Reunião do CAPS Lima Barreto

Nesta manhã do dia 14/01/2025, no auditório da OTICS Bangu tivemos a reunião do CAPS Lima Barreto. Participam do encontro 40 profissionais. O público alvo foram os profissionais da saúde mental, o assunto abordado, foram os casos clínicos. O objetivo do encontro foi discutir casos clínicos com a equipe técnica, para atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente.  Os responsáveis da reunião foram, Rayane dos Passos – Coordenadora Técnica e Priscila Lira – ADM CAPS Lima Barreto.

Reunião do CAPS Lima Barreto discussão de casos clínicos com a atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente. 
Reunião do CAPS Lima Barreto.

Os CAPS III atende prioritariamente pessoas em intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso de substâncias psicoativas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Proporciona serviços de atenção contínua, com funcionamento 24 horas, incluindo feriados e finais de semana, ofertando retaguarda clínica e acolhimento noturno a outros serviços de saúde mental, inclusive CAPSad, possuindo até 05 (cinco) leitos para acolhimento noturno. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de 150 mil habitantes.

Reunião do CAPS Lima Barreto discussão de casos clínicos com a atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente. 
Discussão de casos clínicos com a equipe técnica de saúde mental!

Os Centros de Atenção Psicossocial são pontos de atenção estratégicos da Rede de Atenção Psicossocial – RAPS. Unidades que prestam serviços de saúde de caráter aberto e comunitário, constituído por equipe multiprofissional que atua sobre a ótica interdisciplinar e realiza prioritariamente atendimento às pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, em sua área territorial, seja em situações de crise ou nos processos de reabilitação psicossocial.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

Serviço de Residência Terapêutica – (SRT)

Nesta manhã do dia 13/01/2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, profissionais da equipe Serviço de Residência Terapêutica – (SRT) do CAPS Neusa Santos – AP 5.1, trabalharam na atualização de dados no prontuário eletrônico de saúde mental. Participaram da digitação 6 profissionais responsáveis das residências terapêuticas. O objetivo é manter o prontuário dos pacientes atualizados de modo que todos os profissionais responsáveis pela continuidade do tratamento dos referidos pacientes, tenham os dados de reais para a terapêutica aplicada. A responsável pela equipe é Natascha Ribeiro – CAPS Neusa.

O Serviço Residencial Terapêutico (SRT), são casas localizadas no espaço urbano, pacientes saúde mentais graves, institucionalizadas ou não.
Profissionais da equipe Serviço de Residência Terapêutica – (SRT) do CAPS Neusa Santos – AP 5.1

O prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais, registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.

Os dados dos cidadãos ficam todos no mesmo lugar, e todos os profissionais de saúde podem acessar as informações. O prontuário eletrônico já tem um padrão para as informações que devem ser lançadas de acordo com condições avaliadas e ciclos de vida, o que torna o registro facilitado. Isso associado ao fato de todas as letras serem legíveis, o que acaba diminuindo o tempo de cada consulta.

O Serviço Residencial Terapêutico (SRT), são casas localizadas no espaço urbano, pacientes saúde mentais graves, institucionalizadas ou não.
Atualização de dados no prontuário eletrônico de saúde mental.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/informatiza-aps/prontuario-eletronico

Estação Disseminadora de Larvicida (EDL)

Os profissionais da Vigilância Ambiental, nesta tarde de 13 de janeiro de 2025 se reuniram com os profissionais do Nível Central para o planejamento da instalação das armadilhas de Estação Disseminadora de Larvicida (EDL) no território da AP 5.1. O objetivo do treinamento é a implementação de Estações Disseminadoras de Larvicidas para o controle do Aedes spp. (EDLs) em municípios brasileiros, com o acompanhamento do Ministério da Saúde e apoio técnico da Fundação Oswaldo Cruz. Responsável pela equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) da AP 5.1, Jorge Fortes – Subgerente de área.

No combate aos mosquitos, a disseminação de larvicidas pelos próprios mosquitos (Itoh 1994, Devine et al. 2009), é uma estratégia que complementa as atividades de rotina preconizadas pela Coordenação Geral de Vigilância de Arboviroses (CGARB/SVSA-MS), órgão do Ministério da Saúde do Brasil que regulamenta as diretrizes para a vigilância e controle de arboviroses no país.

A crescente urbanização, as dinâmicas populacionais e os desafios relacionados ao acesso à água e à destinação de resíduos sólidos são alguns dos fatores determinantes para a ocorrência de arboviroses no Brasil, como a denguezika chikungunya. Segundo dados recentes, mais de 5 mil municípios no país têm a presença do mosquito Aedes aegypti, vetor responsável pela transmissão dos vírus causadores dessas doenças. Diante desse cenário, o Ministério da Saúde vem fazendo uso de tecnologias com evidências científicas para fortalecer o controle vetorial, especialmente em cidades com mais de 100 mil habitantes, que concentram mais da metade dos casos prováveis de dengue entre 2013 e 2022.

As ações fazem parte do Plano de Ação para Redução da Dengue e outras Arboviroses, lançado em setembro pelo presidente Lula e a ministra da Saúde, Nísia Trindade.

A Coordenação-Geral de Vigilância de Arboviroses do Ministério da Saúde, área responsável pelo monitoramento, vigilância e política de controle das arboviroses, enfatiza que as estratégias de controle do mosquito devem ser definidas de acordo com as especificidades locais, sempre na lógica do manejo integrado de vetores.

Continue lendo: Arbovirose

 

Fiocruz

OTICS Bangu, trazendo informações para nossos leitores.

Saiba mais: EDL

Janeiro Branco Vídeo Debate – RAP

Nesta tarde de 10 de janeiro de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos “Janeiro Branco Vídeo Debate”. O encontro contou com a presença de 23 jovens do Rap e os supervisores do projeto, o assunto abordado foi,  a importância do cuidado da saúde mental, o objetivo do evento foi,  a reflexão sobre a saúde mental, seus estigmas e formas de cuidado. Responsáveis pelo encontro foram, Jaqueline Nascimento da Saúde CAP 5.1 e Fernanda Reis – Fonoaudióloga do Centro Especializado em Reabilitação (CER) – PAM Bangu.

Janeiro Branco Vídeo Debate - RAP. Janeiro Branco sobre a importância dos cuidados com a saúde mental e emocional.
Janeiro Branco Vídeo Debate – RAP da Saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apoia a campanha Janeiro Branco sobre a importância dos cuidados com a saúde mental e emocional. A iniciativa foi criada em 2014 pelo psicólogo, palestrante e escritor mineiro Leonardo Abrahão. Hoje, a campanha é um marco no calendário brasileiro e, desde 2023, é reconhecida oficialmente como lei federal (Lei 14.556/23). Neste ano, o tema é: “O que fazer pela saúde mental agora e sempre?”. A ideia é estimular pessoas, famílias, empresas e instituições públicas e privadas a apoiarem ações concretas que coloquem a saúde mental como prioridade coletiva.

A escolha pelo primeiro mês do ano está atrelada ao significado de recomeço e a cor branca remete a uma folha de papel ou tela em branco, trazendo a oportunidade de escrever uma nova história.

A situação no Brasil

A vida contemporânea acelerada, a carga de atividades e responsabilidades e a constante exposição a informações impactantes podem criar um terreno fértil para o crescimento dos transtornos mentais e emocionais. A OMS (Organização Mundial da Saúde) destaca que a depressão e a ansiedade aumentaram mais de 25%, apenas no primeiro ano da pandemia de Covid-19. Um estudo epidemiológico do Ministério da Saúde revela que, em média, até 15,5% da população brasileira pode sofrer depressão ao menos uma vez ao longo da vida.

A ANS e os cuidados com a saúde mental

Desde 2004, a ANS incentiva as operadoras de planos de saúde a desenvolverem programas de promoção da saúde e prevenção de riscos de doenças (Promoprev), incluindo a área de saúde mental. Atualmente, há 17 programas específicos na área de atenção nesta área de atenção aprovados pela ANS. Saiba mais sobre Promoprev.

Saiba mais clicando aqui: Janeiro Branco

Janeiro Branco Vídeo Debate - RAP. Janeiro Branco sobre a importância dos cuidados com a saúde mental e emocional.
Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde
O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Com o auxílio dos relatos de experiência dos jovens, vamos contar a trajetória do Rap da Saúde nos últimos três anos: os desafios encontrados até aqui e o que aprendemos no percurso.

Saiba mais: RAP da Saúde

 

Procure uma unidade de saúde mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Acompanhe o calendário vacinal em https://saude.prefeitura.rio/vacinacao/

Janeiro Branco – Mês de Conscientização sobre a Saúde Mental

Janeiro Branco – Mês de Conscientização sobre a Saúde Mental. importância dos cuidados com a saúde mental e emocional.
Janeiro Branco – Mês de Conscientização sobre a Saúde Mental

Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apoia a campanha Janeiro Branco sobre a importância dos cuidados com a saúde mental e emocional. A iniciativa foi criada em 2014 pelo psicólogo, palestrante e escritor mineiro Leonardo Abrahão. Hoje, a campanha é um marco no calendário brasileiro e, desde 2023, é reconhecida oficialmente como lei federal (Lei 14.556/23). Neste ano, o tema é: “O que fazer pela saúde mental agora e sempre?”. A ideia é estimular pessoas, famílias, empresas e instituições públicas e privadas a apoiarem ações concretas que coloquem a saúde mental como prioridade coletiva.

A escolha pelo primeiro mês do ano está atrelada ao significado de recomeço e a cor branca remete a uma folha de papel ou tela em branco, trazendo a oportunidade de escrever uma nova história.

A situação no Brasil

A vida contemporânea acelerada, a carga de atividades e responsabilidades e a constante exposição a informações impactantes podem criar um terreno fértil para o crescimento dos transtornos mentais e emocionais. A OMS (Organização Mundial da Saúde) destaca que a depressão e a ansiedade aumentaram mais de 25%, apenas no primeiro ano da pandemia de Covid-19. Um estudo epidemiológico do Ministério da Saúde revela que, em média, até 15,5% da população brasileira pode sofrer depressão ao menos uma vez ao longo da vida.

Na cidade do Rio de Janeiro, a Secretaria Municipal de Saúde em conjunto com o Sistema Único de Saúde (SUS), disponibiliza a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) para o atendimento de pessoas com transtornos mentais com profissionais especializados. Os atendimentos podem ser realizados na Atenção Primária em Saúde e incluem acolhimento, prescrição de medicação, oficinas de reabilitação psicossocial, grupos de atividades que promovam a cidadania.

O atendimento em saúde mental deve ser integrado ao cuidado em saúde de forma geral. O projeto terapêutico é construído entre a pessoa que busca o atendimento, o profissional de saúde e outras pessoas da rede de apoio. 
Para que o atendimento à saúde mental aconteça, é importante que os profissionais sejam preparados para: Reconhecer que a demanda em saúde mental vai além do transtorno mental, Agir com atenção psicossocial, Exercer boa comunicação, Exercitar a empatia, Acolher o usuário e suas queixas emocionais.

OTICS Bangu, levando saúde aos nossos leitores!

Fontes: https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/noticias/sobre-ans/janeirobranco-ans-valoriza-os-cuidados-com-a-saude-mental-e-emocional

Reunião de Planejamento das Policlínicas

Neste dia, 09 de janeiro de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos reunião de planejamento das Policlínicas do município do Rio de Janeiro. Participaram do encontro, 40 profissionais que atuam nas unidades das policlínicas, Manoel Guilherme da Silveira Filho; Antônio Ribeiro Netto; Hélio Pellegrino, José Paranhos Fontenelle; Newton Alves Cardoso; Rodolpho Rocco; Newton Bethlem; Carlos Alberto Nascimento; Lincoln de Freitas Filho; Rocha Maia, como também profissionais do nível central. Os assuntos abordados foram, importância do registro de dados de atendimentos no prontuário eletrônico (VitaCare), eixo assistencial, indicador (percentual mensal de consultas e procedimentos confirmados), objetivos, metas, ações, formas de monitoramento/responsáveis; plano estratégico de enfrentamento de absenteísmo desenvolvido pela policlínica. Foi apresentado pelos Diretores de cada unidade, acima mencionada, o processo de trabalho, atendimento ambulatorial em várias especialidades, exames, Núcleo Interno de regulação (NIR), Centro Especializado em Reabilitação (CER). O objetivo da reunião foi compartilhar os processos de trabalho, metodologista de registro de dados dos pacientes, troca de experiências e planejamento assistencial para 2025. A palestrante e líder da reunião, Zeni Fernandes – Coordenadora das Policlínicas Secretaria Municipal de Saúde – RJ.

Reunião de Planejamento das Policlínicas, com objetivo de compartilhar os processos de trabalho e planejamento assistencial para 2025.
Reunião de Planejamento das Policlínicas.

As policlínicas são unidades de referência de Atenção Secundária para atendimentos ambulatoriais especializados, onde equipes multiprofissionais realizam consultas médicas especializadas (ginecologia, cardiologia, dermatologia, endocrinologia, ortopedia, pneumologia, otorrinolaringologia), consultas realizadas por outros profissionais de nível superior (nutrição, enfermagem, psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, fisioterapia), procedimentos e exames.

Os pacientes são referenciados para essas unidades a partir das unidades de Atenção Primária (clínicas da família e centros municipais de saúde), conforme a necessidade, por meio do Sistema de Regulação (Sisreg).

Reunião de Planejamento das Policlínicas, com objetivo de compartilhar os processos de trabalho e planejamento assistencial para 2025.
Equipe Hélio Pellegrino.
Reunião de Planejamento das Policlínicas, com objetivo de compartilhar os processos de trabalho e planejamento assistencial para 2025.
Apresentação Policlínica Rodolpho Rocco.
Reunião de Planejamento das Policlínicas, com objetivo de compartilhar os processos de trabalho e planejamento assistencial para 2025.
Equipe Newton Bethlem.

 

Policlínicas/RJ 

 

 

 

 

 

 

Reunião de Planejamento da Atenção Primária Prisional

Neste dia, 08 de janeiro de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a reunião de planejamento da Atenção Primária Prisional (APP). Participaram do encontro 30 profissionais que atuam no sistema prisional, o publico alvo foram, os gerentes e líderes de equipes. Os assuntos abordados foram, organização do processo de trabalho; conceitos; métodos e exemplos de trabalho em equipe, para o planejamento e organização do seu trabalho; planejamento de ações locais; importância do registrar dos atendimentos, ambicionando a continuidade da assistência; integração dos membros das equipes; organização das atribuições e das rotinas entre os profissionais das equipes. O objetivo foi, a Pactuação de Estratégias e Metas da Atenção Primária Prisional (APP), levantamento das experiências obtidas com a problematizações de cada caso clinico evoluído, apontados no questionário aplicado aos profissionais, visando a multiplicação das experiências obtidas nos mesmos. Responsável pela reunião foi, Camila Soares Ribeiro – SMS Atenção Primária Prisional.

Reunião de Planejamento da Atenção Primária Prisional, Pactuação de Estratégias e Metas da Atenção Primária Prisional (APP).
Profissionais da Atenção primária Prisional – AP 5.1.

A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP) foi instituída por meio da Portaria Interministerial nº 1, de 2 de janeiro de 2014, que disciplina os objetivos, as diretrizes, bem como as responsabilidades do Ministério da Saúde, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, dos estados e do Distrito Federal, representados pelas Secretarias de Saúde, de Justiça ou congêneres e dos municípios. As normas de operacionalização dessa política no SUS estão instituídas pelo Anexo XVIII da Portaria de Consolidação nº 2, de 28 de setembro de 2017, que disciplina os tipos de equipes de saúde prisional e os profissionais que compõem essas equipes.

O financiamento federal em caráter de incentivo às equipes habilitadas está disposto no Título II, Capítulo II, Seção IV da Portaria de Consolidação nº 6, de 28 de setembro de 2017.

Adicionalmente, a Portaria nº 99, de 7 de fevereiro de 2020, redefine normas para o registro das Equipes de Atenção Primária e Saúde Mental no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES).

Com o objetivo de garantir o acesso das pessoas privadas de liberdade no sistema prisional ao cuidado integral no SUS, a PNAISP prevê que os serviços de saúde no sistema prisional passem a ser ponto de atenção da Rede de Atenção à Saúde (RAS) do SUS, qualificando também a Atenção Primária no âmbito prisional como porta de entrada do sistema e ordenadora das ações e serviços de saúde pela rede.

A Portaria nº 99, de 7 de fevereiro de 2020, engloba todas as modalidades de equipes na mesma classificação no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES), ou seja, para fins de registro no CNES, qualquer uma das modalidades de eAPP devem ser classificadas com o código 74 – eAPP – Equipe de Atenção Primária Prisional. Importante destacar que as equipes devem manter o cadastro dos profissionais, carga horária e características de formação de equipe conforme previsto em portaria de habilitação referente.

Reunião de Planejamento da Atenção Primária Prisional, Pactuação de Estratégias e Metas da Atenção Primária Prisional (APP).
Dinâmica em Grupo para discussão de casos clínicos.

 

Saiba mais clicando no link: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/pnaisp/sobre-a-pnaisp

Reunião de Equipe da PMGSF

Na tarde de terça feira, 7 de janeiro de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos os profissionais da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho (PMGSF) – AP 5.1, em reunião de equipe. Os assuntos abordados foram, a visão geral das metas da equipe e dos principais indicadores de desempenho, atualização dos dados no prontuário eletrônico, números de consultas e exames, controle de consultas de contra referência pelo Sistema de Regulação (SISREG), rede de frios, rotina no laboratório de análises clinicas, serviços de reabilitação e planejamento das metas para 2025. O objetivo do encontro foi o alinhamento entre os setores, trabalho em equipe e a continuidade no desenvolvimento do trabalho. Participaram da reunião, 12 profissionais responsáveis pelos setores da unidade. A responsável foi, Ingrid Sayão – Diretora Da PMGSF.

 

Reunião de Equipe da PMGSF, com o objetivo do alinhamento no processo de trabalho e planejamento das metas para 2025.
Reunião de Equipe da PMGSF

O Sistema Único de Saúde ( SUS ) é um dos maiores e mais complexos sistemas de saúde pública do mundo, abrangendo desde o simples atendimento para avaliação da pressão arterial, por meio da Atenção Primária, até o transplante de órgãos, garantindo acesso integral, universal e gratuito para toda a população do país. Com a sua criação, o SUS proporcionou o acesso universal ao sistema público de saúde, sem discriminação. A atenção integral à saúde, e não somente aos cuidados assistenciais, passou a ser um direito de todos os brasileiros, desde a gestação e por toda a vida, com foco na saúde com qualidade de vida, visando a prevenção e a promoção da saúde.

Reunião de Equipe da PMGSF, com o objetivo do alinhamento no processo de trabalho e planejamento das metas para 2025.
Alinhamento no processo de trabalho e planejamento das metas para 2025.

Acesse: 1746

Atualização dos Sistemas SISREG e SER

Na manhã do dia 7 de janeiro de 2025, Drº Freddy, médico da linha de tuberculose (TB) do CMS Silvio Barbosa – AP 5.1, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, realizou o acompanhamento do Sistema de Regulação (SISREG) e  do Sistema Estadual de Regulação (SER). O objetivo foi a atualização das solicitações que voltaram para o sistema, complementando o histórico e diagnóstico para reenvio.  O Sistema Estadual de Regulação (SER) é o sistema do governo estadual que agenda procedimentos de média e alta complexidade, como transplantes. Já o Sisreg é o sistema da rede municipal que organiza casos mais simples. 

Atualização dos Sistemas SISREG e SER - Sisreg - Sistema da Rede Municipal Sistema Estadual de Regulação (SER) - Sistema Estadual. 
Drº Freddy, médico da linha de tuberculose (TB) do CMS Silvio Barbosa – AP 5.1, em atualização dos Sistemas SISREG e SER.

O SISREG tem como objetivos a sistematização de algumas funções reguladoras como: Permitir a distribuição de forma equânime dos recursos de saúde para a população própria e referenciada. Permitir a distribuição dos recursos assistenciais disponíveis de forma regionalizada e hierarquizada.

O sistema público de saúde funciona de forma referenciada. Isso ocorre quando o gestor local do SUS, não dispondo do serviço de que o usuário necessita, encaminha-o para outra localidade que oferece o serviço. Esse encaminhamento e a referência de atenção à saúde são pactuados entre os municípios.

Saiba como funciona esse portal: Sobre a Transparência

Este portal foi desenvolvido para que o cidadão fluminense tenha acesso às informações sobre a sua posição nas filas ambulatoriais do Sistema Estadual de Regulação, atendendo a legislação vigente sobre transparência e proteção de dados individuais.

As pesquisas poderão ser realizadas através do número do Cartão Nacional do SUS (CNS) do paciente, pelas iniciais de seu nome, data de nascimento, pelo nº ID da solicitação ou pelo recurso, indicando seu procedimento. As informações das listagens são extraídas do Sistema Estadual de Regulação (SER) e atualizadas diariamente, sempre com dados da data da consulta. A ordem de agendamento e atendimento dos usuários é definida a partir de critério cronológico e/ou avaliação da situação clínica do paciente, visando atender à população fluminense de acordo com os princípios da universalidade e equidade no acesso aos serviços do SUS.

Atualização dos Sistemas SISREG e SER - Sisreg - Sistema da Rede Municipal Sistema Estadual de Regulação (SER) - Sistema Estadual. 
Atualização dos Sistemas SISREG e SER

Saiba mais: https://www.saude.rj.gov.br/transparencia/acesso-a-informacao/2019/07/14-lista-de-espera-regulacao-ser

https://www.rio.rj.gov.br/web/transparencia/sisreg

Previa da Apresentação Vigisolo

Nesta tarde do dia 6 de janeiro de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a prévia da apresentação Vigisolo, ação do 4º trimestre, que acontecerá dia 7 de janeiro, no Centro Municipal de Saúde Hélio Pellegrino – CAP 2.2, pelos profissionais do Risco não Biológico da CAP 5.1. O objetivo do trabalho é promover a qualidade de vida, reduzir, controlar ou eliminar os riscos à saúde, adotar medidas de prevenção e promoção da saúde, os responsáveis pelo trabalho foram, Simone Leite e Paulo Vinícius Bueno – AVS.

Prévia da apresentação Vigisolo, que acontecerá dia 7 de janeiro, no CMS Hélio Pellegrino - CAP 2.2. Vigilância Ambiental.

O Vigisolo  é um programa do Ministério da Saúde que faz parte do Programa de Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Contaminantes Químicos (VIGIPEQ). O objetivo do Vigisolo é a vigilância em saúde de populações expostas a solos contaminados. 

A Vigilância em Saúde das Populações Expostas a Substâncias Químicas – VIGIPEQ visa promover a qualidade de vida, reduzir, controlar ou eliminar a vulnerabilidade e os riscos à saúde de populações expostas ou potencialmente expostas a substâncias químicas, de forma a adotar medidas de prevenção e promoção e de atenção integral à saúde das populações expostas.

A VIGIPEQ realiza atividades rotineiras em todas as esferas de gestão do setor saúde, implementando um conjunto de ações que respeitam as especificidades dos territórios e os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS).

As etapas preliminares fundamentais da atuação da VIGIPEQ incluem a caracterização contínua dos territórios e da situação de saúde da população em relação à exposição ou potencial exposição a substâncias químicas, o que permite direcionar as ações de vigilância para áreas e grupos populacionais com maiores vulnerabilidades e riscos à saúde

Prévia da apresentação Vigisolo, que acontecerá dia 7 de janeiro, no CMS Hélio Pellegrino - CAP 2.2. Vigilância Ambiental.
Prévia da apresentação Vigisolo, que acontecerá dia 7 de janeiro, no CMS Hélio Pellegrino – CAP 2.2. Vigilância Ambiental.

O estudo de avaliação de risco à saúde humana realizado pelo Vigisolo no município do Rio de Janeiro tem como principais objetivos: a determinação da contaminação dos diversos compartimentos ambientais, o estabelecimento de rotas de exposição, a identificação das populações expostas, bem como, a qualificação de perigo e suas consequências. Como resultado deste estudo são apresentadas recomendações de saúde para o acompanhamento das populações expostas e ações ambientais para inibir as rotas de exposição humana detectadas.

Prévia da apresentação Vigisolo, que acontecerá dia 7 de janeiro, no CMS Hélio Pellegrino - CAP 2.2. Vigilância Ambiental.
Simone Leite e Paulo Vinícius Bueno – AVS.

A metodologia usada no Brasil para fazer o estudo de avaliação de risco à saúde humana é a da Agência para Substâncias Tóxicas e Registro de Doenças (Agency for Toxic Substances and Disease Registry – ATSDR) que foi criada com a missão de desenvolver atividades de saúde pública especificamente associadas com a exposição, real ou potencial, a agentes perigosos emitidos para o ambiente.

Consideram-se objetos de avaliação para esta metodologia os compostos químicos, elementos ou combinações que, por sua quantidade, concentração, características físicas ou toxicológicas, possam representar um perigo imediato ou potencial para a saúde humana ou o ambiente, quando são inadequadamente usadas, armazenado, transportado, tratado ou eliminado.

Prévia da apresentação Vigisolo, que acontecerá dia 7 de janeiro, no CMS Hélio Pellegrino - CAP 2.2. Vigilância Ambiental.
Previa da Apresentação Vigisolo.

Saiba mais clicando no link: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/vigisolo/