 30 de abril de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a reunião de colegiado local dos Profissionais de Educação Física da CAP 5.1, do Programa Academia Carioca com a presença da Assessoria de Atividade Física. Participaram do evento profissionais da categoria. O publico alvo foram os Profissionais de Educação Física da AP 5.1. Os assuntos abordados foram, o processo de trabalho dos profissionais de Educação Física do Programa Academia Carioca. O objetivo do evento foi, alinhamento dos fluxos, planejamentos e processo de trabalho da categoria. Responsável pelo encontro foi, Jone Vidal do Nascimento – Apoiador Técnico dos Profissionais de Educação Física da CAP 5.1.
Colegiado Local dos Profissionais de Educação Física da Cap. 5.1, alinhamento dos fluxos, planejamentos e processo de trabalho da categoria.
Colegiado Local dos Profissionais de Educação Física da CAP 5.1.

Desde 2009, o Programa Academia Carioca é um espaço mobilizador de Promoção da Saúde por meio de ação comunitária e multissetorial, centrada na inserção da prática de atividade física regular nas Unidades de Atenção Primária à Saúde. Por garantir o acesso da população a práticas que visem promover o bem estar físico, mental e social, a Academia Carioca tem se constituído como um significativo dispositivo de construção de uma sociedade mais ativa e com estilo de vida mais saudável.

Colegiado Local dos Profissionais de Educação Física da Cap. 5.1, alinhamento dos fluxos, planejamentos e processo de trabalho da categoria.
Pauta processo de trabalho dos profissionais de Educação Física do Programa Academia Carioca.

Hoje o Programa Academia Carioca está presente nas 10 Áreas de Planejamento, vinculadas às suas Unidades de Atenção Primária à Saúde, por meio de sua equipe de profissionais de educação física, que fazem parte dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF). O êxito do programa se deve a compreensão de que a atividade física é uma importante ação na Saúde Pública, capaz de contribuir para a redução de doenças crônicas não transmissíveis e de agravos à saúde.

Colegiado Local dos Profissionais de Educação Física da Cap. 5.1, alinhamento dos fluxos, planejamentos e processo de trabalho da categoria.
Profissionais de Educação Física da AP 5.1.

Fonte: https://saude.prefeitura.rio/academia-carioca/

Planejamento do Programa Saúde na Escola

Nesta tarde do dia 30 de abril de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, Kelson Sales e Alan Gomes dos Santos – Técnicos de Vigilância em Saúde da CAP 5.1, tiveram o segundo encontro para dar continuidade ao planejamento do Programa Saúde na Escola. Nesse segundo momento, o objetivo foi a maturação e construção das ações com a utilização do lúdico (brincadeira, jogo, etc.) como ferramenta pedagógica no processo de ensino e aprendizagem. É a arte de ensinar de forma prazerosa e significativa, utilizando o brincar para facilitar a aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento de habilidades. O público-alvo são os profissionais das unidades de Atenção Primária da AP 5.1, onde a Equipe Técnica do Programa Saúde na Escola (PSE) atua junto às unidades de saúde, capacitando e qualificando os profissionais para o desenvolvimento de atividades de educação em saúde com olhar lúdico-pedagógico, a serem desenvolvidas nas unidades escolares da 8ª CRE. Esse trabalho é coordenado por Lúcia Regina – Apoio Técnico de Reabilitação do DAPS – CAP 5.1.

Planejamento do Programa Saúde na Escola , identificação de problemas, definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação.
Kelson Sales e Alan Gomes dos Santos – Técnicos de Vigilância em Saúde da CAP 5.1.
O planejamento de oficinas de educação em saúde envolve a identificação de problemas, a definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação. As etapas do planejamento foca, identificar os problemas de saúde da população; priorizar os problemas; definir os objetivos a serem alcançados; criar propostas de intervenção e elaborar estratégias de ação. As propostas das oficinas  são, desenvolver métodos e processos de educação em saúde; promover o acesso e a apropriação do conhecimento em saúde; produzir materiais de apoio à prática educativa e estimular e valorizar os canais de comunicação.
Ações educativas em saúde Campanhas de conscientização, Palestras sobre higiene, Orientações médicas para cuidadores, Orientações de boas práticas para pacientes, Indicação de hábitos saudáveis. O planejamento é um instrumento importante para a execução das ações educativas, pois possibilita um maior impacto nos indicadores de saúde da população.

O Programa Saúde na Escola (PSE), política intersetorial da Saúde e da Educação, foi instituído em 2007 pelo Decreto Presidencial nº 6.286, de 5 de dezembro de 2007. As políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira se unem para promover saúde e educação integral. A intersetorialidade das redes públicas de saúde e de educação e das demais redes sociais para o desenvolvimento das ações do PSE implica mais do que ofertas de serviços num mesmo território, pois deve propiciar a sustentabilidade das ações a partir da conformação de redes de corresponsabilidade. A articulação entre Escola e Atenção Primária à Saúde é a base do Programa Saúde na Escola. O PSE é uma estratégia de integração da saúde e educação para o desenvolvimento da cidadania e da qualificação das políticas públicas brasileiras.

Planejamento do Programa Saúde na Escola , identificação de problemas, definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação.
maturação e construção das ações com a utilização do lúdico (brincadeira, jogo, etc.) como ferramenta pedagógica no processo de ensino e aprendizagem.

 

Programa Saúde na Escola (PSE)

Vigilância em Saúde

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Pesquisa de Campo – Aborto na APS

Nesse dia 30 de abril de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a coleta de dados para a pesquisa, “Cuidado integral às situações de aborto na Atenção Primária à Saúde no Sistema Único de Saúde(SUS)”. O público alvo serão os profissionais atuantes na Atenção Primária a Saúde (APS) do município do Rio de Janeiro, a participação se deu mediante inscrição prévia. Os assuntos abordados foram, a coleta de dados para a referida pesquisa. A pesquisa “Cuidado integral às situações de aborto na Atenção Primária à Saúde no Sistema Único de Saúde” é uma iniciativa do Grupo de Pesquisa Gênero, Reprodução e Justiça/RepGen, formado por pesquisadoras de diversas instituições de ensino e pesquisa do país, e coordenado pelas doutoras Claudia Bonan, do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz), e Andreza Rodrigues, da Escola de Enfermagem Anna Nery da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EEAN/UFRJ). A coordenação executiva do projeto conta ainda com as pesquisadoras Adriana Coser (Escola Nacional de Saúde Pública/Fiocruz), Luanda Lima (ABRASCO), Melanie Maia (Departamento de Medicina em Atenção Primária à Saúde/UFRJ) e Nanda Duarte (IFF/Fiocruz).

O objetivo desta pesquisa é analisar relatos de profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) sobre suas experiências de atenção às situações de aborto e compreender questões que afetam o entendimento e as práticas desses profissionais no cuidado às mulheres e pessoas que podem gestar, nessas situações. O projeto foi submetido à apreciação do Comitê de Ética em Pesquisa do IFF/Fiocruz, sendo autorizado pelo Certificado de Apresentação de Apreciação Ética (CAAE) 80219424.2.0000.5269.

Pesquisa de Campo - Aborto na APS - "Cuidado integral às situações de aborto na Atenção Primária à Saúde no Sistema Único de Saúde(SUS)".
Melanie Maia (Departamento de Medicina em Atenção Primária à Saúde/UFRJ), Luanda Lima (ABRASCO) e Marcella Teófilo Sanitarista.

O abortamento representa um grave problema de saúde pública, com maior incidência em países em desenvolvimento, sendo uma das principais causas de mortalidade materna no mundo, inclusive no Brasil. sua discussão, notadamente passional em muitos países, envolve uma intricada teia de aspectos legais, morais, religiosos, sociais e culturais. Vulnerabilidades como desigualdade de gênero, normas culturais e religiosas, desigualdade de acesso à educação, e múltiplas dimensões da pobreza – com a falta de recursos econômicos e de alternativas, a dificuldade de acesso a informação e direitos humanos, a insalubridade, dentre outros – fazem com que o abortamento inseguro atinja e sacrifique, de forma mais devastadora, mulheres de comunidades pobres e marginalizadas.

O abortamento espontâneo ocorre em aproximadamente (10 a 15%) das gestações e envolve sensações de perda, culpa pela impossibilidade de levar a gestação a termo, além de trazer complicações para o sistema reprodutivo, requerendo uma atenção técnica adequada, segura e humanizada. outros 10% dos abortamentos atendidos em nossos hospitais são provocados pelas mais diferentes formas, já que, para um grande contingente de mulheres, o abortamento resulta de necessidades não satisfeitas de planejamento reprodutivo, envolvendo a falta de informação sobre anticoncepção, dificuldades de acesso aos métodos, falhas no seu uso, uso irregular ou inadequado, e/ou ausência de acompanhamento pelos serviços de saúde. é preciso destacar que, para muitas mulheres, a gestação que motiva o abortamento resulta de violência sexual, seja por desconhecido, seja cometida pelo parceiro ou outro membro em âmbito doméstico e/ou intrafamiliar.

Pesquisa de Campo - Aborto na APS - "Cuidado integral às situações de aborto na Atenção Primária à Saúde no Sistema Único de Saúde(SUS)".
Os assuntos abordados no encontro foram, a coleta de dados para a referida pesquisa.

Aspectos culturais, religiosos, legais e morais inibem as mulheres a declararem seus abortamentos, dificultando o cálculo da sua magnitude. Independente dessa dificuldade, sabe-se que o abortamento é praticado com o uso de meios diversos, muitas vezes induzidos pela própria mulher ou realizados em condições inseguras, em geral acarretando consequências danosas à saúde, podendo, inclusive, levar à morte. O informe de outubro de 2008, do instituto Guttmacher, aponta como métodos usuais em abortamentos inseguros a inserção de preparos herbais na vagina, chás, saltos de escadas ou telhados, o uso de paus, ossos de frango, dentre outros objetos de risco.

Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde, metade das gestações é indesejada, com uma a cada nove mulheres recorrendo ao abortamento para interrompê-las. De acordo com dados recentes do instituto Guttmacher de Washington, D.C. – EUP, o número de abortos induzidos no mundo caiu de 45,6, em 1995, para 41,6 milhões, em 2003. A queda nos índices foi mais drástica em países desenvolvidos, caindo de 10 milhões, em 1995, para 6,6 milhões em 2003. Na Europa, o número caiu de 7,7 milhões para 4,3 milhões. A queda mais acentuada se deu no leste europeu, onde o aborto já é seguro e descriminalizado, na maioria dos países. Houve decréscimo de 90 para 44 na proporção de abortamentos a cada 1.000 mulheres entre 15 e 44 anos (tHe aLan GUttmaCHer institUte, 2008).

 

 

Fonte: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_humanizada_abortamento_norma_tecnica_2ed.pdf