Atualização de Planilhas de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 09 de fevereiro de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Cristina Gonçalves – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), esteve dedicada ao preenchimento das planilhas de prevenção das arboviroses. A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses

https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

 

Planejamento do fluxo do CEREST Zona Oeste

Planejamento do fluxo do CEREST Zona Oeste fortalece a organização das ações em Saúde do Trabalhador

Na manhã do dia 05 de fevereiro de 2026, foi realizado, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, o encontro de Planejamento do Fluxo do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) da Zona Oeste. A atividade contou com a participação de Tatiana Barroso, assessora da CAP 5.2, e Luis Alberto Tavares, enfermeiro da CAP 5.2, que se reuniram para discutir e organizar os fluxos de atendimento e encaminhamento relacionados às ações de Saúde do Trabalhador no território. O objetivo do encontro foi planejar e alinhar o fluxo de trabalho do CEREST Zona Oeste, visando otimizar o acompanhamento dos casos, qualificar os encaminhamentos e fortalecer a articulação entre a Atenção Primária à Saúde e a rede de atenção, garantindo maior resolutividade e efetividade das ações desenvolvidas.

O Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) é um serviço estratégico do Sistema Único de Saúde (SUS), integrante da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST). Sua finalidade é promover, proteger e recuperar a saúde dos trabalhadores, por meio do apoio técnico às equipes de saúde, da vigilância em saúde do trabalhador, da investigação de agravos relacionados ao trabalho e da articulação intersetorial nos territórios.

O planejamento do fluxo do CEREST é fundamental para o fortalecimento das ações de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, pois contribui para a organização do processo de trabalho, a melhoria da comunicação entre os serviços e a ampliação da capacidade de resposta da rede frente aos agravos relacionados ao trabalho. A definição de fluxos claros e integrados favorece o cuidado integral, a vigilância qualificada e a proteção da saúde da população trabalhadora.

A iniciativa reafirma o compromisso do CEREST Zona Oeste, das Coordenações de Área Programática e da OTICS Bangu com a qualificação da gestão, a organização dos processos de trabalho e o fortalecimento das ações de Saúde do Trabalhador no território.

Fontes e referências:

As ações e discussões realizadas durante o encontro estão alinhadas às seguintes normativas e diretrizes oficiais:

  • Constituição Federal de 1988, que estabelece a saúde como direito de todos e dever do Estado;

  • Lei nº 8.080/1990 (Lei Orgânica da Saúde), que inclui a Saúde do Trabalhador como campo de atuação do SUS;

  • Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT);

  • Diretrizes da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST);

  • Documentos técnicos do Ministério da Saúde e da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro sobre a organização das ações de Saúde do Trabalhador.

Reunião de Gestão do CAPS Lima Barreto

Reunião de Gestão do CAPS Lima Barreto fortalece o monitoramento de indicadores assistenciais

No dia 05 de fevereiro, das 14h às 16h30, foi realizada na Sala de Apoio da OTICS a Reunião de Gestão do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Lima Barreto, com a participação de 2 profissionais da equipe de gestão da unidade. O encontro teve como foco principal a discussão dos indicadores assistenciais, com o objetivo de analisar os dados da unidade, avaliar o desempenho das ações desenvolvidas e construir estratégias para o alcance das metas estabelecidas, contribuindo para o aprimoramento contínuo da gestão e da qualidade do cuidado em saúde mental. A reunião foi conduzida por Mariana Martelo, Diretora do CAPS Lima Barreto, que apresentou os indicadores, promoveu a análise crítica dos resultados e estimulou a construção coletiva de encaminhamentos voltados ao fortalecimento do processo de trabalho da unidade.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são serviços estratégicos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Sistema Único de Saúde (SUS), destinados ao atendimento de pessoas em sofrimento psíquico intenso e persistente, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas. Os CAPS atuam de forma territorializada, multiprofissional e comunitária, com foco no cuidado integral, na reabilitação psicossocial e na promoção da autonomia dos usuários, substituindo o modelo hospitalocêntrico e fortalecendo o cuidado em liberdade.

Reuniões de gestão voltadas à análise de indicadores são fundamentais para a qualificação da assistência em saúde mental, pois possibilitam o acompanhamento sistemático das ações desenvolvidas, a identificação de fragilidades e potencialidades do serviço e o redirecionamento de estratégias quando necessário. O monitoramento contínuo contribui para uma gestão mais eficiente, transparente e orientada por evidências, refletindo diretamente na melhoria do cuidado ofertado aos usuários do CAPS.

A iniciativa reafirma o compromisso do CAPS Lima Barreto e da OTICS com o fortalecimento da gestão, a qualificação dos processos de trabalho e a oferta de um cuidado em saúde mental integral, humanizado e baseado em evidências, em consonância com os princípios do SUS.

Fontes e referências:

As discussões realizadas durante a reunião estão alinhadas com diretrizes e normativas oficiais, tais como:

  • Constituição Federal de 1988, que estabelece a saúde como direito de todos e dever do Estado;

  • Lei nº 8.080/1990 (Lei Orgânica da Saúde), que organiza o Sistema Único de Saúde (SUS);

  • Política Nacional de Saúde Mental, do Ministério da Saúde;

  • Política Nacional de Atenção Psicossocial e diretrizes da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS);

  • Documentos técnicos e manuais do Ministério da Saúde sobre monitoramento de indicadores em saúde.

Reunião Geral do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1

Reunião Geral do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho fortalece o planejamento estratégico da Saúde da Família na AP 5.1

No dia 04 de fevereiro de 2026, das 14h às 17h, foi realizada no Auditório da OTICS a Reunião Geral do Centro Municipal de Saúde (CMS) Manoel Guilherme da Silveira Filho, reunindo 30 profissionais da unidade. O encontro teve como tema central o Planejamento Estratégico 2026, com o objetivo de planejar, organizar e alinhar as ações a serem desenvolvidas ao longo do ano, fortalecendo a organização do processo de trabalho e a qualificação da assistência prestada à população adscrita à Saúde da Família da Área Programática 5.1.

A atividade foi conduzida por Julia Marques, Gerente Técnica da unidade, que apresentou diretrizes, metas e prioridades para o próximo ciclo de trabalho, promovendo um espaço de diálogo, escuta e construção coletiva entre os profissionais. Durante a atividade, as equipes de Saúde da Família da unidade apresentaram seus planejamentos para 2026, compartilhando metas, prioridades e estratégias de atuação no território.

Julia Marques, Gerente Técnica da unidade CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho.

A realização da Reunião Geral é fundamental para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), especialmente no âmbito da Estratégia Saúde da Família, uma vez que possibilita o alinhamento das equipes em torno de objetivos comuns, a organização das ações assistenciais e administrativas e a otimização dos recursos disponíveis. O planejamento estratégico contribui diretamente para a melhoria da qualidade do cuidado, para a ampliação do acesso aos serviços de saúde e para o atendimento integral às necessidades do território.

Equipes de Saúde da Família da unidade apresentaram seus planejamentos para 2026.

Fontes e referências:

O planejamento e as discussões realizadas durante a reunião estão alinhados com normativas e diretrizes oficiais, tais como:

  • Constituição Federal de 1988, que estabelece a saúde como direito de todos e dever do Estado;

  • Lei nº 8.080/1990 (Lei Orgânica da Saúde), que organiza o Sistema Único de Saúde (SUS);

  • Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), do Ministério da Saúde;

  • Diretrizes da Estratégia Saúde da Família, do Ministério da Saúde;

  • Documentos técnicos da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, referentes à organização da APS e ao planejamento em saúde.

A iniciativa reafirma o compromisso do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho e da OTICS com o fortalecimento da Saúde da Família na AP 5.1, promovendo uma gestão participativa, integrada e orientada para a melhoria contínua do cuidado à população.

Acessibilidade Comunicativa – Atenção à Saúde do Homem e do Idoso na AP 5.1

Encontro técnico na OTICS Bangu fortalece ações de acessibilidade comunicativa como também atenção à saúde do homem e da pessoa idoso na AP 5.1

Na manhã do dia 4 de janeiro de 2026, o Laboratório de Informática da OTICS Bangu recebeu um encontro técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa como também, atenção à saúde do homem e da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade reuniu profissionais da Equipe de Acessibilidade Comunicativa e do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. Participaram do encontro Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira, apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. O encontro buscou fortalecer o planejamento coletivo, garantindo a continuidade das ações e a qualificação do cuidado ofertado.

A iniciativa é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão das pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

O encontro também reforça a importância do planejamento coletivo como estratégia para qualificar os processos formativos, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

Fontes e referências

  • Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

GT Redução de Iniquidades AP 5.1

GT Redução de Iniquidades promove planejamento de ações na AP 5.1

No dia 03 de fevereiro, das 13h30 às 16h40, foi realizado no Auditório da OTICS o encontro do Grupo de Trabalho (GT) Redução de Iniquidades, reunindo 6 profissionais de saúde da Área Programática 5.1, integrantes do GT. A atividade teve como objetivo principal o planejamento de ações estratégicas voltadas à redução das iniquidades em saúde, com foco nas populações em situação de maior vulnerabilidade social do território. O encontro buscou alinhar propostas, identificar prioridades e fortalecer práticas intersetoriais capazes de promover maior equidade no acesso e na qualidade da atenção à saúde. A condução do encontro ficou a cargo de Jaqueline Nascimento, Verônica Alexandrino e Elvis Ferreira, que contribuíram com reflexões técnicas, troca de experiências e direcionamentos para a construção coletiva das ações do grupo.

A realização do GT Redução de Iniquidades é fundamental para o fortalecimento do princípio da equidade no Sistema Único de Saúde (SUS), reconhecendo que diferentes grupos populacionais demandam respostas específicas diante de desigualdades sociais, econômicas e territoriais. Espaços como este possibilitam o planejamento integrado, a qualificação das práticas profissionais e a construção de estratégias mais eficazes para a promoção da justiça social e da saúde integral.

A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS e da rede de saúde da AP 5.1 com a construção de políticas e ações voltadas à redução das desigualdades e à garantia do cuidado integral e humanizado à população.

 

Fontes e referências:

As discussões e propostas do GT estão alinhadas com diretrizes e documentos oficiais, tais como:

  • Constituição Federal de 1988, que estabelece a saúde como direito de todos e dever do Estado;

  • Lei Orgânica da Saúde (Lei nº 8.080/1990), que define a equidade como um dos princípios do SUS;

  • Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS);

  • Política Nacional de Saúde Integral das Populações Vulnerabilizadas, do Ministério da Saúde;

  • Publicações da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre determinantes sociais da saúde.

A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS e da rede de saúde da AP 5.1 com a construção de políticas e ações voltadas à redução das desigualdades e à garantia do cuidado integral e humanizado à população.

Reunião de Planejamento de Ações dos AVSs – AP 5.1

OTICS Bangu sedia reunião de planejamento de ações da equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 2 de fevereiro de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de planejamento de ações da equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de seis profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Reunião de Preceptores da RAPS Zona Oeste


Reunião de Preceptores da RAPS Zona Oeste debate processos formativos na saúde mental

No dia 29 de janeiro de 2026, das 9h às 12h, o Auditório da OTICS Bangu sediou a Reunião de Preceptores da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) da Zona Oeste, reunindo oito profissionais dos serviços de saúde mental da região. O encontro teve como foco o fortalecimento dos processos de trabalho relacionados à formação em serviço no campo da saúde mental. A atividade foi conduzida por Aline Vieira, psicóloga e presidente do Centro de Estudos IMAS Juliano Moreira, que orientou as discussões e contribuiu para o alinhamento das práticas de preceptoria na RAPS Zona Oeste. O principal objetivo da reunião foi discutir e alinhar os processos de trabalho relacionados à formação e à preceptoria na RAPS Zona Oeste, especialmente no que se refere ao início do processo seletivo de estágio obrigatório, à definição das etapas do processo seletivo e às orientações sobre o papel do preceptor e sua atuação nos serviços. A reunião é de grande importância para o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial da Zona Oeste, que integra serviços como Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Unidades Básicas de Saúde (UBS), Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), entre outros dispositivos territoriais. Esses serviços atuam no acolhimento de pessoas em sofrimento psíquico ou com necessidades relacionadas ao uso de álcool e outras drogas, seguindo os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e da Reforma Psiquiátrica Antimanicomial.

O alinhamento das práticas de preceptoria contribui diretamente para a qualificação dos processos formativos, garantindo que estudantes e profissionais em formação estejam inseridos em um modelo de cuidado humanizado, comunitário e territorial, que valoriza a autonomia, a cidadania e a reinserção social dos usuários.

A RAPS Zona Oeste é composta por diversos serviços de saúde mental distribuídos na região Oeste do município do Rio de Janeiro, incluindo CAPS, Centros de Convivência e Cultura, Unidades de Acolhimento e Atenção Primária. A rede tem como finalidade oferecer cuidado integral, próximo ao território de vida dos usuários, envolvendo familiares e a comunidade, além de promover atividades terapêuticas, culturais e de convivência social.

A realização da Reunião de Preceptores reafirma o compromisso da RAPS Zona Oeste, da CAP 5.1 e da Rede OTICS Rio com a qualificação da formação em saúde, o fortalecimento da preceptoria e a consolidação de um modelo de atenção psicossocial pautado na humanização, na integralidade do cuidado e na garantia de direitos.

Fontes e referências

  • Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde Mental e Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)

  • Lei nº 10.216/2001 – Lei da Reforma Psiquiátrica

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes da Atenção Psicossocial

Acessibilidade Comunicativa e Atenção à Saúde do Idoso na AP 5.1

Encontro técnico na OTICS Bangu fortalece ações de acessibilidade comunicativa e atenção à saúde do idoso na AP 5.1

Na manhã do dia 28 de janeiro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu um encontro técnico voltado ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa e atenção à saúde da pessoa idosa no território da AP 5.1. A atividade reuniu profissionais da Equipe de Acessibilidade Comunicativa e do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), com foco no alinhamento de estratégias e na organização das práticas desenvolvidas nos serviços de saúde. Participaram do encontro Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa, e Jaqueline Nascimento, apoiadora do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa. O objetivo principal da atividade foi estruturar e alinhar ações voltadas à promoção da acessibilidade comunicativa nos serviços de saúde, com especial atenção à assistência à pessoa idosa. O encontro buscou fortalecer o planejamento coletivo, garantindo a continuidade das ações e a qualificação do cuidado ofertado.

A iniciativa é fundamental para a promoção, prevenção e proteção da saúde, além de contribuir para a inclusão das pessoas surdas e de usuários com barreiras de comunicação no Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação da acessibilidade comunicativa promove um atendimento mais humano, acessível e equitativo, assegurando o direito à comunicação e à informação em saúde.

O encontro também reforça a importância do planejamento coletivo como estratégia para qualificar os processos formativos, fortalecer a continuidade da assistência e alinhar as práticas às diretrizes das políticas públicas de acessibilidade e equidade em saúde.

A ação reafirma o compromisso da Coordenação da Área Programática 5.1 (CAP 5.1) e da Rede OTICS Rio com a formação continuada dos profissionais de saúde e com o fortalecimento de uma comunicação acessível e inclusiva em toda a rede, promovendo cuidado integral e respeitando a diversidade da população atendida.

Fontes e referências

  • Sistema Único de Saúde (SUS) – Princípios da universalidade, integralidade e equidade

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência

  • Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) – Diretrizes de Acessibilidade e Equidade em Saúde

Confecção de Jogos Educativos Adaptados de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 22 de janeiro de 2026, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado no trabalho da prevenção de arboviroses (como dengue, zika e chikungunya), com a confecção de jogos educativos adaptados, como quebra-cabeças, jogos da memória e caça-palavras com temas específicos, além de jogos de tabuleiro interativos e atividades práticas de identificação de focos do mosquito.

Jogos Educacionais Adaptados

  • Quebra-cabeças e Jogos da Memória: Utilizar imagens de medidas preventivas (pneus secos, caixas d’água tampadas, etc.) ou do ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti. Esses jogos estimulam a memória e a cognição enquanto transmitem informações importantes.
  • Caça-palavras e Palavras Cruzadas: Desenvolver passatempos com vocabulário relacionado às arboviroses (sintomas, prevenção, nomes dos mosquitos). Isso pode ser uma atividade relaxante, mas informativa, durante os intervalos.
  • Jogos de Tabuleiro Personalizados: Criar ou adaptar jogos de tabuleiro onde os jogadores avançam ao responder corretamente a perguntas sobre prevenção ou identificar potenciais criadouros do mosquito. Um exemplo adaptável é o “A Cidade Dorme”, que pode ser usado para ensinar sobre sintomas e prevenção de forma divertida.
  • Aplicativos e Jogos Digitais: Se houver acesso a dispositivos móveis, aplicativos como o “Caça Dengue” oferecem jogos como sete erros e coleta seletiva que abordam o tema de forma interativa.

Atividades Práticas e Interativas

  • Rodas de Conversa e Discussões: Organizar sessões curtas de diálogo onde os participantes podem compartilhar experiências, tirar dúvidas e discutir soluções para problemas específicos no ambiente de trabalho ou em casa.
  • “Agentes de Saúde” no Trabalho: Designar duplas ou trios de idosos como “fiscais” por um dia, com a tarefa de inspecionar o local de trabalho (áreas comuns, vasos de plantas, depósitos) em busca de potenciais focos de água parada, reportando-os de forma lúdica.
  • Sessões de “Brainstorming” de Soluções: Pedir aos idosos que pensem em soluções criativas para problemas de prevenção no local de trabalho. Estudos mostram que as ideias geradas pelos próprios participantes tendem a ser mais eficazes e memoráveis.
  • Distribuição de Materiais e Kits de Prevenção: Fornecer materiais informativos, como folhetos e cartilhas do Ministério da Saúde, e pequenos kits de prevenção (repelentes, areia para vasos de plantas).

Dicas para Implementação no Ambiente de Trabalho

  • Manter a Relevância: Adaptar as atividades para o contexto do local de trabalho, garantindo que as informações sejam diretamente aplicáveis ao seu dia a dia.
  • Promover a Interação Social: Focar em jogos e atividades em grupo para incentivar a cooperação e a troca de conhecimentos, o que é benéfico para a saúde mental e social dos idosos.
  • Flexibilidade e Inclusão: Considerar diferentes níveis de mobilidade e habilidades cognitivas, oferecendo uma variedade de opções para que todos possam participar.

A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/