Reunião Técnica DAPS – CAP 5.1

Neste dia, 4 de agosto de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, a equipe de apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS / CAP 5.1) estiveram reunidos para planejamento das próximas ações dos projetos e treinamento dos novos integrantes da equipe. Participaram do encontro, Verônica Alexandrino S. Azevedo, Jaqueline Nascimento, Elvis Ferreira (Apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS / CAP 5.1), Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo – auxiliares administrativos (DAPS/CAP 5.1), Brendon Ferreira da Silva (Facilitador RAP da Saúde) . Esses processos são cruciais para o sucesso do projeto. O planejamento detalhado define os objetivos, escopo e cronograma do projeto, enquanto o treinamento garante que a equipe, incluindo os novos membros, possua as habilidades e conhecimentos necessários para executar as tarefas com eficiência. 

Reunião Técnica DAPS - CAP 5.1 - planejamento das próximas ações dos projetos e treinamento dos novos integrantes da equipe.
Equipe de apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS / CAP 5.1).

O RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa são temas interligados que visam garantir o acesso equitativo à saúde para a população negra, considerando suas particularidades e barreiras comunicacionais. O RAP (Rede de Atenção Psicossocial) da Saúde é uma estratégia para organizar a atenção psicossocial, enquanto a Saúde Integral da População Negra busca promover ações específicas para esse grupo, enfrentando o racismo institucional e suas consequências na saúde. A Acessibilidade Comunicativa, por sua vez, garante que a comunicação em saúde seja acessível a todos, incluindo aqueles com deficiências ou em contextos culturais diversos. 

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS) tem como objetivo garantir a acessibilidade comunicativa em suas ações e serviços. Isso inclui a oferta de informações em formatos acessíveis, como libras, legendas, audiodescrição e materiais em braille, além de garantir a comunicação clara e efetiva com a população. 

Reunião Técnica DAPS - CAP 5.1 - planejamento das próximas ações dos projetos e treinamento dos novos integrantes da equipe.
Acessibilidade Comunicativa / RAP da Saúde – CAP 5.1.

Fontes: Saúde da População Negra

RAP da Saúde

 

 

Comissão de Prontuário

Nesta dia 1 de agosto de 2025, turno da tarde, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Priscila Lira Coordenadora Administrativa Do CAPS Lima e Mariana Martelo – Diretora do CAPS, trabalharam no faturamento e atualização dos dados do Prontuário Carioca de Saúde Mental (PCSM). O objetivo foi, avaliar os relatórios e dados do prontuário da saúde mental, corrigindo erros e extraindo dados para o faturamento mensal.

Comissão de Prontuário - objetivo, faturamento e atualização dos dados do Prontuário Carioca de Saúde Mental (PCSM).
Mariana Martelo – Diretora do CAPS Lima e Priscila Lira Coordenadora Administrativa do CAPS Lima Barreto – AP 5.1.

O Prontuário Carioca da Saúde Mental (PCSM) é uma iniciativa pioneira que desenvolvemos em conjunto à Secretaria Municipal de Saúde, através da Superintendência de Saúde Mental do Município do Rio de Janeiro (SSM-RJ). Lançado em dezembro de 2020, o PCSM integra as informações dos usuários da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do município, substituindo os antigos prontuários de papel por um sistema eletrônico unificado e intuitivo, foi reconhecido, e premiado, como solução inovadora pelo Prêmio Espírito Público, em 2024.

‍O sistema abrange 37 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e o Instituto Philippe Pinel, consolidando dados de mais de 94 mil prontuários, incluindo pacientes que já não estão em tratamento. Essa integração facilita o acesso às informações de qualquer local com conexão à internet, permitindo um atendimento mais ágil e eficiente.

‍Uma das inovações do PCSM é a possibilidade de acessar atualizações sobre os pacientes em tempo real, o que se mostrou crucial em casos de emergência. Um caso real, que demonstra o valor e importância do PCSM foi do reencontro de familiares, onde um paciente em situação de rua foi localizado por sua família após dois anos, graças à integração de dados proporcionada pelo sistema.

‍Além disso, o PCSM facilita a geração de relatórios precisos, auxiliando no planejamento de políticas públicas mais eficazes e na otimização dos serviços oferecidos. O sistema está em constante desenvolvimento, incorporando sugestões dos profissionais da rede para melhor atender às necessidades dos usuários.

‍Ao valorizar pacientes, profissionais e gestores da saúde mental, o Prontuário Carioca da Saúde Mental contribui para garantir a representatividade, equidade e inclusão de grupos historicamente marginalizados, fortalecendo o setor público e demonstrando a viabilidade de sistemas de desenvolvimento público integrados que otimizam a coleta de dados em benefício coletivo.

Comissão de Prontuário - objetivo, faturamento e atualização dos dados do Prontuário Carioca de Saúde Mental (PCSM).
Comissão de Prontuário CAPS Lima Barreto – AP 5.1.

‍Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.iplan.rio/produtos/prontuario-carioca-de-saude-mental

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/informatiza-aps/prontuario-eletronico

Reunião de Equipe dos AVSs

Nesta manhã de 1 de agosto de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião de equipe dos AVSs, participaram do encontro 8 profissionais da categoria, o objetivo do encontro foi, avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território. Responsável pelo encontro foi, Viviana Canuto Menezes – Supervisora da Vigilância Ambiental da área programática (AP) 5.1.

A saúde ambiental é uma área essencial da saúde pública, dedicada a estudar e reduzir os impactos que fatores ambientais, sejam eles naturais ou resultantes da atividade humana, têm sobre a saúde humana. Este campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e ações práticas, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas dentro de uma perspectiva sustentável.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Reunião de Equipe dos AVSs – AP 5.1.

Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) é coordenada pelo Ministério da Saúde e pode ser definida como um conjunto de ações voltadas para identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que afetam a saúde humana.

O profissional de vigilância ambiental é responsável pelas atividades relacionadas no âmbito da área ambiental. Eles trabalham com o conhecimento e mapeamento de território, realizando atividades de cadastramento e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

O trabalho social é fundamental nas atividades do agente. Eles realizam o serviço educativo, levando informações aos cidadãos de como cuidar e tratar de sua própria residência.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Dia Mundial de Combate ao Câncer de Pulmão

O Dia Mundial de Combate ao Câncer de Pulmão é celebrado em 1º de agosto. A data tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce da doença, que é uma das principais causas de morte por câncer em todo o mundo. 

Informações adicionais:  
  • A conscientização sobre o câncer de pulmão é fundamental, pois o diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de cura. 
  • O tabagismo é o principal fator de risco para o desenvolvimento da doença, mas existem outras causas e fatores de risco que também devem ser considerados. 
  • Além da prevenção, é importante conhecer os sintomas e buscar ajuda médica caso haja suspeita da doença. 
Recursos adicionais:
  • O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece apoio integral e gratuito para quem deseja parar de fumar, incluindo acompanhamento profissional e tratamento.
  • O Instituto Med Life reforça que parar de fumar é possível e oferece recursos para quem busca ajuda.
  • A Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) oferece informações e materiais sobre o câncer de pulmão em seu site, como por exemplo, imagens para campanhas de prevenção (SBPT).

O Sistema Único de Saúde (SUS) irá ofertar mais um recurso para diagnóstico de câncer de pulmão de células pequenas, o tipo mais agressivo da doença. O procedimento de tomografia computadorizada por emissão de pósitrons (PET-CT) é um exame de imagem que pode ser usado como parte da investigação para estadiamento do câncer, com o objetivo de identificar a localização e a extensão da doença no organismo do paciente. Apesar da recomendação inicial contrária à incorporação, durante o prcesso foram incluídas informações adicionais sobre ao tecnologia. A Comissão considerou que o uso do PET-CT permitirá a correta classificação da localização dos tumores, inclusive, com a identificação de metástases possivelmente não detectadas em outros exames. com o aporte de informações mais detalhadas sobre o procedimento, emitiu recomendação favorável à incorporação do procedimento.

O diagnóstico e estadiamento precisos são fundamentais para orientar o tratamento correto para o paciente. Em casos em que as metástases são identificadas, por exemplo, pode ser necessário o tratamento quimioterápico paliativo em vez do cirúrgico.

O exame já está disponível no SUS para pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas.

Câncer de Pulmão de Células Pequenas

De acordo com as estimativas mais recentes do Instituto Nacional de Câncer (INCA), para o triênio de 2023 a 2025, aponta-se para a ocorrência de 704 mil casos novos de câncer, dos quais 32 mil são de câncer de pulmão (4,6%). Cerca de 15% dos casos correspondem ao câncer de pulmão de células pequenas, e 70% dos pacientes apresentam estágio avançado da doença quando recebem o diagnóstico. Nesse contexto, apresentam pior evolução do quadro devido à capacidade marcante de desenvolver metástases precoces dessa doença. Por isso, a disponibilização do procedimento traz benefícios e facilita o diagnóstico.

Nas Diretrizes Diagnósticas Terapêuticas (DDT) da doença é indicado que pacientes com câncer de pulmão de células pequenas localizado, ou seja, não metastático, sejam tratados com quimioterapia e/ou cirurgia associada à quimioterapia, a depender do estadiamento. Para pacientes com metástase, podem ser indicadas a quimioterapia e a radioterapia paliativa.

Saiba mais: Câncer de Pulmão

OTICS Bangu levando saúde aos nossos leitores.

Semana Mundial da Amamentação

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Entre os dias 1º e 7 de agosto, será celebrada a Semana Mundial da Amamentação 2025, que este ano traz como tema: “Priorizemos a Amamentação: Construindo Sistemas de Apoio Sustentáveis”. A campanha internacional, promovida pela World Alliance for Breastfeeding Action (WABA) em parceria com Organização Mundial de Saúde (OMS), UNICEF, Ministérios da Saúde e sociedade civil, destaca o aleitamento materno como prática essencial para a saúde, o desenvolvimento e a equidade, além de ser uma ação com impactos positivos para o meio ambiente.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tem atuado para contribuir com a conscientização sobre a importância da amamentação. Desde 2015, através do Movimento Parto Adequado, a reguladora contempla ações em prol do aleitamento materno junto aos hospitais participantes. A iniciativa tem como objetivo prevenir riscos em crianças menores de dois anos, uma vez que o leite materno é o alimento mais rico e apropriado à saúde do bebê e essencial para seu crescimento e desenvolvimento.

“Na ANS, reconhecemos a importância de estimular a amamentação, tanto pelos seus benefícios nutricionais quanto pela proteção que oferece contra infecções, alergias e outros agravos à saúde do bebê. Para apoiar essa prática, desenvolvemos iniciativas como o Movimento Parto Adequado e a Certificação em Boas Práticas, que engajam operadoras de planos de saúde na promoção do cuidado materno-infantil desde o nascimento”, afirmou a diretora-adjunta de Desenvolvimento Setorial da Agência, Angélica Carvalho.

Agosto Dourado

Inspirado no conceito da “Hora Dourada”, que representa a primeira hora de vida do recém-nascido junto à mãe, o Agosto Dourado simboliza o mês de conscientização sobre a importância da amamentação. O contato imediato após o parto, pele a pele, estimula o vínculo entre mãe e bebê, favorece a liberação da ocitocina — hormônio fundamental para a descida do leite —, e aumenta as chances de sucesso na amamentação.

Estudos reforçam que esse contato inicial ajuda o bebê a encontrar o seio, reconhecendo o cheiro da mãe e os sons familiares desde a gestação. A prática é recomendada inclusive para partos cesáreos e prematuros clinicamente estáveis.

Benefícios para a saúde do bebê e da mãe

O leite materno é considerado um alimento completo e individualizado, com propriedades nutricionais e imunológicas únicas. Além de conter prebióticos que favorecem a flora intestinal do bebê, o aleitamento melhora a resposta imunológica, reduz infecções e potencializa o efeito das vacinas.

A amamentação também contribui para o desenvolvimento cerebral, fortalece o vínculo mãe-bebê e pode atuar como analgésico natural por conter beta-endorfina. Mesmo em casos especiais, como o de mães adotivas, internações ou dificuldades iniciais, há estratégias e apoio profissional que possibilitam manter ou iniciar a amamentação.

Amamentação e parto adequado

A ocitocina, hormônio liberado naturalmente durante o trabalho de parto e a amamentação, é fundamental para o início da produção de leite. Partos com menor intervenção, sempre que possível, facilitam esse processo. Mesmo após cesáreas, o aleitamento é possível — e desejável —, desde que a mãe conte com ambiente e equipe acolhedores.

Nesse sentido, o Movimento Parto Adequado tem como objetivo qualificar a atenção à saúde materna e neonatal. Atualmente em sua terceira fase, a iniciativa foca em segurança, equidade e na promoção de uma experiência positiva no parto. Para estimular boas práticas, a ANS implementou o Programa de Certificação em Boas Práticas na Atenção Materna e Neonatal (CBP-Parto Adequado), que incentiva operadoras e hospitais da saúde suplementar a adotarem medidas como o início da amamentação ainda na sala de parto. Como forma de apoiar esse processo, a ANS criou o Projeto Cuidado Integral à Gestante e ao Neonato – Parto Adequado, em parceria com o Institute for Healthcare Improvement (IHI) e o Hospital Israelita Albert Einstein. A iniciativa visa aprimorar a qualidade da atenção na Linha de Cuidado Materna e Neonatal e auxiliar operadoras interessadas a obterem, de forma voluntária, o selo CBP-Parto Adequado.

Dicas importantes:

  • A amamentação deve ser iniciada ainda na primeira hora de vida do bebê, sempre que possível.
  • O leite materno exclusivo é recomendado até os 6 meses de idade e pode ser mantido com alimentação complementar até os 2 anos ou mais.
  • Mães precisam de rede de apoio e orientação especializada. A presença de profissionais qualificados em lactação faz toda a diferença.
  • O Banco de Leite Humano é uma opção segura para quem precisa de apoio ou deseja doar leite.

Fonte: Semana Mundial da Amamentação

OTICS Bangu leva saúde para nossos leitores.

Construção de Relatório do RAP da Saúde

Na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, em 31 de julho de 2025, no turno da manhã, Willian Inácio auxiliar administrativo (DAPS/CAP 5.1) e Brendon Ferreira da Silva (Facilitador RAP da Saúde), em construção de relatório mensal do programa RAP da Saúde, o público-alvo foram os adolescentes e jovens do RAP, o objetivo foi a elaboração do relatório mensal do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde realizadas pelos jovens. Responsável Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1.

RAP da saúde, elaboração de relatórios do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.
Construção de Relatório do RAP da Saúde – AP 5.1.

 O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

RAP da saúde, elaboração de relatórios do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.
Willian Inácio auxiliar administrativo (DAPS/CAP 5.1) e Brendon Ferreira da Silva (Facilitador RAP da Saúde) – AP 5.1.

 

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

 

Programa Mais Saúde com Agente

Na manhã do dia 31 de julho de 2025, tivemos no auditório da OTICS Bangu, o curso técnico em Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) do Programa Mais Saúde com Agente, participaram  do curso, 19 profissionais, o público alvo foram os agentes de endemias e agentes comunitários  da AP 5.1. O objetivo é preparar as(os) ACS e ACE de acordo com as novas atribuições da categoria, previstas na Lei nº 11.350/2006, oferecendo condições para analisar informações coletadas nas residências e território de atuação, além de orientar a população, a fim de melhorar a qualidade e resolutividade da Atenção Primária à Saúde, como também, discutir e elaborar mapas dos territórios (com suas vulnerabilidades), identificando os dispositivos apontados pelos agentes no território em que atuam. Responsáveis pela Formação da Equipe Interna da Preceptoria : Prof.ª Dr.ª Daniela Riva Knauth – UFRGS; Prof.ª Dr.ª Saionara Araújo Wagner –  UFRGS; Prof.ª Dr.ª Roselane Zordan Costella – UFRGS; Prof.ª Dr.ª Priscila Sleifer – UFRGS e Prof.ª Dr.ª Simone Martins de Castro – UFRGS. Responsável pela preceptoria, Júlia Marques dos Santos, Gerente Técnica da Unidade CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

O projeto Mais Saúde com Agente (MSA), e uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).
Programa Mais Saúde com Agente AP 5.1.

O Programa Mais Saúde com Agente (MSA), é uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e CONASEMS para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).

O projeto Mais Saúde com Agente (MSA), e uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).
Júlia Marques dos Santos, Gerente Técnica da Unidade CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

O Programa Saúde com Agente agora é o Mais Saúde com Agente. A mudança representa a ampliação da oferta dos cursos técnicos em Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE), promovendo qualificação profissional para um vínculo maior e mais forte com a população, além da integração entre Atenção Básica e Vigilância em Saúde no Sistema Único de Saúde (SUS).

O projeto Mais Saúde com Agente (MSA), e uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).
Apresentação do trabalho em grupo realizado na aula.

A estratégia é uma ampliação do programa com objetivo de preparar ACS e ACE para as novas atribuições das categorias e para os desafios que se apresentam no trabalho em saúde nas comunidades.

Assim, busca-se identificar as necessidades sóciossanitárias e construir o cuidado para um sistema público de saúde mais resolutivo, justo e participativo.

O projeto Mais Saúde com Agente (MSA), e uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).
Turma de Agentes de Endemias e Agentes Comunitários da AP 5.1.

 

Mas Saúde com Agente

 

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Capacitação Prontuário Carioca de Saúde Mental (PCSM)

Nesta data, 31 de julho de 2025, no laboratório de informática da OTICS Bangu, tivemos a capacitação do Prontuário Carioca da Saúde Mental (PCSM) – Sistema digital que unifica prontuários da rede de saúde mental do Rio, integrando dados de quase 100 mil pacientes para melhorar atendimento, planejamento de políticas públicas e solução de emergências.  O público alvo foram os novos profissionais do deambulatório da Atenção Psicossocial (APS Lima Barreto) – AP 5.1. Os assuntos abordados foram, manuseio do prontuário carioca de saúde mental para os profissionais da Atenção Psicossocial. O objetivo do evento é capacitar os profissionais para o uso do PCSM. O foco da capacitação é otimizar o processo de trabalho, garantindo maior qualidade nos registros feitos no sistema. Isso inclui o aprimoramento do atendimento e um acolhimento mais humanizado nas unidades de saúde. A responsável da capacitação foi Tassia Pacheco, psicóloga e sanitarista, que atua na Superintendência de Saúde Mental da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Capacitação Prontuário Carioca de Saúde Mental (PCSM), Sistema digital que unifica prontuários da rede de saúde mental do Rio, integrando dados de quase 100 mil pacientes para melhorar atendimento, planejamento de políticas públicas e solução de emergências.
Capacitação Prontuário Carioca de Saúde Mental (PCSM).

O Prontuário Carioca da Saúde Mental (PCSM) é uma iniciativa pioneira que desenvolvemos em conjunto à Secretaria Municipal de Saúde, através da Superintendência de Saúde Mental do Município do Rio de Janeiro (SSM-RJ). Lançado em dezembro de 2020, o PCSM integra as informações dos usuários da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do município, substituindo os antigos prontuários de papel por um sistema eletrônico unificado e intuitivo, foi reconhecido, e premiado, como solução inovadora pelo Prêmio Espírito Público, em 2024.

O sistema abrange 37 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e o Instituto Philippe Pinel, consolidando dados de mais de 94 mil prontuários, incluindo pacientes que já não estão em tratamento. Essa integração facilita o acesso às informações de qualquer local com conexão à internet, permitindo um atendimento mais ágil e eficiente.

Capacitação Prontuário Carioca de Saúde Mental (PCSM), Sistema digital que unifica prontuários da rede de saúde mental do Rio, integrando dados de quase 100 mil pacientes para melhorar atendimento, planejamento de políticas públicas e solução de emergências.
Responsável da capacitação foi Tassia Pacheco, psicóloga e sanitarista, que atua na Superintendência de Saúde Mental da Prefeitura do Rio de Janeiro.

‍Uma das inovações do PCSM é a possibilidade de acessar atualizações sobre os pacientes em tempo real, o que se mostrou crucial em casos de emergência. Um caso real, que demonstra o valor e importância do PCSM foi do reencontro de familiares, onde um paciente em situação de rua foi localizado por sua família após dois anos, graças à integração de dados proporcionada pelo sistema.

Além disso, o PCSM facilita a geração de relatórios precisos, auxiliando no planejamento de políticas públicas mais eficazes e na otimização dos serviços oferecidos. O sistema está em constante desenvolvimento, incorporando sugestões dos profissionais da rede para melhor atender às necessidades dos usuários.

Ao valorizar pacientes, profissionais e gestores da saúde mental, o Prontuário Carioca da Saúde Mental contribui para garantir a representatividade, equidade e inclusão de grupos historicamente marginalizados, fortalecendo o setor público e demonstrando a viabilidade de sistemas de desenvolvimento público integrados que otimizam a coleta de dados em benefício coletivo.

Capacitação Prontuário Carioca de Saúde Mental (PCSM), Sistema digital que unifica prontuários da rede de saúde mental do Rio, integrando dados de quase 100 mil pacientes para melhorar atendimento, planejamento de políticas públicas e solução de emergências.
Público alvo foram os novos profissionais do deambulatório da Atenção Psicossocial (APS Lima Barreto) – AP 5.1.

 

Saiba mais: https://saude.prefeitura.rio/saude-mental/documentos-tecnicos/

https://www.iplan.rio/produtos/prontuario-carioca-de-saude-mental

Qualificação SISREG – Consulta em Fisioterapia

Na manhã do dia 31 de julho de 2025, tivemos a “Qualificação SISREG – Consulta em Fisioterapia”, o público alvo foram os fisioterapeutas da CAP 5.1, participaram do encontro 17 profissionais da área, o assunto abordado foi a qualificação da fila de fisioterapia no sistema de regulação. O objetivo do evento foi o treinamento, qualificação e avaliação de solicitações de fisioterapia  no SISREG. Os responsáveis pela capacitação foram, Priscila Mafra – RT médica da CAP 5.1, Thiago Roselet – médico regulador da equipe do Núcleo Interno de Regulação (NIR) e Simone Pires – responsável pela equipe e-Multi da CAP 5.1.
Qualificação SISREG - Consulta em Fisioterapia. O objetivo do evento foi o treinamento, qualificação e avaliação de solicitações de fisioterapia  no SISREG.
Profissionais de Fisioterapia das Unidades da AP 5.1.
O Guia Eletrônico do Sistema de Regulação (SISREG III) foi desenvolvido com o objetivo de qualificar e apoiar os profissionais de saúde das Centrais de Regulação que utilizam essa ferramenta para implementar ações de regulação no seu território.

O  SISREG I foi desenvolvido em 1999, na versão off-line, pelo DATASUS em parceria com a Secretaria Municipal de Belo Horizonte/MG tendo representado um movimento inicial em direção à informatização das centrais de regulação.

Em 2002, o Departamento de Descentralização da Gestão da Assistência (DDGA/SAS/MS), responsável pela implantação das Normas Operacionais da Assistência à Saúde (NOAS 01/ NOAS/02), responsabilizou-se também pelas estratégias de regulação assistencial, mediante o desenvolvimento do Sistema Nacional de Regulação – SISREG II, em parceria com o DATASUS.

O SISREG-II foi desenvolvido em arquitetura web, com a finalidade de organizar o fluxo de leitos e consultas. Esse trabalho começou em um momento em que diversos sistemas de informação associados a processos regulatórios estavam em fase de implantação, tais como:  Sistema do Cartão Nacional de Saúde (SCNS), Sistema da Programação Pactuada e Integrada (SISPPI) e Sistema do Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde (SCNES).

Ressalta-se que o SISREG-II, inicialmente, foi implantado nos municípios do Rio de Janeiro/RJ, Teresina/PI, Campinas/SP e Belo-Horizonte/MG, e nos estados de Alagoas e Paraíba, no período de 2002 a 2005.

Com essas implantações surgiram diversas demandas, como por exemplo: definir as clínicas do SISPPI com as clínicas no SISREG II, tratamento diferenciado para consultas de retornos e outras demandas relativas a características peculiares de cada local, critérios de priorização das necessidades de saúde e a relação com os prestadores e com as unidades solicitantes e os usuários da rede de serviços.

O crescimento da implantação do sistema SISREG II, determinou a necessidade de melhorias no software para atender as particularidades das centrais. Em 2006, o Ministério da Saúde decidiu interromper o suporte do SISREG II, no entanto, continuou a disponibilizá-lo para alguns entes federados até o exercício de 2009.

Vale destacar que o SISREG II teve papel importante na história da regulação do SUS, uma vez ter fomentado a implantação de diversas centrais de regulação no país. Além disso, serviu de referência para o desenvolvimento dos sistemas de regulação dos municípios de São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre, por meio da cessão dos códigos fontes do software, pelo MS, para os referidos municípios (6).

As funcionalidades oferecidas por esta nova versão consistiu na regulação de procedimentos de média e alta complexidade ambulatorial e hospitalar.

A versão SISREG III, desenvolvida pelo DATASUS em 2006, tem como função primordial regular procedimentos ambulatoriais (consultas e exames) e internações hospitalares nas Centrais de Regulação. As solicitações no sistema têm seu início nas unidades básicas de saúde ou em outras portas de entrada do SUS, como por exemplo: Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), podendo chegar às unidades hospitalares.

Qualificação SISREG - Consulta em Fisioterapia. O objetivo do evento foi o treinamento, qualificação e avaliação de solicitações de fisioterapia  no SISREG.
Qualificação SISREG – Consulta em Fisioterapia – AP 5.1.

 

OTICS Bangu, sempre levando informações aos nossos leitores.

Fonte: https://wiki.saude.gov.br/SISREG/index.php/P%C3%A1gina_principal

Programa de Saúde Integral da População Negra Carioca

Na tarde do dia 30 de julho de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, Jaqueline Nascimento – Apoiadora do Rap da Saúde/Acessibilidade Comunicativa e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – CAP 5.1, esteve realizando levantamento das ações realizadas no primeiro semestre do ano de 2025 e preenchimento de planilhas, sobre a temática “Saúde Integral da População Negra” AP 5.1. Para isso, a equipe conta com os pontos focais das unidades de saúde, de abordarem, sobre o assunto em pauta, nas ações individuais e coletivas, compreendendo a população negra como um assunto transversal a todos os programas de saúde.

Construção da apresentação Saúde Integral da População Negra para a capacitação dos profissionais técnicos de enfermagem da AP 5.1
Jaqueline Nascimento – Apoiadora do Rap da Saúde/Acessibilidade Comunicativa e Saúde Integral da População Negra (SIPN) – CAP 5.1.

Programa de Saúde Integral da População Negra Carioca

Em 26 de dezembro de 2022, é aprovada e sancionada no município do Rio de Janeiro a Lei 7.749/22, Lei Lenora Mendes Louro, que institui o Programa Municipal de Saúde Integral da População Negra Carioca. O principal objetivo dessa lei é desenvolver, de forma integral, ações de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde da população negra e dos afrodescendentes, em conformidade com a portaria do Ministério da Saúde n.º 992, de 13 de maio de 2009, que institui a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra – PNSIPN.

Em de 12 de julho de 2023, foi criado o Grupo de Trabalho Lenora Mendes Louro, da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, instituído pela Resolução 5860, de 12 de julho de 2023, um espaço coletivo participativo e democrático organizado, com a sociedade civil e o governo, que teve como atividades: – Estruturar a criação da instância/órgão técnico com representantes técnicos da SMS-Rio, sociedade civil e representantes da Câmara de Vereadores; – Elaborar plano de trabalho da instância/órgão baseado nas submetas e construção de indicadores para a melhoria dos resultados em saúde da população negra com acompanhamento do Comitê Técnico Municipal de Saúde da População Negra. Em fevereiro de 2024, foi publicada a Resolução n.º 6028, de fevereiro de 2024, que instituiu o Grupo Gestor Especial de Saúde da População Negra. Esse grupo de trabalho é ligado ao Gabinete do Secretário Municipal de Saúde e responsável por implantar/ implementar de forma transversal o Programa Municipal de Saúde Integral da População Negra Carioca por todas as instâncias desta secretaria, além de contribuir de maneira intersetorial com outros órgãos da Prefeitura do Rio na construção de políticas públicas mais equânimes. Fonte: https://saude.prefeitura.rio/populacao-negra/

Construção da apresentação Saúde Integral da População Negra para a capacitação dos profissionais técnicos de enfermagem da AP 5.1.
Levantamento das ações realizadas no primeiro semestre do ano de 2025 e preenchimento de planilhas.

A PNSIPN é um compromisso firmado pelo Ministério da Saúde no combate às desigualdades no Sistema Único de Saúde (SUS) e na promoção da saúde da população negra de forma integral, considerando que as iniquidades em saúde são resultados de injustos processos socioeconômicos e culturais – em destaque, o vigente racismo – que corroboram com a morbimortalidade das populações negras brasileiras. Para implementar a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, é necessário que gestores, movimentos sociais, conselheiros e profissionais do SUS trabalhem em prol da melhoria das condições de saúde da população negra, a partir da compreensão de suas vulnerabilidades e do reconhecimento do racismo como determinante social em saúde.

Com vistas à promoção da equidade em saúde e orientado pelos princípios e diretrizes da integralidade, equidade, universalidade e participação social, em consonância com o Pacto pela Saúde e a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no SUS (ParticipaSUS), o Ministério da Saúde instituiu, em 2009, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), por meio da Portaria GM/MS nº 992, de 13 de maio de 2009 (ver Anexo B).
A partir da publicação dessa Política, o Ministério da Saúde reconhece e assume a necessidade da instituição de mecanismos de promoção da saúde integral da população negra e do enfrentamento ao racismo institucional no SUS, com vistas à superação das barreiras estruturais e cotidianas que incide negativamente nos indicadores de saúde dessa população – precocidade dos óbitos, altas taxas de mortalidade materna e infantil, maior prevalência de doenças crônicas e infecciosas e altos índices de violência. A Política também reafirma as responsabilidades de cada esfera de gestão do SUS – governo federal, estadual e municipal – na efetivação das ações e na articulação com outros setores do governo e da sociedade civil, para garantir o acesso da população negra a ações e serviços de saúde, de forma oportuna e humanizada, contribuindo para a melhoria das condições de saúde desta população e para redução das iniquidades
de raça/cor, gênero, identidade de gênero, orientação sexual, geracionais e de classe.

 

Saiba mais clicando aqui: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_populacao_negra_3d.pdf

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/SUS_bracos_abertos_saude_populcao_negra.pdf