Grupo de Estudos Saúde da População Negra

Grupo de Estudos Saúde da População Negra reafirma compromisso com a equidade em saúde no OTICS

No dia 12 de fevereiro de 2026, o auditório do Espaço da OTICS foi palco do Grupo de Estudos Saúde da População Negra, reunindo 44 participantes entre trabalhadores da saúde, estudantes da área e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro, realizado das 09h às 12h, teve como foco a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, reforçando o compromisso com a redução das desigualdades raciais no acesso e na qualidade dos serviços de saúde no país. O evento foi conduzido por Aline Vieira, Psicóloga e Presidente do Centro de Estudos Imas Juliano Moreira, que apresentou os principais eixos da política e liderou atividades que estimularam a reflexão crítica sobre a realidade dos serviços de saúde no atendimento à população negra. Vieira destacou a importância de ir além da teoria, incentivando a construção coletiva de um projeto de intervenção que possa ser implementado na prática cotidiana das unidades de saúde, integrando saberes acadêmicos, profissionais e experiências de usuários do SUS.

A Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) é um marco das políticas públicas brasileiras e orienta ações de promoção, atenção e prevenção, além de combater o racismo institucional no SUS. Ela define princípios e diretrizes para assegurar a equidade no atendimento e a participação da população negra na gestão das ações de saúde.

Foram discutidos temas como o reconhecimento das desigualdades raciais em saúde, a importância da autodeclaração de cor/raça nos sistemas de informação em saúde para melhorar o planejamento e a avaliação de políticas públicas, e estratégias de educação permanente dos trabalhadores de saúde com foco na equidade racial. Essas discussões são fundamentais para garantir que o SUS atenda de forma efetiva e justa a população negra, que historicamente enfrenta barreiras estruturais e sociais no acesso aos serviços de saúde.

No âmbito municipal, o compromisso com a saúde da população negra é reforçado pela Lei nº 7.749/22, que instituiu o Programa Municipal de Saúde Integral da População Negra Carioca, alinhado à PNSIPN. A lei prevê o desenvolvimento de ações integradas de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde deste grupo, com monitoramento e participação social como elementos essenciais para sua efetivação. Esse programa conta ainda com um Grupo Gestor Especial de Saúde da População Negra, vinculado ao Gabinete da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, responsável pela implementação transversal das ações nos serviços da capital.

A organização do evento ressaltou que iniciativas como essa são essenciais não apenas para a divulgação de políticas públicas, mas também para fomentar práticas transformadoras no cotidiano dos serviços de saúde, contribuindo diretamente para a redução das desigualdades raciais no Brasil.

Ao unir profissionais, estudantes e usuários do SUS, o Grupo de Estudos Saúde da População Negra reforça o compromisso com um sistema de saúde mais inclusivo e sensível às especificidades étnico-raciais, estimulando diálogos e ações que se traduzem em melhorias concretas nas práticas de saúde.

Fonte: https://saude.prefeitura.rio/populacao-negra/?utm_source=chatgpt.com

Capacitação sobre Aplicação de Bota de Unna

Capacitação sobre Aplicação de Bota de Unna fortalece a qualificação da assistência na Atenção Primária Prisional

No dia 11 de fevereiro, das 8h30 às 17h, o Auditório da OTICS sediou a Capacitação Aplicação de Bota de Unna, reunindo 13 enfermeiros da Atenção Primária Prisional em um importante momento de atualização técnica e aprimoramento profissional. A atividade foi conduzida por Michelle Bernardino, Responsável Técnica (RT) de Enfermagem do Sistema Prisional de Gericinó, e contou com a participação das palestrantes Helena Guimarães e Erica Rodrigues dos Santos, representantes da Secretaria – Gerência da Área Técnica de Atenção às Pessoas com Feridas. A capacitação teve como objetivo qualificar os enfermeiros para a avaliação clínica adequada e inserção da Bota de Unna, fortalecendo a assistência às pessoas privadas de liberdade que apresentam lesões vasculares, especialmente úlceras venosas, condição frequente e que demanda acompanhamento criterioso na Atenção Primária à Saúde (APS).

Durante o encontro, foram trabalhados conteúdos teóricos e práticos essenciais para a tomada de decisão segura no cuidado de feridas, incluindo: Avaliação de ferida vascular e venosa; Realização do Índice Tornozelo-Braquial (ITB); Uso de doppler manual para avaliação do fluxo arterial periférico; Técnica correta de aplicação da Bota de Unna. A abordagem integrada desses conteúdos é fundamental para garantir que a terapia compressiva seja indicada de forma segura, evitando complicações em pacientes com comprometimento arterial.

A Bota de Unna é uma terapia compressiva inelástica composta por uma bandagem impregnada com substâncias como óxido de zinco, glicerina, gelatina e água. Ela é indicada principalmente para o tratamento de úlceras venosas crônicas e edemas decorrentes da insuficiência venosa.

Sua principal função é promover compressão terapêutica, auxiliando no retorno venoso, reduzindo o edema e favorecendo o processo de cicatrização. Por ser uma terapia compressiva, sua aplicação exige avaliação prévia da circulação arterial, sendo indispensável a realização do ITB, exame que compara a pressão arterial do tornozelo com a do braço, garantindo segurança na indicação do tratamento.

De acordo com o Ministério da Saúde, por meio dos protocolos de Atenção Básica voltados ao cuidado de pessoas com condições crônicas e manejo de feridas, a terapia compressiva é considerada padrão-ouro no tratamento de úlceras venosas quando não há contraindicação arterial. A Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) também reforça que a avaliação vascular adequada é etapa imprescindível antes da aplicação de qualquer método compressivo.

No contexto da Atenção Primária Prisional, a qualificação técnica dos enfermeiros é estratégica para ampliar a resolutividade do cuidado, reduzir complicações, evitar encaminhamentos desnecessários para níveis secundários e terciários de atenção e promover melhor qualidade de vida aos usuários do sistema prisional.

A iniciativa reafirma o compromisso com a educação permanente em saúde, fortalecendo práticas baseadas em evidências científicas e alinhadas às diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo assistência segura, humanizada e de qualidade.

A OTICS segue como espaço de apoio à formação e atualização dos profissionais, contribuindo para o fortalecimento das ações de saúde no território.

Fontes consultadas

BRASIL. Prefeitura de Porto Alegre. Protocolo – Prevenção e Tratamento de Feridas: Atenção Primária à Saúde. Porto Alegre: SMS/POA, 2025. – Detalha modalidades de terapia compressiva incluindo a Bota de Unna. Protocolo de feridas APS – Porto Alegre

PERBONI, E. O. et al. A Bota de Unna como recurso terapêutico na insuficiência venosa crônica e úlceras: uma revisão bibliográfica. Lumen et Virtus, v. 16, n. 53, 2025. – Revisão científica sobre evidências de uso da Bota de Unna. Revisão Bibliográfica sobre Bota de Unna

EWMA – European Wound Management Association. Compression therapy & leg ulcers: guidelines e recursos de melhores práticas. – Diretrizes e melhores práticas internacionais para uso de terapia compressiva no manejo de úlceras de membros inferiores. EWMA Compression Therapy Guidelines

MARTINS JUNIOR, E. Manual Sobre a Técnica de Aplicação da Bota de Unna em Pacientes com Úlceras Venosas. Universidade Federal de São Paulo, 2018. – Manual validado sobre técnica de aplicação da Bota de Unna para profissionais de saúde. Manual de Aplicação da Bota de Unna (UNIFESP)

 

Reunião de Gestão Enfrentamento de Desastres

Reunião de Gestão fortalece comunicação oportuna para enfrentamento de desastres na CAP 5.1

No dia 11 de fevereiro de 2026, das 11h às 12h, foi realizada na Sala de Tutoria da OTICS (reunião remota) a Reunião de Gestão sobre Comunicação Oportuna de Desastres, que contou com a participação de aproximadamente 30 pessoas, entre participantes presenciais e remotos. O encontro foi direcionado aos Gestores das Unidades de Saúde do território da CAP 5.1. A atividade foi conduzida por Ney Jr., Paulo Bueno e Renata Paula (Risco Não Biológico), Julian e Juliane (URR) e Isabela Souza (DVS), reunindo representantes estratégicos para o fortalecimento das ações de vigilância e resposta em situações de emergência. O principal objetivo da reunião foi potencializar e qualificar a comunicação dos territórios diante de eventos de chuvas fortes, a partir da gestão das unidades de saúde, garantindo agilidade na disseminação de informações, organização dos fluxos e atuação integrada entre os serviços.

Assuntos abordados durante o encontro, foram, a importância da comunicação oportuna e padronizada em situações de desastres; estratégias de alerta e alinhamento entre os pontos focais das unidades; organização de fluxos internos e externos de informação; atuação da Vigilância em Saúde frente aos riscos não biológicos, especialmente relacionados a eventos climáticos extremos; integração entre DVS, URR e gestão local para resposta rápida e eficaz.

Os desastres classificados como riscos não biológicos — como enchentes, deslizamentos, tempestades, ondas de calor e outros eventos climáticos extremos — impactam diretamente a saúde pública, podendo ocasionar traumas, agravos respiratórios, doenças relacionadas à água contaminada, interrupção de tratamentos contínuos e sobrecarga da rede assistencial.

A Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS), instituída pela Resolução nº 588/2018 do Conselho Nacional de Saúde, estabelece a vigilância de emergências em saúde pública, incluindo desastres, como componente essencial do Sistema Único de Saúde (SUS).

O Ministério da Saúde, por meio do Plano de Resposta às Emergências em Saúde Pública e das diretrizes da Vigilância em Saúde Ambiental, reforça que a comunicação oportuna e a articulação intersetorial são estratégias fundamentais para redução de danos e organização das respostas locais.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) destacam que sistemas de alerta precoce, fluxos de comunicação bem definidos e coordenação entre gestores são determinantes para minimizar impactos à saúde em situações de emergência e desastres.

No âmbito nacional, a Lei nº 12.608/2012, que institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC), também reforça a importância da integração entre setores e da disseminação rápida de informações para prevenção e resposta a desastres.

A realização da reunião reafirma o compromisso da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS) e da gestão da CAP 5.1 com a preparação e resposta qualificada frente a eventos climáticos extremos, especialmente no período de chuvas intensas.

Ao fortalecer os fluxos de comunicação e alinhar estratégias entre gestores das unidades de saúde, o território amplia sua capacidade de resposta, promovendo maior segurança para profissionais e usuários, além de garantir assistência organizada e baseada em protocolos oficiais.

Investir em comunicação oportuna é investir em prevenção, proteção e cuidado com a população.

Fontes

  • BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Vigilância em Saúde (Resolução CNS nº 588/2018).

  • BRASIL. Lei nº 12.608/2012 – Institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC).

  • Ministério da Saúde. Plano de Resposta às Emergências em Saúde Pública.

  • Organização Mundial da Saúde (OMS). Health Emergency and Disaster Risk Management Framework.

  • Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Gestão do risco de desastres em saúde.

Ação de Prevenção Contra a Dengue CMS MGSF – AP 5.1

Ação de prevenção contra a dengue no CMS Manoel Guilherme reforça o combate ao mosquito transmissor na AP 5.1

Na manhã do dia 10 de fevereiro de 2026, profissionais do Centro Municipal de Saúde Manoel Guilherme da Silveira Filho, localizado na AP 5.1, realizaram uma ação educativa de prevenção contra a dengue, com a participação dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVS). A atividade teve como objetivo orientar usuários e profissionais da unidade sobre medidas preventivas e o controle do mosquito transmissor da doença.

Durante a ação, foram disponibilizadas informações educativas sobre a dengue, com destaque para os cuidados no ambiente domiciliar, especialmente em áreas de baixo, onde há maior risco de acúmulo de água parada. Cartazes ilustrativos foram utilizados como ferramenta de apoio, facilitando a compreensão da população sobre os principais focos do Aedes aegypti e a importância da eliminação desses criadouros. Um dos momentos de maior impacto da atividade foi a observação das larvas do mosquito transmissor por meio de um telescópio, possibilitando que pacientes e profissionais visualizassem de forma prática e educativa o ciclo de vida do vetor. Essa abordagem contribuiu para ampliar a conscientização e reforçar a corresponsabilidade de todos na prevenção da doença.

A dengue é uma doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti e representa um importante problema de saúde pública no Brasil, especialmente nos períodos de maior calor e chuvas. A prevenção é a principal forma de combate, baseada na eliminação de focos do mosquito, no manejo adequado de resíduos e no armazenamento correto da água.

A realização de ações educativas como essa é fundamental para o fortalecimento da Vigilância em Saúde, promovendo a informação, a mobilização social e a adoção de práticas preventivas que contribuem para a redução de casos de dengue e outras arboviroses no território.

A dengue faz parte de um grupo de doenças denominadas arboviroses, que se caracterizam por serem causadas por vírus transmitidos por vetores artrópodes. No Brasil, o vetor da dengue é a fêmea do mosquito Aedes aegypti (significa “odioso do Egito”). Os vírus dengue (DENV) estão classificados cientificamente na família Flaviviridae e no gênero Orthoflavivirus. Até o momento são conhecidos quatro sorotipos – DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4 –, que apresentam distintos materiais genéticos (genótipos) e linhagens.

Dengue

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Secretaria de Vigilância em Saúde

  • Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

  • Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS)

Reunião de Planejamento das Ações do Cerest

Reunião Mensal do CEREST Zona Oeste fortalece o planejamento das ações em Saúde do Trabalhador para 2026

Na tarde do dia 10 de fevereiro de 2026, das 14h às 16h, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS, a Reunião Mensal do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) Zona Oeste. O encontro contou com a participação de oito profissionais e teve como foco o planejamento estratégico das ações para o ano de 2026. A reunião foi conduzida por Simone Leite, Coordenadora do CEREST Zona Oeste, e teve como principal objetivo alinhar diretrizes, prioridades e estratégias para o fortalecimento das ações de Vigilância, Promoção e Proteção da Saúde do Trabalhador no território. O momento possibilitou a troca de experiências, a avaliação das demandas locais e a construção coletiva de propostas voltadas à prevenção de agravos relacionados ao trabalho. A importância desse encontro reside no fortalecimento da gestão participativa e na organização das ações que visam garantir condições de trabalho mais seguras e saudáveis, contribuindo diretamente para a redução de acidentes e doenças ocupacionais, bem como para a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores e trabalhadoras da Zona Oeste.

O CEREST é uma unidade integrante da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST), vinculada ao Sistema Único de Saúde (SUS). Sua atuação é voltada ao apoio técnico às equipes de saúde, ao desenvolvimento de ações de vigilância em saúde do trabalhador, à educação permanente e à promoção de ambientes de trabalho saudáveis, além de contribuir para a formulação de políticas públicas voltadas à saúde laboral. A realização periódica das reuniões mensais reafirma o compromisso do CEREST Zona Oeste com o planejamento, a qualificação das ações e o fortalecimento das políticas de Saúde do Trabalhador no território, em consonância com as diretrizes do SUS.

A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

 

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

  • Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST)

  • Sistema Único de Saúde (SUS)

Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 09 de fevereiro de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Cristina Gonçalves – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicada ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 06 de fevereiro de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 8 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Planejamento do fluxo do CEREST Zona Oeste

Planejamento do fluxo do CEREST Zona Oeste fortalece a organização das ações em Saúde do Trabalhador

Na manhã do dia 05 de fevereiro de 2026, foi realizado, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, o encontro de Planejamento do Fluxo do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) da Zona Oeste. A atividade contou com a participação de Tatiana Barroso, assessora da CAP 5.2, e Luis Alberto Tavares, enfermeiro da CAP 5.2, que se reuniram para discutir e organizar os fluxos de atendimento e encaminhamento relacionados às ações de Saúde do Trabalhador no território. O objetivo do encontro foi planejar e alinhar o fluxo de trabalho do CEREST Zona Oeste, visando otimizar o acompanhamento dos casos, qualificar os encaminhamentos e fortalecer a articulação entre a Atenção Primária à Saúde e a rede de atenção, garantindo maior resolutividade e efetividade das ações desenvolvidas.

O Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) é um serviço estratégico do Sistema Único de Saúde (SUS), integrante da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST). Sua finalidade é promover, proteger e recuperar a saúde dos trabalhadores, por meio do apoio técnico às equipes de saúde, da vigilância em saúde do trabalhador, da investigação de agravos relacionados ao trabalho e da articulação intersetorial nos territórios.

O planejamento do fluxo do CEREST é fundamental para o fortalecimento das ações de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, pois contribui para a organização do processo de trabalho, a melhoria da comunicação entre os serviços e a ampliação da capacidade de resposta da rede frente aos agravos relacionados ao trabalho. A definição de fluxos claros e integrados favorece o cuidado integral, a vigilância qualificada e a proteção da saúde da população trabalhadora.

A iniciativa reafirma o compromisso do CEREST Zona Oeste, das Coordenações de Área Programática e da OTICS Bangu com a qualificação da gestão, a organização dos processos de trabalho e o fortalecimento das ações de Saúde do Trabalhador no território.

Fontes e referências:

As ações e discussões realizadas durante o encontro estão alinhadas às seguintes normativas e diretrizes oficiais:

  • Constituição Federal de 1988, que estabelece a saúde como direito de todos e dever do Estado;

  • Lei nº 8.080/1990 (Lei Orgânica da Saúde), que inclui a Saúde do Trabalhador como campo de atuação do SUS;

  • Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT);

  • Diretrizes da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST);

  • Documentos técnicos do Ministério da Saúde e da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro sobre a organização das ações de Saúde do Trabalhador.

Reunião de Gestão do CAPS Lima Barreto

Reunião de Gestão do CAPS Lima Barreto fortalece o monitoramento de indicadores assistenciais

No dia 05 de fevereiro, das 14h às 16h30, foi realizada na Sala de Apoio da OTICS a Reunião de Gestão do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Lima Barreto, com a participação de 2 profissionais da equipe de gestão da unidade. O encontro teve como foco principal a discussão dos indicadores assistenciais, com o objetivo de analisar os dados da unidade, avaliar o desempenho das ações desenvolvidas e construir estratégias para o alcance das metas estabelecidas, contribuindo para o aprimoramento contínuo da gestão e da qualidade do cuidado em saúde mental. A reunião foi conduzida por Mariana Martelo, Diretora do CAPS Lima Barreto, que apresentou os indicadores, promoveu a análise crítica dos resultados e estimulou a construção coletiva de encaminhamentos voltados ao fortalecimento do processo de trabalho da unidade.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são serviços estratégicos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Sistema Único de Saúde (SUS), destinados ao atendimento de pessoas em sofrimento psíquico intenso e persistente, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas. Os CAPS atuam de forma territorializada, multiprofissional e comunitária, com foco no cuidado integral, na reabilitação psicossocial e na promoção da autonomia dos usuários, substituindo o modelo hospitalocêntrico e fortalecendo o cuidado em liberdade.

Reuniões de gestão voltadas à análise de indicadores são fundamentais para a qualificação da assistência em saúde mental, pois possibilitam o acompanhamento sistemático das ações desenvolvidas, a identificação de fragilidades e potencialidades do serviço e o redirecionamento de estratégias quando necessário. O monitoramento contínuo contribui para uma gestão mais eficiente, transparente e orientada por evidências, refletindo diretamente na melhoria do cuidado ofertado aos usuários do CAPS.

A iniciativa reafirma o compromisso do CAPS Lima Barreto e da OTICS com o fortalecimento da gestão, a qualificação dos processos de trabalho e a oferta de um cuidado em saúde mental integral, humanizado e baseado em evidências, em consonância com os princípios do SUS.

Fontes e referências:

As discussões realizadas durante a reunião estão alinhadas com diretrizes e normativas oficiais, tais como:

  • Constituição Federal de 1988, que estabelece a saúde como direito de todos e dever do Estado;

  • Lei nº 8.080/1990 (Lei Orgânica da Saúde), que organiza o Sistema Único de Saúde (SUS);

  • Política Nacional de Saúde Mental, do Ministério da Saúde;

  • Política Nacional de Atenção Psicossocial e diretrizes da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS);

  • Documentos técnicos e manuais do Ministério da Saúde sobre monitoramento de indicadores em saúde.

Oficina sobre Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

Oficina sobre Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora fortalece atuação dos pontos focais da Zona Oeste

No dia 05 de fevereiro, das 14h às 16h, foi realizada no Laboratório de Informática da OTICS a Oficina sobre a Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, voltada aos pontos focais das Coordenações de Atenção Primária (CAPs) da área de abrangência do CEREST Zona Oeste. A atividade reuniu 7 participantes, entre profissionais responsáveis pela articulação das ações de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora nos territórios. A oficina teve como objetivo principal qualificar os profissionais para a atuação no tema da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (STT) em seus territórios, com foco no acompanhamento dos casos relacionados às condições e agravos decorrentes do trabalho, fortalecendo o monitoramento, a notificação e o cuidado integral aos trabalhadores. A condução da atividade ficou a cargo de Lúcia Cruz, da DAPS CAP 5.1, e Simone Leite, do CEREST Zona Oeste, que promoveram a troca de experiências, orientações técnicas e o alinhamento das práticas desenvolvidas na Atenção Primária e na rede de saúde.

O Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) é um serviço estratégico do Sistema Único de Saúde (SUS), integrante da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST). Sua atuação tem como finalidade promover, proteger e recuperar a saúde dos trabalhadores, por meio do apoio técnico às equipes de saúde, da vigilância em saúde do trabalhador, da investigação de agravos relacionados ao trabalho e da articulação intersetorial no território.

A realização da oficina é fundamental para o fortalecimento das ações de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora na Atenção Primária, uma vez que contribui para a qualificação dos profissionais, o aprimoramento do acompanhamento dos casos e a integração entre os serviços da rede. A capacitação dos pontos focais amplia a capacidade de resposta dos territórios frente aos agravos relacionados ao trabalho, promovendo cuidado integral, vigilância qualificada e proteção à saúde da população trabalhadora.

A iniciativa reafirma o compromisso do CEREST Zona Oeste, da DAPS CAP 5.1 e da OTICS com a qualificação das ações de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, fortalecendo o cuidado, a vigilância e a promoção da saúde nos territórios.

Fontes e referências:

As atividades desenvolvidas estão alinhadas com as seguintes normativas e diretrizes oficiais:

  • Constituição Federal de 1988, que assegura a saúde como direito de todos e dever do Estado;

  • Lei nº 8.080/1990 (Lei Orgânica da Saúde), que inclui a Saúde do Trabalhador como campo de atuação do SUS;

  • Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT);

  • Diretrizes da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST);

  • Documentos técnicos do Ministério da Saúde e da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.