Reunião da Gerência de Fatores de Risco Não Biológico

Nesta data de 10 de fevereiro de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, turno da manhã, tivemos a reunião da Gerência de Fatores de Risco Não Biológico com as referências técnicas do setor em questão de todas as CAPS do Rio de Janeiro. O público alvo foi referência técnica do Risco Não Biológico, participaram da reunião, 30 pessoas (sendo 2 presencial e o restante de maneira remota), os assuntos abordados foram as ações trimestrais dos programas VIGISOLO, VIGIDESASTRES e painel de indicadores. O objetivo do evento foi o planejamento das ações para 2025, os responsáveis foram, Ney da Silva Junior e Paulo Vinicius Bueno (FRNB/5.1).

Reunião da Gerência de Fatores de Risco Não Biológico.

Vigidesastres é um programa instituído pela Portaria GM/MS Nº 4.185, de 1º de dezembro de 2022, sob a responsabilidade da Coordenação-Geral de Preparação para as Emergências em Saúde Pública, do Departamento de Emergências em Saúde Pública, vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, do Ministério da Saúde. Seu principal objetivo é desenvolver e implementar ações de vigilância em saúde voltadas para a gestão de riscos associados a emergências em saúde pública decorrentes de desastres.

A redução do risco de desastres é uma função essencial da saúde pública que deve integrar ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e reabilitação no planejamento. A atuação em desastres exige um enfoque abrangente, abordando tanto os danos quanto suas causas, com a participação ativa de todo o sistema de saúde. É crucial estabelecer uma colaboração intersetorial e interinstitucional para mitigar os impactos das emergências, sejam elas de origem natural ou tecnológica, e proteger a saúde em todas as suas dimensões.

No Sistema Único de Saúde (SUS), as ações de vigilância em saúde para a gestão de riscos de emergências devem focar na preparação, monitoramento, alerta, comunicação, resposta e reabilitação. Essas ações são fundamentais para garantir uma resposta eficaz e coordenada, minimizando os impactos na saúde pública e fortalecendo a resiliência das comunidades afetadas.

Ney da Silva Junior e Paulo Vinicius Bueno (FRNB/5.1).

Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Áreas Contaminadas – Vigisolo 

 O estudo de avaliação de risco à saúde humana realizado pelo Vigisolo no município do Rio de Janeiro tem como principais objetivos: a determinação da contaminação dos diversos compartimentos ambientais, o estabelecimento de rotas de exposição, a identificação das populações expostas, bem como, a qualificação de perigo e suas consequências. Como resultado deste estudo são apresentadas recomendações de saúde para o acompanhamento das populações expostas e ações ambientais para inibir as rotas de exposição humana detectadas.

A metodologia usada no Brasil para fazer o estudo de avaliação de risco à saúde humana é a da Agência para Substâncias Tóxicas e Registro de Doenças (Agency for Toxic Substances and Disease Registry – ATSDR) que foi criada com a missão de desenvolver atividades de saúde pública especificamente associadas com a exposição, real ou potencial, a agentes perigosos emitidos para o ambiente.

Consideram-se objetos de avaliação para esta metodologia os compostos químicos, elementos ou combinações que, por sua quantidade, concentração, características físicas ou toxicológicas, possam representar um perigo imediato ou potencial para a saúde humana ou o ambiente, quando são inadequadamente usadas, armazenado, transportado, tratado ou eliminado.

Os indicadores ambientais ajudam a identificar problemas de saúde relacionados ao meio ambiente e a tomar decisões para melhorar a saúde da população.

Como os indicadores ambientais ajudam a identificar problemas de saúde?

  • Os indicadores ambientais, como o saneamento básico, podem ajudar a identificar problemas de saúde relacionados à qualidade do ambiente.
  • A poluição do ar, a falta de tratamento de esgotos e a contaminação por produtos químicos podem causar doenças respiratórias, cardiovasculares, infecciosas e mentais.

Como os indicadores ambientais ajudam a tomar decisões para melhorar a saúde da população?

  • Os indicadores ambientais podem ajudar a identificar problemas de saúde antes que se tornem graves.
  • Os indicadores ambientais podem ajudar a conscientizar o público sobre a importância de práticas sustentáveis.
  • Os indicadores ambientais podem ajudar a tomar decisões para melhorar a qualidade do ambiente e, consequentemente, a saúde da população.

 

Fontes: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/resposta-a-emergencias/vigidesastres

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Dia Internacional da Epilepsia

O Dia Internacional da Epilepsia é um evento global celebrado anualmente na 2ª segunda-feira de fevereiro, para promover a conscientização sobre a doença em todo o mundo. É uma iniciativa conjunta do International Bureau for Epilepsy (IBE) e pela International League Against Epilepsy (ILAE).

Com representação em mais de 140 países, a data é uma oportunidade poderosa para destacar os problemas enfrentados por pessoas com epilepsia, suas famílias e cuidadores, em todas as regiões do mundo.

Dia Internacional da Epilepsia é um evento global celebrado anualmente, para promover a conscientização sobre a doença em todo o mundo.

As comemorações objetivam:

– aumentar a conscientização sobre a doença em nível internacional e governamental, bem como para o público em geral;
– fortalecer movimentos sobre a epilepsia unindo associações em uma campanha mundial;
– aumentar a visibilidade sobre a doença e encorajar discussão a seu respeito;
– fornecer às associações de epilepsia uma oportunidade significativa de angariar fundos.

Embora as celebrações do Dia Internacional da Epilepsia variem de região para região, com circunstâncias culturais, geográficas e climáticas impactando todas as atividades, o traço comum é o desejo de destacar a epilepsia e chamar a atenção para a necessidade de melhor conscientização e compreensão, legislação adequada, aumentar as pesquisas, aprimorar o diagnóstico e os serviços de tratamento, de modo a melhorar a vida de todas as pessoas afetadas pela doença.

Em 2022, o Dia Internacional da Epilepsia acontece na mesma data em que vários países comemoram o Dia dos Namorados. Então, nesta segunda-feira, 14 de fevereiro, mostre um pouco de amor pela comunidade afetada pela epilepsia!

A epilepsia é uma condição neurológica bastante comum, acometendo aproximadamente uma em cada 100 pessoas. É caracterizada pela ocorrência de crises epilépticas, que se repetem a intervalos variáveis. Essas crises são as manifestações clínicas de uma descarga anormal de neurônios, que são as células que compõem o cérebro.

Dia Internacional da Epilepsia é um evento global celebrado anualmente, para promover a conscientização sobre a doença em todo o mundo.
Dia Internacional da Epilepsia!

Quando presenciar uma crise, sabe o que fazer?

 “Ao presenciar uma crise epiléptica, mantenha a calma e afaste objetos perigosos. Coloque a pessoa deitada de lado para facilitar a respiração, proteja a cabeça, contabilize no relógio o tempo da crise. Em casos de duração maior que cinco minutos ou crises sequenciais (reentrantes) entre em contato com serviço de emergência (SAMU 192) para ajuda médica imediatamente. Essas medidas podem fazer a diferença na segurança e bem-estar do paciente. Após a crise, ofereça apoio e compreensão”, esclareceu a neurologista do Hucam, Mariana. Fonte: Gov.br.

 

 

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Reunião de Equipe dos AVSs

Nesta manhã de 7 de janeiro de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião de equipe dos AVSs, participaram do encontro 8 profissionais da categoria, o objetivo do encontro foi, avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território. Responsável pelo encontro foi, Viviana Canuto Menezes – Supervisora da Vigilância Ambiental da área programática (AP) 5.1.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Reunião de Equipe dos AVSs.

A saúde ambiental é uma área essencial da saúde pública, dedicada a estudar e reduzir os impactos que fatores ambientais, sejam eles naturais ou resultantes da atividade humana, têm sobre a saúde humana. Este campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e ações práticas, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas dentro de uma perspectiva sustentável.

Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) é coordenada pelo Ministério da Saúde e pode ser definida como um conjunto de ações voltadas para identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que afetam a saúde humana.

O profissional de vigilância ambiental é responsável pelas atividades relacionadas no âmbito da área ambiental. Eles trabalham com o conhecimento e mapeamento de território, realizando atividades de cadastramento e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

O trabalho social é fundamental nas atividades do agente. Eles realizam o serviço educativo, levando informações aos cidadãos de como cuidar e tratar de sua própria residência.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

 

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Processo Seletivo de Auxiliar de Saúde Bucal

Aconteceu, no dia 7 de fevereiro, no auditório da OTICS Bangu, turno da manhã, o processo seletivo de auxiliar de saúde bucal. Participaram da entrevista 20 profissionais da categoria, o  objetivo foi a captação de candidatos para banco de reserva. No primeiro momento, os candidatos participaram de uma palestra focada na metodologia de trabalho, da Saúde Bucal, na Atenção Primária a Saúde, logo após, cada profissional foi entrevistado individualmente pelos profissionais da CAP 5.1 e OS responsável pela área programática (AP), Nathalia Souza – RH Instituto Gnosis, Luciana Dufrayer  e Lucineide Oliveira – Coordenadoras de Saúde Bucal da CAP 5.1.

Atenção Primária à Saúde (APS) é o primeiro lugar aonde as pessoas vão para cuidar da saúde e resolver a maioria dos problemas. Na Política Nacional de Saúde Bucal – Brasil Sorridente, as equipes de Saúde Bucal (eSB) trabalham em Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades Odontológicas Móveis (UOM).

As eSB da Estratégia Saúde da Família (ESF) são muito importantes para melhorar a assistência odontológica das pessoas. Elas seguem os princípios do SUS: atender a todos (universalidade), tratar todos de forma justa e de acordo com sua necessidade (equidade) e cuidar de todos os aspectos da saúde (integralidade). Essas equipes trabalham com outros profissionais de saúde, criando laços com as famílias e as comunidades para oferecer um cuidado mais eficaz.

Processo Seletivo de Auxiliar de Saúde Bucal, com o objetivo da captação de candidatos para banco de reserva.
Entrevista individual dos candidatos.

Para facilitar o acesso aos cuidados odontológicos para pessoas que vivem em regiões de difícil acesso, como as áreas rurais, o Ministério da Saúde criou o Componente Móvel da Atenção à Saúde Bucal através da Unidade Odontológica Móvel (UOM).

Hoje, a UOM é usada exclusivamente pelos profissionais das equipes de Saúde Bucal da Estratégia Saúde da Família. Ela ajuda essas equipes a realizar suas atividades, garantindo que as populações rurais, quilombolas, assentadas e que vivem em áreas isoladas ou de difícil acesso possam receber ações de promoção, prevenção e atendimento básico de saúde bucal.

Se alguém atendido pela UOM precisar de cuidados mais especializados, ele pode ser encaminhado aos Centros de Especialidade Odontológica (CEO) ou Serviços de Especialidades em Saúde Bucal (Sesb) para continuar o tratamento.

Processo Seletivo de Auxiliar de Saúde Bucal, com o objetivo da captação de candidatos para banco de reserva.
Nathalia Souza – RH Instituto Gnosis, Lucineide Oliveira e Luciana Dufrayer  – Coordenadoras de Saúde Bucal da CAP 5.1.

 

Saiba mais: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/brasil-sorridente/saude-bucal-na-aps

Treinamento de Arbovirose

Nesta data de 5 de fevereiro de 2025, turnos manhã e tarde, no auditório da OTICS Bangu tivemos o treinamento de arboviroses para os profissionais, Agente Comunitário de Saúde (ACS), Equipe Técnica (enfermeiros, médico) e equipe eMulti do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, participaram do treinamento 25 profissionais de saúde, o objetivo do encontro foi a atualização para o monitoramento das alterações no crescimento e desenvolvimento relacionadas à arbovirose e outras etiologias infecciosas, focando na Dengue. Responsável pelo treinamento foi, Julia Marques, gerente técnico (GT) do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, com a participação da Elis Regina Teixeira – Agente de Vigilância em Saúde (AVS).

Treinamento de Arboviroses, doenças infecciosas febris agudas com grande importância epidemiológica transmissão pelos mosquitos infectados.
0 Treinamento de Arbovirose – Júlia Marques – GT do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho AP5.1.

 As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Treinamento de Arboviroses, doenças infecciosas febris agudas com grande importância epidemiológica transmissão pelos mosquitos infectados.

 

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

Por ser um mosquito que vive perto do homem, sua presença é mais comum em áreas urbanas e a infestação é mais intensa em regiões com alta densidade populacional – principalmente, em áreas das cidades com ocupação desordenada, onde as fêmeas têm mais oportunidades para alimentação e mais criadouros para desovar.

A infestação do mosquito é sempre mais intensa em razão de água acumulada e de altas temperaturas – fatores que propiciam a eclosão de ovos do mosquito. Para evitar esta situação, é preciso adotar medidas permanentes para o controle do vetor, durante todo o ano, a partir de ações preventivas de eliminação de focos do vetor. Como o mosquito tem hábitos domésticos, essa ação depende sobretudo do empenho de toda a população.

Treinamento de Arboviroses, doenças infecciosas febris agudas com grande importância epidemiológica transmissão pelos mosquitos infectados.
Aedes aegypti

 

Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

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Oficina de Territorialização da CF Rosino Baccarini – AP 5.1

Neste dia 5 de fevereiro de 2025, no laboratório de informática da OTICS Bangu, turno da manhã, tivemos o segundo encontro da oficina de territorialização com os profissionais da Clínica da Família Rosino Baccarini – AP 5.1. O objetivo foi a delineação das microáreas. Participaram da oficina, Fátima Carneiro- Gerente OTICS Bangu, Victor Lins – Adm da Otics Bangu, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), Mariane Matos da Penha, Thamiris Antunes da Silva, Ivone Rosa de Oliveira Silva, Luiz Alberto da Silva Macedo, Alexsandra Barroso Clarim responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1 e Vivian Bravo de Souza – ADM – CAP 5.1.

A oficina de territorialização tem o objetivo de delinear as microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde.
Oficina de Territorialização da CF Rosino Baccarini – AP 5.1

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

 

A oficina de territorialização tem o objetivo de delinear as microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que  é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

A oficina de territorialização tem o objetivo de delinear as microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde.

 

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Reunião online do RAP da Saúde

Na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, em 5 de fevereiro de 2025, no turno da manhã, tivemos os jovens da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP) em reunião online com a coordenação do projeto – Nível Central,  participaram do encontro, 2 jovens da AP 5.1 e 13 responsáveis do projeto do Nível Central remotamente, o público-alvo foram os adolescentes e jovens do RAP (facilitadores), o objetivo da reunião foi o planejamento e apoio dos responsáveis do projeto – Nível Central, na elaboração dos eventos, nas unidades da área de referência (AP 5.1), como também propostas de novas parcerias. Responsável pelo encontro foi, Marcio Batista – Coordenador do RAP da saúde.

Reunião online do RAP da Saúde, planejamento e apoio dos responsáveis do projeto - Nível Central, na elaboração dos eventos.
Reunião online do RAP da Saúde

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Reunião online do RAP da Saúde, planejamento e apoio dos responsáveis do projeto - Nível Central, na elaboração dos eventos.
Jovens Promotores da Saúde

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Reunião de Planejamento das Oficinas de Territorialização 2025

Neste dia, 4 de fevereiro, turno da tarde, na sala de tutoria da OTICS Bangu, foi realizada a reunião de planejamento das oficinas de unidades de Atenção Primária da área programática (AP) 5.1. Os assuntos abordados foram, orientação sobre metodologia e parâmetros utilizados na territorialização das equipes e unidades de atenção primária (uaps) da ap5.1 e planejamento estratégico das oficinas de territorialização do ano de 2025- OTICS Bangu e DICA – AP 5.1.

O encontro objetivou esclarecer a metodologia de redistribuição territorial com base nas normativas de financiamento do Sistema de Informação em Saúde para Atenção Básica (SISAB), como também, o contrato de gestão da prefeitura do rio, e recomendação do ministério da saúde sobre quantitativo de população territorializada por agente comunitário de saúde. Oportunizamos o encontro para organização de agenda estratégica com a programação de datas para reorganização dos territórios e microáreas das unidades de atenção primária à saúde da AP 5.1, que serão realizadas no período de abril a outubro de 2025.

Participaram  da reunião, Fátima Carneiro – Gerente da OTICS Bangu, Alexsandra Barroso Clarim responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1 e Vivian Bravo de Souza – ADM – CAP 5.1.

Reunião de Planejamento das Oficinas de Territorialização 2025. Objetivo de delinear as microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde.
Reunião de Planejamento das Oficinas de Territorialização 2025

A complexidade das questões que envolvem a saúde, a doença, a vigilância e a organização da rede de serviços de saúde exige conhecer alguns conceitos da geografia a que vão contribuir para identificação, conhecimento e análise de problemas de saúde (causas, riscos e danos), como também para definição de ações (promoção, proteção e reabilitação) e estruturação das Redes de Atenção à Saúde no Sistema Único de Saúde (RAS-SUS). Território e Territorialização.

 

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Reunião de Equipe CAPS Lima Barreto

Nesta manhã do dia 04/02/2025, no auditório da OTICS Bangu tivemos a reunião do CAPS Lima Barreto. Participam do encontro 40 profissionais. O público alvo foram os profissionais da saúde mental, o assunto abordado, foi discutir sobre os casos dos usuários que fazem tratamento no CAPS. O objetivo do evento foi discutir casos clínicos com a equipe técnica para atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente.  Os responsáveis da reunião foram, Rayane dos Passos – Coordenadora Técnica e Priscila Lira – ADM CAPS Lima Barreto.

Os CAPS III atende prioritariamente pessoas em intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso de substâncias psicoativas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Proporciona serviços de atenção contínua, com funcionamento 24 horas, incluindo feriados e finais de semana, ofertando retaguarda clínica e acolhimento noturno a outros serviços de saúde mental, inclusive CAPSad, possuindo até 05 (cinco) leitos para acolhimento noturno. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de 150 mil habitantes.

Os Centros de Atenção Psicossocial são pontos de atenção estratégicos da Rede de Atenção Psicossocial – RAPS. Unidades que prestam serviços de saúde de caráter aberto e comunitário, constituído por equipe multiprofissional que atua sobre a ótica interdisciplinar e realiza prioritariamente atendimento às pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, em sua área territorial, seja em situações de crise ou nos processos de reabilitação psicossocial.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

Oficina de Territorialização do CMS Athayde Da Fonseca – AP 5.1

Neste dia 04 de fevereiro de 2025, no laboratório de informática da OTICS Bangu, turno da manhã, tivemos o segundo encontro da oficina de territorialização com os profissionais do CMS Athayde Jose Da Fonseca – AP 5.1. O objetivo foi a delineação das microáreas. Participaram da oficina Fátima Carneiro – Gerente OTICS Bangu, Victor Lins – ADM da OTICS Bangu, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), Daniela da Conceição Santos – ACS, Laura Cristina dos Santos Porto – ACS, Luís Gustavo Silva – ACS, Jorge Antônio Américo – ACS, Luciene Nogueira da Silva – ACS, Lidiane Nogueira da Silva – Gerente Técnica da Unidade, Alexsandra Barroso Clarim do Georreferenciamento da Divisão de Informação, Controle e Avaliação (DICA) e Vivian Bravo de Souza – Equipe do Georreferenciamento – CAP 5.1.

A oficina de territorialização tem o objetivo de delinear as microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde.
Equipe João Saldanha.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

 

A oficina de territorialização tem o objetivo de delinear as microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde.
Equipe Sandro Moreira.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

A oficina de territorialização tem o objetivo de delinear as microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde.
Oficina de Territorialização do CMS Athayde Da Fonseca – AP 5.1

 

Link para download do Google Earth Pro

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