Capacitação Prontuário Carioca de Saúde Mental (PCSM)

Nesta data, 31 de julho de 2025, no laboratório de informática da OTICS Bangu, tivemos a capacitação do Prontuário Carioca da Saúde Mental (PCSM) – Sistema digital que unifica prontuários da rede de saúde mental do Rio, integrando dados de quase 100 mil pacientes para melhorar atendimento, planejamento de políticas públicas e solução de emergências.  O público alvo foram os novos profissionais do deambulatório da Atenção Psicossocial (APS Lima Barreto) – AP 5.1. Os assuntos abordados foram, manuseio do prontuário carioca de saúde mental para os profissionais da Atenção Psicossocial. O objetivo do evento é capacitar os profissionais para o uso do PCSM. O foco da capacitação é otimizar o processo de trabalho, garantindo maior qualidade nos registros feitos no sistema. Isso inclui o aprimoramento do atendimento e um acolhimento mais humanizado nas unidades de saúde. A responsável da capacitação foi Tassia Pacheco, psicóloga e sanitarista, que atua na Superintendência de Saúde Mental da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Capacitação Prontuário Carioca de Saúde Mental (PCSM), Sistema digital que unifica prontuários da rede de saúde mental do Rio, integrando dados de quase 100 mil pacientes para melhorar atendimento, planejamento de políticas públicas e solução de emergências.
Capacitação Prontuário Carioca de Saúde Mental (PCSM).

O Prontuário Carioca da Saúde Mental (PCSM) é uma iniciativa pioneira que desenvolvemos em conjunto à Secretaria Municipal de Saúde, através da Superintendência de Saúde Mental do Município do Rio de Janeiro (SSM-RJ). Lançado em dezembro de 2020, o PCSM integra as informações dos usuários da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do município, substituindo os antigos prontuários de papel por um sistema eletrônico unificado e intuitivo, foi reconhecido, e premiado, como solução inovadora pelo Prêmio Espírito Público, em 2024.

O sistema abrange 37 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e o Instituto Philippe Pinel, consolidando dados de mais de 94 mil prontuários, incluindo pacientes que já não estão em tratamento. Essa integração facilita o acesso às informações de qualquer local com conexão à internet, permitindo um atendimento mais ágil e eficiente.

Capacitação Prontuário Carioca de Saúde Mental (PCSM), Sistema digital que unifica prontuários da rede de saúde mental do Rio, integrando dados de quase 100 mil pacientes para melhorar atendimento, planejamento de políticas públicas e solução de emergências.
Responsável da capacitação foi Tassia Pacheco, psicóloga e sanitarista, que atua na Superintendência de Saúde Mental da Prefeitura do Rio de Janeiro.

‍Uma das inovações do PCSM é a possibilidade de acessar atualizações sobre os pacientes em tempo real, o que se mostrou crucial em casos de emergência. Um caso real, que demonstra o valor e importância do PCSM foi do reencontro de familiares, onde um paciente em situação de rua foi localizado por sua família após dois anos, graças à integração de dados proporcionada pelo sistema.

Além disso, o PCSM facilita a geração de relatórios precisos, auxiliando no planejamento de políticas públicas mais eficazes e na otimização dos serviços oferecidos. O sistema está em constante desenvolvimento, incorporando sugestões dos profissionais da rede para melhor atender às necessidades dos usuários.

Ao valorizar pacientes, profissionais e gestores da saúde mental, o Prontuário Carioca da Saúde Mental contribui para garantir a representatividade, equidade e inclusão de grupos historicamente marginalizados, fortalecendo o setor público e demonstrando a viabilidade de sistemas de desenvolvimento público integrados que otimizam a coleta de dados em benefício coletivo.

Capacitação Prontuário Carioca de Saúde Mental (PCSM), Sistema digital que unifica prontuários da rede de saúde mental do Rio, integrando dados de quase 100 mil pacientes para melhorar atendimento, planejamento de políticas públicas e solução de emergências.
Público alvo foram os novos profissionais do deambulatório da Atenção Psicossocial (APS Lima Barreto) – AP 5.1.

 

Saiba mais: https://saude.prefeitura.rio/saude-mental/documentos-tecnicos/

https://www.iplan.rio/produtos/prontuario-carioca-de-saude-mental

Qualificação SISREG – Consulta em Fisioterapia

Na manhã do dia 31 de julho de 2025, tivemos a “Qualificação SISREG – Consulta em Fisioterapia”, o público alvo foram os fisioterapeutas da CAP 5.1, participaram do encontro 17 profissionais da área, o assunto abordado foi a qualificação da fila de fisioterapia no sistema de regulação. O objetivo do evento foi o treinamento, qualificação e avaliação de solicitações de fisioterapia  no SISREG. Os responsáveis pela capacitação foram, Priscila Mafra – RT médica da CAP 5.1, Thiago Roselet – médico regulador da equipe do Núcleo Interno de Regulação (NIR) e Simone Pires – responsável pela equipe e-Multi da CAP 5.1.
Qualificação SISREG - Consulta em Fisioterapia. O objetivo do evento foi o treinamento, qualificação e avaliação de solicitações de fisioterapia  no SISREG.
Profissionais de Fisioterapia das Unidades da AP 5.1.
O Guia Eletrônico do Sistema de Regulação (SISREG III) foi desenvolvido com o objetivo de qualificar e apoiar os profissionais de saúde das Centrais de Regulação que utilizam essa ferramenta para implementar ações de regulação no seu território.

O  SISREG I foi desenvolvido em 1999, na versão off-line, pelo DATASUS em parceria com a Secretaria Municipal de Belo Horizonte/MG tendo representado um movimento inicial em direção à informatização das centrais de regulação.

Em 2002, o Departamento de Descentralização da Gestão da Assistência (DDGA/SAS/MS), responsável pela implantação das Normas Operacionais da Assistência à Saúde (NOAS 01/ NOAS/02), responsabilizou-se também pelas estratégias de regulação assistencial, mediante o desenvolvimento do Sistema Nacional de Regulação – SISREG II, em parceria com o DATASUS.

O SISREG-II foi desenvolvido em arquitetura web, com a finalidade de organizar o fluxo de leitos e consultas. Esse trabalho começou em um momento em que diversos sistemas de informação associados a processos regulatórios estavam em fase de implantação, tais como:  Sistema do Cartão Nacional de Saúde (SCNS), Sistema da Programação Pactuada e Integrada (SISPPI) e Sistema do Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde (SCNES).

Ressalta-se que o SISREG-II, inicialmente, foi implantado nos municípios do Rio de Janeiro/RJ, Teresina/PI, Campinas/SP e Belo-Horizonte/MG, e nos estados de Alagoas e Paraíba, no período de 2002 a 2005.

Com essas implantações surgiram diversas demandas, como por exemplo: definir as clínicas do SISPPI com as clínicas no SISREG II, tratamento diferenciado para consultas de retornos e outras demandas relativas a características peculiares de cada local, critérios de priorização das necessidades de saúde e a relação com os prestadores e com as unidades solicitantes e os usuários da rede de serviços.

O crescimento da implantação do sistema SISREG II, determinou a necessidade de melhorias no software para atender as particularidades das centrais. Em 2006, o Ministério da Saúde decidiu interromper o suporte do SISREG II, no entanto, continuou a disponibilizá-lo para alguns entes federados até o exercício de 2009.

Vale destacar que o SISREG II teve papel importante na história da regulação do SUS, uma vez ter fomentado a implantação de diversas centrais de regulação no país. Além disso, serviu de referência para o desenvolvimento dos sistemas de regulação dos municípios de São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre, por meio da cessão dos códigos fontes do software, pelo MS, para os referidos municípios (6).

As funcionalidades oferecidas por esta nova versão consistiu na regulação de procedimentos de média e alta complexidade ambulatorial e hospitalar.

A versão SISREG III, desenvolvida pelo DATASUS em 2006, tem como função primordial regular procedimentos ambulatoriais (consultas e exames) e internações hospitalares nas Centrais de Regulação. As solicitações no sistema têm seu início nas unidades básicas de saúde ou em outras portas de entrada do SUS, como por exemplo: Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), podendo chegar às unidades hospitalares.

Qualificação SISREG - Consulta em Fisioterapia. O objetivo do evento foi o treinamento, qualificação e avaliação de solicitações de fisioterapia  no SISREG.
Qualificação SISREG – Consulta em Fisioterapia – AP 5.1.

 

OTICS Bangu, sempre levando informações aos nossos leitores.

Fonte: https://wiki.saude.gov.br/SISREG/index.php/P%C3%A1gina_principal

Treinamento de Imersão em Imunização 2025

Nesta tarde do dia 24 de julho de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, tivemos o treinamento de imersão em imunização 2025. A capacitação aconteceu na modalidade online. Os temas abordados foram: ações de bloqueio vacinal (critérios, fluxos e execução); calendário vacinal (especificação, técnicas e aplicabilidade); fundamentos e boas práticas na sala de vacina; imunização em situação de internação (tema deste dia) e calendários especiais e vacinação do prematuro. O público-alvo foram os enfermeiros e técnicos de enfermagem das unidades de Atenção Primária, o treinamento em visa preparar os profissionais de saúde para atuarem com segurança, eficácia e responsabilidade na área de imunização, promovendo a saúde e o bem-estar da população.    Responsável pelo treinamento foram as CAPs locais. Estavam aqui presentes as profissionais Leticia Oliveira (Enfermeira do CMS Manoel Guilherme AP 5.1), Felícia Corina Cardoso e Andrea Santos Silva (Técnicas de Enfermagem do CMS Manoel Guilherme AP 5.1).

Treinamento em Imersão em Imunização 2025 - É um investimento direto na *segurança do paciente* e na *qualidade da atenção à saúde*, reforçando a importância do preparo técnico e da atualização constante dos profissionais de enfermagem.
Treinamento de Imersão em Imunização 2025.

A Atenção Primária à Saúde (APS) tem em suas prioridades a vacinação para eliminação e/ou erradicação de doenças prevenidas por vacinas, ou seja, doenças imunopreviníveis, com papel relevante para a prevenção do adoecimento e morte por essas doenças. A ação de vacinação foi uma das medidas mais bem-sucedidas relacionada a saúde pública em todo o mundo, que impactou no controle de doenças infeciosas.

A vacinação é fundamental para a saúde individual e coletiva, sendo que muitas doenças que eram comuns no Brasil e no mundo deixaram de ser um problema de saúde pública, tornando-se histórias para as novas gerações. Evento atribuído a vacinação massiva da população como: poliomielitesaramporubéolatétano e coqueluche. A vacinação protege você e a população, pois evita que doenças imunopreviníveis se espalhem.

O cenário nacional atual tem sido preocupante por apresentar baixas coberturas vacinais, ocasionando a reintrodução de doenças já eliminadas a exemplo do sarampo em 2018, e o risco elevado de reintrodução da poliomielite. Visto que o ideal é alcançar 95% de cobertura para todas as vacinas (exceto HPVFebre AmarelaRotavirus e Meningo ACWY).

A vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e fortalecer uma sociedade saudável e resistente. Além de prevenir doenças graves, a imunização contribui para reduzir a disseminação desses agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde.

A política de vacinação é responsabilidade do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. Estabelecido em 1973, o PNI desempenha um papel fundamental na promoção da saúde da população brasileira. Por meio do programa, o governo federal disponibiliza gratuitamente no Sistema Único de Saúde – SUS 47 imunobiológicos: 30 vacinas, 13 soros e 4 imunoglobulinas. Essas vacinas incluem tanto as presentes no calendário nacional de vacinação quanto as indicadas para grupos em condições clínicas especiais, como pessoas com HIV ou indivíduos em tratamento de algumas doenças (câncer, insuficiência renal, entre outras), aplicadas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE), e inclui também as vacinas COVID-19 e outras administradas em situações específicas.

O calendário nacional de vacinação contempla, na rotina dos serviços, 19 vacinas que protegem o indivíduo em todos ciclos de vida, desde o nascimento. Entre as doenças imunopreveníveis por essas vacinas estão a poliomelitesaramporubéolatétanocoqueluche e outras doenças graves e muitas vezes fatais. O PNI é responsável por coordenar as campanhas anuais de vacinação. Essas campanhas têm como objetivo alcançar altas coberturas vacinais, garantindo a proteção individual e coletiva contra diversas doenças. Assim, o Ministério da Saúde atua em conjunto com estados, municípios e o Distrito Federal para garantir o acesso equitativo às vacinas em todo o país.

Treinamento em Imersão em Imunização 2025 - É um investimento direto na *segurança do paciente* e na *qualidade da atenção à saúde*, reforçando a importância do preparo técnico e da atualização constante dos profissionais de enfermagem.
Leticia Oliveira (Enfermeira do CMS Manoel Guilherme AP 5.1), Felícia Corina Cardoso e Andrea Santos Silva (Técnicas de Enfermagem do CMS Manoel Guilherme AP 5.1).

 

 

Vacina na APS

https://www.gov.br/saude/pt-br/vacinacao

Oficina “Identificação, Notificação e Manejo dos casos de Violência”

Neste dia, 11 de julho de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a Oficina “Identificação, Notificação e Manejo dos casos de Violência”, participaram do evento 35 pessoas, a oficina é direcionada a todos os profissionais de saúde que atuam na Atenção Primária, incluindo enfermeiros, médicos, agentes comunitários de saúde, entre outros. O assunto abordado foi, prevenções às violências. O objetivo da oficina consiste na educação permanente, capacitação em identificação, ensinar os profissionais a reconhecer sinais e sintomas de violência, tanto físicos quanto psicológicos, e a utilizar ferramentas como acolhimento, anamnese, exame físico e escuta ativa para identificar casos. Responsáveis pela capacitação foram, Simone Pires e Silva – Psicóloga da CAP 5.1 e Fernanda Lourenço Gomes – Sanitarista da DVS/CAP 5.1.
Oficina Identificação Notificação e Manejo dos casos de Violência, educação permanente, capacitação em identificação, ensinar os profissionais a reconhecer sinais e sintomas de violência, tanto físicos quanto psicológicos, e a utilizar ferramentas como acolhimento, anamnese, exame físico e escuta ativa para identificar casos.
Oficina “Identificação, Notificação e Manejo dos casos de Violência”.

A oficina “Identificação, Notificação e Manejo dos casos de Violência” para profissionais de saúde visa capacitar esses profissionais na identificação, notificação e manejo adequado de casos de violência interpessoal e autoprovocada, com foco na atuação na Atenção Primária à Saúde (APS). A capacitação aborda aspectos teóricos e práticos, incluindo a importância da notificação compulsória e o papel estratégico dos profissionais da APS na prevenção e intervenção precoce. 

Oficina Identificação Notificação e Manejo dos casos de Violência, educação permanente, capacitação em identificação, ensinar os profissionais a reconhecer sinais e sintomas de violência, tanto físicos quanto psicológicos, e a utilizar ferramentas como acolhimento, anamnese, exame físico e escuta ativa para identificar casos.
Palestrante Simone Pires e Silva – Psicóloga da CAP 5.1.
Oficina Identificação Notificação e Manejo dos casos de Violência, educação permanente, capacitação em identificação, ensinar os profissionais a reconhecer sinais e sintomas de violência, tanto físicos quanto psicológicos, e a utilizar ferramentas como acolhimento, anamnese, exame físico e escuta ativa para identificar casos.
Palestrante Fernanda Lourenço Gomes – Sanitarista da DVS/CAP 5.1.
Oficina Identificação Notificação e Manejo dos casos de Violência, educação permanente, capacitação em identificação, ensinar os profissionais a reconhecer sinais e sintomas de violência, tanto físicos quanto psicológicos, e a utilizar ferramentas como acolhimento, anamnese, exame físico e escuta ativa para identificar casos.
Público alvo: Profissionais de saúde que atuam na Atenção Primária, incluindo enfermeiros, médicos, agentes comunitários de saúde.
Oficina Identificação Notificação e Manejo dos casos de Violência, educação permanente, capacitação em identificação, ensinar os profissionais a reconhecer sinais e sintomas de violência, tanto físicos quanto psicológicos, e a utilizar ferramentas como acolhimento, anamnese, exame físico e escuta ativa para identificar casos.
Dinâmica de grupo com o conteúdo aplicado na oficina.
https://riosaude.prefeitura.rio/wp-content/uploads/sites/66/2024/01/pop-acolhimento-vitima-violencia-sexual.pdf

Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 1º Dia

Neste dia 23 de junho e 2025, no auditório da OTICS Bangu, iniciamos a quarta turma do Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 1º dia, o público alvo são os profissionais da Atenção Primária da AP 5.1. Responsável por ministrar o curso foi, Lúcia Regina – Apoio Técnico de Reabilitação do DAPS. Participaram 17 profissionais das referidas Unidades de Atenção Primária, CF Maria Jose; CMS Silvio Barbosa; CF Fiorello Raymundo; CF Olimpia Esteves; CF Sandra Regina; CF Nildo Aguiar e CF Rogério Pinto – AP 5.1.

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 1º Dia.

Abertura do curso: Boas-vindas e apresentação dos participantes; Apresentação de abertura com proposta pedagógica; Itinerário de Aprendizagem.

Políticas Públicas de Saúde “O Sistema Único de Saúde”: Apresentação do Filme: Saúde tem cura; Debate sobre o filme/chuva de ideias sobre o SUS; Apresentação dialogada sobre o conceito de Saúde/Determinação social do processo saúde-doença; Apresentação dialogada sobre Políticas Públicas de Saúde no Brasil; Atributos da Atenção primária; Redes de Atenção; APS evolução até os dias atuais.

Políticas Públicas de Saúde “A APS e as Redes de Atenção à Saúde”:  Apresentação dialogada sobre: ‣ Conceito de APS/ marcos conceituais; APS no Brasil; Atributos da APS; por quê APS? Reforma da APS Carioca.

Políticas Públicas “A APS e as Redes de Atenção à Saúde”: Apresentação dialogada sobre Redes de Atenção à Saúde:  Dinâmica: Mapeamento dos pontos de atenção da AP. Apresentação dialogada sobre financiamento da APS; Encerramento do dia – Filme “A árvore e o indiano”.

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
Políticas Públicas de Saúde “O Sistema Único de Saúde”.

O curso objetiva qualificar os profissionais que ingressam na Atenção Primária à Saúde, para que ampliem sua visão sistêmica e integral do indivíduo, da família e da comunidade na qual estão inseridos. Curso introdutório para preparar o ACS para sua prática cotidiana no território, auxiliando-o em sua integração com a equipe, população, políticas públicas de saúde e promoção da saúde. O Curso Introdutório em Saúde da Família está estruturado com carga horária mínima de 40 horas semanais. Tem como público alvo toda a equipe de atuação na Estratégia de Saúde da Família (ESF), como: médico; enfermeiro; técnico de enfermagem; agente comunitário de saúde; agente de vigilância em saúde e de combate às endemias; cirurgião dentista; técnico em saúde bucal; auxiliar em saúde bucal; técnico em farmácia; farmacêutico; administrativo; gerente; consultório na rua; e Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF).

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
Apresentação do Filme: Saúde tem cura.

O Curso foi organizado a partir de quatro eixos, conforme a Portaria: EIXO 1 – A Atenção Primária no contexto das políticas públicas de saúde e as estratégias de implementação; EIXO 2 – A organização dos sistemas locais de saúde, com ênfase no planejamento de base territorial; EIXO 3 – O processo de trabalho das equipes; EIXO 4 – A atuação interdisciplinar e participação popular.
A entrega de certificados dos participantes ao término do curso está condicionada a participação (frequência/presença) mínima de 75% no curso. O certificado será válido em todas as áreas de planejamento da Atenção Primária do Município do Rio de Janeiro.

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
O processo saúde-doença é uma expressão usada para fazer referência a todas as variáveis que envolvem a saúde e a doença de um indivíduo ou população e considera que ambas estão interligadas e são consequência dos mesmos fatores.

O Curso Introdutório em Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro. Sua atualização, na presente edição, se propõe a problematizar o cotidiano do trabalho dos profissionais à luz dos atributos da Atenção Primária à Saúde, de maneira dinâmica e participativa.

Devemos considerar que esta nova edição do curso surge em um tempo de uma rede mais madura, com mais de uma década desde o início da reforma em 2009, e que está em um caminho de reestruturação após um longo período de dedicação ao enfrentamento da pandemia da covid-19. Ainda assim, permanecem os desafios, alguns velhos conhecidos, outros mais novos. Este manual tem como objetivo orientar a realização do Curso Introdutório em Saúde da Família em sua Área de Planejamento. Nele, iremos fornecer o passo a passo das atividades, além de apoiar o desenvolvimento das habilidades necessárias para a apresentação de cada sessão.

Pensando em estratégias que viabilizem o aprendizado dos profissionais que atuam no SUS, o Ministério da Saúde instituiu, em 2004, a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), que tem como ambição tornar a rede pública de saúde uma rede de ensino- -aprendizagem no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho, a partir dos problemas enfrentados na realidade dos serviços. Espera-se, então, que sejamos capazes de promover a reflexão coletiva sobre o trabalho e oferecer instrumentos para sua transformação.

A Educação Permanente, além da sua dimensão pedagógica, deve ser notada, também, como uma importante ferramenta de gestão, como um processo que se dá “no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho”, buscando como desfecho final efeitos positivos concretos na assistência aos usuários.

A formação desses profissionais dentro de seus ambientes de trabalho, voltada para as necessidades de saúde da população em conjunto com as necessidades de aprendizado do indivíduo, é fundamental para uma Atenção Primária à Saúde de qualidade. Deste modo, esperamos que o curso introdutório transforme as práticas dos profissionais, e que os facilitadores sejam potentes engajadores para a construção da Trilha de Aprendizagem. Que este manual contribua para a melhor execução dos cursos, favorecendo a formação continuada dos profissionais da rede de Atenção Primária e refletindo na qualidade da assistência prestada à população.

O Curso Introdutório Saúde da Família, é uma das formações de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro.
Responsável por ministrar o curso foi, Lúcia Regina – Apoio Técnico de Reabilitação do DAPS – AP 5.1.

Saiba mais clicando aqui: Curso Introdutório

Treinamento de Pré-Natal para Médicos e Enfermeiros da AP 5.1

Nesta tarde de 11 de junho de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos o treinamento de pré-natal, o público alvo são os médicos e enfermeiros das unidades de Atenção Primária da AP 5.1, participaram da capacitação 20 profissionais das respectivas categorias. Os assuntos abordados foram, as etapas do pré-natal, como identificar riscos, realizar exames, orientar a gestante e promover a saúde. O treinamento de pré-natal para médicos e enfermeiros na atenção primária visa fortalecer a assistência à gestante e ao bebê em nível local, por meio de cursos, protocolos e materiais de apoio. Este treinamento se foca em otimizar o cuidado, desde o acompanhamento da gravidez de baixo risco até a educação em saúde e prevenção de complicações. As responsáveis do treinamento foram, Lilian Martins e Danielle Gonçalves – Enfermeiras Linha de Cuidados do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde (DAPS) – CAP 5.1.
Os Enfermeiros mediante a suas atividades exercem um papel importante junto as gestantes para que a adesão ao Pré natal seja continua. O papel do Enfermeiro como cuidador é buscar integralmente a saúde destas mulheres e promover atividades que contribuam no favorecimento de uma gestação e nascimento saudáveis. Identifica-se então a importância de realizar meios com atividades educativas e lúdicas que facilitem e trabalhem a compreensão da mulher nesta fase tão importante da vida: a gestação, o parto e puerpério. Apresentando e ensinando a gestante a conviver com as alterações em seu corpo, com o desenvolvimento do embrião semanalmente, a mesma poderá aprender melhor a lidar com o recém-nascido. Aproveitar cada momento com esta mulher para trabalhar o conhecimento da mesma sobre alimentação e cuidados com o corpo, atividades físicas que pode realizar, atividade sexual, o que é e o que esperar do parto normal, o que é e quais as indicações do parto cesárea e como lidar com as atividades iniciais com o recém-nascido. O banho, a troca de fraldas, o cuidado com o coto umbilical e principalmente a amamentação. Amamentar é preciso, porém sem conhecimento e desejo esta mulher muitas vezes não consegue.

As consultas de Pré natal de risco habitual podem ser realizadas por Enfermeiros e Médicos, devendo sim ser avaliado o risco gestacional a cada consulta. Nas Unidades de Saúde da Família a Equipe Multidisciplinar deve participar ativamente com avaliação dos casos e atendimento conjunto entre os profissionais, podendo intercalar as consultas este processo fortalece o atendimento e cria um vínculo entre a equipe e a gestante. Estas consultas poderão ser realizadas na unidade de saúde ou em visitas domiciliares, quando necessário. O calendário de atendimento pré-natal deve ser programado em função dos períodos gestacionais que determinam maior risco materno e perinatal. Deve ser iniciado precocemente (primeiro trimestre) e deve ser regular e completo (garantindo-se que todas as avaliações propostas sejam realizadas e preenchendo-se o cartão da gestante e a ficha de pré-natal). Durante o pré-natal, deverá ser realizado o número mínimo de seis consultas, preferencialmente, uma no primeiro trimestre, duas no segundo trimestre e três no último trimestre. A maior frequência de visitas no final da gestação visa à avaliação do risco perinatal e das intercorrências clínico-obstétricas mais comuns nesse trimestre, como trabalho de parto prematuro, pré-eclâmpsia e eclampsia, amniorrexe prematura e óbito fetal.

É fundamental que o médico e enfermeiro conheçam a linha de cuidados e o fluxo de atendimento no âmbito da saúde, para que possa orientar e encaminhar às mulheres quando necessário.
Fontes: https://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/4446958/4111921/enfermagem.pdf

Reunião Bimestral de Farmacêuticos na Atenção Primária Prisional (APP)

Neste dia, 27 de maio de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos uma Reunião Bimestral de Farmacêuticos na Atenção Primária Prisional (APP). Participaram do evento 18 profissionais, o público alvo foram os farmacêuticos da APP, os assuntos abordados foram, estratégias e avaliações para a assistência farmacêutica focada nas pessoas privadas de liberdade, o objetivo da capacitação foi o alinhamento dos fluxos, repactuar rotinas e estabelecer metas e estratégias para a assistência farmacêutica.  A responsável do encontro foi, Kelly Alessandra Segabinazzi, farmacêutica da Assistência primária Prisional(APP) – AP 5.1.

Kelly Alessandra Segabinazzi, farmacêutica da Assistência primária Prisional(APP).

O Ministério da Saúde, por meio da Coordenação-Geral de Assistência Farmacêutica Básica do Departamento de Assistência Farmacêutica (CGAFB/DAF/SECTICS), realiza anualmente o repasse financeiro referente ao Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF) no âmbito da PNAISP. A transferência desse recurso foi instituída pela Portaria GM/MS n° 2.765, de 12 de dezembro de 2014, e hoje o texto integra o Título V, Capítulo VI, da Portaria de Consolidação GM/MS nº 6, de 28 de setembro de 2017.

O CBAF/PNAISP é diferenciado e corresponde a um repasse anual de R$ 17,73 (dezessete reais e setenta e três centavos) por pessoa privada de liberdade no Sistema Prisional. Para fins de cálculo do recurso, é utilizado o número de privados de liberdade disponibilizado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) ao Ministério da Saúde. É essencial que o estado mantenha atualizados, junto ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen), os dados referentes ao quantitativo de pessoas privadas de liberdade em cada unidade prisional.

Os estados recebem anualmente o repasse do CBAF no âmbito da PNAISP, e os municípios aderidos à PNAISP podem pactuar a descentralização em CIB a fim de receber diretamente esse recurso. As resoluções CIB devem ser encaminhadas à CGAFB/DAF/ SECTICS por meio do endereço eletrônico sprisional.cgafb@saude.gov.br até o final do primeiro trimestre de cada exercício financeiro.

O recurso do CBAF/PNAISP deve ser executado pela Secretaria de Saúde e ser utilizado para aquisição dos medicamentos e insumos constantes nos Anexos I e IV da RENAME. É importante frisar que não há amparo legal para a transferência de recurso das Secretarias Estaduais ou Distrital de Saúde oriundos do Fundo Nacional de Saúde para as Secretarias Municipais de Saúde e para as secretarias de Administração Penitenciária ou equivalentes.

Reunião Bimestral de Farmacêuticos na Atenção Primária Prisional (APP)

 

Transformar seu trabalho em um ato de amor, é levar ao outro, confiança, alegria e esperança no amanhã…

 

Fonte: Assistência Farmacêutica APP

 

Treinamento do Prontuário Eletrônico VitaCare

Neste dia 21 de maio de 2025, no laboratório de informática da Otics Bangu, turno manhã e tarde tivemos, o treinamento do prontuário eletrônico VitaCare, foram capacitados 31 profissionais de saúde, o público-alvo foram, Dentistas, ASBs, Residentes e Psicólogos, que atuam na Atenção Primária Prisional (APP). Os assuntos abordados foram registros, preenchimento do prontuário, acessos, monitoramento, indicadores, preenchimento do PEP e  responsabilidades da categoria. O objetivo do evento foi o treinamento dos profissionais no manuseio da plataforma, para apropriação e otimização da inserção dos dados, educação permanente. A responsável pelo treinamento foi, Caroline Falzoni (farmacêutica, analista de informação em saúde – Organização Social em Saúde (OSS) Viva Rio.

Caroline Falzoni (farmacêutica, analista de informação em saúde – Organização Social em Saúde (OSS) Viva Rio.
A PNAISP nasceu da avaliação dos dez anos de aplicação do Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário (PNSSP), quando se constatou o esgotamento desse modelo, que se mostrou restrito por não contemplar em suas ações, entre outras coisas, a totalidade do itinerário carcerário e, tampouco, penitenciárias federais. Essas mudanças podem ser apontadas como grande ganho na garantia e defesa dos direitos humanos no Brasil, em total consonância com a previsão constitucional de saúde para todos sob a responsabilidade do Estado brasileiro.
Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/pnaisp/
Dentistas, ASBs, Residentes e Psicólogos, que atuam na Atenção Primária Prisional (APP).

 

O prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais como registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde; e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.

A Base Nacional de Dados de Ações e Serviços da Assistência Farmacêutica no SUS (BNAFAR) é a consolidação dos dados nacionais de posição de estoque, entradas, saídas, avaliações e dispensações realizadas pelos estabelecimentos de saúde dos Municípios, Estados e Distrito Federal para os medicamentos padronizados na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) e do Programa Farmácia Popular do Brasil.

Objetivo do treinamento, manuseio da plataforma, para apropriação e otimização da inserção dos dados, educação permanente.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/informatiza-aps/prontuario-eletronico

Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 1º Dia

Neste dia 19 de maio de 2025, no auditório da OTICS Bangu, iniciamos a terceira turma do Curso Introdutório para os profissionais da Atenção Primária da AP 5.1. Responsável por ministrar o curso foi, Lúcia Regina – Apoio Técnico de Reabilitação do DAPS. Participaram 16 profissionais da Atenção Primária das unidades de saúde da AP 5.1, CF Rogério Pinto da Mota, CF Cristiani Vieira Pinho,  CF Rômulo Carlos Teixeira, CF Sandra Regina, CMS Henrique Monat, CMS Alexander Fleming, CMS Athayde Jose da Fonseca, CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho.

Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 - 1º Dia.
Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 1º Dia.

Abertura do curso: Boas-vindas e apresentação dos participantes; Apresentação de abertura com proposta pedagógica; Itinerário de Aprendizagem.

Políticas Públicas de Saúde “O Sistema Único de Saúde”: Apresentação do Filme: Saúde tem cura; Debate sobre o filme/chuva de ideias sobre o SUS; Apresentação dialogada sobre o conceito de Saúde/Determinação social do processo saúde-doença; Apresentação dialogada sobre Políticas Públicas de Saúde no Brasil; Atributos da Atenção primária; Redes de Atenção; APS evolução até os dias atuais.

Políticas Públicas de Saúde “A APS e as Redes de Atenção à Saúde”:  Apresentação dialogada sobre: ‣ Conceito de APS/ marcos conceituais; APS no Brasil; Atributos da APS; por quê APS? Reforma da APS Carioca.

Políticas Públicas “A APS e as Redes de Atenção à Saúde”: Apresentação dialogada sobre Redes de Atenção à Saúde:  Dinâmica: Mapeamento dos pontos de atenção da AP. Apresentação dialogada sobre financiamento da APS; Encerramento do dia – Filme “A árvore e o indiano”.

Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 - 1º Dia.
Curso Introdutório Saúde da Família CAP 5.1 – 1º Dia.

O curso objetiva qualificar os profissionais que ingressam na Atenção Primária à Saúde, para que ampliem sua visão sistêmica e integral do indivíduo, da família e da comunidade na qual estão inseridos. Curso introdutório para preparar o ACS para sua prática cotidiana no território, auxiliando-o em sua integração com a equipe, população, políticas públicas de saúde e promoção da saúde. O Curso Introdutório em Saúde da Família está estruturado com carga horária mínima de 40 horas semanais. Tem como público alvo toda a equipe de atuação na Estratégia de Saúde da Família (ESF), como: médico; enfermeiro; técnico de enfermagem; agente comunitário de saúde; agente de vigilância em saúde e de combate às endemias; cirurgião dentista; técnico em saúde bucal; auxiliar em saúde bucal; técnico em farmácia; farmacêutico; administrativo; gerente; consultório na rua; e Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF).

O Curso foi organizado a partir de quatro eixos, conforme a Portaria: EIXO 1 – A Atenção Primária no contexto das políticas públicas de saúde e as estratégias de implementação; EIXO 2 – A organização dos sistemas locais de saúde, com ênfase no planejamento de base territorial; EIXO 3 – O processo de trabalho das equipes; EIXO 4 – A atuação interdisciplinar e participação popular.
A entrega de certificados dos participantes ao término do curso está condicionada a participação (frequência/presença) mínima de 75% no curso. O certificado será válido em todas as áreas de planejamento da Atenção Primária do Município do Rio de Janeiro.

Curso ministrado por Lúcia Regina - Apoio Técnico de Reabilitação do DAPS - CAP 5.1.
Curso ministrado por Lúcia Regina – Apoio Técnico de Reabilitação do DAPS – CAP 5.1.

O Curso Introdutório em Saúde da Família é uma das estratégias prioritárias de formação de profissionais da rede de Atenção Primária do município do Rio de Janeiro. Sua atualização, na presente edição, se propõe a problematizar o cotidiano do trabalho dos profissionais à luz dos atributos da Atenção Primária à Saúde, de maneira dinâmica e participativa.

Devemos considerar que esta nova edição do curso surge em um tempo de uma rede mais madura, com mais de uma década desde o início da reforma em 2009, e que está em um caminho de reestruturação após um longo período de dedicação ao enfrentamento da pandemia da covid-19. Ainda assim, permanecem os desafios, alguns velhos conhecidos, outros mais novos. Este manual tem como objetivo orientar a realização do Curso Introdutório em Saúde da Família em sua Área de Planejamento. Nele, iremos fornecer o passo a passo das atividades, além de apoiar o desenvolvimento das habilidades necessárias para a apresentação de cada sessão.

Pensando em estratégias que viabilizem o aprendizado dos profissionais que atuam no SUS, o Ministério da Saúde instituiu, em 2004, a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), que tem como ambição tornar a rede pública de saúde uma rede de ensino- -aprendizagem no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho, a partir dos problemas enfrentados na realidade dos serviços. Espera-se, então, que sejamos capazes de promover a reflexão coletiva sobre o trabalho e oferecer instrumentos para sua transformação.

A Educação Permanente, além da sua dimensão pedagógica, deve ser notada, também, como uma importante ferramenta de gestão, como um processo que se dá “no trabalho, pelo trabalho e para o trabalho”, buscando como desfecho final efeitos positivos concretos na assistência aos usuários.

A formação desses profissionais dentro de seus ambientes de trabalho, voltada para as necessidades de saúde da população em conjunto com as necessidades de aprendizado do indivíduo, é fundamental para uma Atenção Primária à Saúde de qualidade. Deste modo, esperamos que o curso introdutório transforme as práticas dos profissionais, e que os facilitadores sejam potentes engajadores para a construção da Trilha de Aprendizagem. Que este manual contribua para a melhor execução dos cursos, favorecendo a formação continuada dos profissionais da rede de Atenção Primária e refletindo na qualidade da assistência prestada à população.

Saiba mais clicando aqui: Curso Introdutório

Treinamento em Check List da Visita Domiciliar do ACS

Neste dia, 29 de abril de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos o “Treinamento em Check List da Visita Domiciliar do ACS” a criança menor de 1 ano. Participaram do evento 81 profissionais da Atenção Primária, dividido em 2 turmas com 42 manhã e 39 a tarde. O público alvo foram os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) da AP 5.1.  Assuntos abordados: Visita Domiciliar à Criança menor de 1 ano. Objetivo do  do evento foi a qualificação da Visita Domiciliar a Criança, visando a redução da mortalidade infantil. As responsáveis pelo treinamento foram, Cristina Mara Ribeiro da Natividade e Adelaide Mercês – Enfermeiras da Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) – CAP 5.1.

A visita domiciliar é uma parte fundamental e prioritária do trabalho do Agente Comunitário de Saúde (ACS) para o acompanhamento das crianças  e suas famílias. Ao entrar na cada de uma família, o ACS entra não somente no espaço físico, mas em tudo o que esse espaço representa. É importante lembrar que cada família tem sua forma de viver, cultura, hábitos, crenças e valores, que necessitam ser compreendidos e respeitados.

Treinamento em Check List da Visita Domiciliar do ACS, qualificação da Visita Domiciliar a Criança, visando a redução da mortalidade infantil.
Cristina Mara Ribeiro da Natividade e Adelaide Mercês – Enfermeiras da Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) – CAP 5.1.

O DESENVOLVIMENTO INFANTIL E ATIVIDADES PARA SEREM REALIZADAS

Cada período do desenvolvimento, acompanha uma série de características. É muito importante diferenciar cada período para conseguirmos planejar as atividades que, de fato, auxiliem naquele momento de vida da criança e, também, como essas atividades podem promover ou ampliar o vínculo entre pais/cuidadores. Cada período é acompanhado de suas características; exemplos de atividades que podem ser realizadas durante as visitas domiciliares; e indicadores para avaliação de cada atividade.

 

Treinamento em Check List da Visita Domiciliar do ACS, qualificação da Visita Domiciliar a Criança, visando a redução da mortalidade infantil.
Dinâmica de Grupo com Estudo de Caso – Turma da Manha.

A visita domiciliar pode ser organizada em três momentos didaticamente inter-relacionados. Guiar-se por esses momentos, além de favorecer a atenção profissional necessária para atingir as metas das ações da visita domiciliar, contribui para que o atendimento não deixe de ser focado nas necessidades das crianças e suas famílias.

Treinamento em Check List da Visita Domiciliar do ACS, qualificação da Visita Domiciliar a Criança, visando a redução da mortalidade infantil.
Dinâmica de Grupo com Estudo de Caso – Turma da Tarde.

O visitador será recebido na casa da família e, de forma afetuosa e acolhedora, realizará a escuta dos relatos da semana feitos pela mãe/pai ou outro cuidador. As demandas da família devem ser observadas, bem como seu acesso à rede de serviços. Nesse primeiro momento, o visitador deve fazer a retomada da atividade deixada na semana anterior e, durante a conversa com a família, deverá identificar os ganhos da criança, as dificuldades encontradas pelos pais/cuidadores e da própria criança na realização da atividade e, ainda, como foi a realização da atividade prevista para semana anterior. Após a retomada da atividade deixada, o visitador orienta a família sobre a atividade do dia. De forma clara e precisa, é feita a explicação dos objetivos do planejamento, buscando sempre esclarecer para a família que esta atividade está sendo proposta de acordo com as necessidades e as características da faixa etária a qual a criança se encontra. Para tanto, o visitador poderá, junto à família, ler as descrições sobre o desenvolvimento da criança e suas possibilidades em cada faixa etária. Nesse caso, devem ser lidas apenas as especificações relacionadas à faixa etária da criança que está sendo atendida naquele momento. Este também é o momento em que o visitador explica com clareza como o cuidador poderá utilizar materiais do próprio ambiente e/ou confeccionar o brinquedo que será utilizado na atividade da semana, se este for o caso, fazendo deste um instrumento de estímulo que possibilite que o desenvolvimento da criança possa avançar de forma lúdica e prazerosa.

Treinamento em Check List da Visita Domiciliar do ACS, qualificação da Visita Domiciliar a Criança, visando a redução da mortalidade infantil.
Turma da Manha.
Treinamento em Check List da Visita Domiciliar do ACS, qualificação da Visita Domiciliar a Criança, visando a redução da mortalidade infantil.
Turma da Tarde.

Fonte: https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/crianca_feliz/02_Guia_Visita_Domiciliar_Manual.pdf