Reunião Técnica Cerest Zona Oeste

No dia 17 de junho de 2026, das 9h às 12h, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu sediou uma reunião técnica entre a equipe do CEREST Zona Oeste e uma assistente social do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A atividade reuniu 6 participantes de forma presencial e um de forma online e foi conduzida pela equipe do CEREST Zona Oeste, composta por Simone Leite, Fátima Abdalah, Marcela Brandão e Alexandre Prio. Também estiveram presentes Ana Beatriz e Juan Buritica, ambos residentes da FIOCRUZ.

O encontro teve como objetivo esclarecer dúvidas relacionadas à Previdência Social e à Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), promovendo a atualização de conhecimentos e o alinhamento de informações importantes para o acompanhamento dos trabalhadores atendidos pelos serviços de saúde. Durante a reunião, foram discutidos fluxos, procedimentos e aspectos legais relacionados aos direitos previdenciários dos trabalhadores e à notificação de acidentes e agravos relacionados ao trabalho.

A atividade proporcionou um espaço de troca de experiências e fortalecimento da articulação entre saúde e previdência, contribuindo para a qualificação das ações desenvolvidas pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST). A integração entre os diferentes setores é fundamental para garantir assistência adequada aos trabalhadores, ampliando o acesso à informação e fortalecendo a proteção dos direitos relacionados à saúde e ao trabalho.

A Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) constitui um importante instrumento para o registro e monitoramento dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, subsidiando ações de vigilância, prevenção e promoção da saúde dos trabalhadores. Nesse contexto, momentos de atualização técnica e discussão intersetorial são essenciais para qualificar os processos de trabalho e fortalecer a atuação das equipes.

Fontes:

Encontro Locorregional do Programa Mais Médicos (PMM) da AP 5.1

Nos dia 16 de junho de 2026, das 14h às 17h, o auditório da OTICS Bangu sediou o Encontro Locorregional do Programa Mais Médicos (PMM) da AP 5.1, reunindo 16 profissionais vinculados ao programa em um momento de atualização técnica e fortalecimento das práticas assistenciais na Atenção Primária à Saúde (APS). A atividade foi conduzida por Priscila Mafra, Responsável Técnica Médica da CAP 5.1, em conjunto com os supervisores acadêmicos do Programa Mais Médicos.

O encontro teve como tema central as Síndromes Respiratórias, abordando aspectos relacionados à identificação, manejo clínico, acompanhamento dos usuários e estratégias de cuidado desenvolvidas na Atenção Primária à Saúde. A atividade proporcionou um espaço de discussão e troca de experiências entre os profissionais, contribuindo para a qualificação da assistência prestada à população.

Durante a programação, foram discutidos temas relevantes para a prática clínica, considerando o papel estratégico da APS na prevenção, diagnóstico precoce, acompanhamento e encaminhamento adequado dos casos. O debate também destacou a importância da vigilância em saúde e da atuação integrada das equipes para o enfrentamento das doenças respiratórias, especialmente em períodos de maior circulação de vírus respiratórios.

Os encontros locorregionais do Programa Mais Médicos constituem importantes espaços de educação permanente, promovendo atualização profissional, fortalecimento da integração entre ensino e serviço e qualificação contínua dos processos de trabalho. Essas iniciativas contribuem para o aprimoramento da assistência prestada no Sistema Único de Saúde (SUS) e para o fortalecimento da Atenção Primária como porta de entrada preferencial da rede de saúde.

Fonte:

Ministério da Saúde – Programa Mais Médicos

Ministério da Saúde – Síndrome Respiratórias 

Supervisão Seguimento RT Feira

Supervisão da RT Feira promove alinhamento e diretrizes de cuidado

Na tarde do dia 16 de junho de 2026, das 14h às 17h, foi realizada na Sala de Tutoria da OTICS Bangu a supervisão do Serviço de Residência Terapêutica (SRT). O encontro reuniu cinco participantes, tendo como público-alvo a equipe de  residência terapêutica. A atividade foi conduzida por Ana Carolina Ramos de Brito, direção do CAPS Lima Barreto, e teve como foco a reunião de equipe, com o objetivo de promover o alinhamento das práticas e diretrizes de cuidado voltadas ao fortalecimento do trabalho em saúde mental no contexto das residências terapêuticas. A supervisão representa um espaço de troca, escuta e aprendizado, reforçando a importância da formação continuada e do acompanhamento técnico para garantir cuidado humanizado e qualificado às pessoas em situação de vulnerabilidade psicossocial.

As Residências Terapêuticas (RTs) integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT), no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Sistema Único de Saúde (SUS). Elas são destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que viveram longos períodos de internação em hospitais psiquiátricos.

Esses espaços têm como missão promover a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, contando com o apoio de cuidadores e do CAPS de referência. O acompanhamento é realizado por equipes que auxiliam nas atividades do cotidiano, no lazer e nas práticas terapêuticas, sempre com foco na qualidade de vida e no fortalecimento da cidadania.

A iniciativa reforça a importância da integração entre CAPS, cuidadores e moradores, assegurando que as RTs cumpram seu papel estratégico na construção de um modelo de atenção mais humanizado e inclusivo em saúde mental.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Acessibilidade Comunicativa

Neste dia, 16 de junho de 2026, turno da manhã, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência;
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015);
Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da Universalidade, Equidade e Integralidade.

Reunião Técnica do Cerest

OTICS Bangu recebe Reunião Técnica das Atividades do Cerest 

Na manhã desta terça-feira, 16 de junho de 2026, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu sediou a Reunião Técnica das Atividades do Cerest. O encontro reuniu integrantes da equipe do Cerest Zona Oeste, além da presença da Coordenadora e de técnicos do Cerest Estadual, fortalecendo o diálogo e a integração entre as equipes regionais e estaduais de Vigilância em Saúde do Trabalhador. Os assuntos abordados contemplaram o fluxo de notificação de acidentes e agravos relacionado ao trabalho. A reunião destacou-se pela sua relevância no fortalecimento das ações de prevenção, promoção e proteção da saúde dos trabalhadores, contribuindo para a identificação precoce de riscos, a melhoria da qualidade das informações em saúde e o aprimoramento das estratégias de intervenção. A iniciativa reforça o compromisso com a qualificação contínua das práticas e com o fortalecimento da rede de cuidado em saúde do trabalhador.  A iniciativa foi solicitada por Simone, Supervisora do Cerest Zona Oeste – AVS/CAP 5.1, reforçando o compromisso com a qualificação contínua das práticas e com o fortalecimento das redes de cuidado no âmbito da saúde do trabalhador.A Saúde do Trabalhador é uma área estratégica da saúde pública e parte integrante do campo da Saúde Coletiva, com foco na promoção da saúde e na prevenção de agravos relacionados às condições de trabalho. Reconhecendo o trabalho como determinante social da saúde, essa área busca assegurar a atenção integral à saúde da população trabalhadora em seus diversos contextos.

 

Por meio de ações integradas de Vigilância em Saúde, com destaque para a Vigilância Epidemiológica, o Sistema Único de Saúde (SUS) atua na identificação, monitoramento e enfrentamento de riscos e agravos à saúde decorrentes dos ambientes, processos e relações de trabalho, em todo o território nacional.

Fundamentada nos princípios da universalidade, integralidade, equidade, intersetorialidade e participação social, a política de Saúde do Trabalhador reafirma o direito de todos os trabalhadores e trabalhadoras à saúde, independentemente da natureza do vínculo empregatício ou da formalidade da ocupação.Nesse sentido, as políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador devem promover ambientes de trabalho seguros, saudáveis e humanizados, bem como contribuir para a prevenção de doenças e agravos, a promoção do bem-estar físico, mental e social, e a garantia da dignidade no trabalho.

 

Fontes e referências:

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 15 de junho de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 7 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Eduardo Rodrigues Marques, Agente de Vigilância em Saúde (AVS) da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território. Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Atividade Avaliativa: Saúde e Comunidade

No dia 12 de junho de 2026, das 14h às 16h, o auditório da OTICS Bangu sediou a atividade avaliativa da disciplina Saúde e Comunidade, reunindo 7 alunos de medicina do sexto período da Universidade Castelo Branco em um momento de avaliação acadêmica voltado à consolidação dos conhecimentos adquiridos ao longo do processo formativo. A atividade foi conduzida por Cristiane Segreto, médica, do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, responsável pela supervisão.

A avaliação teve como objetivo analisar o desenvolvimento das competências relacionadas à saúde coletiva, à atuação no território e à compreensão dos princípios que orientam o Sistema Único de Saúde (SUS). Durante a atividade, os estudantes demonstraram os conhecimentos construídos ao longo da disciplina, articulando aspectos teóricos e práticos voltados ao cuidado em saúde e à realidade das comunidades atendidas pelos serviços públicos.

A disciplina Saúde e Comunidade constitui importante componente da formação em saúde, pois aproxima os estudantes das práticas desenvolvidas na Atenção Primária à Saúde e dos desafios enfrentados no cotidiano dos serviços. Além disso, favorece a compreensão dos determinantes sociais da saúde, do trabalho interdisciplinar e da importância da atuação integrada entre ensino, serviço e comunidade.

A realização de atividades avaliativas contribui para o fortalecimento do processo de ensino-aprendizagem, permitindo a reflexão crítica sobre os conhecimentos adquiridos e incentivando a formação de profissionais comprometidos com os princípios da universalidade, integralidade e equidade que fundamentam o SUS.

A iniciativa reforça o compromisso da OTICS Bangu com o apoio às atividades de ensino e formação em saúde, colaborando para a qualificação dos futuros profissionais que atuarão na promoção, prevenção e cuidado da saúde da população.

Fontes:

Ministério da Saúde — Política Nacional de Educação Permanente em Saúde.

Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) – PDF Oficial

Grupo de Estudos Saúde da População Negra

Grupo de Estudos debate Saúde Integral da População Negra e fortalece ações de equidade no SUS

No dia 11 de junho de 2026, das 9h às 12h, o auditório da OTICS Bangu sediou o Grupo de Estudos Saúde Integral da População Negra, reunindo 20 participantes entre trabalhadores da saúde, estudantes da área da saúde e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A atividade foi conduzida por Cristiane Vicente, Assessora de Saúde da População Negra da SMS-RJ, e Aline Vieira, psicóloga e presidente do Centro de Estudos do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira.

O encontro teve como objetivo apresentar os fundamentos da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) e promover a construção de propostas de intervenção voltadas aos serviços de saúde. A atividade constituiu um espaço de aprendizagem, reflexão e troca de experiências sobre a importância da promoção da equidade racial e do enfrentamento das desigualdades que impactam as condições de saúde da população negra.

Durante o grupo de estudos, foram abordados aspectos introdutórios da Saúde Integral da População Negra, destacando os princípios, diretrizes e estratégias da política nacional, além da importância do reconhecimento dos determinantes sociais da saúde e do combate ao racismo institucional como parte das ações de cuidado e gestão em saúde.

A iniciativa também estimulou a elaboração de projetos de intervenção voltados à qualificação dos serviços, buscando fortalecer práticas de cuidado mais inclusivas, humanizadas e alinhadas aos princípios da universalidade, integralidade e equidade que orientam o SUS. A construção coletiva de propostas contribui para ampliar o acesso da população aos serviços de saúde e fortalecer ações de promoção, prevenção e cuidado nos territórios.

A realização do Grupo de Estudos reafirma o compromisso da Secretaria Municipal de Saúde, da CAP 5.1 e da OTICS Bangu com a educação permanente, a promoção da equidade racial e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à saúde da população negra.

Fonte:

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra: Uma Política do SUS

Curso de Libras para Profissionais da Atenção Primária da AP 5.1

Neste dia, 11 de junho de 2026, turno da manhã, no auditório da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, tivemos a décima segunda aula da 5ª turma do Curso Básico I de Libras. A atividade contou com o apoio de Elvis Ferreira – apoiador da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, Willian Inácio e Yasmin Guimarães (Apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa), além de Renata Reis, fonoaudióloga do CER, responsável pela mediação do curso. O público-alvo da formação é composto por profissionais de saúde da Atenção Primária e o principal objetivo do curso é capacitá-los para se comunicar de forma eficaz e humanizada com pacientes surdos, contribuindo para a melhoria do acesso, da qualidade do atendimento e da experiência em saúde da comunidade surda. A proposta vai além do ensino da língua, contemplando também a compreensão da cultura surda, fundamental para a promoção de um atendimento mais inclusivo e para a redução das barreiras de comunicação nos serviços de saúde.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão das pessoas surdas no Brasil. Trata-se de uma língua com estrutura própria, de modalidade visual-espacial, distinta da língua portuguesa. Assim como outras línguas naturais, a Libras possui níveis linguísticos como fonologia, morfologia, sintaxe e semântica, além de um vocabulário próprio, composto por sinais.

É importante destacar que a Libras não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa, que permanece como língua oficial do país, mas se configura como um instrumento essencial para garantir o direito à comunicação das pessoas surdas. Nesse sentido, a qualificação dos profissionais de saúde em Libras representa um avanço significativo na construção de um sistema de saúde mais acessível, equitativo e humanizado.

Fontes e referências
Lei nº 10.436/2002 – Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais como meio legal de comunicação e expressão
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
Ministério da Educação – Diretrizes para educação e difusão da Libras

Acessibilidade Comunicativa

Neste dia, 10 de junho de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu foi espaço do encontro entre Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, para a realização de atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa. A iniciativa busca ampliar a conscientização e a disseminação de práticas inclusivas nos serviços de saúde, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para sensibilização das equipes e qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Ministério da Saúde, a promoção da acessibilidade nos serviços de saúde é fundamental para garantir atendimento humanizado e integral às pessoas com deficiência, respeitando suas necessidades específicas e assegurando equidade no acesso às políticas públicas.

Fontes:
Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência;
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015);
Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da Universalidade, Equidade e Integralidade.