REUNIÃO CAPS LIMA BARRETO

Hoje 13/07/2022, na Sala de Reunião da OTICS BANGU, turno da tarde, reunião com os profissionais do CAPs Lima Barreto, participaram do encontro 6 profissionais da saúde mental, líder da reunião: Raiza Oliveira.
TEMA: Reunião 5RT -POP financeiro.

 

ENTENDENDO DIABETES E HIPERTENSÃO ARTERIAL

Hoje 20/06/2022, no Auditório da OTICS Bangu, turno da manhã encontro de prevenção  com o tema: Entendendo a Diabetes e Hipertensão Arterial, para os pacientes do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho; participaram da ação 5 pacientes; responsável  palestrante: Elaine da Silva – Enfermeira da ESF.

No Brasil, as doenças cardiovasculares, o câncer, as causas externas e o diabetes representam 55,2% do total de causas de óbito, sendo que as doenças cardiovasculares respondem por 31% do total de mortes. Os Programas de Hipertensão Arterial e de Diabetes Mellitus da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, criados em 1987, estão implantados em todas as unidades de atenção primária (abrir como link indo para www.rio.rj.gov.br/web/sms/onde-ser-atendido), distribuídas pelos bairros da cidade em 10 áreas programáticas.

Com a expansão da Estratégia de Saúde da Família (ESF), cada vez mais a população tem acesso ao atendimento na Atenção Primária, o que consequentemente aumenta a captação de pessoas com hipertensão e diabetes que necessitam de cuidado e abordagem diferenciada. A detecção precoce e o acompanhamento adequado das doenças cardiovasculares na Atenção Primária podem reduzir significativamente a mortalidade e melhorar o prognóstico e a qualidade de vida dos pacientes. É importante ressaltar que atuar em doenças crônicas inclui uma discussão com a população sobre mudanças no estilo de vida: hábitos alimentares saudáveis, prática de atividade física, controle do peso e do tabagismo.

Saiba mais, acessando o link: http://www.rio.rj.gov.br/web/sms/exibeconteudo?id=4447174

GRUPO DE DIABETES CMS MGSF

Hoje 15/06/2022, tivemos no CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho , o Grupo de Diabetes, participaram do encontro 14 pacientes. Profissionais de saúde responsáveis pela palestra:  Angélica Rocha – médica do CMS Manoel Guilherme, Liviane Bueno – Dentista, Karine Cibele – Farmacêutica, Raquel Pralon – ACS e Cristiane Martins – Farmacêutica.

Objetivo: Hiperdia, Saúde Bucal, avaliação; Assistência Farmacêutica “Uso Racional”; Apresentação do novo aparelho Glicosímetro e Avaliação dos pés.

A classificação do diabetes mellitus (DM) permite o tratamento adequado e a definição de estratégias de rastreamento de comorbidades e complicações crônicas.12 A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) recomenda a classificação baseada na etiopatogenia do diabetes, que compreende o diabetes tipo 1 (DM1), o diabetes tipo 2 (DM2), o diabetes gestacional (DMG) e os outros tipos de diabetes (Quadro 1)2. Outras classificações têm sido propostas, incluindo classificação em  subtipos de DM levando em conta características clínicas como o momento do início do diabetes, a história familiar, a função residual das células beta, os índices de resistência à insulina, o risco de complicações crônicas, o grau de obesidade, a presença de autoanticorpos e eventuais características sindrômicas.3,4 

 

Saiba mais, acessando o link: https://diretriz.diabetes.org.br/classificacao-do-diabetes/

OFICINA DE EVENTOS ADVERSOS PÓS VACIANAIS

Hoje 08/06/2022, turno da tarde, no auditório da OTICS Bangu, tivemos  a Oficina de atualização de EAPV: Fluxo de Notificação de EAPV e EI e acesso ao E-SUS Notifica. Público alvo: profissionais enfermeiros da Atenção Básica das unidades de saúde da AP 5.1.

Responsáveis pelo evento: Diretora da DVS – Isabela santos; Enf° da DVS – Felipe Miranda e Rafaela Pereira.

Saúde Pública Carioca.

Objetivo do Evento: Oficina de condutas técnicas e rotinas para Eventos Adversos Pós Vacinais.

Evento adverso pós vacinação (EAPV) é qualquer ocorrência médica indesejada após a vacinação, não possuindo necessariamente uma relação causal com o uso de uma vacina ou outro imunobiológico (imunoglobulinas e soros heterólogos).

A vacinação é uma das ações mais efetivas para proteger o indivíduo e a população contra doenças imunopreveníveis. Vacinas são produtos seguros e eficazes, porém, como qualquer outro medicamento, podem causar eventos adversos, que ganham maior visibilidade na medida em que as doenças são controladas, eliminadas ou erradicadas. Este trabalho analisou as ações de vigilância de eventos adversos pós-vacinação (EAPV) com base em dados da literatura científica e sites de programas de imunizações, agências reguladoras e de saúde, além da expertise dos autores nas áreas de imunizações e farmacovigilância. Com o aumento do número de vacinas no calendário básico e a ampliação do acesso da população, tornou-se fundamental o estabelecimento de um sistema eficiente de vigilância de EAPV no Brasil. Entretanto, a subnotificação de casos no Brasil e em outros países dificulta a detecção de EAPV, principalmente os raros. Informações sempre atualizadas sobre o benefício/risco das vacinas permitem que programas de imunizações deem respostas rápidas e claras aos rumores de EAPV. Isso garante a confiabilidade no sistema, ainda mais diante do crescente movimento antivacinista e a influência cada vez maior das mídias sociais na opinião pública.

Saiba mais, acesse o link: https://www.scielosp.org/article/csp/2020.v36suppl2/e00182019/

GRUPO DE DIABETES

Hoje 08/06/2022, tivemos no CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho , o Grupo de Diabetes, participaram do encontro 14 pacientes. Profissionais de saúde responsáveis pela palestra: Médica Angélica Rocha, Fisioterapeuta Ana Bottino e Dentista Liviane.

A classificação do diabetes mellitus (DM) permite o tratamento adequado e a definição de estratégias de rastreamento de comorbidades e complicações crônicas.12 A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) recomenda a classificação baseada na etiopatogenia do diabetes, que compreende o diabetes tipo 1 (DM1), o diabetes tipo 2 (DM2), o diabetes gestacional (DMG) e os outros tipos de diabetes (Quadro 1)2. Outras classificações têm sido propostas, incluindo classificação em  subtipos de DM levando em conta características clínicas como o momento do início do diabetes, a história familiar, a função residual das células beta, os índices de resistência à insulina, o risco de complicações crônicas, o grau de obesidade, a presença de autoanticorpos e eventuais características sindrômicas.3,4 

Saiba mais, acessando o link: https://diretriz.diabetes.org.br/classificacao-do-diabetes/

Semana da Enfermagem CAP 5.1 – UCB

Hoje, dia 13 de maio de 2022, de 09 às 17h; no Auditório da Universidade Castelo Branco; Endereço: Av. de Santa Cruz – Realengo, 1631, foi tivemos a Semana da Enfermagem CAP 5.1. Público-alvo: Enfermeiros; Técnicos de Enfermagem; Gerentes e Diretores de Unidades.

PROGRAMAÇÃO MANHÃ

9:00h – Mesa de Abertura

  • Raphael Costa – Enfermeiro e Coordenador Geral (CAP 5.1/SMSRJ);
  • Aline Gonçalves – Enfermeira (SAP/SMSRJ).

9:15h – Desafios da Responsabilidade Técnica de Enfermagem em uma Área Programática.

  • Vanessa Henriques – RT de Enfermagem (CAP 5.1);

9:30h – O Papel da Coordenação Técnica da OSS frente à um Contrato de Gestão;

  • Lyz Miranda – Enfermeira (GNOSIS).

9:45h – Responsabilidade Técnica e a Implementação da Sistematização da Assistência de Enfermagem na APS.

  • Lucélia Santos – RT de Enfermagem (SUBPAV).

10:30h – Formar na/para Atenção Primária à Saúde: Os desafios da formação em serviço.

  • Jacqueline Carvalho – Enfermeira e Coordenadora (PREFC).

11:30h – A importância da Enfermagem no Atendimento às condições especiais em Imunização.

  • Marilda Brasil – Enfermeira (CRIE).

PROGRAMAÇÃO TARDE

13:30h – Experiências Exitosas na AP 5.1.

13:30h – Atuação do Enfermeiro no acolhimento pai/mãe/bebê em domicílio.

  • Luciana Simões – Enfermeira e Gerente (CF Nildo Eymar de Almeida Aguiar).

14:00h – Atuação do Enfermeiro no acompanhamento do paciente com sofrimento psíquico.

  • Deborah Laiun – Enfermeira (CF Cristiani Vieira Pinho) & Raphael Rebello – Enfermeiro (CAPS II Neusa Santos Souza).

14:30h – Atuação do Enfermeiro no enfrentamento a Tuberculose na população em situação de rua.

  • Luciana Duarte – Enfermeira (CNAR/CF Faim Pedro).

15:00h – Atuação do Enfermeiro no cuidado e manejo das feridas crônicas.

  • GesianeTrivino – Enfermeira (DAPS/CAP 5.1).

15:30h – Atuação do Enfermeiro nas Equipes de Atenção Primária Prisional.

  • Michelle Fonseca – Enfermeira (PNAISP).

16:00h – Momento das Homenagens.

17:00h – Encerramento.

9:00h – Mesa de Abertura
9:15h – Desafios da Responsabilidade Técnica de Enfermagem em uma Área Programática.
9:30h – O Papel da Coordenação Técnica da OSS frente à um Contrato de Gestão.
9:45h – Responsabilidade Técnica e a Implementação da Sistematização da Assistência de Enfermagem na APS.
10:30h – Formar na/para Atenção Primária à Saúde: Os desafios da formação em serviço.
11:30h – A importância da Enfermagem no Atendimento às condições especiais em Imunização.

Todos os palestrantes da parte da manhã. Da esquerda pra direita Lucelia Santos, Aline Gonçalves, Jaqueline Carvalho, Raphael Costa, Lyz Miranda, Marilda Brasil e Vanessa Henriques.

13:30h – Atuação do Enfermeiro no acolhimento pai/mãe/bebê em domicílio.

14:00h – Atuação do Enfermeiro no acompanhamento do paciente com sofrimento psíquico.

14:30h – Atuação do Enfermeiro no enfrentamento a Tuberculose na população em situação de rua.

15:00h – Atuação do Enfermeiro no cuidado e manejo das feridas crônicas.

15:30h – Atuação do Enfermeiro nas Equipes de Atenção Primária Prisional.

16:00h – Momento das Homenagens.

17:00h – Encerramento.

 

Parabéns aos profissionais de saúde da CAP 5.1, pelo empenho na realização do evento da “SEMANA DE ENFERMAGEM”.

 

 

 

 

 

 

REUNIÃO SOBRE O LIRAa – AVS

Hoje 29/04/2022, na sala de reunião da OTICS Bangu,  turno da tarde, equipe de profissionais de Vigilância em Saúde da AP 5.1 na estatística da semana do LIRAa.

Participaram da reunião, 08 profissionais da categoria.

Responsável da reunião: Nilson Rabelo.

TEMA: Reunião Operacional com os supervisores da Vigilância Ambiental 5.1.

O LIRAa é uma atividade que foi desenvolvida pelo Ministério da Saúde em 2002. Ela permite a identificação de áreas com maior proporção/ocorrência de focos, bem como dos criadouros predominantes, indicando o risco de transmissão de dengue, febre de chikungunya e zika vírus.

O objetivo do LIRAa é identificar as áreas da cidade com maior proporção/ocorrência de focos do mosquito e os criadouros predominantes.

O LIRAa (Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti) tem por objetivo mapear os criadouros do mosquito transmissor em diferentes regiões do município.

EQUIPE CARAVANA DA SAÚDE

Hoje 14/04/2022, na sala de reunião, profissionais da Equipe Caravana da Saúde.

A Equipe Caravana da Saúde da AP 5.1 com 6 profissionais, leva a prevenção de maneira lúdica com informação a população sobre a importância da prevenção da saúde. Objetivo da reunião: Sistematizar e avaliar as ações educativas, com finalização estatísticas, com elaboração de novas ações.

Objetivo do encontro de hoje: ensaio do teatro de fantoches como também atualização de planilhas, elaboração de relatórios e planejamento de ações. na AP 5.1.

O teatro de fantoches, de bonecos ou de marionetes é a expressão teatral que caracteriza as encenações realizadas, respectivamente, com fantoches, marionetes ou bonecos. É ainda mais autêntico aquele no qual seus elementos – palco, cenários, cortinas, entre outros – são estritamente criados para determinada representação.

 

 

 

 

REUNIÃO SEMANAL DE PRODUÇÃO

Hoje 18/03/2022, em nossa sala de reunião, fechamento do consolidado das ações de vigilância em saúde, produção e entrega de resultados.

Participaram da reunião 9 AVSs – Agente de Vigilância em Saúde.

Pauta da reunião: Arboviroses: Dengue, Zika, Chikungunha e febre amarela; pontos críticos nas Unidades de saúde; visitas domiciliares (para identificação de focos); ovitrampas(armadilhas).

Arboviroses são as doenças causadas pelos chamados arbovírus, que incluem o vírus da dengue, Zika vírus, febre chikungunya e febre amarela. A classificação “arbovírus” engloba todos aqueles transmitidos por artrópodes, ou seja, insetos e aracnídeos (como aranhas e carrapatos).

As ações de Vigilância em Saúde no mapeamentos das áreas, incluindo visitas domiciliares, é o processo contínuo e sistemático de coleta, consolidação, análise de dados e disseminação de informações sobre eventos relacionados à saúde, visando o planejamento e a implementação de medidas de saúde  pública, incluindo a regulação, intervenção e atuação em condicionantes das problematizações.

 

REUNIÃO DE RTs

Hoje 17/03/2022, no auditório da OTICS Bangu, reunião com os RTs ( Responsável Técnico) das Unidades de Saúde da AP 5.1.

Participaram da reunião, 40 profissionais de saúde.

Responsável:  Isabela – Diretora da DVS – Divisão de Vigilância em Saúde (CAP 5.1).

O objetivo foi a capacitação sobre Arboviroses/Ovitrampas e estatísticas de 2022 no Rio de Janeiro.

Arboviroses são doenças virais transmitidas por artrópodes (sejam eles insetos ou aracnídeos), como zika, dengue, chikungunya e febre amarela.

No Brasil, os arbovírus de maior circulação com importância epidemiológica na atualidade são Dengue, Zika e Chikungunya. Os arbovírus compreendem um conjunto de vírus que se replicam em artrópodes e podem ser transmitidos à hospedeiros vertebrados.

As técnicas mais tradicionais de combate aos focos são fundamentais: evitar o armazenamento de água parada, limpar calhas e caixas d’água com frequência, evitar acúmulo de lixo e colocar areia nos pratos e vasos de flores. No entanto, existem também as ovitrampas, armadilhas que ajudam a evitar a proliferação de novos mosquitos.

As ovitrampas simulam o ambiente perfeito para a procriação do Aedes aegypti: um vaso de planta preto é preenchido com água, que fica parada, atraindo o mosquito. Nele, os pesquisadores inserem uma palheta de madeira, que facilita que a fêmea do Aedes coloque ovos. Dentro do recipiente, é colocada uma substância larvicida. Dessa forma, os vigilantes conseguem observar de maneira mais rápida e eficiente a quantidade de mosquitos naquela região e aceleram as ações de combate, sem que o inseto se desenvolva.

 

Saiba mais: http://www.rio.rj.gov.br/web/sms/exibeConteudo?id=6525201