Acompanhamento Pedagógico e Planejamento do Curso de Libras

Planejamento Pedagógico do Curso de Libras Básico reforça compromisso com a acessibilidade comunicativa no SUS

Na tarde do dia 22 de janeiro de 2026, foi realizada, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, uma atividade de planejamento pedagógico do Curso de Libras Básico, com o objetivo de organizar as aulas do curso, que terá início no mês de março. O encontro contou com a participação dos apoiadores Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1); Jaqueline Nascimento, apoiadora do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1; além de Renata Reis e Viviane Lins, da Assessoria PSE/PICS/RAP da Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, DAPS – CAP 5.1. O planejamento teve como propósito estruturar as ações pedagógicas, os conteúdos programáticos e o cronograma das aulas, visando ampliar o conhecimento dos participantes sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e fortalecer as práticas de acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde. A iniciativa é fundamental para a promoção da inclusão de pessoas surdas no Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo para um atendimento mais humano, acessível e equitativo. Além disso, o encontro reforça a importância do planejamento coletivo para garantir a qualidade do processo formativo e a continuidade da assistência, alinhando as ações às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde. A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais e com o fortalecimento de uma comunicação acessível em toda a rede de saúde.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

 Equipe de Acessibilidade Comunicativa – CAP 5.1 / OTICS Bangu

Fontes: Libras

Central Carioca de Libras 

Grupo de Estudos Saúde da População Negra

OTICS Bangu promove Grupo de Estudos sobre a Saúde da População Negra

Na quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, o auditório da OTICS Bangu sediou o Grupo de Estudos Saúde da População Negra, reunindo cerca de 28 participantes, entre trabalhadores da saúde, estudantes da área e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro ocorreu das 9h às 12h e teve como foco a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), abordando seus princípios, diretrizes e a importância de sua efetivação nos serviços de saúde. A atividade foi conduzida por Aline Vieira, psicóloga e presidente do Centro de Estudos do Instituto Municipal de Assistência à Saúde (IMAS) Juliano Moreira, que apresentou os fundamentos da política e estimulou reflexões sobre o enfrentamento das desigualdades raciais no cuidado em saúde. O principal objetivo do evento foi apresentar a Política Nacional de Saúde da População Negra e promover a construção coletiva de um projeto de intervenção, voltado à qualificação das práticas nos serviços de saúde, considerando os determinantes sociais, o racismo estrutural e seus impactos no processo saúde-doença, como também a importância do preenchimento do quesito raça/cor e estratégias de combate às iniquidades em Saúde. O grupo é composto por trabalhadores da atenção primária, trabalhadores da raps zona oeste, acadêmicos e usuários.

A realização do Grupo de Estudos é de grande relevância para o fortalecimento da equidade no SUS, uma vez que a população negra historicamente enfrenta maiores barreiras de acesso, piores indicadores de saúde e maior exposição a agravos evitáveis. Iniciativas como esta contribuem para a formação crítica dos profissionais, para a sensibilização dos usuários e para a implementação de ações que promovam justiça social, integralidade e humanização do cuidado.

O encontro reafirma o compromisso da OTICS Bangu com a educação permanente em saúde e com a promoção de políticas públicas que visam reduzir iniquidades, fortalecer os direitos e melhorar a qualidade da atenção à saúde da população negra.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Integral da População Negra

  • Sistema Único de Saúde (SUS)

  • Secretaria Municipal de Saúde

  • Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS)

  • Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira (IMAS)

Acompanhamento Pedagógico e Planejamento do Curso de Libras

Planejamento Pedagógico do Curso de Libras Básico reforça compromisso com a acessibilidade comunicativa no SUS

Na tarde do dia 7 de janeiro de 2026, foi realizada, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, uma atividade de planejamento pedagógico do Curso de Libras Básico. O encontro contou com a participação dos apoiadores, Willian Inácio, auxiliar administrativo da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, que contribuíram com suas experiências para o aprimoramento das estratégias de ensino e das práticas pedagógicas voltadas à formação dos profissionais da rede, o planejamento teve como propósito estruturar as ações e os conteúdos da próxima etapa do curso, ampliando o conhecimento dos participantes sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e fortalecendo as práticas de acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde. Essa iniciativa busca promover a inclusão de pessoas surdas no SUS, assegurando um atendimento mais humano, acessível e equitativo. A ação reforça o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais e com a implementação de políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

 

 Equipe de Acessibilidade Comunicativa – CAP 5.1 / OTICS Bangu

Fontes: Libras

Central Carioca de Libras 

Treinamento do Prontuário Eletrônico VitaCare

Neste dia 18 de dezembro de 2025, no laboratório de informática da Otics Bangu, turno manhã tivemos, o treinamento do prontuário eletrônico VitaCare, foram capacitados 20 profissionais de saúde, o público-alvo foram, enfermeiros, que atuam na Atenção Primária Prisional (APP). Os assuntos abordados foram registros, preenchimento do prontuário, acessos, monitoramento, indicadores, preenchimento do PEP e  responsabilidades da categoria. O objetivo do evento foi o treinamento dos profissionais no manuseio da plataforma, para apropriação e otimização da inserção dos dados, educação permanente. A responsável pelo treinamento foi, Michelle Bernardino Filgueira – RT de Enfermagem – APP.

A PNAISP nasceu da avaliação dos dez anos de aplicação do Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário (PNSSP), quando se constatou o esgotamento desse modelo, que se mostrou restrito por não contemplar em suas ações, entre outras coisas, a totalidade do itinerário carcerário e, tampouco, penitenciárias federais. Essas mudanças podem ser apontadas como grande ganho na garantia e defesa dos direitos humanos no Brasil, em total consonância com a previsão constitucional de saúde para todos sob a responsabilidade do Estado brasileiro.
Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/pnaisp/

 

O prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais como registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde; e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.

A Base Nacional de Dados de Ações e Serviços da Assistência Farmacêutica no SUS (BNAFAR) é a consolidação dos dados nacionais de posição de estoque, entradas, saídas, avaliações e dispensações realizadas pelos estabelecimentos de saúde dos Municípios, Estados e Distrito Federal para os medicamentos padronizados na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) e do Programa Farmácia Popular do Brasil.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/informatiza-aps/prontuario-eletronico

Treinamento Odonto Plataforma de Chamados para Manutenção de Equipamentos

OTICS Promove Treinamento Odonto sobre nova Plataforma de Chamados para Manutenção de Equipamentos

Na terça-feira, 16 de dezembro, a OTICS realizou, no Laboratório de Informática (LAB INFO), o Treinamento Odonto – Plataforma de Chamados, voltado à qualificação dos profissionais de saúde bucal para utilização da nova ferramenta de solicitação e acompanhamento da manutenção de equipamentos odontológicos. A atividade ocorreu das 9h às 17h, contemplando duas turmas, com um total de 36 participantes. O treinamento teve como público-alvo dentistas e auxiliares de saúde bucal, profissionais diretamente envolvidos no uso cotidiano dos equipamentos odontológicos nas unidades de saúde. Durante o encontro, foram abordados os principais funcionamentos da plataforma de equipamentos odontológicos, com ênfase nos fluxos de abertura de chamados, acompanhamento das solicitações e correta descrição das demandas técnicas.

O principal objetivo do treinamento foi capacitar os profissionais para a utilização da nova plataforma de chamados de manutenção, garantindo maior agilidade, organização e rastreabilidade nos processos de solicitação de reparos e manutenção preventiva dos equipamentos odontológicos. A iniciativa visa fortalecer a gestão dos serviços, reduzir o tempo de inatividade dos equipamentos e assegurar melhores condições de trabalho para as equipes, refletindo diretamente na qualidade do atendimento ofertado à população.

Turma da Manhã.

A qualificação contínua dos profissionais de saúde bucal é fundamental para a eficiência da Atenção Primária à Saúde, uma vez que equipamentos em pleno funcionamento são essenciais para a segurança do paciente, a resolutividade do cuidado e a continuidade dos serviços. A padronização dos chamados por meio de uma plataforma específica contribui para a melhoria da gestão pública, otimizando recursos e fortalecendo a integração entre as equipes assistenciais e os setores de manutenção.

O treinamento foi conduzido por Brenda Reis, da Gestão da Atenção Primária Prisional, atuando como liderança em Odontologia na Gestão APP, que apresentou a plataforma, esclareceu dúvidas e orientou os participantes quanto às boas práticas no uso do sistema.

Turma da Tarde!

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), que destaca a importância da qualificação profissional e da infraestrutura adequada para a garantia do cuidado integral.

  • Secretarias de Saúde (âmbito municipal e estadual) – Diretrizes de gestão e manutenção de equipamentos de saúde.

  • Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios de eficiência, integralidade e qualidade na prestação dos serviços de saúde.

A ação reforça o compromisso da OTICS com a educação permanente em saúde, contribuindo para o fortalecimento das práticas de gestão e para a melhoria contínua da assistência odontológica no SUS.

Capacitação de Tuberculose

Nesta manhã do dia 8 de dezembro de 2025, o auditório da OTICS Bangu sediou uma capacitação voltada ao fortalecimento das ações de controle da tuberculose na AP 5.1. O encontro contou com a participação de 9 profissionais da assistência social, que atuam como pontos focais de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) em suas unidades. A capacitação teve como objetivo atualizar e qualificar os participantes sobre o Sistema de Informação, além de alinhar os fluxos assistenciais diante da suspeita ou confirmação de casos de tuberculose (TB). A iniciativa reforçou a importância da identificação oportuna de pacientes com critérios clínicos e epidemiológicos para TB, garantindo o encaminhamento correto e a organização dos fluxos de porta de entrada e saída, visando maior segurança no atendimento e na vigilância. A atividade foi conduzida por Ana Cristina, enfermeira da Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da CAP 5.1, que destacou a relevância da atuação integrada das equipes na prevenção e controle da doença no território.

A tuberculose é uma doença infecciosa, transmitida por via respiratória, que afeta principalmente os pulmões, apresentando, no entanto, potencial para acometer outros órgãos. A apresentação pulmonar é o foco das ações de controle da doença. O objetivo das equipes de saúde deve ser o diagnóstico precoce, a pronta instituição do tratamento adequado, a cura dos casos e a avaliação dos contactantes, interrompendo, assim, a cadeia de transmissão. O agente etiológico é o Mycobacterium tuberculosis, um bacilo com crescimento variável, podendo ser rápido (3 horas) nas paredes das cavidades pulmonares ou lento (18 a 20 horas) em lesões fechadas e intracelulares. As vias aéreas são a principal porta de entrada, e por ser um bacilo aeróbio estrito infecta principalmente o pulmão, favorecendo sua transmissão através da tosse. O tempo de exposição necessário para uma infecção evoluir para doença varia entre 100 e 200 horas. Os fatores que favorecem a transmissão são: a doença pulmonar cavitária, quantidade e vigor da tosse e tempo de convivência em ambientes fechados (contato prolongado) com o doente com tuberculose ativa pulmonar ou laríngea.12 O enfrentamento da tuberculose requer a ação intersetorial do poder público por meio da compreensão dos múltiplos fatores que perpetuam a doença no município. Entretanto, a Saúde assume papel central na oferta de cuidados aos pacientes acometidos pela doença, sua família e comunidade. E as unidades de atenção primária, como vanguarda do estado nas comunidades, são os locais preferenciais para identificação dos casos, manejo dos infectados e proposição de medidas para mitigação do espalhamento da doença.

A doença é causada por uma bactéria (Mycobacterium Tuberculosis) que afeta com mais frequência os pulmões, mas pode infectar qualquer parte do corpo, incluindo os ossos e o sistema nervoso. A transmissão e causada pela bactéria se espalha pelo ar quando pessoas infectadas tossem, falam, cospem ou espirram.

Sintomas

A maioria das pessoas expostas à TB nunca desenvolvem os sintomas, já que a bactéria pode viver na forma inativa dentro do corpo. Entretanto, se o sistema imunológico enfraquecer, como acontece com pessoas com desnutrição, pessoas vivendo com HIV/Aids e com pessoas idosas, a bactéria da tuberculose pode se tornar ativa. Entre 5 e 10% das pessoas infectadas com a bactéria têm o risco de desenvolver a forma ativa e contagiosa da doença em algum ponto de suas vidas.

Os sintomas da tuberculose ativa incluem:

  • Tosse persistente (por mais de duas semanas), que pode apresentar-se com sangue ou escarro;
  • Febre;
  • Sudoração noturna;
  • Perda de peso;
  • Dores no peito;
  • Fadiga

Guia Rápido Tuberculose

Gov.br

Gov.br

 

 

 

Treinamento MEDIREC

OTICS Bangu sedia Treinamento MEDIREC voltado à qualificação do processo de regulação na AP 5.1

No dia 27 de novembro de 2025, o Laboratório de Informática da OTICS Bangu esteve proposto com mais um dia de Treinamento MEDIREC, atividade voltada para o aprimoramento dos fluxos de regulação e agendamento de encaminhamentos via SISREG. O encontro programado das 14h às 17h, o treinamento reunirá 25 participantes, entre gerentes, responsáveis técnicos (RTs) médicos e de enfermagem, além de agentes comunitários de saúde (ACSs) da Área Programática 5.1. A capacitação é organizada por Priscila Mafra, RT médica da CAP 5.1, e conduzida por Tarek Nabaa, representante da plataforma MediRec. O conteúdo aborda diretamente a utilização do sistema para solicitações de encaminhamentos, com foco em fortalecer a qualificação do processo de regulação e garantir maior eficiência no acesso da população aos serviços de saúde.

Treinamento conduzido por Tarek Nabaa, representante da plataforma MediRec.

Segundo o Ministério da Saúde, a regulação em saúde é um dos pilares para a organização da rede de atenção, garantindo que os cidadãos tenham acesso de forma ordenada, equitativa e em tempo adequado aos recursos disponíveis (Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/drac/regulacao).

A iniciativa reafirma o compromisso da CAP 5.1 em promover a formação continuada dos profissionais e em investir em ferramentas que ampliem a resolutividade e qualifiquem a gestão em saúde no território.

O treinamento MEDIREC é um processo de capacitação para o uso da plataforma MEDIREC, uma ferramenta de regulação de saúde que se integra ao SISREGEsses treinamentos são realizados para orientar e capacitar profissionais de saúde, como médicos e gestores, para otimizar a comunicação e o fluxo de informações dentro do sistema de saúde, garantindo o uso adequado da ferramenta para a regulação de leitos e outros serviços. 
Objetivo do Treinamento MEDIREC
  • Capacitação dos profissionais: Ensinar médicos responsáveis técnicos (RTs) e gestores a utilizar a ferramenta de regulação do SISREG de forma eficiente.
  • Integração com o SISREG: Garantir que os profissionais saibam como a ferramenta MEDIREC se integra ao prontuário eletrônico e outras funcionalidades do sistema de regulação do Ministério da Saúde.
  • Melhora na regulação: Otimizar a comunicação e o gerenciamento de informações para a regulação de serviços, como internações e alocação de leitos.

Quem realiza o Treinamento MEDIREC 

  • OTICS-RioVárias unidades de atendimento da OTICS-Rio (Observatório de Tecnologias de Informação e Comunicação em Sistemas e Serviços de Saúde (OTICS) da cidade do Rio de Janeiro é um projeto de extensão comunitária financiado pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio), que tem como objetivo desenvolver e implementar um conjunto de soluções tecnológicas para qualificar a rede de trabalhadores do SUS, através de educação permanente e continuada, monitoramento, avaliação de indicadores de saúde e desenvolvimento de estratégias de comunicação que facilitam o acesso e a troca de informações entre profissionais de saúde e a sociedade civil) têm realizado esses treinamentos em diferentes áreas e locais do Rio de Janeiro.

Contexto de Uso 

  • Setor público de saúde
    O MEDIREC e seus treinamentos são voltados para a área da saúde pública, com foco no sistema do SUS (Sistema Único de Saúde).
  • Regulação hospitalar
    A plataforma é utilizada para regular leitos hospitalares e agendar internações, tanto de urgência quanto eletivas.
Público alvo do evento, gerentes, responsáveis técnicos (RTs) médicos e de enfermagem, além de agentes comunitários de saúde (ACSs) da Área Programática 5.1.

Conheça nossos cursos: https://oticsrio.com.br/cursos/

13ª Aula e Encerramento do Curso Básico II de Libras

OTICS Bangu realiza 13ª aula e encerramento do Curso Básico II de Libras para profissionais da Atenção Primária

Na tarde do dia 27 de novembro de 2025, com o apoio da OTICS Bangu, o auditório da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, recebeu a turma do Curso Básico II de Libras para a realização da 13ª e última aula, marcando o encerramento da formação voltada aos profissionais de saúde da Atenção Primária da Área Programática 5.1. A atividade contou com a participação da equipe de apoiadores da CAP 5.1: Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, da Equipe de Acessibilidade/RAP da Saúde e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1; Willian Inácio e Yasmin Guimarães, apoiadores Surdos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa da CAP 5.1; além da fonoaudióloga Renata Reis, do CER, que atua como mediadora do curso. O principal objetivo da iniciativa é capacitar os profissionais de saúde para uma comunicação eficaz, acolhedora e humanizada com pacientes surdos, fortalecendo o acesso e a qualidade do atendimento, e promovendo uma experiência de saúde mais inclusiva. Ao longo das aulas, o curso abordou não apenas a aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais (Libras), mas também aspectos da cultura surda, fundamentais para a construção de um cuidado equitativo e para a redução das barreiras de comunicação nos serviços de saúde. O encerramento reafirma o compromisso da CAP 5.1 em investir na formação continuada dos profissionais e em promover práticas de saúde acessíveis e inclusivas para toda a população.

Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologiamorfologiasintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

 

Fontes:

Libras

Central Carioca de Libras 

Acessibilidade Comunicativa

Curso de Libras para Profissionais da Atenção Primária  Sala de Apoio à Gestão – OTICS Bangu

Na manhã desta quarta-feira, 19 de novembro de 2025, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu Yasmin Guimarães, integrante da Equipe de Acessibilidade Comunicativa e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – DAPS/CAP 5.1, para o acompanhamento do curso de Libras e o acompanhamento do processo de trabalho, como a mediação de atendimentos a usuários surdos. O objetivo da iniciativa é fortalecer a acessibilidade comunicativa no Sistema Único de Saúde (SUS), assegurando o direito à comunicação, à inclusão e ao atendimento humanizado das pessoas surdas nos serviços de saúde. O curso é direcionado aos profissionais da Atenção Primária, que desempenham papel essencial no primeiro acolhimento e na continuidade do cuidado no território.

A importância dessa ação está na promoção de um ambiente mais inclusivo e acessível, alinhado às diretrizes da Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência (Portaria nº 1.060/2002) e da Lei nº 10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão. Por meio da capacitação, busca-se reduzir barreiras linguísticas, melhorar a comunicação entre profissionais e usuários surdos e garantir a equidade no acesso aos serviços de saúde.

A iniciativa reforça o compromisso da Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV/SMS-Rio) com a formação continuada das equipes de saúde, o fortalecimento da acessibilidade comunicativa e a efetivação dos princípios de universalidade, equidade e integralidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fontes:

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio)

  • Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV)

  • Coordenação de Área Programática 5.1 (CAP 5.1)

  • Rede OTICS-Rio

  • Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (DAPS/SMS-Rio)

  • Lei nº 10.436/2002 – Reconhece a Libras como meio legal de comunicação

  • Portaria nº 1.060/2002 – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência

Qualificação de Registros para Psicólogos Clínicos da Atenção Primária Prisional

OTICS Bangu recebe atividade de Educação Permanente em Qualificação de Registros para Psicólogos Clínicos da Atenção Primária Prisional

Na tarde do dia 18 de novembro, das 13h30 às 17h, o Laboratório de Informática da OTICS Bangu sediou o encontro “Educação Permanente em Qualificação de Registros”, voltado especificamente aos Psicólogos Clínicos da Atenção Primária Prisional (APP). A atividade contou com a participação de 10 profissionais e foi conduzida por Caroline Falzoni, Analista de Informação em Saúde Prisional. A ação teve como objetivo fortalecer a educação permanente no âmbito da saúde prisional, aprimorando a qualidade dos registros realizados pelos profissionais de psicologia. A iniciativa busca alinhar práticas documentais aos padrões estabelecidos pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio), garantindo maior precisão, integridade e confiabilidade das informações produzidas no cotidiano assistencial.

Segundo Caroline Falzoni, “qualificar os registros é fundamental para garantir a continuidade do cuidado, a fidedignidade dos dados e a construção de indicadores que orientem decisões em saúde pública.”

A qualificação dos registros clínicos é uma diretriz reforçada pela Coordenação de Informação e Saúde Digital da SMS-Rio, que orienta o uso adequado dos sistemas de informação como ferramenta estruturante da gestão e da prática assistencial. Essa atividade é essencial para, aprimorar a qualidade dos indicadores de performance da Atenção Primária Prisional; garantir registros consistentes, claros e alinhados às normativas municipais; subsidiar ações de gestão, monitoramento e avaliação dos serviços e fortalecer o cuidado longitudinal e a segurança do usuário no contexto prisional.

Tais práticas são consideradas estratégicas pela SMS-Rio, que destaca que “informações qualificadas são fundamentais para decisões assertivas e para a organização da rede de cuidado.”

Conteúdos abordados

Durante o encontro, foram trabalhados aspectos essenciais à prática documental, incluindo:

  • Padronização e qualificação dos registros clínicos realizados pelos psicólogos da APP;

  • Importância dos registros para os indicadores de performance e para o monitoramento das ações;

  • Boas práticas de escrita técnica no prontuário;

  • Uso adequado de sistemas e ferramentas de informação em saúde;

  • Impacto dos dados na organização do cuidado e na tomada de decisões.

Os participantes tiveram a oportunidade de revisar procedimentos, esclarecer dúvidas e alinhar metodologias que contribuem para maior precisão e eficiência no uso das informações produzidas diariamente.

Compromisso com a formação continuada

A OTICS Bangu reforça seu compromisso em oferecer espaços e suporte para atividades de Educação Permanente em Saúde, em consonância com as políticas e diretrizes da Secretaria Municipal de Saúde, promovendo o aperfeiçoamento constante das equipes e a qualificação dos serviços prestados à população.

Educação Permanente em Qualificação de Registros para Psicólogos Clínicos da Atenção Primária Prisional.

Fonte: PNAISP