Atividade Ensino e Serviço: Epidemiologia

Na tarde do dia 8 de maio de 2025, recebemos no laboratório da OTICS Bangu, os Estudantes de Medicina da Universidade Castelo Branco (UCB) para a “Atividade Ensino e Serviço – Epidemiologia”. Participaram do evento, 30 alunos da instituição, os assuntos abordados foram, “Demografia e Epidemiologia”. O objetivo foi fortalecer a parceria, ensino e serviço entre, Universidade Castelo Branco e CAP 5.1. Participaram do evento, Raphael Costa Pinto – Coordenador da CAP 5.1 e Victor Costa da Silva – Assessor Técnico da OSS Instituto Gnosis.
A atividade de ensino e serviço em Epidemiologia visa preparar profissionais da saúde para aplicar o conhecimento epidemiológico na prática, visando a melhoria da saúde pública e a tomada de decisões baseadas em evidências. Essa atividade engloba desde a formação acadêmica em epidemiologia até a aplicação prática em serviços de saúde, com foco em vigilância epidemiológica, análise de dados e investigação de surtos.
Raphael Costa Pinto – Coordenador da CAP 5.1.

A atividade de ensino e serviço em Epidemiologia visa preparar profissionais da saúde para aplicar o conhecimento epidemiológico na prática, visando a melhoria da saúde pública e a tomada de decisões baseadas em evidências. Essa atividade engloba desde a formação acadêmica em epidemiologia até a aplicação prática em serviços de saúde, com foco em vigilância epidemiológica, análise de dados e investigação de surtos.

A epidemiologia é o estudo da distribuição e dos fatores que determinam a saúde e as doenças em populações. Ela se utiliza de métodos e técnicas de diferentes áreas, como estatística, ciências da saúde e ciências sociais. A atividade de ensino e serviço em epidemiologia busca: Formação acadêmica ( Preparar profissionais da saúde para entender e aplicar os conceitos e métodos epidemiológicos, como cálculo de indicadores de saúde, análise de dados e investigação de surtos); Vigilância epidemiológica (Monitorar a ocorrência de doenças e agravos de saúde em uma população, identificar padrões e tendências, e alertar para possíveis surtos ou epidemia); Análise da situação de saúde ( Avaliar a situação de saúde de uma população, identificar fatores de risco e necessidade, e planejar ações de prevenção e controle de doenças); Investigação de surtos (Investigar a causa e as condições de transmissão de surtos epidêmicos, identificar casos e contatos, e implementar medidas de controle); Tomada de decisão (Utilizar os dados e informações gerados pela epidemiologia para tomar decisões informadas sobre as ações de saúde).

A atividade de ensino e serviço em Epidemiologia visa preparar profissionais da saúde para aplicar o conhecimento epidemiológico na prática, visando a melhoria da saúde pública e a tomada de decisões baseadas em evidências. Essa atividade engloba desde a formação acadêmica em epidemiologia até a aplicação prática em serviços de saúde, com foco em vigilância epidemiológica, análise de dados e investigação de surtos.
Victor Costa da Silva – Assessor Técnico da OSS Instituto Gnosis.

Atividades de Ensino: Cursos e programas de formação ( Programas como o EpiSUS e o PROFEPI oferecem formação em epidemiologia aplicada aos serviços do SUS); Disciplina em cursos de graduação e pós-graduação (A epidemiologia é um componente curricular importante em diversos cursos de saúde, preparando profissionais para atuar em serviços de saúde); Atividades práticas em campo (A experiência prática em serviços de saúde, como a investigação de surtos, a coleta e análise de dados, é fundamental para a formação em epidemiologia).

Atividades de Serviço: Apoio à vigilância epidemiológica (Participar da coleta, análise e interpretação de dados epidemiológicos, elaborar relatórios e notificações de casos e surtos); Investigação de surtos ( Realizar investigação de surtos epidêmicos, identificar casos e contatos, e implementar medidas de controle); Apoio à tomada de decisão (Fornecer informações e análises epidemiológicas para a tomada de decisões sobre as ações de saúde); Pesquisa epidemiológica (Desenvolver pesquisas para identificar fatores de risco, avaliar programas de saúde e contribuir para o conhecimento científico).

A atividade de ensino e serviço em Epidemiologia visa preparar profissionais da saúde para aplicar o conhecimento epidemiológico na prática, visando a melhoria da saúde pública e a tomada de decisões baseadas em evidências. Essa atividade engloba desde a formação acadêmica em epidemiologia até a aplicação prática em serviços de saúde, com foco em vigilância epidemiológica, análise de dados e investigação de surtos.
Atividade Ensino e Serviço: Epidemiologia.

O Programa de Fortalecimento da Epidemiologia nos Serviços de Saúde (PROFEPI) oferta atividades de formação e intercâmbio de experiências para profissionais que atuam nos serviços de vigilância em saúde nas três esferas de governo do Sistema Único de Saúde (SUS) e em outros países das Américas. Este programa foi lançado em 2021 pela Coordenação-Geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços (CGDEP), do Departamento de Ações Estratégicas de Epidemiologia e Vigilância em Saúde e Ambiente (Daevs) da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS).

 

 

Fontes: https://www.scielo.br/j/cadsc/a/Hc7XhJnP6kr3TTHRGjcVKKR/

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/episus

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/formacao-continuada/profepi

Mais Saúde com Agente

Na manhã do dia 8 de maio de 2025, tivemos no laboratório de informática da OTICS Bangu, o curso técnico em Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) do Projeto Mais Saúde com Agentes, participaram  do curso, 21 profissionais, o público alvo foram os agentes de endemias e agentes comunitários  da AP 5.1. O objetivo é preparar as(os) ACS e ACE de acordo com as novas atribuições da categoria, previstas na Lei nº 11.350/2006, oferecendo condições para analisar informações coletadas nas residências e território de atuação, além de orientar a população, a fim de melhorar a qualidade e resolutividade da Atenção Primária à Saúde, como também, discutir e elaborar mapas dos territórios (com suas vulnerabilidades), identificando os dispositivos apontados pelos agentes no território em que atuam. Responsáveis pela Formação da Equipe Interna da Preceptoria : Prof.ª Dr.ª Daniela Riva Knauth – UFRGS; Prof.ª Dr.ª Saionara Araújo Wagner –  UFRGS; Prof.ª Dr.ª Roselane Zordan Costella – UFRGS; Prof.ª Dr.ª Pricila Sleifer – UFRGS e Prof.ª Dr.ª Simone Martins de Castro – UFRGS. Responsável pela preceptoria, 1º módulo foi, Julia Marques, GT CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1.

O projeto Mais Saúde com Agente (MSA), e uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).
Elaborar de mapas dos territórios (com suas vulnerabilidades).

O projeto Mais Saúde com Agente (MSA), e uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).

O projeto Mais Saúde com Agente (MSA), e uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).

O Programa Saúde com Agente agora é o Mais Saúde com Agente. A mudança representa a ampliação da oferta dos cursos técnicos em Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE), promovendo qualificação profissional para um vínculo maior e mais forte com a população, além da integração entre Atenção Básica e Vigilância em Saúde no Sistema Único de Saúde (SUS).

A estratégia é uma ampliação do programa com objetivo de preparar ACS e ACE para as novas atribuições das categorias e para os desafios que se apresentam no trabalho em saúde nas comunidades.

Assim, busca-se identificar as necessidades sóciossanitárias e construir o cuidado para um sistema público de saúde mais resolutivo, justo e participativo.

O projeto Mais Saúde com Agente (MSA), e uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).
Responsável pela preceptoria, 1º módulo, Julia Marques GT CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1. 

Mas Saúde com Agente

 

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Reunião da Gerência de Fatores de Risco Não Biológico – VIGIDESASTRES

Na manhã do dia 7 de maio de 2025, tivemos a Reunião da Gerência de Fatores de Risco Não Biológico – programa VIGIDESASTRES – com as Referências Técnicas do Risco Não Biológico da CAP 5.1. A reunião de maneira remota ocorreu na sala de tutoria da OTICS Bangu, participaram do evento, aproximadamente 6 pessoas (2 integrantes presenciais do Risco Não Biológico CAP 5.1), 4 integrantes de maneira remota, 2 da CAP 5.2 e 2 da GFRNB VIGIDESASTRES). O público alvo foi, Referência Técnica do Risco Não Biológico da CAP 5.1. Os assuntos abordados foram, feed back da ação trimestral anterior e uma prévia das novas ações para este trimestre (elaboração de mapa de risco C.F. Rômulo Carlos). O objetivo do evento foi, tirar dúvidas, apontar inconsistências do trabalho e uma prévia das novas ações. Responsável foram, Ney Jr e Renata Panza (FRNB/5.1); Cleomar e Robson Bueno – Gerência de Fatores de Risco Não Biológico (GFRNB/VIGIDESASTRES).

Reunião da Gerência de Fatores de Risco Não Biológico - VIGIDESASTRES - apontar inconsistências do trabalho e uma prévia das novas ações.
Reunião da Gerência de Fatores de Risco Não Biológico – VIGIDESASTRES

Vigidesastres é um programa instituído pela Portaria GM/MS Nº 4.185, de 1º de dezembro de 2022, sob a responsabilidade da Coordenação-Geral de Preparação para as Emergências em Saúde Pública, do Departamento de Emergências em Saúde Pública, vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, do Ministério da Saúde. Seu principal objetivo é desenvolver e implementar ações de vigilância em saúde voltadas para a gestão de riscos associados a emergências em saúde pública decorrentes de desastres.

Reunião da Gerência de Fatores de Risco Não Biológico - VIGIDESASTRES - apontar inconsistências do trabalho e uma prévia das novas ações.

A redução do risco de desastres é uma função essencial da saúde pública que deve integrar ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e reabilitação no planejamento. A atuação em desastres exige um enfoque abrangente, abordando tanto os danos quanto suas causas, com a participação ativa de todo o sistema de saúde. É crucial estabelecer uma colaboração intersetorial e interinstitucional para mitigar os impactos das emergências, sejam elas de origem natural ou tecnológica, e proteger a saúde em todas as suas dimensões.

 

Reunião da Gerência de Fatores de Risco Não Biológico - VIGIDESASTRES - apontar inconsistências do trabalho e uma prévia das novas ações.
Feed back da ação trimestral anterior e uma prévia das novas ações para este trimestre (elaboração de mapa de risco C.F. Rômulo Carlos).

No Sistema Único de Saúde (SUS), as ações de vigilância em saúde para a gestão de riscos de emergências devem focar na preparação, monitoramento, alerta, comunicação, resposta e reabilitação. Essas ações são fundamentais para garantir uma resposta eficaz e coordenada, minimizando os impactos na saúde pública e fortalecendo a resiliência das comunidades afetadas.

Reunião da Gerência de Fatores de Risco Não Biológico - VIGIDESASTRES - apontar inconsistências do trabalho e uma prévia das novas ações.
Responsável foram, Ney Jr e Renata Panza (FRNB/5.1); Cleomar e Robson Bueno – Gerência de Fatores de Risco Não Biológico (GFRNB/VIGIDESASTRES).

 

Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/resposta-a-emergencias/vigidesastres

Reunião de Equipe dos AVSs

Nesta manhã de 2 de maio de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião de equipe dos AVSs, participaram do encontro 7 profissionais da categoria, o objetivo do encontro foi, avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território. Responsável pelo encontro foi, Viviana Canuto Menezes – Supervisora da Vigilância Ambiental da área programática (AP) 5.1.

A saúde ambiental é uma área essencial da saúde pública, dedicada a estudar e reduzir os impactos que fatores ambientais, sejam eles naturais ou resultantes da atividade humana, têm sobre a saúde humana. Este campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e ações práticas, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas dentro de uma perspectiva sustentável.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Responsável pela equipe, Viviana Canuto Menezes – Supervisora da Vigilância Ambiental da área programática (AP) 5.1.

Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) é coordenada pelo Ministério da Saúde e pode ser definida como um conjunto de ações voltadas para identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que afetam a saúde humana.

O profissional de vigilância ambiental é responsável pelas atividades relacionadas no âmbito da área ambiental. Eles trabalham com o conhecimento e mapeamento de território, realizando atividades de cadastramento e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

O trabalho social é fundamental nas atividades do agente. Eles realizam o serviço educativo, levando informações aos cidadãos de como cuidar e tratar de sua própria residência.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

 

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Treinamento e Planejamento de Ações Arboviroses

Nesta data, 28 de abril de 2025, no auditório da OTICS Bangu, turno da tarde, tivemos o treinamento e planejamento das ações de arboviroses, participaram do encontro,  profissionais da Vigilância Ambiental, o público alvo foram os servidores, Agente de Vigilância em Saúde (AVS), os assuntos abordados foram as arboviroses. O objetivo do evento foi o planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses. O responsável do encontro foi, William Nunes Araújo, agente de vigilância em Saúde – CAP 5.1.
Treinamento e Planejamento de Ações Arboviroses, planejamento de ações para o plano de contingência para enfrentamento das arboviroses.
Equipe de Profissionais – Agente de Vigilância em Saúde (AVS) – AP 5.1
A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

25/04 – Dia Mundial da Luta contra a Malária

25/04 – Dia Mundial da Luta contra a Malária

malária é uma doença infecciosa causada por um parasito do gênero Plasmodium, que é transmitido para humanos pela picada de fêmeas infectadas dos mosquitos Anopheles (mosquito-prego). Estes mosquitos são mais abundantes nos horários crepusculares, ao entardecer e ao amanhecer. Todavia, são encontrados picando durante todo o período noturno. Portanto, não é uma doença contagiosa, ou seja, uma pessoa doente não é capaz de transmitir malária diretamente a outra pessoa.

A malária também é conhecida como impaludismo, paludismo, febre palustre, febre intermitente, febre terçã benigna, febre terçã maligna, além de nomes populares como maleita, sezão, tremedeira, batedeira ou febre. Toda pessoa pode contrair a malária. Indivíduos que tiveram vários episódios de malária podem atingir um estado de imunidade parcial, apresentando poucos ou mesmo nenhum sintoma. Porém, uma imunidade esterilizante, que confere total proteção clínica, até hoje não foi observada. Caso não seja tratado adequadamente, o indivíduo pode ser fonte de infecção por meses ou anos, de acordo com a espécie parasitária.

25/04 - Dia Mundial da Luta contra a Malária. A malária é uma doença infecciosa causada por um parasito do gênero Plasmodium.
Fêmea do mosquito Anopheles (Mosquito-prego).
Fêmea do mosquito Anopheles (mosquito-prego)

No Brasil, a maioria dos casos de malária se concentram na região amazônica, composta pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Na região extra-amazônica, composta pelas demais unidades federativas, apesar das poucas notificações, a doença não pode ser negligenciada, pois a letalidade nesta região é maior que na região amazônica.

A malária é uma doença que tem cura e o tratamento é eficaz, simples e gratuito. Entretanto, a doença pode evoluir para suas formas graves se não for diagnosticada e tratada de forma oportuna e adequada.

Transmissão

A malária é transmitida através da picada da fêmea do mosquito do gênero Anopheles infectada por uma ou mais espécies de protozoário do gênero Plasmodium. O mosquito anofelino também é conhecido como carapanã, muriçoca, sovela, mosquito-prego e bicuda. Estes mosquitos são mais abundantes ao entardecer e ao amanhecer. Todavia, são encontrados picando durante todo o período noturno. Apenas as fêmeas de mosquitos do gênero Anopheles são capazes de transmitir a malária. A malária não pode ser transmitida pela água.

Os locais preferenciais escolhidos pelos mosquitos transmissores da malária para colocar seus ovos (criadouros) são coleções de água limpa, sombreada e de baixo fluxo, muito frequentes na Amazônia Brasileira. O ciclo se inicia quando o mosquito pica um indivíduo com malária sugando o sangue com parasitos (plasmódios). No mosquito, os plasmódios se desenvolvem e se multiplicam. O ciclo se completa quando estes mosquitos infectados picam um novo indivíduo, infectando a pessoa com os parasitos.

O Brasil registrou uma redução de 26,8% nos casos de malária entre janeiro e março de 2025 (25.473 casos), em comparação com o mesmo período de 2024 (34.807 casos). O número de óbitos também apresentou queda de 27% em 2024, com 43 mortes notificadas, frente às 63 registradas em 2023. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, apresentou os dados durante evento em alusão ao Dia Internacional de Luta contra a Malária, que é celebrado hoje, 25 de abril, na Academia Nacional de Medicina, no Rio de Janeiro.

 

OTICS Bangu levando informações de saúde para a população.

Reunião de Equipe dos AVSs

Nesta manhã de 25 de abril de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião de equipe dos AVSs, participaram do encontro 8 profissionais da categoria, o objetivo do encontro foi, avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território. Responsável pelo encontro foi, Viviana Canuto Menezes – Supervisora da Vigilância Ambiental da área programática (AP) 5.1.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Responsável pela equipe, Viviana Canuto Menezes – Supervisora da Vigilância Ambiental da área programática (AP) 5.1.

A saúde ambiental é uma área essencial da saúde pública, dedicada a estudar e reduzir os impactos que fatores ambientais, sejam eles naturais ou resultantes da atividade humana, têm sobre a saúde humana. Este campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e ações práticas, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas dentro de uma perspectiva sustentável.

Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) é coordenada pelo Ministério da Saúde e pode ser definida como um conjunto de ações voltadas para identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que afetam a saúde humana.

O profissional de vigilância ambiental é responsável pelas atividades relacionadas no âmbito da área ambiental. Eles trabalham com o conhecimento e mapeamento de território, realizando atividades de cadastramento e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território da AP 5.1.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

O trabalho social é fundamental nas atividades do agente. Eles realizam o serviço educativo, levando informações aos cidadãos de como cuidar e tratar de sua própria residência.

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

 

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Reunião de Equipe dos AVSs

Nesta manhã de 17 de abril de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião de equipe dos AVSs, participaram do encontro 6 profissionais da categoria, o objetivo do encontro foi, avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território. Responsável pelo encontro foi, Viviana Canuto Menezes – Supervisora da Vigilância Ambiental da área programática (AP) 5.1.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Reunião de Equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs).

A saúde ambiental é uma área essencial da saúde pública, dedicada a estudar e reduzir os impactos que fatores ambientais, sejam eles naturais ou resultantes da atividade humana, têm sobre a saúde humana. Este campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e ações práticas, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas dentro de uma perspectiva sustentável.

Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) é coordenada pelo Ministério da Saúde e pode ser definida como um conjunto de ações voltadas para identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que afetam a saúde humana.

O profissional de vigilância ambiental é responsável pelas atividades relacionadas no âmbito da área ambiental. Eles trabalham com o conhecimento e mapeamento de território, realizando atividades de cadastramento e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

O trabalho social é fundamental nas atividades do agente. Eles realizam o serviço educativo, levando informações aos cidadãos de como cuidar e tratar de sua própria residência.

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

 

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Preenchimento de Planilhas

Nesta manhã de 16 de abril de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, Cristiane Gonçalves – Agente de Vigilância em Saúde (AVS), no preenchimento de planilha. O objetivo foi inserir as ações de saúde que serão realizadas ao longo da próxima semana.

Preenchimento de planilhas com ações de saúde que serão realizadas no território da AP 5.1 pela Vigilância em Saúde.
Preenchimento de Planilhas com Ações de Saúde AP 5.1.

A saúde ambiental é uma área essencial da saúde pública, dedicada a estudar e reduzir os impactos que fatores ambientais, sejam eles naturais ou resultantes da atividade humana, têm sobre a saúde humana. Este campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e ações práticas, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas dentro de uma perspectiva sustentável.

Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) é coordenada pelo Ministério da Saúde e pode ser definida como um conjunto de ações voltadas para identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que afetam a saúde humana.

O profissional de vigilância ambiental é responsável pelas atividades relacionadas no âmbito da área ambiental. Eles trabalham com o conhecimento e mapeamento de território, realizando atividades de cadastramento e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

O trabalho social é fundamental nas atividades do agente. Eles realizam o serviço educativo, levando informações aos cidadãos de como cuidar e tratar de sua própria residência.

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

 

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Capacitação Febre do OROPOUCHE

 

Neste dia, 14 de abril de 2025, no auditório da OTICS Bangu, ocorreu a Capacitação em Investigação Entomológica, “Febre do OROPOUCHE”. O público alvo foram, os Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) da AP 5.1, participaram do evento 31 profissionais da categoria. A finalidade do evento foi capacitar os Agentes de Vigilância em Saúde (AVS), na caracterização do ambiente do local provável de infecção (LPI), como também apresentar as técnicas de coleta do vetor da febre “Oropouche”. Os assuntos abordados foram, competência teórica e prática sobre o vetor da Febre Oropouche, sua origem, técnica de investigação entomológica, objetivando a coleta de alado de C. Paraensis. O Culicoides paraensis é um inseto pequeno, popularmente conhecido como maruim, mosquito-pólvora ou polvinha. É o principal vetor da febre do Oropouche, uma doença viral transmitida por artrópodes. O responsável pela capacitação foi Myro Fonseca da Silva – Auxiliar de Controle de Vetores e Pragas – AP 5.1.

O Oropouche é uma doença causada por um arbovírus (vírus transmitido por artrópodes) do gênero Orthobunyavirus, da família Peribunyaviridae.
Capacitação dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVS), na caracterização do ambiente do local provável de infecção (LPI).

Oropouche é uma doença causada por um arbovírus (vírus transmitido por artrópodes) do gênero Orthobunyavirus, da família Peribunyaviridae. O Orthobunyavirus oropoucheense (OROV) foi isolado pela primeira vez no Brasil em 1960, a partir de amostra de sangue de uma bicho-preguiça (Bradypus tridactylus) capturada durante a construção da rodovia Belém-Brasília. Desde então, casos isolados e surtos foram relatados no Brasil, principalmente nos estados da região Amazônica. Também já foram relatados casos e surtos em outros países das Américas Central e do Sul.

O Oropouche é uma doença causada por um arbovírus (vírus transmitido por artrópodes) do gênero Orthobunyavirus, da família Peribunyaviridae.
Responsável palestrante – Myro Fonseca da Silva – Auxiliar de Controle de Vetores e Pragas – AP 5.1.

A transmissão do Oropouche é feita principalmente pelo inseto conhecido como Culicoides paraensis (maruim). Depois de picar uma pessoa ou animal infectado, o vírus permanece no inseto por alguns dias. Quando o inseto pica uma pessoa saudável, pode transmitir o vírus.

Existem dois tipos de ciclos de transmissão da doença:

  • Ciclo Silvestre:
    No ciclo silvestre, bichos-preguiça e primatas não-humanos (e possivelmente aves silvestres e roedores) atuam como hospedeiros. Há registros de isolamento do OROV em algumas espécies de insetos, como Coquillettidia venezuelensis e Aedes serratus. No entanto, o vetor primário é o Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora.
  • Ciclo Urbano:
    Nesse ciclo, os humanos são os principais hospedeiros do vírus. O inseto Culicoides paraensis também é o vetor principal. O inseto Culex quinquefasciatus, comumente encontrado em ambientes urbanos, pode ocasionalmente transmitir o vírus também.
O Oropouche é uma doença causada por um arbovírus (vírus transmitido por artrópodes) do gênero Orthobunyavirus, da família Peribunyaviridae.
Capacitação Febre Oropouche, publico alvo, Agente de Vigilância em Saúde AP 5.1.

Sintomas

Os sintomas são parecidos com os da dengue: dor de cabeça intensa, dor muscular, náusea e diarreia. Nesse sentido, é importante que profissionais da área de vigilância em saúde sejam capazes de diferenciar essas doenças por meio de aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais e orientar as ações de prevenção e controle.
O Oropouche é uma doença causada por um arbovírus (vírus transmitido por artrópodes) do gênero Orthobunyavirus, da família Peribunyaviridae.
Vera Lúcia Apicella de Britto – Agente de Vigilância em Saúde (AVS) -AP 5.1, Analisando o mosquito alado.

Diagnóstico

O diagnóstico é clínico, epidemiológico e laboratorial. Todo caso com diagnóstico de infecção pelo OROV deve ser notificado. O Oropouche compõe a lista de doenças de notificação compulsória, classificada entre as doenças de notificação imediata, em função do potencial epidêmico e da alta capacidade de mutação, podendo se tornar uma ameaça à saúde pública.
O Oropouche é uma doença causada por um arbovírus (vírus transmitido por artrópodes) do gênero Orthobunyavirus, da família Peribunyaviridae.
O principal vetor da febre oropouche é o mosquito Culicoides paraensis, também conhecido como maruim ou mosquito-pólvora.

Tratamento

Importante: não existe tratamento específico. Os pacientes devem permanecer em repouso, com tratamento sintomático e acompanhamento médico.

 

Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/o/oropouche