Curso IUBAAM – 2º Dia – AP 5.1

Curso IUBAAM fortalece a promoção do aleitamento materno na Atenção Primária à Saúde

A Iniciativa Unidade Básica Amiga da Amamentação (IUBAAM) é um programa brasileiro estratégico voltado ao fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), com foco na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. A iniciativa tem como objetivo qualificar os serviços de saúde por meio da capacitação dos profissionais, garantindo um atendimento humanizado, acolhedor e baseado em evidências científicas, contribuindo diretamente para a melhoria dos indicadores de saúde materno-infantil. Com esse propósito, teve início na última terça-feira, 21 de janeiro, na OTICS Bangu, o Curso IUBAAM, que está sendo realizado nos dias 21, 22, 28 e 29 de janeiro de 2026, das 8h às 17h. Hoje, 22 de janeiro de 2026, acontece o segundo dia da formação, que reúne profissionais da rede de saúde com o intuito de fortalecer as práticas de cuidado voltadas às gestantes, puérperas, lactantes e suas famílias no território da Área Programática 5.1.

Palestrante Daniela Gouveia Vieira Rocha – nutricionista da eMulti da CF Antônio Gonçalves – AP 5.1.

O curso está sendo ministrado por Daniela Gouveia Vieira Rocha – nutricionista da eMulti da CF Antônio Gonçalves; Valdete Maria da Silva – Assistente Social da eMulti da CF Antônio Gonçalves e CF Nildo Aguiar – AP 5.1; Lilian Martins – Enfermeira da CAP 5.1 e Thiago Pereira Garcia – Nutricionista da eMulti da CF Rosino Baccarini e CMS Henrique Monat – AP 5.1, profissionais com experiência na área de saúde materno-infantil e na qualificação da Atenção Primária. A capacitação aborda os princípios do IUBAAM, com ênfase na implementação dos “Dez Passos para o Sucesso da Amamentação”, diretriz reconhecida nacional e internacionalmente.

Segundo dia 22/01/2026

III: Abordagem de apoio à amamentação

Sessão 21 – Direitos e proteção legal; sessão 13 – Grupo de apoio à amamentação; sessão 14 – Princípios básicos do aconselhamento; sessão 15 – Como colher a história da amamentação.

IV: Assistência à Mulher e ao Bebê na unidade Básica

Sessão 16 – Composição do leite humano; sessão 17 – Uso de drogas e doença materna; sessão 18 – Contracepção na nutriz; sessão 6 – Saber popular/ família; sessão 10 – Sexualidade na gestação e na amamentação; sessão 19 – Crescimento e desenvolvimento/ caderneta da criança; sessão 20 – Problemas do bebê que dificultam a amamentação, razões médicas aceitáveis para complementação ou substituição do leite humano.

Palestrante Valdete Maria da Silva – Assistente Social da eMulti da CF Antônio Gonçalves e CF Nildo Aguiar – AP 5.1.

Entre os conteúdos trabalhados estão a importância de uma política institucional escrita sobre amamentação, a capacitação contínua das equipes multiprofissionais, a orientação adequada às gestantes sobre os benefícios do aleitamento materno, o apoio ao início precoce da amamentação e à manutenção da lactação, mesmo em situações de separação mãe-bebê. Também são discutidas práticas fundamentais como o não uso de fórmulas infantis, bicos e chupetas, o estímulo à amamentação em livre demanda e a criação de grupos de apoio à amamentação nas unidades de saúde.

Palestrante Lilian Martins – Enfermeira da CAP 5.1.

As unidades que aderem ao IUBAAM se comprometem a seguir os critérios estabelecidos pela iniciativa e passam por processos de avaliação. Aquelas que cumprem os requisitos podem ser credenciadas como Unidades Básicas Amigas da Amamentação, tornando-se referência no cuidado materno-infantil em seus territórios.

Grupos de apoio à amamentação são redes (presenciais ou online) que oferecem suporte, troca de experiências e orientação profissional (consultores de amamentação, enfermeiras) para mães, ajudando a superar desafios e fortalecer o aleitamento materno.

A realização do curso na OTICS Bangu reforça o compromisso da gestão e das equipes da AP 5.1 com a promoção do aleitamento materno, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo UNICEF como uma das estratégias mais eficazes para a redução da mortalidade infantil, a prevenção de doenças na infância e o fortalecimento do vínculo entre mãe e bebê. Ao investir na qualificação profissional e no cuidado integral, o IUBAAM contribui de forma significativa para o fortalecimento do SUS e para a melhoria da qualidade de vida de mães e crianças.

Palestrante Thiago Pereira Garcia – Nutricionista da eMulti da CF Rosino Baccarini e CMS Henrique Monat – AP 5.1.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Estratégias de Promoção do Aleitamento Materno

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança

  • Organização Mundial da Saúde (OMS) – Diretrizes sobre Aleitamento Materno

  • UNICEF – Infant and Young Child Feeding

  • Sistema Único de Saúde (SUS) – Atenção Primária à Saúde

 

 

MINISTÉRIO DA SAÚDE

Fontes: IUBAAM 

Curso IUBAAM – 1º Dia – AP 5.1

 

Curso IUBAAM fortalece a promoção do aleitamento materno na Atenção Primária à Saúde

A Iniciativa Unidade Básica Amiga da Amamentação (IUBAAM) é um programa brasileiro estratégico voltado ao fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), com foco na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. A iniciativa tem como objetivo qualificar os serviços de saúde por meio da capacitação dos profissionais, garantindo um atendimento humanizado, acolhedor e baseado em evidências científicas, contribuindo diretamente para a melhoria dos indicadores de saúde materno-infantil. Com esse propósito, teve início nesta terça-feira, 21 de janeiro, na OTICS Bangu, o Curso IUBAAM, que será realizado nos dias 21, 22, 28 e 29 de janeiro de 2026, das 8h às 17h. A formação reúne profissionais da rede de saúde com o intuito de fortalecer as práticas de cuidado voltadas às gestantes, puérperas, lactantes e suas famílias no território da Área Programática 5.1.

Palestrante Daniela Gouveia Vieira Rocha – nutricionista da eMulti da CF Antônio Gonçalves – AP 5.1.

O curso está sendo ministrado por Daniela Gouveia Vieira Rocha – nutricionista da eMulti da CF Antônio Gonçalves; Adelaide Mercês – enfermeira apoio técnico de reabilitação do DAPS; Luciene Cinti – fonoaudióloga da eMulti da CF Maria Jose – AP 5.1, profissionais com experiência na área de saúde materno-infantil e na qualificação da Atenção Primária. A capacitação aborda os princípios do IUBAAM, com ênfase na implementação dos “Dez Passos para o Sucesso da Amamentação”, diretriz reconhecida nacional e internacionalmente.

Primeiro dia 21/01/2026

I: Apresentando a IUBAAM

Apresentação dos participantes e contrato de convivência; Apresentação do processo pedagógico e pré-teste; sessão 1 – Situação da amamentação, recomendações atuais e políticas nacionais; sessão 2 – Vantagens da amamentação; sessão 3 – O papel das unidades básicas de saúde na promoção, proteção e apoio…; sessão 7 – Anatomia da mama/fisiologia da Lactação/ pega e posição; sessão 8 – Ordenha, oferta do leite em copinho, translactação e relactação – doação de leite.

II: O Manejo da Amamentação e o Processo de Parentalidade

Sessão 4 – Dez Passos para o Sucesso da Amamentação da IUBAAM; sessão 5 – Visão holística da mulher; sessão 12 – Preparando a mulher durante a gravidez para a amamentação; sessão 9 – Problemas precoces e tardios da mama; sessão 11 – Parentalidade, fragilidade psíquica e amamentação.

Palestrante Adelaide Mercês – enfermeira apoio técnico de reabilitação do DAPS – CAP 5.1.

Entre os conteúdos trabalhados estão a importância de uma política institucional escrita sobre amamentação, a capacitação contínua das equipes multiprofissionais, a orientação adequada às gestantes sobre os benefícios do aleitamento materno, o apoio ao início precoce da amamentação e à manutenção da lactação, mesmo em situações de separação mãe-bebê. Também são discutidas práticas fundamentais como o não uso de fórmulas infantis, bicos e chupetas, o estímulo à amamentação em livre demanda e a criação de grupos de apoio à amamentação nas unidades de saúde.

As unidades que aderem ao IUBAAM se comprometem a seguir os critérios estabelecidos pela iniciativa e passam por processos de avaliação. Aquelas que cumprem os requisitos podem ser credenciadas como Unidades Básicas Amigas da Amamentação, tornando-se referência no cuidado materno-infantil em seus territórios.

Palestrante Luciene Cinti – fonoaudióloga da eMulti da CF Maria Jose – AP 5.1.

A realização do curso na OTICS Bangu reforça o compromisso da gestão e das equipes da AP 5.1 com a promoção do aleitamento materno, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo UNICEF como uma das estratégias mais eficazes para a redução da mortalidade infantil, a prevenção de doenças na infância e o fortalecimento do vínculo entre mãe e bebê. Ao investir na qualificação profissional e no cuidado integral, o IUBAAM contribui de forma significativa para o fortalecimento do SUS e para a melhoria da qualidade de vida de mães e crianças.

Registro do curso do IUBBAM, com abordagem teórica sobre a Fisiologia da Lactação, temática fundamental para o fortalecimento das práticas de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, qualificando a atuação dos profissionais de saúde.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Estratégias de Promoção do Aleitamento Materno

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança

  • Organização Mundial da Saúde (OMS) – Diretrizes sobre Aleitamento Materno

  • UNICEF – Infant and Young Child Feeding

  • Sistema Único de Saúde (SUS) – Atenção Primária à Saúde

 

 

 

MINISTÉRIO DA SAÚDE

Fontes: IUBAAM 

Atualização dos Sistemas SISREG e SER

Na manhã do dia 12 de janeiro de 2026, Drº Freddy, médico da linha de tuberculose (TB) do CMS Silvio Barbosa – AP 5.1, na sala de tutoria da OTICS Bangu, trabalhou na atualização dos sistemas Sisreg e SER, realizou o acompanhamento do Sistema de Regulação (SISREG) e do Sistema Estadual de Regulação (SER). O objetivo foi a atualização das solicitações que voltaram para o sistema, complementando o histórico e diagnóstico para reenvio.  O Sistema Estadual de Regulação (SER) é o sistema do governo estadual que agenda procedimentos de média e alta complexidade, como transplantes. Já o SISREG é o sistema da rede municipal que organiza casos mais simples. 

O SISREG tem como objetivos a sistematização de algumas funções reguladoras como: Permitir a distribuição de forma equânime dos recursos de saúde para a população própria e referenciada. Permitir a distribuição dos recursos assistenciais disponíveis de forma regionalizada e hierarquizada.

O sistema público de saúde funciona de forma referenciada. Isso ocorre quando o gestor local do SUS, não dispondo do serviço de que o usuário necessita, encaminha-o para outra localidade que oferece o serviço. Esse encaminhamento e a referência de atenção à saúde são pactuados entre os municípios.

Saiba como funciona esse portal: Sobre a Transparência

Este portal foi desenvolvido para que o cidadão fluminense tenha acesso às informações sobre a sua posição nas filas ambulatoriais do Sistema Estadual de Regulação, atendendo a legislação vigente sobre transparência e proteção de dados individuais.

As pesquisas poderão ser realizadas através do número do Cartão Nacional do SUS (CNS) do paciente, pelas iniciais de seu nome, data de nascimento, pelo nº ID da solicitação ou pelo recurso, indicando seu procedimento. As informações das listagens são extraídas do Sistema Estadual de Regulação (SER) e atualizadas diariamente, sempre com dados da data da consulta. A ordem de agendamento e atendimento dos usuários é definida a partir de critério cronológico e/ou avaliação da situação clínica do paciente, visando atender à população fluminense de acordo com os princípios da universalidade e equidade no acesso aos serviços do SUS.

Saiba mais: https://www.saude.rj.gov.br/transparencia/acesso-a-informacao/2019/07/14-lista-de-espera-regulacao-ser

https://www.rio.rj.gov.br/web/transparencia/sisreg

 

Planejamento das Policlínicas para 2026

OTICS recebe apresentação do Planejamento das Policlínicas para 2026

Na quarta-feira, 7 de janeiro de 2026, o Auditório da OTICS sediou a Apresentação do Planejamento das Policlínicas para o ano de 2026, reunindo aproximadamente 30 participantes, entre gestores das Policlínicas e representantes da coordenação. O encontro ocorreu das 9h às 17h e teve como principal objetivo apresentar as metas, diretrizes e estratégias definidas pelos gestores e suas equipes para o fortalecimento da assistência prestada aos usuários das unidades especializadas da rede de saúde. Durante a programação, foram discutidos pontos essenciais do planejamento, como a organização dos fluxos assistenciais, a qualificação do cuidado, o uso eficiente dos recursos disponíveis e o alinhamento das ações com as diretrizes da Rede de Atenção à Saúde (RAS). A apresentação foi conduzida por Zeni Fernandes, Coordenadora de Policlínicas, que destacou a importância do planejamento integrado para garantir maior resolutividade e acesso aos serviços especializados.

A realização desse encontro é de extrema importância, pois o planejamento estratégico permite antecipar demandas, definir prioridades e orientar as ações de gestão, contribuindo diretamente para a melhoria contínua da qualidade dos serviços ofertados à população. Além disso, promove o alinhamento entre as unidades, fortalecendo a gestão participativa e o compromisso com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), como a integralidade, a equidade e a eficiência.

A iniciativa está em consonância com as diretrizes do Ministério da Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, e com as normativas que orientam o planejamento em saúde, reafirmando o compromisso das Policlínicas com uma assistência qualificada, humanizada e centrada nas necessidades dos usuários.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Sistema Único de Saúde (SUS)

  • Secretaria Municipal de Saúde

  • Política Nacional de Atenção Especializada em Saúde

  • Rede de Atenção à Saúde (RAS)

Encontro GT de Redução de Iniquidades

 

Encontro GT de Redução de Iniquidades

No dia 9 de dezembro de 2025, o auditório da OTICS Bangu sediou o Encontro do Grupo de Trabalho (GT) de Redução de Iniquidades, realizado das 14h às 16h45, reunindo 8 profissionais de saúde. O GT de Redução de Iniquidades é um espaço permanente de articulação, diálogo e construção coletiva entre profissionais e setores da saúde. Sua finalidade é identificar desigualdades presentes no território, discutir estratégias para enfrentá-las e planejar ações que promovam equidade no acesso, cuidado e resultados em saúde. A importância desse GT reside no fortalecimento de práticas inclusivas, na valorização da diversidade e na formulação de políticas e ações que reduzam barreiras sociais, raciais, territoriais e comunicacionais que impactam os usuários dos serviços de saúde. Durante o encontro, foram apresentadas as ações elaboradas ao longo do ano e realizado o planejamento para 2026, com foco na construção in loco de iniciativas voltadas à redução das iniquidades no território. As discussões priorizaram o desenvolvimento de estratégias integradas, ampliando a capacidade de resposta da rede de saúde para atender populações em situação de vulnerabilidade. A atividade foi conduzida por Jaqueline Nascimento, da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, que orientou os debates e contribuiu com propostas técnico-metodológicas para a qualificação das ações do GT.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) é o órgão da Prefeitura do Rio de Janeiro responsável por reformular e executar a política municipal de saúde e, como gestora plena do Sistema Único de Saúde (SUS) na cidade, garantir o atendimento universal da população, conforme os preceitos do SUS. É a SMS que, diante do conhecimento das características e demandas próprias da população carioca, organiza as prioridades da saúde pública da cidade, dentro do que é previsto nas políticas públicas e serviços ofertados pelo SUS.

Saiba mais: https://saude.prefeitura.rio/

Reunião de Planejamento das Ações do Cerest

Na manhã desta quarta-feira, 03 de dezembro de 2025, a sala de tutoria da OTICS Bangu sediou a Reunião com a Equipe do Cerest Zona Oeste, encontro voltado ao alinhamento das ações estratégicas do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) para o próximo ano. A atividade ocorreu das 9h às 12h e contou com a participação de aproximadamente 4 profissionais de forma presencial e 3 online, reunindo integrantes da equipe técnica em saúde do trabalhador. A reunião teve como objetivo definir metas e ações do Cerest para o ano de 2026, visando o fortalecimento da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT) no território da Zona Oeste. A reunião foi conduzida pela Coordenadora do Cerest Zona Oeste.

A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

Atualização de Planilhas de Acessibilidade Comunicativa

Atualização de Planilhas de Acessibilidade Comunicativa | OTICS Bangu

Na manhã do dia 24 de novembro de 2025, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu uma atividade de atualização das planilhas de acessibilidade comunicativa e planejamento das aulas do Curso de Libras. O encontro contou com a participação dos apoiadores surdos Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo (Equipe de Acessibilidade Comunicativa), – auxiliares administrativos (DAPS/CAP 5.1), com o objetivo de atualizar os registros das mediações realizadas, aprimorando o acompanhamento e o planejamento das ações de acessibilidade comunicativa no território da AP 5.1. A acessibilidade comunicativa consiste na eliminação de barreiras na comunicação, garantindo que todas as pessoas, com ou sem deficiência, possam interagir e acessar informações de forma eficaz. Para isso, são utilizados diversos recursos e adaptações, como audiodescrição, legendas, Libras, braille, textos ampliados, leitores de tela e linguagem simples, promovendo inclusão social e igualdade de oportunidades.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

Fontes: Libras

Central Carioca de Libras 

Acessibilidade comunicativa é a eliminação de barreiras na comunicação para que todas as pessoas, com ou sem deficiência, possam interagir e ter acesso a informações de forma eficaz. Isso é feito por meio do uso de diversos recursos e adaptações, como audiodescrição, legendas, Libras, braille, textos com fontes ampliadas, leitores de tela e linguagem simples, garantindo inclusão social e igualdade de oportunidades.

A PNSIPN é um compromisso firmado pelo Ministério da Saúde no combate às desigualdades no Sistema Único de Saúde (SUS) e na promoção da saúde da população negra de forma integral, considerando que as iniquidades em saúde são resultados de injustos processos socioeconômicos e culturais – em destaque, o vigente racismo – que corroboram com a morbimortalidade das populações negras brasileiras. Para implementar a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, é necessário que gestores, movimentos sociais, conselheiros e profissionais do SUS trabalhem em prol da melhoria das condições de saúde da população negra, a partir da compreensão de suas vulnerabilidades e do reconhecimento do racismo como determinante social em saúde.

Com vistas à promoção da equidade em saúde e orientado pelos princípios e diretrizes da integralidade, equidade, universalidade e participação social, em consonância com o Pacto pela Saúde e a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no SUS (ParticipaSUS), o Ministério da Saúde instituiu, em 2009, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), por meio da Portaria GM/MS nº 992, de 13 de maio de 2009 (ver Anexo B).
A partir da publicação dessa Política, o Ministério da Saúde reconhece e assume a necessidade da instituição de mecanismos de promoção da saúde integral da população negra e do enfrentamento ao racismo institucional no SUS, com vistas à superação das barreiras estruturais e cotidianas que incide negativamente nos indicadores de saúde dessa população – precocidade dos óbitos, altas taxas de mortalidade materna e infantil, maior prevalência de doenças crônicas e infecciosas e altos índices de violência. A Política também reafirma as responsabilidades de cada esfera de gestão do SUS – governo federal, estadual e municipal – na efetivação das ações e na articulação com outros setores do governo e da sociedade civil, para garantir o acesso da população negra a ações e serviços de saúde, de forma oportuna e humanizada, contribuindo para a melhoria das condições de saúde desta população e para redução das iniquidades
de raça/cor, gênero, identidade de gênero, orientação sexual, geracionais e de classe.

Saiba mais clicando aqui: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_populacao_negra_3d.pdf

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/SUS_bracos_abertos_saude_populcao_negra.pdf

OTICS Bangu – promovendo inclusão e comunicação acessível no SUS!

Levantamento das Ações do Novembro Negro

Levantamento das Ações do Novembro Negro na Sala de Apoio à Gestão – OTICS Bangu

Na manhã desta quarta-feira, 19 de novembro de 2025, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu Jaqueline Nascimento, apoiadora do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, para o levantamento das ações do Novembro Negro, mês dedicado à promoção da equidade racial e ao combate ao racismo institucional no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo da atividade foi planejar e fortalecer as estratégias de promoção da equidade racial em saúde, com foco na valorização da identidade, do protagonismo e dos direitos da população negra. As ações propostas buscam ampliar o debate sobre determinantes sociais, acesso aos serviços de saúde e enfrentamento às desigualdades raciais, contribuindo para a construção de práticas mais justas, inclusivas e antirracistas no território da AP 5.1.

A importância dessa iniciativa está em consolidar políticas públicas que garantam o direito à saúde de forma integral e equitativa, conforme previsto na Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), instituída pela Portaria nº 992/2009 do Ministério da Saúde. Além de promover reflexão e sensibilização entre profissionais e usuários, o Novembro Negro representa um compromisso coletivo com a redução do racismo estrutural e das iniquidades em saúde.

A ação reafirma o papel da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV/SMS-Rio) na implementação de políticas de equidade e promoção da saúde da população negra, fortalecendo o princípio da justiça social e o caráter universal e inclusivo do SUS.

Fontes:

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)

  • Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV)

  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)

  • Rede OTICS-Rio

  • Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (DAPS/SMS-Rio)

  • Política Nacional de Saúde Integral da População Negra – Portaria nº 992/2009 (Ministério da Saúde)

Atualização de Planilhas de Acessibilidade Comunicativa

Atualização de Planilhas de Acessibilidade Comunicativa | OTICS Bangu

Na manhã do dia 17 de novembro de 2025, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu uma atividade de atualização das planilhas de acessibilidade comunicativa. O encontro contou com a participação do apoiador surdo Willian Inácio (Equipe de Acessibilidade Comunicativa), com o objetivo de atualizar os registros das mediações realizadas, aprimorando o acompanhamento e o planejamento das ações de acessibilidade comunicativa no território da AP 5.1. A acessibilidade comunicativa consiste na eliminação de barreiras na comunicação, garantindo que todas as pessoas, com ou sem deficiência, possam interagir e acessar informações de forma eficaz. Para isso, são utilizados diversos recursos e adaptações, como audiodescrição, legendas, Libras, braille, textos ampliados, leitores de tela e linguagem simples, promovendo inclusão social e igualdade de oportunidades.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

Fontes: Libras

Central Carioca de Libras 

Acessibilidade comunicativa é a eliminação de barreiras na comunicação para que todas as pessoas, com ou sem deficiência, possam interagir e ter acesso a informações de forma eficaz. Isso é feito por meio do uso de diversos recursos e adaptações, como audiodescrição, legendas, Libras, braille, textos com fontes ampliadas, leitores de tela e linguagem simples, garantindo inclusão social e igualdade de oportunidades.

A PNSIPN é um compromisso firmado pelo Ministério da Saúde no combate às desigualdades no Sistema Único de Saúde (SUS) e na promoção da saúde da população negra de forma integral, considerando que as iniquidades em saúde são resultados de injustos processos socioeconômicos e culturais – em destaque, o vigente racismo – que corroboram com a morbimortalidade das populações negras brasileiras. Para implementar a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, é necessário que gestores, movimentos sociais, conselheiros e profissionais do SUS trabalhem em prol da melhoria das condições de saúde da população negra, a partir da compreensão de suas vulnerabilidades e do reconhecimento do racismo como determinante social em saúde.

Com vistas à promoção da equidade em saúde e orientado pelos princípios e diretrizes da integralidade, equidade, universalidade e participação social, em consonância com o Pacto pela Saúde e a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no SUS (ParticipaSUS), o Ministério da Saúde instituiu, em 2009, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), por meio da Portaria GM/MS nº 992, de 13 de maio de 2009 (ver Anexo B).
A partir da publicação dessa Política, o Ministério da Saúde reconhece e assume a necessidade da instituição de mecanismos de promoção da saúde integral da população negra e do enfrentamento ao racismo institucional no SUS, com vistas à superação das barreiras estruturais e cotidianas que incide negativamente nos indicadores de saúde dessa população – precocidade dos óbitos, altas taxas de mortalidade materna e infantil, maior prevalência de doenças crônicas e infecciosas e altos índices de violência. A Política também reafirma as responsabilidades de cada esfera de gestão do SUS – governo federal, estadual e municipal – na efetivação das ações e na articulação com outros setores do governo e da sociedade civil, para garantir o acesso da população negra a ações e serviços de saúde, de forma oportuna e humanizada, contribuindo para a melhoria das condições de saúde desta população e para redução das iniquidades
de raça/cor, gênero, identidade de gênero, orientação sexual, geracionais e de classe.

Saiba mais clicando aqui: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_populacao_negra_3d.pdf

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/SUS_bracos_abertos_saude_populcao_negra.pdf

OTICS Bangu – promovendo inclusão e comunicação acessível no SUS!

Reunião Técnica Cerest Zona Oeste

No dia 17 de novembro de 2025, das 10h às 14h, foi realizada na sala de reuniões da OTICS Bangu a Reunião Técnica da Equipe Cerest Zona Oeste, solicitada por Simone, Supervisora do Cerest Zona Oeste – AVS – CAP 5.1. O encontro, que contou com a participação de aproximadamente duas pessoas, teve como condução Flávia Mello, Coordenadora da Saúde do Trabalhador, e teve como objetivo discutir e finalizar as ações desenvolvidas ao longo de 2025. Durante a reunião, foram abordados temas relacionados à revisão das atividades executadas no ano, avaliação das demandas de vigilância e assistência em Saúde do Trabalhador, organização dos registros e encerramento dos relatórios anuais, além de alinhamentos técnicos necessários para o planejamento das próximas etapas. A iniciativa foi importante para consolidar os resultados alcançados em 2025, fortalecer a organização interna e garantir a continuidade qualificada das ações voltadas aos trabalhadores da Zona Oeste, contribuindo para o aprimoramento da gestão e para a melhoria dos processos de vigilância em saúde. As informações são provenientes da Coordenação de Saúde do Trabalhador do Cerest Zona Oeste, da Supervisão AVS – CAP 5.1 e da OTICS Bangu.

A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria GM/MS n° 1.823/ 2012) define princípios diretrizes e as estratégias nas três esferas de gestão do SUS – federal, estadual e municipal, para o desenvolvimento das ações de atenção integral à Saúde do Trabalhador, com ênfase na vigilância, visando a promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores e a redução da morbimortalidade decorrente dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

A saúde do trabalhador no SUS ocorre a partir da articulação de ações individuais de assistência e de recuperação dos agravos, com ações coletivas, de promoção, de prevenção, de vigilância dos ambientes, processos e atividades de trabalho, e de intervenção sobre os fatores determinantes da saúde dos trabalhadores; ações de planejamento e avaliação com as práticas de saúde; o conhecimento técnico e os saberes dos trabalhadores.

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – (CEREST) é um local de atendimento especializado em Saúde do Trabalhador. Além de atender diretamente o trabalhador, serve como uma fonte geradora de conhecimento, ou seja, tem condição de indicar se as doenças ou os sintomas das pessoas atendidas estão relacionados com as atividades que elas exercem, na região onde se encontram. Esses dados podem ser de extrema valia para as negociações feitas pelos sindicatos e também para a formulação de políticas públicas.

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina

Fontes

  • Coordenação de Saúde do Trabalhador – Cerest Zona Oeste

  • Supervisão AVS – CAP 5.1

  • OTICS Bangu – Subpav/SMS Rio