Nesta data, 19 de fevereiro de 2025, no auditório da OTICS Bangu, turnos manhã e tarde, tivemos Qualifica APP – Assistência ao Pré-natal no Sistema Prisional, participaram da capacitação 20 profissionais que atuam nas unidades prisionais femininas, na Atenção primária Prisional(APP). Os assuntos abordados foram, razão de mortalidade materna por faixa etária, por raça/cor MRJ, 2012 – 2023; distribuição das causas obstétricas direta e indireta de óbito materno por ano MRJ, 2012 – 2023; rotina do pré-natal; classificação do risco psicossocial/ sinais e conduta; Programa Cegonha Carioca e fluxos de regulação da Rede de Atenção à Saúde do Sistema Prisional; a assistência ao pré-natal das mulheres privadas de liberdade. O propósito foi qualificar os profissionais que atuam na APP para prestar assistência ao pré-natal de maneira adequada. Os profissionais que palestraram foram, Camila Soares – Coordenadora Técnica APP, Maurício Ramos – Assessor Médico, Felipe Abdias – Assessor Saúde Mental, Natália Lambert – Médica Psiquiatra e Júlia Lima – Apoio Técnico – Gerência de Saúde da Mulher. Responsável pelo evento foi, Camila Soares Ribeiro – SMS, coordenadora técnica da Atenção Primária Prisional(APP).
O Ministério da Saúde oferece assistência pré-natal a mulheres privadas de liberdade por meio da Equipe de Atenção Primária Prisional(APP). A eAPP é composta por médico, enfermeiro, dentista e técnico de enfermagem.
Qualifica APP: Assistência ao Pré-natal para as mulheres privadas de liberdade.
Atendimento pré-natal
O atendimento pré-natal de risco habitual é realizado por meio de consultas mensais até a 28ª semana, quinzenais até a 36ª semana e semanais até o parto;
Gestantes que precisam de atendimento de alto risco devem ser encaminhadas para os ambulatórios de gestação de alto risco (AGAR);
Gestantes em situação de risco que precisam de encaminhamento imediato para emergência ginecológica obstétrica devem ser encaminhadas para a maternidade de referência.
Maurício Ramos – Assessor Médico – Palestrante
Acompanhamento médico
Mulheres gestantes têm direito a acompanhamento médico durante o pré-natal e pós-parto, inclusive psicológico;
O acompanhamento deve ser compartilhado com a atenção primária prisional ou do território.
Atendimento ao recém-nascido
A equipe de saúde prisional deve comunicar à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) quando a gestante estiver com hepatite B;
O recém-nascido deve receber a associação de vacina contra hepatite B e a imunoglobulina humana ante-hipófise B (IGHAHB).
Júlia Lima – Apoio Técnico – Gerência de Saúde da Mulher – Palestrante
O objetivo do pré-natal é assegurar o pleno desenvolvimento da gestação, permitindo o nascimento de um bebê saudável. Ele pode reduzir impactos negativos na saúde da mulher e do bebê a partir de abordagens psicossociais, educativas e preventivas. Os responsáveis pelo cuidado devem ter conhecimento da rede assistencial do município e da região de saúde onde são realizados exames de pré-natal. Deve-se saber ainda os serviços de referência para atendimento de
possíveis intercorrências na gestação e sobre as formas de deslocamento. Os profissionais de saúde devem orientar a mulher e a equipe de servidores penitenciários sobre os sinais de alerta e de trabalho de parto que necessitam avaliação e atendimento hospitalar.
Felipe Abdias – Assessor Saúde Mental e Natália Lambert – Médica Psiquiatra – Palestrantes
Neste dia, 23 de janeiro de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a capacitação no Manejo de Hepatites Virais na Atenção Primária Prisional (APP). Participaram do encontro, 15 profissionais da saúde, o público alvo foram, os médicos e enfermeiros da Atenção Primária Prisional (APP), o assunto abordado foi o manejo de hepatites virais no sistema prisional, o manejo da hepatite viral depende do tipo de hepatite e das causas da infecção. O tratamento pode incluir repouso, hidratação, dieta e medicamentos. O objetivo do evento, foi capacitar os profissionais da APP para diagnosticar e tratar os casos de hepatites virais no sistema prisional. Os responsáveis pela capacitação foram, Camila Soares Ribeiro (coordenação técnica APP), Evandro Vieira – (Medico da APP) e Mauricio Ramos Pereira (assessor médico APP).
Drº Evandro Vieira – Medico da Atenção primária prisional (APP).
As hepatites virais são um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. São infecções que atingem o fígado, causando alterações leves, moderadas ou graves. Na maioria das vezes são infecções silenciosas, ou seja, não apresentam sintomas. Entretanto, quando presentes, podem se manifestar como: cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.
No Brasil, as hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C. Existem ainda, com menor frequência, o vírus da hepatite D (mais comum na região Norte do país) e o vírus da hepatite E, que é menos frequente no Brasil, sendo encontrado com maior facilidade na África e na Ásia.
As infecções causadas pelos vírus das hepatites B ou C frequentemente se tornam crônicas. Contudo, por nem sempre apresentarem sintomas, grande parte das pessoas desconhecem ter a infecção. Isso faz com que a doença possa evoluir por décadas sem o devido diagnóstico. O avanço da infecção compromete o fígado sendo causa de fibrose avançada ou de cirrose, que podem levar ao desenvolvimento de câncer e necessidade de transplante do órgão.
Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na Atenção Primária Prisional (APP)
Neste dia, 16 de janeiro de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a capacitação no Manejo de Hepatites Virais na Atenção Primária Prisional (APP). Participaram do encontro, 6 profissionais da saúde, o público alvo foram, os médicos e enfermeiros da Atenção Primária Prisional (APP), o assunto abordado foi o manejo de hepatites virais no sistema prisional, o manejo da hepatite viral depende do tipo de hepatite e das causas da infecção. O tratamento pode incluir repouso, hidratação, dieta e medicamentos. O objetivo do evento, foi capacitar os profissionais da APP para diagnosticar e tratar os casos de hepatites virais no sistema prisional. Os responsáveis pela capacitação foram, Camila Soares Ribeiro (coordenação técnica APP), Evandro Vieira – (Medico da APP) e Mauricio Ramos Pereira (assessor médico APP).
Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na APP
As hepatites virais são um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. São infecções que atingem o fígado, causando alterações leves, moderadas ou graves. Na maioria das vezes são infecções silenciosas, ou seja, não apresentam sintomas. Entretanto, quando presentes, podem se manifestar como: cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.
No Brasil, as hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C. Existem ainda, com menor frequência, o vírus da hepatite D (mais comum na região Norte do país) e o vírus da hepatite E, que é menos frequente no Brasil, sendo encontrado com maior facilidade na África e na Ásia.
As infecções causadas pelos vírus das hepatites B ou C frequentemente se tornam crônicas. Contudo, por nem sempre apresentarem sintomas, grande parte das pessoas desconhecem ter a infecção. Isso faz com que a doença possa evoluir por décadas sem o devido diagnóstico. O avanço da infecção compromete o fígado sendo causa de fibrose avançada ou de cirrose, que podem levar ao desenvolvimento de câncer e necessidade de transplante do órgão.