Planejamento das Oficinas de Educação em Saúde

Nesta manhã do dia 20 de março de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, William Nunes Araújo e Kelson Sales – Técnicos de Vigilância em Saúde da CAP 5.1, se reuniram para o planejamento das oficinas de educação em saúde. O assunto abordado foi a metodologia das atividades de educação em saúde, com a proposta de traçar um plano de ações, no apoio técnico aos profissionais da atenção básica. O público alvo são os profissionais das unidades de Atenção Primária da AP 5.1, onde a Equipe Técnica do Programa Saúde na Escola (PSE), atuam junto às unidades de saúde, capacitando e qualificando os profissionais para o desenvolvimento de atividades de educação em saúde com olhar lúdico-pedagógico, a serem desenvolvidas nas unidades escolares dá, 8° CRE. Esse trabalho é coordenado por Lúcia Regina – Apoio Técnico de Reabilitação do DAPS – CAP 5.1.
Planejamento de oficinas de educação em saúde, identificação de problemas, definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação.
William Nunes Araújo e Kelson Sales  – Técnicos de Vigilância em Saúde da CAP 5.1
O planejamento de oficinas de educação em saúde envolve a identificação de problemas, a definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação. As etapas do planejamento foca, identificar os problemas de saúde da população; priorizar os problemas; definir os objetivos a serem alcançados; criar propostas de intervenção e elaborar estratégias de ação. As propostas das oficinas  são, desenvolver métodos e processos de educação em saúde; promover o acesso e a apropriação do conhecimento em saúde; produzir materiais de apoio à prática educativa e estimular e valorizar os canais de comunicação.
Ações educativas em saúde Campanhas de conscientização, Palestras sobre higiene, Orientações médicas para cuidadores, Orientações de boas práticas para pacientes, Indicação de hábitos saudáveis. O planejamento é um instrumento importante para a execução das ações educativas, pois possibilita um maior impacto nos indicadores de saúde da população. 
Planejamento de oficinas de educação em saúde, identificação de problemas, definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação.
Planejamento de oficinas de educação em saúde, identificação de problemas, definição de objetivos, e a criação de estratégias de ação.

O Programa Saúde na Escola (PSE), política intersetorial da Saúde e da Educação, foi instituído em 2007 pelo Decreto Presidencial nº 6.286, de 5 de dezembro de 2007. As políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira se unem para promover saúde e educação integral. A intersetorialidade das redes públicas de saúde e de educação e das demais redes sociais para o desenvolvimento das ações do PSE implica mais do que ofertas de serviços num mesmo território, pois deve propiciar a sustentabilidade das ações a partir da conformação de redes de corresponsabilidade. A articulação entre Escola e Atenção Primária à Saúde é a base do Programa Saúde na Escola. O PSE é uma estratégia de integração da saúde e educação para o desenvolvimento da cidadania e da qualificação das políticas públicas brasileiras.

 

Programa Saúde na Escola (PSE)

Vigilância em Saúde

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Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência – 01 a 08/02

 

Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência, prevenção que contribuam para a redução da incidência da gravidez na adolescência.

 

A Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência foi instituída pela Lei nº 13.798/2019 que inseriu um artigo ao Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990) prevendo a realização de uma campanha anual, no período de 01 a 08 de fevereiro, com o objetivo de disseminar informações sobre medidas preventivas e educativas que contribuam para a redução da incidência da gravidez na adolescência.

Cerca de 380 mil partos em 2020 foram de mães com até 19 anos de idade, o que corresponde a 14% de todos os nascimentos no Brasil. Em 2019 essa proporção era de 14,7% e 15,5% em 2018. Os números são do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos, do Ministério da Saúde, e foram compilados no projeto “Gravidez e Maternidade na adolescência – um estudo da coorte de 100 milhões de brasileiros”, desenvolvido por uma equipe de profissionais do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para a Saúde (CIDACS-Fiocruz Bahia).

Dados também elaborados pelo CIDACS apontam que entre os nascidos vivos de mães adolescentes, em 2020, a maior concentração está nas regiões Norte (21,3%) e Nordeste (16,9%), seguido por Centro-Oeste (13,5%), Sudeste (11%) e Sul (10,5%).

Na pesquisa, a questão da raça também é salientada. Em 2020, do total de nascidos vivos de mães indígenas, 28,2% foram de mães adolescentes. Entre todas as mulheres pardas que se tornaram mães, 16,7% dos bebês nasceram de adolescentes, e entre os partos de mulheres pretas, 13% foram de mães adolescentes. Já entre os nascidos de mães brancas, 9,2% eram mães adolescentes. Diante dos dados disponíveis, o CIDACS aponta que a maternidade na adolescência deve ser encarada a partir de uma perspectiva de saúde coletiva, com olhar atento às desigualdades e seu impacto na saúde adolescente.

Apesar de um movimento de redução nos últimos anos, as taxas de maternidade na adolescência ainda são elevadas no Brasil, mesmo se comparado a outros países da América do Sul, é o que afirma a Professora de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA) doutora em Saúde Pública e coordenadora do estudo, Dandara Ramos. Se no Brasil essa proporção está em 14%, como mencionado anteriormente, em países como Peru e Costa Rica registraram-se 11%, enquanto Argentina e Uruguai tiveram taxas de 10% e Chile de 5%, segundo dados do escritório da Agência das Nações Unidas para a Saúde Sexual e Reprodutiva para América Latina e Caribe (UNFPA), colhidos de dados oficiais destes países. Outras nações da região que registraram altas taxas de maternidade na adolescência em 2020 são Paraguai (15%), Equador (18%) e Colômbia (18%).

“A gravidez na adolescência atinge todas as classes sociais, atinge meninas de baixa renda e atinge meninas brancas de alta renda. Contudo, ela apresenta marcadores de desigualdade de geração, de raça, de classe muito específicos, sendo mais frequente justamente nos grupos de maior vulnerabilidade social”, pontuou a doutora em Saúde Pública, Dandara Ramos, durante uma palestra realizada no primeiro encontro presencial da Sala de Situação sobre Violência Baseada em Gênero, realizada em agosto, na cidade de Salvador.

As meninas e adolescentes pobres sentem o peso da estrutura social que se apresenta com a chegada da maternidade. “Depois que se torna mãe, perdem-se direitos: a adolescente não tem mais direito a estudar, a sonhar com uma carreira, a entrar no mundo do trabalho. Esse percurso de sonhos, de formação, de desenvolvimento, é interrompido pela maternidade”, aponta Dandara Ramos.

Diversos fatores concorrem para a gestação na adolescência. No entanto, a desinformação sobre sexualidade e direitos sexuais e reprodutivos é o principal motivo. Questões emocionais, psicossociais e contextuais também contribuem, inclusive para a falta de acesso à proteção social e ao sistema de saúde, englobando o uso inadequado de contraceptivos.

 

Fontes: https://bvsms.saude.gov.br/semana-nacional-de-prevencao-da-gravidez-na-adolescencia-01-a-08-02-2/

Semana Latino-Americana

 

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Acompanhe o calendário vacinal em https://saude.prefeitura.rio/vacinacao/

Relatórios Mensal e Trimestral RAP da Saúde

Neste dia, 27/12/2024, turnos manhã e tarde, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, segundo dia da elaboração dos relatórios, mensal e trimestral da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro, 2 apoiadores do RAP, 0 público alvo foram os adolescentes e jovens do RAP da saúde, o objetivo do evento foi a elaboração de relatório trimestral do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens. A responsável do encontro foi, Jaqueline Nascimento, apoiadora rap da saúde – Promoção da Saúde CAP 5.1.
Relatório Trimestral RAP da Saúde, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.
Relatórios Mensal e Trimestral RAP da Saúde.
O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Com o auxílio dos relatos de experiência dos jovens, vamos contar a trajetória do Rap da Saúde nos últimos três anos: os desafios encontrados até aqui e o que aprendemos no percurso.

Relatório Trimestral RAP da Saúde, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.
Jaqueline Nascimento e Elvis, apoiadores do Rap da Saúde – Promoção da Saúde CAP 5.1.

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Relatório Trimestral RAP da Saúde

Neste dia, 26/12/2024, turnos manhã e tarde, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, elaboração do relatório trimestral da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro, 2 apoiadores do RAP, 0 público alvo foram os adolescentes e jovens do RAP da saúde, o objetivo do evento foi a elaboração de relatório trimestral do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens. A responsável do encontro foi, Jaqueline Nascimento, apoiadora rap da saúde – Promoção da Saúde CAP 5.1.
Relatório Trimestral RAP da Saúde, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.
Relatório Trimestral RAP da Saúde.
O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Com o auxílio dos relatos de experiência dos jovens, vamos contar a trajetória do Rap da Saúde nos últimos três anos: os desafios encontrados até aqui e o que aprendemos no percurso.

Relatório Trimestral RAP da Saúde, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.
Jaqueline Nascimento e Elvis, apoiadores do Rap da Saúde – Promoção da Saúde CAP 5.1.

 

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Relatório Trimestral RAP da Saúde

Neste dia, 13/12/2024, turnos manhã e tarde, no laboratório de informática da OTICS Bangu, segundo dia da elaboração do relatório trimestral da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro, 2 jovens do RAP, 0 público alvo foram os adolescentes e jovens do RAP da saúde, o objetivo do evento foi a elaboração de relatório trimestral do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens. A responsável do encontro foi, Jaqueline Nascimento, apoiadora rap da saúde – Promoção da Saúde CAP 5.1.
Relatório Trimestral RAP da Saúde, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.
Elaboração do relatório trimestral RAP da Saúde.
O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Com o auxílio dos relatos de experiência dos jovens, vamos contar a trajetória do Rap da Saúde nos últimos três anos: os desafios encontrados até aqui e o que aprendemos no percurso.

 

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Relatório Trimestral RAP da Saúde

Neste dia, 12/12/2024, turnos manhã e tarde, no laboratório de informática da OTICS Bangu, tivemos a elaboração do relatório trimestral da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro, 20 jovens do RAP, 0 público alvo foram os adolescentes e jovens do RAP da saúde, o objetivo do evento foi a elaboração de relatório trimestral do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens. A responsável do encontro foi, Jaqueline Nascimento, apoiadora rap da saúde – Promoção da Saúde CAP 5.1.
Relatório Trimestral RAP da Saúde, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.
Relatório Trimestral RAP da Saúde.
O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

Relatório Trimestral RAP da Saúde, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.
Jovens do RAP da Saúde.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Com o auxílio dos relatos de experiência dos jovens, vamos contar a trajetória do Rap da Saúde nos últimos três anos: os desafios encontrados até aqui e o que aprendemos no percurso.

 

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

NOVEMBRO AZUL

As ações do Novembro Azul, desenvolvidas pela Coordenação de Atenção à Saúde do Homem do Ministério da Saúde, constituem uma oportunidade para sensibilizar homens, gestores e profissionais de saúde sobre o autocuidado e cuidado integral da saúde, considerando os fatores socioculturais relacionados à masculinidade e ao adoecimento. Toda a estratégia de comunicação se baseia na promoção, proteção e prevenção para saúde integral da população masculina.

Assim, o mês de novembro ainda se destaca como um o mês de conscientização sobre os cuidados abrangentes com a saúde da população masculina. A Coordenação de Atenção à Saúde do Homem sugere aos gestores e profissionais da área a implementação de atividades voltadas para a saúde mental, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis, gerenciamento de doenças crônicas como diabetes e hipertensão, prevenção de violência e acidentes, além da promoção de hábitos saudáveis, como forma de aproximação e vinculação com os homens do território.

Além das ações desenvolvidas nos meses de agosto e novembro, a Coordenação de Atenção à Saúde do Homem promove, ao longo do ano, iniciativas para qualificação de trabalhadores e gestores da saúde, direcionadas à promoção da saúde, prevenção às doenças, prevenção de violências e acidentes. São oferecidos espaços de debate e reflexões por webconferências, webpalestras, conferências, seminários, simpósios, palestras, cursos, lives, rodas de conversa. São criados espaços de debate e reflexão, tanto presenciais quanto virtuais. A ideia é levar a agenda da saúde do homem para ambientes onde estes homens estão, e para locais onde discussões pertinentes acontecem, seja dentro do Ministério da Saúde, seja no âmbito interministerial ou intersetorial, mas especialmente com a sociedade civil e nos movimentos sociais.

Novembro Azul campanha do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional de Câncer (INCA) que visa conscientizar e prevenir o câncer de próstata.
Campanha do Novembro Azul.

O Brasil é o único país da América Latina com uma política de saúde específica para a população masculina: A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH). O objetivo da PNAISH é promover a melhoria das condições de saúde da população masculina brasileira, contribuindo, de modo efetivo, para a redução da morbidade e da mortalidade dessa população, abordando de maneira abrangente os fatores de risco e vulnerabilidades associados. Através da promoção do acesso a serviços de saúde abrangentes e ações preventivas, a política busca também reconhecer e respeitar as diversas manifestações de masculinidade. SAÚDE DO HOMEM

A OTICS Bangu sempre levando informações importantes para a saúde da população!

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-do-homem/novembro-azul

https://www.gov.br/inca/pt-br/acesso-a-informacao/institucional

ELABORAÇÃO RELATÓRIO TRIMESTRAL – RAP DA SAÚDE

Neste dia, 26/03/2024, turnos manhã e tarde, no laboratório de informática da OTICS Bangu, tivemos a elaboração do relatório trimestral da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro, 20 jovens do RAP, 0 público alvo foram os adolescentes e jovens do RAP da saúde, o objetivo do evento foi a elaboração de relatório trimestral do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens. A responsável do encontro foi, Jaqueline Nascimento, apoiadora rap da saúde – Promoção da Saúde CAP 5.1.
O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Com o auxílio dos relatos de experiência dos jovens, vamos contar a trajetória do Rap da Saúde nos últimos três anos: os desafios encontrados até aqui e o que aprendemos no percurso.

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

ATUALIZAÇÃO DE DADOS SINAN

Nesta data, 05/03/2024, na sala de tutoria da OTICS Bangu, Lidiane Nogueira da Silva – Enfermeira, Natani Santos e Sabrina, ambas, ADM do Polo da Dengue – Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho dando continuidade a atualização de dados mo Sistema de Informação de Agravos de Notificação – SINAN.

O Sistema de Informação de Agravos de Notificação – Sinan é alimentado, principalmente, pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória (Portaria de Consolidação nº 4, de 28 de Setembro de 2017, Anexo), mas é facultado a estados e municípios incluir outros problemas de saúde importantes em sua região, difilobotríase no município de São Paulo. Sua utilização efetiva permite a realização do diagnóstico dinâmico da ocorrência de um evento na população, podendo fornecer subsídios para explicações causais dos agravos de notificação compulsória, além de vir a indicar riscos aos quais as pessoas estão sujeitas, contribuindo assim, para a identificação da realidade epidemiológica de determinada área geográfica. O seu uso sistemático, de forma descentralizada, contribui para a democratização da informação, permitindo que todos os profissionais de saúde tenham acesso à informação e as tornem disponíveis para a comunidade. É, portanto, um instrumento relevante para auxiliar o planejamento da saúde, definir prioridades de intervenção, além de permitir que seja avaliado o impacto das intervenções.

O Sistema de Informação de Agravos de Notificação online (Sinan Online) tem por objetivo a inserção e disseminação dos dados de agravos de notificação compulsória nas três esferas de governo em tempo real fornecendo dados de forma rápida e íntegra para análise e tomada de decisões. O sistema tem por atribuições a coleta, a transmissão e a disseminação de dados gerados rotineiramente fornecendo informações para análise do perfil da morbidade da população.

O sistema foi desenvolvido para trabalhar em conjunto com o Sinan Net, enquanto todos os agravos não estiverem disponíveis na versão online. O sistema permite, ainda, a exportação de dados, em formato DBASE, para tabulação de dados em outros softwares de domínio público.

Saiba mais, clicando aqui: http://tabnet.rio.rj.gov.br/tabnet/index_sinan.php

https://portalsinan.saude.gov.br/

https://portalsinan.saude.gov.br/sinan-dengue-chikungunya

TREINAMENTO APLICAÇÃO CANETA INSULINA

Ocorreu nesta terça, 15/08, no auditório da OTICS Bangu, turno da tarde, o treinamento de aplicação da caneta insulina. O público-alvo da atividade foram os farmacêuticos da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP). O objetivo do treinamento foi capacitar os profissionais para a multiplicação da técnica da aplicação para os responsáveis cuidadores e os próprios pacientes. A responsável pelo evento foi Adriana Sursin – Farmacêutica da AP 5.1.

 

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/gestao-do-sus/articulacao-interfederativa/cit/pautas-de-reunioes-e-resumos/2021/fevereiro/2-3-apresentacao_cit_caneta_insulina_25-02-2021.pdf/view