Grupo de Hiperdia CMS MGFS

No auditório da OTICS Bangu, nesta quarta – feira, 12 de fevereiro de 2025, o Grupo de Hiperdia do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, recebeu os pacientes para uma ação de prevenção de diabetes e hipertensão. O público alvo foram os pacientes da Equipe Bela Flor, do CMS MGFS, participam da ação, 37 pacientes, a responsável pelo encontro foi Elaine Santos – Enfermeira da equipe.  Os assuntos abordados foram, o controle da diabetes mellitus, o que é a doença, como pode ser tratada, os possíveis sinais e sintomas, diferença entre alimentos diet ou zero, light, a importância de ingerir regulamente água, prevenindo alguns problemas de saúde, priorizar uma alimentação saudável, fundamental para o controle da diabetes, tipos de processamento dos alimentos, evitando alimentos ultraprocessados. Também foi realizado a aferição da pressão arterial, pesagem, nível da glicemia, avaliação do pé diabético com abordagem educativa, para a prevenção da ocorrência de ulcerações nos pés, a partir do cuidado diário e adequado dos membros inferiores (nível de evidência). O objetivo do evento, é melhorar a qualidade de vida dos pacientes e controlar a hipertensão arterial e a diabetes.

O Grupo de Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde.
Elaine Santos – Enfermeira da equipe, palestrando sobre alimentação saudável, fundamental para o controle da diabetes.

O HIPERDIA, Programa de Hipertensão Arterial e Diabetes, constitui-se em um programa de cadastramento e acompanhamento de hipertensos e/ou diabéticos que visa o controle da DM e HAS e uma melhor qualidade de vida aos pacientes.

O Grupo Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde. O programa tem como objetivo melhorar a qualidade de vida dos pacientes e controlar a hipertensão arterial e a diabetes.

O Grupo Hiperdia permite: Monitorar os níveis de pressão arterial e glicemia; Identificar pacientes descompensados; Renovar receitas; Solicitar exames; Disseminar informações sobre alimentação, higiene bucal, uso de medicamentos e prática de exercícios físicos; Promover a autonomia do usuário sobre o seu próprio cuidado e Melhorar o fluxo da Unidade de Saúde.

O Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos (HIPERDIA) é o responsável por capturar as informações dos pacientes, como dados clínicos, fatores de risco, doenças concomitantes, presença de complicações e tratamento.

O Grupo de Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde.
Palestra sobre Saúde Bucal

Hipertensão e Diabetes

As Gerências dos Programas de Hipertensão e Diabetes atuam junto às Coordenações de Área e unidades de Atenção Primária na implementação das linhas de cuidado para Doenças Cardiovasculares (DCV) e Diabetes. Algumas das ações incluem a elaboração de protocolos clínicos, o matriciamento das equipes da Atenção Primária, a análise dos indicadores epidemiológicos, entre outras. O objetivo principal é estimular a detecção precoce e o acompanhamento adequado das pessoas com hipertensão e diabetes, de forma a melhorar a qualidade de vida, minimizar as complicações crônicas a longo prazo e reduzir a morbimortalidade cardiovascular, principal causa de morte na cidade e no país como um todo.

 

O Grupo de Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde.
Pesagem e nível da glicemia. Aferição da pressão arterial, Temperatura Corporal, Pesagem e nível da glicemia.

Serviços

  • Capacitações teórico-práticas para os profissionais da estratégia de saúde da família, na interpretação de eletrocardiograma, insulinização de pacientes diabéticos, e avaliação e tratamento de úlceras complexas;
  • Supervisão das ações com visitas às Unidades e Coordenações de Área;
  • Aquisição e distribuição de insumos para diabéticos em uso de insulina;
  • Regulação de pacientes junto a central de regulação;
  • Organização dos Ciclos de Debates de Hipertensão e Diabetes;
  • Avaliação continuada através de indicadores.

Clique aqui e saiba como funciona o Programa de Hipertensão Arterial e Diabetes.

Clique aqui e saiba mais sobre a Hipertensão Arterial.

Melhorar a qualidade de vida dos pacientes e controlar a hipertensão arterial e a diabetes.

Protocolos Clínicos

Os Guias de Referência Rápida orientam o manejo clínico da Hipertensão Arterial, do Diabetes Mellitus e da Prevenção Cardiovascular em adultos são destinados aos profissionais de saúde que atuam nas unidades de atenção primária da rede municipal. São eles:

• Guia de Referência Rápida para Hipertensão

• Guia de Referência Rápida para Diabetes Mellitus

• Guia de Referência Rápida para Prevenção Cardiovascular

O encaminhamento ao especialista é indicado quando o médico da Atenção Primária detectar dificuldade no manejo clínico da hipertensão, diabetes e suas complicações. O paciente deverá ser encaminhado para emissão de parecer do especialista com agendamento de consulta via SISREG. Após avaliação do especialista, o paciente retornará à unidade de origem munido do laudo médico do especialista constando diagnóstico, principais orientações, resultado dos exames realizados e plano terapêutico para o acompanhamento na Atenção Primária.

Situações em que o encaminhamento a um especialista pode ser recomendado:

• Cardiologia (link cardiologia.pdf)

• Endocrinologia: Diabetes e outras endocrinopatias

• Oftalmologia

• Nefrologia

• Cirurgião Vascular

• Reabilitação

Protocolo de Torácica/Dor Doença Coronária

Protocolo de Insuficiência Cardíaca

Outras referências

• VI Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial

• Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes 2012 – 2013

• Nice Clinical Guideline 127 – quick reference guide – 2011

• Nice Clinical Guideline 96 – quick reference guide – 2009

• The seventh report of the Joint National Comittee of Prevent, detection e evoluation and treatment oh high blood presssure (JNC VII) – Resumo / Texto na íntegra

Fontes: https://www.rio.rj.gov.br/web/sms/hipertensao-e-diabetes

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/abril/hipertensao-arterial-saude-alerta-para-a-importancia-da-prevencao-e-tratamento

 

 

 

 

Reunião Técnica Cerest Zona Oeste

Reunião da Política de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, realizada em 11 de fevereiro de 2025, turno da tarde, na sala de tutoria da OTICS Bangu, participaram do encontro 5 profissionais. O público alvo foi a equipe Cerest Zona Oeste, Os assuntos de pauta foram, os planos traçados e realizados em 2024 e planejamento de ações para 2025. O objetivo do encontro foi discutir as ações em Saúde do Trabalhador para 2025. Responsáveis pela reunião foram, Flávia Melo – Coordenadora da Saúde do Trabalhador em nível central e Simone Leite – Coordenadora do Cerest Zona Oeste.

Reunião Técnica Cerest Zona Oeste, o objetivo do encontro foi fechamento de 2025 e planejamento de ações para 2025 e estruturação do CEREST.
Flávia Melo – Coordenadora da Saúde do Trabalhador em nível central e Simone Leite – Coordenadora do Cerest Zona Oeste.
A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

Reunião Técnica Cerest Zona Oeste, o objetivo do encontro foi fechamento de 2025 e planejamento de ações para 2025 e estruturação do CEREST.
Reunião Técnica Cerest Zona Oeste.

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina

Reunião com  Secretaria de Vigilância em Saúde – SVS

Neste dia, 11 de fevereiro de 2025, turno da manhã, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião com a Secretaria de Vigilância em Saúde – SVS e os responsáveis pela Política de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, participaram do encontro 3 profissionais, Flávia Melo – Cerest Nível Central, Simone Leite – Cerest Zona Oeste e Lúcia Regina Souza da Cruz – Assistente Social – CAP 5.1, presencialmente e profissionais da SVS remotamente. O público-alvo foram, a Coordenação da Saúde do trabalhador e da trabalhadora, Cerest Zona Oeste, ponto focal da Saúde do trabalhador da Cap 5.1 e Gerência da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT). A pauta da reunião foi a discussão sobre fluxos de notificação de doenças e agravos relacionados ao trabalho. Objetivo do evento foi a implementação dos fluxos de Trabalho. Responsável pelo capacitação foi, Flávia Melo – Coordenadora da Saúde do Trabalhador em nível central – Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT).

Reunião da Política de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, com objetivo do planejamento e estruturação do CEREST.
Reunião com  Secretaria de Vigilância em Saúde – SVS
A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Reunião da Política de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, com objetivo do planejamento e estruturação do CEREST.
Flávia Melo – Cerest Nível Central, Simone Leite – Cerest Zona Oeste e Lúcia Regina Souza da Cruz – Assistente Social – CAP 5.1.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

Processo Seletivo de Auxiliar de Saúde Bucal

Aconteceu, no dia 7 de fevereiro, no auditório da OTICS Bangu, turno da manhã, o processo seletivo de auxiliar de saúde bucal. Participaram da entrevista 20 profissionais da categoria, o  objetivo foi a captação de candidatos para banco de reserva. No primeiro momento, os candidatos participaram de uma palestra focada na metodologia de trabalho, da Saúde Bucal, na Atenção Primária a Saúde, logo após, cada profissional foi entrevistado individualmente pelos profissionais da CAP 5.1 e OS responsável pela área programática (AP), Nathalia Souza – RH Instituto Gnosis, Luciana Dufrayer  e Lucineide Oliveira – Coordenadoras de Saúde Bucal da CAP 5.1.

Atenção Primária à Saúde (APS) é o primeiro lugar aonde as pessoas vão para cuidar da saúde e resolver a maioria dos problemas. Na Política Nacional de Saúde Bucal – Brasil Sorridente, as equipes de Saúde Bucal (eSB) trabalham em Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades Odontológicas Móveis (UOM).

As eSB da Estratégia Saúde da Família (ESF) são muito importantes para melhorar a assistência odontológica das pessoas. Elas seguem os princípios do SUS: atender a todos (universalidade), tratar todos de forma justa e de acordo com sua necessidade (equidade) e cuidar de todos os aspectos da saúde (integralidade). Essas equipes trabalham com outros profissionais de saúde, criando laços com as famílias e as comunidades para oferecer um cuidado mais eficaz.

Processo Seletivo de Auxiliar de Saúde Bucal, com o objetivo da captação de candidatos para banco de reserva.
Entrevista individual dos candidatos.

Para facilitar o acesso aos cuidados odontológicos para pessoas que vivem em regiões de difícil acesso, como as áreas rurais, o Ministério da Saúde criou o Componente Móvel da Atenção à Saúde Bucal através da Unidade Odontológica Móvel (UOM).

Hoje, a UOM é usada exclusivamente pelos profissionais das equipes de Saúde Bucal da Estratégia Saúde da Família. Ela ajuda essas equipes a realizar suas atividades, garantindo que as populações rurais, quilombolas, assentadas e que vivem em áreas isoladas ou de difícil acesso possam receber ações de promoção, prevenção e atendimento básico de saúde bucal.

Se alguém atendido pela UOM precisar de cuidados mais especializados, ele pode ser encaminhado aos Centros de Especialidade Odontológica (CEO) ou Serviços de Especialidades em Saúde Bucal (Sesb) para continuar o tratamento.

Processo Seletivo de Auxiliar de Saúde Bucal, com o objetivo da captação de candidatos para banco de reserva.
Nathalia Souza – RH Instituto Gnosis, Lucineide Oliveira e Luciana Dufrayer  – Coordenadoras de Saúde Bucal da CAP 5.1.

 

Saiba mais: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/brasil-sorridente/saude-bucal-na-aps

Reunião de Planejamento das Oficinas de Territorialização 2025

Neste dia, 4 de fevereiro, turno da tarde, na sala de tutoria da OTICS Bangu, foi realizada a reunião de planejamento das oficinas de unidades de Atenção Primária da área programática (AP) 5.1. Os assuntos abordados foram, orientação sobre metodologia e parâmetros utilizados na territorialização das equipes e unidades de atenção primária (uaps) da ap5.1 e planejamento estratégico das oficinas de territorialização do ano de 2025- OTICS Bangu e DICA – AP 5.1.

O encontro objetivou esclarecer a metodologia de redistribuição territorial com base nas normativas de financiamento do Sistema de Informação em Saúde para Atenção Básica (SISAB), como também, o contrato de gestão da prefeitura do rio, e recomendação do ministério da saúde sobre quantitativo de população territorializada por agente comunitário de saúde. Oportunizamos o encontro para organização de agenda estratégica com a programação de datas para reorganização dos territórios e microáreas das unidades de atenção primária à saúde da AP 5.1, que serão realizadas no período de abril a outubro de 2025.

Participaram  da reunião, Fátima Carneiro – Gerente da OTICS Bangu, Alexsandra Barroso Clarim responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1 e Vivian Bravo de Souza – ADM – CAP 5.1.

Reunião de Planejamento das Oficinas de Territorialização 2025. Objetivo de delinear as microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde.
Reunião de Planejamento das Oficinas de Territorialização 2025

A complexidade das questões que envolvem a saúde, a doença, a vigilância e a organização da rede de serviços de saúde exige conhecer alguns conceitos da geografia a que vão contribuir para identificação, conhecimento e análise de problemas de saúde (causas, riscos e danos), como também para definição de ações (promoção, proteção e reabilitação) e estruturação das Redes de Atenção à Saúde no Sistema Único de Saúde (RAS-SUS). Território e Territorialização.

 

Link para download do Google Earth Pro

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Oficina de Territorialização do CMS Athayde Da Fonseca – AP 5.1

Neste dia 04 de fevereiro de 2025, no laboratório de informática da OTICS Bangu, turno da manhã, tivemos o segundo encontro da oficina de territorialização com os profissionais do CMS Athayde Jose Da Fonseca – AP 5.1. O objetivo foi a delineação das microáreas. Participaram da oficina Fátima Carneiro – Gerente OTICS Bangu, Victor Lins – ADM da OTICS Bangu, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), Daniela da Conceição Santos – ACS, Laura Cristina dos Santos Porto – ACS, Luís Gustavo Silva – ACS, Jorge Antônio Américo – ACS, Luciene Nogueira da Silva – ACS, Lidiane Nogueira da Silva – Gerente Técnica da Unidade, Alexsandra Barroso Clarim do Georreferenciamento da Divisão de Informação, Controle e Avaliação (DICA) e Vivian Bravo de Souza – Equipe do Georreferenciamento – CAP 5.1.

A oficina de territorialização tem o objetivo de delinear as microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde.
Equipe João Saldanha.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

 

A oficina de territorialização tem o objetivo de delinear as microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde.
Equipe Sandro Moreira.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

A oficina de territorialização tem o objetivo de delinear as microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde.
Oficina de Territorialização do CMS Athayde Da Fonseca – AP 5.1

 

Link para download do Google Earth Pro

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Oficina de Territorialização do CMS Athayde Da Fonseca – AP 5.1

Neste dia 30 de janeiro de 2025, no laboratório de informática da OTICS Bangu, turno da manhã, tivemos o primeiro encontro, dos ajustes de território e oficina de territorialização, com os profissionais do CMS Athayde Jose Da Fonseca – AP 5.1. Participaram da oficina, Fátima Carneiro- Gerente OTICS Bangu, Victor Lins – ADM da OTICS Bangu, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), Lays Salvador de Oliveira – ACS, Daniela da Conceição Santos – ACS, Laura Cristina dos santos Porto – ACS, Luís Gustavo Silva – ACS, Jorge Antonio Americo – ACS, Lidiane Nogueira da Silva – Gerente Técnica da Unidade, Alexsandra Barroso Clarim do Georreferenciamento da Divisão de Informação Controle e Avaliação (DICA) e Vivian Bravo de Souza – Equipe do Georreferenciamento – CAP 5.1.

A oficina de territorialização tem o objetivo de delinear as microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde.
Alexsandra Barroso Clarim do Georreferenciamento da Divisão de Informação Controle e Avaliação (DICA)

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

A oficina de territorialização tem o objetivo de delinear as microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

 

A oficina de territorialização tem o objetivo de delinear as microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde.
Lidiane Nogueira da Silva – Gerente Técnica da Unidade – falando sobre a expansão no território.

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Reunião da Política de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

Reunião da Política de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora aconteceu nesta quinta feira, 30 de janeiro de 2025, turno da tarde, na sala de apoio da gestão da OTICS Bangu, participaram do encontro 7 profissionais. O público-alvo foi a equipe do Cerest Zona Oeste. O objetivo da reunião foi o planejamento de ação para as atividades do Cerest Zona Oeste (Centro de Referência em saúde do trabalhador), a organização do serviço, planejamento e estruturação do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) da Zona Oeste. Os profissionais também abordaram a continuação de análise de diagnostico para identificar as atividades produtivas da população trabalhadora e das situações de risco à saúde dos trabalhadores no território da cap5.1, além de identificar as necessidades, demandas e problemas de saúde dos trabalhadores no território. Após tiveram uma audiência online com o Ministério do Trabalho e hospitais municipais. A responsável do encontro foi Simone Leite – Coordenadora do Cerest Zona Oeste.

Reunião da Política de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, com objetivo do planejamento e estruturação do CEREST.
Reunião online da Política de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora
A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

Grupo de Hiperdia CMS MGFS

No auditório da OTICS Bangu, nesta quarta – feira, 29 de janeiro de 2025, o Grupo de Hiperdia do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, recebeu os pacientes para uma ação de prevenção de diabetes e hipertensão. O público alvo foram os pacientes da Equipe Bela Flor, do CMS MGFS, participam da ação, 37 pacientes, a responsável pelo encontro foi Elaine Santos – Enfermeira da equipe.  Os assuntos abordados foram, o controle da diabetes mellitus, o que é a doença, como pode ser tratada, os possíveis sinais e sintomas, diferença entre alimentos diet ou zero, light, a importância de ingerir regulamente água, prevenindo alguns problemas de saúde, priorizar uma alimentação saudável, fundamental para o controle da diabetes, tipos de processamento dos alimentos, evitando alimentos ultraprocessados. Também foi realizado a aferição da pressão arterial, pesagem, nível da glicemia, avaliação do pé diabético com abordagem educativa, para a prevenção da ocorrência de ulcerações nos pés, a partir do cuidado diário e adequado dos membros inferiores (nível de evidência). O objetivo do evento, é melhorar a qualidade de vida dos pacientes e controlar a hipertensão arterial e a diabetes.

O Grupo de Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde.
Elaine Santos – Enfermeira da equipe, palestrando sobre alimentação saudável, fundamental para o controle da diabetes.

O HIPERDIA, Programa de Hipertensão Arterial e Diabetes, constitui-se em um programa de cadastramento e acompanhamento de hipertensos e/ou diabéticos que visa o controle da DM e HAS e uma melhor qualidade de vida aos pacientes.

O Grupo Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde. O programa tem como objetivo melhorar a qualidade de vida dos pacientes e controlar a hipertensão arterial e a diabetes.

O Grupo Hiperdia permite: Monitorar os níveis de pressão arterial e glicemia; Identificar pacientes descompensados; Renovar receitas; Solicitar exames; Disseminar informações sobre alimentação, higiene bucal, uso de medicamentos e prática de exercícios físicos; Promover a autonomia do usuário sobre o seu próprio cuidado e Melhorar o fluxo da Unidade de Saúde.

O Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos (HIPERDIA) é o responsável por capturar as informações dos pacientes, como dados clínicos, fatores de risco, doenças concomitantes, presença de complicações e tratamento.

 

O Grupo de Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde.
Questionário para avalição do pé diabético.

Hipertensão e Diabetes

As Gerências dos Programas de Hipertensão e Diabetes atuam junto às Coordenações de Área e unidades de Atenção Primária na implementação das linhas de cuidado para Doenças Cardiovasculares (DCV) e Diabetes. Algumas das ações incluem a elaboração de protocolos clínicos, o matriciamento das equipes da Atenção Primária, a análise dos indicadores epidemiológicos, entre outras. O objetivo principal é estimular a detecção precoce e o acompanhamento adequado das pessoas com hipertensão e diabetes, de forma a melhorar a qualidade de vida, minimizar as complicações crônicas a longo prazo e reduzir a morbimortalidade cardiovascular, principal causa de morte na cidade e no país como um todo.

O Grupo de Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde.
Pesagem e nível da glicemia.

 

Serviços

  • Capacitações teórico-práticas para os profissionais da estratégia de saúde da família, na interpretação de eletrocardiograma, insulinização de pacientes diabéticos, e avaliação e tratamento de úlceras complexas;
  • Supervisão das ações com visitas às Unidades e Coordenações de Área;
  • Aquisição e distribuição de insumos para diabéticos em uso de insulina;
  • Regulação de pacientes junto a central de regulação;
  • Organização dos Ciclos de Debates de Hipertensão e Diabetes;
  • Avaliação continuada através de indicadores.

Clique aqui e saiba como funciona o Programa de Hipertensão Arterial e Diabetes.

Clique aqui e saiba mais sobre a Hipertensão Arterial.

 

O Grupo de Hiperdia é um programa de acompanhamento de pacientes com diabetes e/ou hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde.
Aferição da pressão arterial.

Protocolos Clínicos

Os Guias de Referência Rápida orientam o manejo clínico da Hipertensão Arterial, do Diabetes Mellitus e da Prevenção Cardiovascular em adultos são destinados aos profissionais de saúde que atuam nas unidades de atenção primária da rede municipal. São eles:

• Guia de Referência Rápida para Hipertensão

• Guia de Referência Rápida para Diabetes Mellitus

• Guia de Referência Rápida para Prevenção Cardiovascular

O encaminhamento ao especialista é indicado quando o médico da Atenção Primária detectar dificuldade no manejo clínico da hipertensão, diabetes e suas complicações. O paciente deverá ser encaminhado para emissão de parecer do especialista com agendamento de consulta via SISREG. Após avaliação do especialista, o paciente retornará à unidade de origem munido do laudo médico do especialista constando diagnóstico, principais orientações, resultado dos exames realizados e plano terapêutico para o acompanhamento na Atenção Primária.

Situações em que o encaminhamento a um especialista pode ser recomendado:

• Cardiologia (link cardiologia.pdf)

• Endocrinologia: Diabetes e outras endocrinopatias

• Oftalmologia

• Nefrologia

• Cirurgião Vascular

• Reabilitação

Protocolo de Torácica/Dor Doença Coronária

Protocolo de Insuficiência Cardíaca

Outras referências

• VI Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial

• Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes 2012 – 2013

• Nice Clinical Guideline 127 – quick reference guide – 2011

• Nice Clinical Guideline 96 – quick reference guide – 2009

• The seventh report of the Joint National Comittee of Prevent, detection e evoluation and treatment oh high blood presssure (JNC VII) – Resumo / Texto na íntegra

 

 

Fontes: https://www.rio.rj.gov.br/web/sms/hipertensao-e-diabetes

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/abril/hipertensao-arterial-saude-alerta-para-a-importancia-da-prevencao-e-tratamento

 

 

 

 

Prontuário Eletrônico

Profissional Agente Comunitário de Saúde (ACS), do CMS Manoel Guilherme – AP5.1, em 28 de janeiro de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, trabalha atualizando o prontuário eletrônico Vita Care, o objetivo é manter os prontuários atualizados, com isso, otimizar o acesso de dados no atendimento dos pacientes, por todos os profissionais competente na assistência, tendo assim uma continuidade no atendimento da população.

Prontuário eletrônico, é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo.
Profissionais Agente Comunitário de Saúde (ACS), do CMS Manoel Guilherme – AP5.1, em atualização do prontuário eletrônico.

 

TRATAMENTO MAIS EFICIENTE

As informações contidas no prontuário eletrônico, no qual os médicos, enfermeiros e outros profissionais da saúde insere dados clínicos e usa a base de dados para dar diagnósticos mais precisos e indicar tratamentos mais eficientes, esses dados atualizados otimiza os profissionais na continuidade da assistência e condutas terapêuticas aplicada de acordo a necessidade do paciente, com isso, teremos uma base de dados fiel à realidade. Será possível elaborar programas de saúde mais específico e com resultados eficazes.

Atualização do Prontuário Eletrônico VitaCare

O prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais, registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.

 

Saiba mais clicando aqui: Repositório de Informações