Reunião Técnica do Cerest Zona Oeste

OTICS Bangu recebe Oficina para Pontos Focais em Saúde do Trabalhador

Na manhã desta quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, o Laboratório de Informática (Lab Info) da OTICS Bangu sediou a Oficina para os Pontos Focais em Saúde do Trabalhador. A atividade reuniu aproximadamente oito participantes, com o objetivo de fortalecer as ações de Vigilância em Saúde do Trabalhador no território. A oficina teve como tema central a notificação de acidentes de trabalho e de doenças relacionadas ao trabalho, abordando fluxos, responsabilidades e a importância do registro qualificado para o monitoramento dos agravos e a formulação de estratégias de prevenção. A atividade foi ministrada por Lúcia Regina, do DAPS – CAP 5.1, e contou com a participação e o apoio de Simone Leite, Supervisora do Cerest Zona Oeste – AVS/CAP 5.1, representantes da CAP 4.0 e CAP 5.2 ,reforçando o alinhamento técnico e a integração entre os pontos focais e a vigilância em saúde do trabalhador. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu e das instâncias gestoras com a qualificação contínua dos profissionais, o aprimoramento das informações em saúde e o fortalecimento da rede de cuidado em saúde do trabalhador, contribuindo para ações mais eficazes de promoção, prevenção e proteção à saúde dos trabalhadores.

A Saúde do Trabalhador é uma área estratégica da saúde pública e parte integrante do campo da Saúde Coletiva, com foco na promoção da saúde e na prevenção de agravos relacionados às condições de trabalho. Reconhecendo o trabalho como determinante social da saúde, essa área busca assegurar a atenção integral à saúde da população trabalhadora em seus diversos contextos.

Por meio de ações integradas de Vigilância em Saúde, com destaque para a Vigilância Epidemiológica, o Sistema Único de Saúde (SUS) atua na identificação, monitoramento e enfrentamento de riscos e agravos à saúde decorrentes dos ambientes, processos e relações de trabalho, em todo o território nacional.

Fundamentada nos princípios da universalidade, integralidade, equidade, intersetorialidade e participação social, a política de Saúde do Trabalhador reafirma o direito de todos os trabalhadores e trabalhadoras à saúde, independentemente da natureza do vínculo empregatício ou da formalidade da ocupação.

Nesse sentido, as políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador devem promover ambientes de trabalho seguros, saudáveis e humanizados, bem como contribuir para a prevenção de doenças e agravos, a promoção do bem-estar físico, mental e social, e a garantia da dignidade no trabalho.

 

Fontes e referências:

Reunião da Vigilância Ambiental – AP 5.1

Reunião da Vigilância Ambiental discute alinhamento de demandas e soluções de RH na OTICS Bangu

Na manhã de quarta-feira, 22 de janeiro de 2026, foi realizada, na Sala de Tutoria da OTICS Bangu, a reunião do Supervisor da Vigilância Ambiental. O encontro teve como público-alvo os Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) e contou com a participação de 4 profissionais da categoria. A reunião teve como objetivo o alinhamento das demandas de trabalho relacionadas ao almoxarifado, bem como a discussão de soluções na área de Recursos Humanos (RH), visando aprimorar a organização dos processos de trabalho e fortalecer o suporte às equipes. O encontro foi conduzido pelo Supervisor da Vigilância Ambiental, Jorge Fortes, que destacou a importância do diálogo contínuo e do planejamento conjunto para garantir melhores condições de trabalho e maior eficiência nas ações desenvolvidas pela Vigilância Ambiental.

Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro atua fortemente na área de Vigilância em Saúde, colocando em prática um conjunto articulado de ações destinadas a controlar determinantes, riscos e danos à saúde de populações que vivem em determinados territórios. Esse trabalho é feito sob a ótica da integralidade do cuidado, o que inclui tanto a abordagem individual como a coletiva dos problemas de saúde (Portaria Ministerial nº 3.252, de 22 de dezembro de 2009). De forma mais objetiva, pode-se dizer que sua atuação abrange as ações de vigilância, prevenção e controle de doenças e agravos à saúde, constituindo espaço articulado de conhecimentos e técnicas. Os principais desafios desse trabalho são a definição de responsabilidades e a consolidação de redes de atenção à saúde; a compatibilização de territórios; e a eleição de prioridades, utilizando metodologias e ferramentas da vigilância epidemiológica.

 

Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/

Curso IUBAAM – 1º Dia – AP 5.1

 

Curso IUBAAM fortalece a promoção do aleitamento materno na Atenção Primária à Saúde

A Iniciativa Unidade Básica Amiga da Amamentação (IUBAAM) é um programa brasileiro estratégico voltado ao fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), com foco na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. A iniciativa tem como objetivo qualificar os serviços de saúde por meio da capacitação dos profissionais, garantindo um atendimento humanizado, acolhedor e baseado em evidências científicas, contribuindo diretamente para a melhoria dos indicadores de saúde materno-infantil. Com esse propósito, teve início nesta terça-feira, 21 de janeiro, na OTICS Bangu, o Curso IUBAAM, que será realizado nos dias 21, 22, 28 e 29 de janeiro de 2026, das 8h às 17h. A formação reúne profissionais da rede de saúde com o intuito de fortalecer as práticas de cuidado voltadas às gestantes, puérperas, lactantes e suas famílias no território da Área Programática 5.1.

Palestrante Daniela Gouveia Vieira Rocha – nutricionista da eMulti da CF Antônio Gonçalves – AP 5.1.

O curso está sendo ministrado por Daniela Gouveia Vieira Rocha – nutricionista da eMulti da CF Antônio Gonçalves; Adelaide Mercês – enfermeira apoio técnico de reabilitação do DAPS; Luciene Cinti – fonoaudióloga da eMulti da CF Maria Jose – AP 5.1, profissionais com experiência na área de saúde materno-infantil e na qualificação da Atenção Primária. A capacitação aborda os princípios do IUBAAM, com ênfase na implementação dos “Dez Passos para o Sucesso da Amamentação”, diretriz reconhecida nacional e internacionalmente.

Primeiro dia 21/01/2026

I: Apresentando a IUBAAM

Apresentação dos participantes e contrato de convivência; Apresentação do processo pedagógico e pré-teste; sessão 1 – Situação da amamentação, recomendações atuais e políticas nacionais; sessão 2 – Vantagens da amamentação; sessão 3 – O papel das unidades básicas de saúde na promoção, proteção e apoio…; sessão 7 – Anatomia da mama/fisiologia da Lactação/ pega e posição; sessão 8 – Ordenha, oferta do leite em copinho, translactação e relactação – doação de leite.

II: O Manejo da Amamentação e o Processo de Parentalidade

Sessão 4 – Dez Passos para o Sucesso da Amamentação da IUBAAM; sessão 5 – Visão holística da mulher; sessão 12 – Preparando a mulher durante a gravidez para a amamentação; sessão 9 – Problemas precoces e tardios da mama; sessão 11 – Parentalidade, fragilidade psíquica e amamentação.

Palestrante Adelaide Mercês – enfermeira apoio técnico de reabilitação do DAPS – CAP 5.1.

Entre os conteúdos trabalhados estão a importância de uma política institucional escrita sobre amamentação, a capacitação contínua das equipes multiprofissionais, a orientação adequada às gestantes sobre os benefícios do aleitamento materno, o apoio ao início precoce da amamentação e à manutenção da lactação, mesmo em situações de separação mãe-bebê. Também são discutidas práticas fundamentais como o não uso de fórmulas infantis, bicos e chupetas, o estímulo à amamentação em livre demanda e a criação de grupos de apoio à amamentação nas unidades de saúde.

As unidades que aderem ao IUBAAM se comprometem a seguir os critérios estabelecidos pela iniciativa e passam por processos de avaliação. Aquelas que cumprem os requisitos podem ser credenciadas como Unidades Básicas Amigas da Amamentação, tornando-se referência no cuidado materno-infantil em seus territórios.

Palestrante Luciene Cinti – fonoaudióloga da eMulti da CF Maria Jose – AP 5.1.

A realização do curso na OTICS Bangu reforça o compromisso da gestão e das equipes da AP 5.1 com a promoção do aleitamento materno, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo UNICEF como uma das estratégias mais eficazes para a redução da mortalidade infantil, a prevenção de doenças na infância e o fortalecimento do vínculo entre mãe e bebê. Ao investir na qualificação profissional e no cuidado integral, o IUBAAM contribui de forma significativa para o fortalecimento do SUS e para a melhoria da qualidade de vida de mães e crianças.

Registro do curso do IUBBAM, com abordagem teórica sobre a Fisiologia da Lactação, temática fundamental para o fortalecimento das práticas de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, qualificando a atuação dos profissionais de saúde.

Fontes:

  • Ministério da Saúde – Estratégias de Promoção do Aleitamento Materno

  • Ministério da Saúde – Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança

  • Organização Mundial da Saúde (OMS) – Diretrizes sobre Aleitamento Materno

  • UNICEF – Infant and Young Child Feeding

  • Sistema Único de Saúde (SUS) – Atenção Primária à Saúde

 

 

 

MINISTÉRIO DA SAÚDE

Fontes: IUBAAM 

Equipe de Acessibilidade Comunicativa

Profissionais da Equipe de Acessibilidade Comunicativa realizam atividades de organização e registro de atendimentos na OTICS Bangu

No dia 14 de janeiro de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, os profissionais Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS/CAP 5.1, estiveram reunidos em mais um momento de organização do processo de trabalho. Durante o encontro, a equipe realizou a atualização de planilha do idoso e população negra, além do levantamento dos atendimentos de pessoas surdas e do registro atualizado desses atendimentos, atividades essenciais para qualificar o acompanhamento e fortalecer os fluxos de comunicação inclusiva nas unidades de saúde.

A iniciativa reforça o compromisso com a acessibilidade comunicativa, a inclusão e a equidade racial em saúde, contribuindo diretamente para a ampliação do acesso e para a melhoria do cuidado às populações que demandam estratégias específicas de acolhimento. A ação também evidencia o papel da OTICS Bangu como espaço de apoio às equipes e de promoção de práticas que valorizam a diversidade e garantem um atendimento mais justo e humanizado.

Em 26 de dezembro de 2022, é aprovada e sancionada no município do Rio de Janeiro a Lei 7.749/22, Lei Lenora Mendes Louro, que institui o Programa Municipal de Saúde Integral da População Negra Carioca. O principal objetivo dessa lei é desenvolver, de forma integral, ações de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde da população negra e dos afrodescendentes, em conformidade com a portaria do Ministério da Saúde n.º 992, de 13 de maio de 2009, que institui a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra – PNSIPN.

Em de 12 de julho de 2023, foi criado o Grupo de Trabalho Lenora Mendes Louro, da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, instituído pela Resolução 5860, de 12 de julho de 2023, um espaço coletivo participativo e democrático organizado, com a sociedade civil e o governo, que teve como atividades: – Estruturar a criação da instância/órgão técnico com representantes técnicos da SMS-Rio, sociedade civil e representantes da Câmara de Vereadores; – Elaborar plano de trabalho da instância/órgão baseado nas submetas e construção de indicadores para a melhoria dos resultados em saúde da população negra com acompanhamento do Comitê Técnico Municipal de Saúde da População Negra. Em fevereiro de 2024, foi publicada a Resolução n.º 6028, de fevereiro de 2024, que instituiu o Grupo Gestor Especial de Saúde da População Negra. Esse grupo de trabalho é ligado ao Gabinete do Secretário Municipal de Saúde e responsável por implantar/ implementar de forma transversal o Programa Municipal de Saúde Integral da População Negra Carioca por todas as instâncias desta secretaria, além de contribuir de maneira intersetorial com outros órgãos da Prefeitura do Rio na construção de políticas públicas mais equânimes.

A PNSIPN é um compromisso firmado pelo Ministério da Saúde no combate às desigualdades no Sistema Único de Saúde (SUS) e na promoção da saúde da população negra de forma integral, considerando que as iniquidades em saúde são resultados de injustos processos socioeconômicos e culturais – em destaque, o vigente racismo – que corroboram com a morbimortalidade das populações negras brasileiras. Para implementar a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, é necessário que gestores, movimentos sociais, conselheiros e profissionais do SUS trabalhem em prol da melhoria das condições de saúde da população negra, a partir da compreensão de suas vulnerabilidades e do reconhecimento do racismo como determinante social em saúde.

Com vistas à promoção da equidade em saúde e orientado pelos princípios e diretrizes da integralidade, equidade, universalidade e participação social, em consonância com o Pacto pela Saúde e a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no SUS (ParticipaSUS), o Ministério da Saúde instituiu, em 2009, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), por meio da Portaria GM/MS nº 992, de 13 de maio de 2009 (ver Anexo B).
A partir da publicação dessa Política, o Ministério da Saúde reconhece e assume a necessidade da instituição de mecanismos de promoção da saúde integral da população negra e do enfrentamento ao racismo institucional no SUS, com vistas à superação das barreiras estruturais e cotidianas que incide negativamente nos indicadores de saúde dessa população – precocidade dos óbitos, altas taxas de mortalidade materna e infantil, maior prevalência de doenças crônicas e infecciosas e altos índices de violência. A Política também reafirma as responsabilidades de cada esfera de gestão do SUS – governo federal, estadual e municipal – na efetivação das ações e na articulação com outros setores do governo e da sociedade civil, para garantir o acesso da população negra a ações e serviços de saúde, de forma oportuna e humanizada, contribuindo para a melhoria das condições de saúde desta população e para redução das iniquidades
de raça/cor, gênero, identidade de gênero, orientação sexual, geracionais e de classe.

 

Saiba mais clicando aqui: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_populacao_negra_3d.pdf

https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/SUS_bracos_abertos_saude_populcao_negra.pdf

https://saude.prefeitura.rio/populacao-negra/

Supervisão Seguimento RT Feira

Supervisão da RT Feira promove alinhamento e diretrizes de cuidado

Na tarde do dia 13 de janeiro de 2026, das 14h às 17h, foi realizada na Sala de Tutoria da OTICS Bangu a supervisão do Serviço de Residência Terapêutica (SRT). O encontro reuniu sete participantes, tendo como público-alvo a equipe de  residência terapêutica. A atividade foi conduzida por Ana Carolina Ramos de Brito, da direção do CAPS Lima Barreto, e teve como foco a reunião de equipe, com o objetivo de promover o alinhamento das práticas e diretrizes de cuidado voltadas ao fortalecimento do trabalho em saúde mental no contexto das residências terapêuticas. A supervisão representa um espaço de troca, escuta e aprendizado, reforçando a importância da formação continuada e do acompanhamento técnico para garantir cuidado humanizado e qualificado às pessoas em situação de vulnerabilidade psicossocial.

As Residências Terapêuticas (RTs) integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT), no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Sistema Único de Saúde (SUS). Elas são destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que viveram longos períodos de internação em hospitais psiquiátricos.

Esses espaços têm como missão promover a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, contando com o apoio de cuidadores e do CAPS de referência. O acompanhamento é realizado por equipes que auxiliam nas atividades do cotidiano, no lazer e nas práticas terapêuticas, sempre com foco na qualidade de vida e no fortalecimento da cidadania.

A iniciativa reforça a importância da integração entre CAPS, cuidadores e moradores, assegurando que as RTs cumpram seu papel estratégico na construção de um modelo de atenção mais humanizado e inclusivo em saúde mental.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Atualização dos Sistemas SISREG e SER

Na manhã do dia 12 de janeiro de 2026, Drº Freddy, médico da linha de tuberculose (TB) do CMS Silvio Barbosa – AP 5.1, na sala de tutoria da OTICS Bangu, trabalhou na atualização dos sistemas Sisreg e SER, realizou o acompanhamento do Sistema de Regulação (SISREG) e do Sistema Estadual de Regulação (SER). O objetivo foi a atualização das solicitações que voltaram para o sistema, complementando o histórico e diagnóstico para reenvio.  O Sistema Estadual de Regulação (SER) é o sistema do governo estadual que agenda procedimentos de média e alta complexidade, como transplantes. Já o SISREG é o sistema da rede municipal que organiza casos mais simples. 

O SISREG tem como objetivos a sistematização de algumas funções reguladoras como: Permitir a distribuição de forma equânime dos recursos de saúde para a população própria e referenciada. Permitir a distribuição dos recursos assistenciais disponíveis de forma regionalizada e hierarquizada.

O sistema público de saúde funciona de forma referenciada. Isso ocorre quando o gestor local do SUS, não dispondo do serviço de que o usuário necessita, encaminha-o para outra localidade que oferece o serviço. Esse encaminhamento e a referência de atenção à saúde são pactuados entre os municípios.

Saiba como funciona esse portal: Sobre a Transparência

Este portal foi desenvolvido para que o cidadão fluminense tenha acesso às informações sobre a sua posição nas filas ambulatoriais do Sistema Estadual de Regulação, atendendo a legislação vigente sobre transparência e proteção de dados individuais.

As pesquisas poderão ser realizadas através do número do Cartão Nacional do SUS (CNS) do paciente, pelas iniciais de seu nome, data de nascimento, pelo nº ID da solicitação ou pelo recurso, indicando seu procedimento. As informações das listagens são extraídas do Sistema Estadual de Regulação (SER) e atualizadas diariamente, sempre com dados da data da consulta. A ordem de agendamento e atendimento dos usuários é definida a partir de critério cronológico e/ou avaliação da situação clínica do paciente, visando atender à população fluminense de acordo com os princípios da universalidade e equidade no acesso aos serviços do SUS.

Saiba mais: https://www.saude.rj.gov.br/transparencia/acesso-a-informacao/2019/07/14-lista-de-espera-regulacao-ser

https://www.rio.rj.gov.br/web/transparencia/sisreg

 

Atualização de Prontuários Eletrônicos e Reunião Técnica

Equipe do SRT do CAPS Neusa Santos realiza atualização de prontuários eletrônicos e reunião técnica na OTICS Bangu

Na manhã do dia 9 de janeiro de 2026, a Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu recebeu profissionais do Serviço de Residência Terapêutica (SRT) do CAPS Neusa Santos – AP 5.1 para a realização da atualização de dados no prontuário eletrônico de saúde mental e reunião técnica. A atividade contou com a participação de 4 profissionais, responsáveis pelas residências terapêuticas, que atuaram diretamente na digitação e revisão das informações dos usuários assistidos pelo serviço. A ação teve como objetivo garantir a atualização e a fidedignidade dos dados dos pacientes, possibilitando que todos os profissionais envolvidos na continuidade do cuidado tenham acesso a informações reais e atualizadas sobre a terapêutica aplicada.

A atualização do prontuário eletrônico é fundamental para o fortalecimento do cuidado em saúde mental, pois contribui para a qualificação do acompanhamento clínico, a integração das equipes multiprofissionais e a segurança das informações, assegurando um atendimento mais eficaz, humanizado e alinhado aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).

A atividade foi conduzida sob a responsabilidade de Natascha Ribeiro, representante do CAPS Neusa Santos, reafirmando o compromisso da equipe com a organização do serviço, a continuidade do cuidado e a melhoria da assistência prestada aos usuários das residências terapêuticas.

prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais, registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.

Os dados dos cidadãos ficam todos no mesmo lugar, e todos os profissionais de saúde podem acessar as informações. O prontuário eletrônico já tem um padrão para as informações que devem ser lançadas de acordo com condições avaliadas e ciclos de vida, o que torna o registro facilitado. Isso associado ao fato de todas as letras serem legíveis, o que acaba diminuindo o tempo de cada consulta.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/informatiza-aps/prontuario-eletronico

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 09 de janeiro de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 8 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Eduardo Rodrigues Marques, Agente de Vigilância em Saúde (AVS) da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

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Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 02 de janeiro de 2026, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 6 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Luciana Carolina Soares, Agente de Vigilância em Saúde (AVS) da Área Programática 5.1, que destacou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

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Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 30 de dezembro de 2025, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 8 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

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