Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 30 de dezembro de 2025, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 8 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

Confira sobre os cursos OTICS Rio: Clique aqui!

 

Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto

Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto é realizada no Auditório da OTICS Bangu

No dia 30 de dezembro, foi realizada, no Auditório da OTICS Bangu, a Reunião de Equipe do CAPS III Lima Barreto, das 9h às 12h, reunindo 26 profissionais da unidade. O encontro foi conduzido pela Diretora do serviço, Mariana Martelo, e teve como foco central a análise e discussão dos casos clínicos dos usuários acompanhados pelo dispositivo. O objetivo principal da reunião foi qualificar a discussão dos casos em acompanhamento, assegurando uma avaliação integral das necessidades dos usuários e alinhando as condutas adotadas pela equipe multiprofissional. Segundo a Diretora Mariana Martelo, “momentos de discussão coletiva são essenciais para garantir um cuidado mais seguro, humanizado e coerente com as diretrizes da Rede de Atenção Psicossocial.”

A realização periódica de reuniões técnicas é uma prática orientada pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio), por meio da Coordenação de Saúde Mental, que reforça a necessidade de articulação constante entre os profissionais das equipes. Conforme estabelece a SMS-Rio, “a gestão compartilhada dos casos é fundamental para a continuidade do cuidado e para o fortalecimento da atenção territorial em saúde mental.”

Esses espaços favorecem a integração das práticas clínicas com as diretrizes da Secretaria Municipal de Saúde; a revisão contínua dos Planos Terapêuticos Singulares (PTS); a organização de fluxos assistenciais articulados à rede, como também, a qualificação das decisões clínicas e dos processos de trabalho. Durante o encontro, foram debatidos temas como, análise detalhada dos casos clínicos ativos; definição e ajustes de Planos Terapêuticos Singulares; encaminhamentos intersetoriais e articulações na RAPS; identificação de situações de maior complexidade e definição de estratégias conjuntas e fortalecimento das práticas de cuidado compartilhado entre os profissionais.

Ao final, a Diretora reiterou a relevância do encontro, afirmando que “a consistência das discussões e a participação integrada da equipe reafirmam o compromisso do CAPS III Lima Barreto com a excelência na atenção à saúde mental, em conformidade com as orientações da Secretaria Municipal de Saúde.”

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Fonte: Centros de Atenção Psicossocial

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 22 de dezembro de 2025, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 8 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

Confira sobre os cursos OTICS Rio: Clique aqui!

 

Treinamento do Prontuário Eletrônico VitaCare

Neste dia 18 de dezembro de 2025, no laboratório de informática da Otics Bangu, turno manhã tivemos, o treinamento do prontuário eletrônico VitaCare, foram capacitados 20 profissionais de saúde, o público-alvo foram, enfermeiros, que atuam na Atenção Primária Prisional (APP). Os assuntos abordados foram registros, preenchimento do prontuário, acessos, monitoramento, indicadores, preenchimento do PEP e  responsabilidades da categoria. O objetivo do evento foi o treinamento dos profissionais no manuseio da plataforma, para apropriação e otimização da inserção dos dados, educação permanente. A responsável pelo treinamento foi, Michelle Bernardino Filgueira – RT de Enfermagem – APP.

A PNAISP nasceu da avaliação dos dez anos de aplicação do Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário (PNSSP), quando se constatou o esgotamento desse modelo, que se mostrou restrito por não contemplar em suas ações, entre outras coisas, a totalidade do itinerário carcerário e, tampouco, penitenciárias federais. Essas mudanças podem ser apontadas como grande ganho na garantia e defesa dos direitos humanos no Brasil, em total consonância com a previsão constitucional de saúde para todos sob a responsabilidade do Estado brasileiro.
Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/pnaisp/

 

O prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais como registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde; e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.

A Base Nacional de Dados de Ações e Serviços da Assistência Farmacêutica no SUS (BNAFAR) é a consolidação dos dados nacionais de posição de estoque, entradas, saídas, avaliações e dispensações realizadas pelos estabelecimentos de saúde dos Municípios, Estados e Distrito Federal para os medicamentos padronizados na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) e do Programa Farmácia Popular do Brasil.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/informatiza-aps/prontuario-eletronico

Confecção de Jogos Educativos Adaptados de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 18 de dezembro de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado no trabalho da prevenção de arboviroses (como dengue, zika e chikungunya), com a confecção de jogos educativos adaptados, como quebra-cabeças, jogos da memória e caça-palavras com temas específicos, além de jogos de tabuleiro interativos e atividades práticas de identificação de focos do mosquito.

Jogos Educacionais Adaptados

  • Quebra-cabeças e Jogos da Memória: Utilizar imagens de medidas preventivas (pneus secos, caixas d’água tampadas, etc.) ou do ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti. Esses jogos estimulam a memória e a cognição enquanto transmitem informações importantes.
  • Caça-palavras e Palavras Cruzadas: Desenvolver passatempos com vocabulário relacionado às arboviroses (sintomas, prevenção, nomes dos mosquitos). Isso pode ser uma atividade relaxante, mas informativa, durante os intervalos.
  • Jogos de Tabuleiro Personalizados: Criar ou adaptar jogos de tabuleiro onde os jogadores avançam ao responder corretamente a perguntas sobre prevenção ou identificar potenciais criadouros do mosquito. Um exemplo adaptável é o “A Cidade Dorme”, que pode ser usado para ensinar sobre sintomas e prevenção de forma divertida.
  • Aplicativos e Jogos Digitais: Se houver acesso a dispositivos móveis, aplicativos como o “Caça Dengue” oferecem jogos como sete erros e coleta seletiva que abordam o tema de forma interativa.

Atividades Práticas e Interativas

  • Rodas de Conversa e Discussões: Organizar sessões curtas de diálogo onde os participantes podem compartilhar experiências, tirar dúvidas e discutir soluções para problemas específicos no ambiente de trabalho ou em casa.
  • “Agentes de Saúde” no Trabalho: Designar duplas ou trios de idosos como “fiscais” por um dia, com a tarefa de inspecionar o local de trabalho (áreas comuns, vasos de plantas, depósitos) em busca de potenciais focos de água parada, reportando-os de forma lúdica.
  • Sessões de “Brainstorming” de Soluções: Pedir aos idosos que pensem em soluções criativas para problemas de prevenção no local de trabalho. Estudos mostram que as ideias geradas pelos próprios participantes tendem a ser mais eficazes e memoráveis.
  • Distribuição de Materiais e Kits de Prevenção: Fornecer materiais informativos, como folhetos e cartilhas do Ministério da Saúde, e pequenos kits de prevenção (repelentes, areia para vasos de plantas).

Dicas para Implementação no Ambiente de Trabalho

  • Manter a Relevância: Adaptar as atividades para o contexto do local de trabalho, garantindo que as informações sejam diretamente aplicáveis ao seu dia a dia.
  • Promover a Interação Social: Focar em jogos e atividades em grupo para incentivar a cooperação e a troca de conhecimentos, o que é benéfico para a saúde mental e social dos idosos.
  • Flexibilidade e Inclusão: Considerar diferentes níveis de mobilidade e habilidades cognitivas, oferecendo uma variedade de opções para que todos possam participar.

A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Supervisão do Serviço de Residência Terapêutica (SRT)

Supervisão da RT Feira promove alinhamento e diretrizes de cuidado

Na manhã do dia 18 de dezembro de 2025, das 9h às 12h, foi realizada na Sala de Tutoria da OTICS Bangu a supervisão do Serviço de Residência Terapêutica (SRT). O encontro reuniu oito participantes, tendo como público-alvo a equipe de  residência terapêutica. A atividade foi conduzida por Janaina Fernandes, supervisora, e teve como foco a reunião de equipe, com o objetivo de promover o alinhamento das práticas e diretrizes de cuidado voltadas ao fortalecimento do trabalho em saúde mental no contexto das residências terapêuticas. A supervisão representa um espaço de troca, escuta e aprendizado, reforçando a importância da formação continuada e do acompanhamento técnico para garantir cuidado humanizado e qualificado às pessoas em situação de vulnerabilidade psicossocial.

As Residências Terapêuticas (RTs) integram o Serviço Residencial Terapêutico (SRT), no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Sistema Único de Saúde (SUS). Elas são destinadas ao acolhimento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas que viveram longos períodos de internação em hospitais psiquiátricos.

Esses espaços têm como missão promover a reinserção social e o desenvolvimento da autonomia dos seus moradores, contando com o apoio de cuidadores e do CAPS de referência. O acompanhamento é realizado por equipes que auxiliam nas atividades do cotidiano, no lazer e nas práticas terapêuticas, sempre com foco na qualidade de vida e no fortalecimento da cidadania.

A iniciativa reforça a importância da integração entre CAPS, cuidadores e moradores, assegurando que as RTs cumpram seu papel estratégico na construção de um modelo de atenção mais humanizado e inclusivo em saúde mental.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

Ministério da Saúde tem reforçado os serviços de atendimento à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) que oferta atendimento às pessoas com transtornos mentais de forma integral e gratuita. Neste mês, em que se comemora o Setembro Amarelo, foram habilitados mais seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três Serviços de Residência Terapêutica (SRT). As unidades habilitadas foram publicadas em duas portarias e os serviços constarão em seis estados.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2020/setembro/ministerio-da-saude-amplia-servicos-de-saude-mental-no-sus

 

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Confecção de Jogos Educativos Adaptados de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 16 de dezembro de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado no trabalho da prevenção de arboviroses (como dengue, zika e chikungunya), com a confecção de jogos educativos adaptados, como quebra-cabeças, jogos da memória e caça-palavras com temas específicos, além de jogos de tabuleiro interativos e atividades práticas de identificação de focos do mosquito.

Jogos Educacionais Adaptados

  • Quebra-cabeças e Jogos da Memória: Utilizar imagens de medidas preventivas (pneus secos, caixas d’água tampadas, etc.) ou do ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti. Esses jogos estimulam a memória e a cognição enquanto transmitem informações importantes.
  • Caça-palavras e Palavras Cruzadas: Desenvolver passatempos com vocabulário relacionado às arboviroses (sintomas, prevenção, nomes dos mosquitos). Isso pode ser uma atividade relaxante, mas informativa, durante os intervalos.
  • Jogos de Tabuleiro Personalizados: Criar ou adaptar jogos de tabuleiro onde os jogadores avançam ao responder corretamente a perguntas sobre prevenção ou identificar potenciais criadouros do mosquito. Um exemplo adaptável é o “A Cidade Dorme”, que pode ser usado para ensinar sobre sintomas e prevenção de forma divertida.
  • Aplicativos e Jogos Digitais: Se houver acesso a dispositivos móveis, aplicativos como o “Caça Dengue” oferecem jogos como sete erros e coleta seletiva que abordam o tema de forma interativa.

Atividades Práticas e Interativas

  • Rodas de Conversa e Discussões: Organizar sessões curtas de diálogo onde os participantes podem compartilhar experiências, tirar dúvidas e discutir soluções para problemas específicos no ambiente de trabalho ou em casa.
  • “Agentes de Saúde” no Trabalho: Designar duplas ou trios de idosos como “fiscais” por um dia, com a tarefa de inspecionar o local de trabalho (áreas comuns, vasos de plantas, depósitos) em busca de potenciais focos de água parada, reportando-os de forma lúdica.
  • Sessões de “Brainstorming” de Soluções: Pedir aos idosos que pensem em soluções criativas para problemas de prevenção no local de trabalho. Estudos mostram que as ideias geradas pelos próprios participantes tendem a ser mais eficazes e memoráveis.
  • Distribuição de Materiais e Kits de Prevenção: Fornecer materiais informativos, como folhetos e cartilhas do Ministério da Saúde, e pequenos kits de prevenção (repelentes, areia para vasos de plantas).

Dicas para Implementação no Ambiente de Trabalho

  • Manter a Relevância: Adaptar as atividades para o contexto do local de trabalho, garantindo que as informações sejam diretamente aplicáveis ao seu dia a dia.
  • Promover a Interação Social: Focar em jogos e atividades em grupo para incentivar a cooperação e a troca de conhecimentos, o que é benéfico para a saúde mental e social dos idosos.
  • Flexibilidade e Inclusão: Considerar diferentes níveis de mobilidade e habilidades cognitivas, oferecendo uma variedade de opções para que todos possam participar.

A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Reunião Técnica do Cerest Zona Oeste

OTICS Bangu recebe Reunião Técnica das Atividades do Cerest Zona Oeste

Na manhã desta terça-feira, 16 de dezembro de 2025, a Sala de Tutoria da OTICS Bangu sediou a Reunião de Técnica das Atividades do Cerest Zona Oeste. O encontro reuniu cerca de quatro integrantes da equipe do Cerest Zona Oeste, além da presença da Coordenadora e de técnicos do Cerest Estadual, fortalecendo o diálogo e a integração entre as equipes regionais e estaduais de Vigilância em Saúde do Trabalhador. Os assuntos abordados contemplaram o fluxo de notificação de acidentes e agravos relacionado ao trabalho. A reunião destacou-se pela sua relevância no fortalecimento das ações de prevenção, promoção e proteção da saúde dos trabalhadores, contribuindo para a identificação precoce de riscos, a melhoria da qualidade das informações em saúde e o aprimoramento das estratégias de intervenção. A iniciativa reforça o compromisso com a qualificação contínua das práticas e com o fortalecimento da rede de cuidado em saúde do trabalhador.  A iniciativa foi solicitada por Simone, Supervisora do Cerest Zona Oeste – AVS/CAP 5.1, reforçando o compromisso com a qualificação contínua das práticas e com o fortalecimento das redes de cuidado no âmbito da saúde do trabalhador.

A Saúde do Trabalhador é uma área estratégica da saúde pública e parte integrante do campo da Saúde Coletiva, com foco na promoção da saúde e na prevenção de agravos relacionados às condições de trabalho. Reconhecendo o trabalho como determinante social da saúde, essa área busca assegurar a atenção integral à saúde da população trabalhadora em seus diversos contextos.

Por meio de ações integradas de Vigilância em Saúde, com destaque para a Vigilância Epidemiológica, o Sistema Único de Saúde (SUS) atua na identificação, monitoramento e enfrentamento de riscos e agravos à saúde decorrentes dos ambientes, processos e relações de trabalho, em todo o território nacional.

Fundamentada nos princípios da universalidade, integralidade, equidade, intersetorialidade e participação social, a política de Saúde do Trabalhador reafirma o direito de todos os trabalhadores e trabalhadoras à saúde, independentemente da natureza do vínculo empregatício ou da formalidade da ocupação.

Nesse sentido, as políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador devem promover ambientes de trabalho seguros, saudáveis e humanizados, bem como contribuir para a prevenção de doenças e agravos, a promoção do bem-estar físico, mental e social, e a garantia da dignidade no trabalho.

Fontes e referências:

Confecção de Jogos Educativos Adaptados de Prevenção das Arboviroses

Agente de Vigilância em Saúde realiza atualização de planilhas de prevenção das arboviroses na OTICS Bangu

Na manhã do dia 11 de dezembro de 2025, na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, o Agente de Vigilância em Saúde (AVS) Anailton Dantas da Silva esteve dedicado no trabalho da prevenção de arboviroses (como dengue, zika e chikungunya), com a confecção de jogos educativos adaptados, como quebra-cabeças, jogos da memória e caça-palavras com temas específicos, além de jogos de tabuleiro interativos e atividades práticas de identificação de focos do mosquito.

Jogos Educacionais Adaptados

  • Quebra-cabeças e Jogos da Memória: Utilizar imagens de medidas preventivas (pneus secos, caixas d’água tampadas, etc.) ou do ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti. Esses jogos estimulam a memória e a cognição enquanto transmitem informações importantes.
  • Caça-palavras e Palavras Cruzadas: Desenvolver passatempos com vocabulário relacionado às arboviroses (sintomas, prevenção, nomes dos mosquitos). Isso pode ser uma atividade relaxante, mas informativa, durante os intervalos.
  • Jogos de Tabuleiro Personalizados: Criar ou adaptar jogos de tabuleiro onde os jogadores avançam ao responder corretamente a perguntas sobre prevenção ou identificar potenciais criadouros do mosquito. Um exemplo adaptável é o “A Cidade Dorme”, que pode ser usado para ensinar sobre sintomas e prevenção de forma divertida.
  • Aplicativos e Jogos Digitais: Se houver acesso a dispositivos móveis, aplicativos como o “Caça Dengue” oferecem jogos como sete erros e coleta seletiva que abordam o tema de forma interativa.

Atividades Práticas e Interativas

  • Rodas de Conversa e Discussões: Organizar sessões curtas de diálogo onde os participantes podem compartilhar experiências, tirar dúvidas e discutir soluções para problemas específicos no ambiente de trabalho ou em casa.
  • “Agentes de Saúde” no Trabalho: Designar duplas ou trios de idosos como “fiscais” por um dia, com a tarefa de inspecionar o local de trabalho (áreas comuns, vasos de plantas, depósitos) em busca de potenciais focos de água parada, reportando-os de forma lúdica.
  • Sessões de “Brainstorming” de Soluções: Pedir aos idosos que pensem em soluções criativas para problemas de prevenção no local de trabalho. Estudos mostram que as ideias geradas pelos próprios participantes tendem a ser mais eficazes e memoráveis.
  • Distribuição de Materiais e Kits de Prevenção: Fornecer materiais informativos, como folhetos e cartilhas do Ministério da Saúde, e pequenos kits de prevenção (repelentes, areia para vasos de plantas).

Dicas para Implementação no Ambiente de Trabalho

  • Manter a Relevância: Adaptar as atividades para o contexto do local de trabalho, garantindo que as informações sejam diretamente aplicáveis ao seu dia a dia.
  • Promover a Interação Social: Focar em jogos e atividades em grupo para incentivar a cooperação e a troca de conhecimentos, o que é benéfico para a saúde mental e social dos idosos.
  • Flexibilidade e Inclusão: Considerar diferentes níveis de mobilidade e habilidades cognitivas, oferecendo uma variedade de opções para que todos possam participar.

A iniciativa teve como objetivo manter atualizada a planilha de monitoramento, ferramenta essencial para o planejamento das ações de vigilância e para o fortalecimento do plano de contingência no enfrentamento das arboviroses na área programática 5.1. Essa atividade reforça o compromisso da equipe de vigilância em saúde com a organização dos dados epidemiológicos e a eficiência das estratégias de prevenção, contribuindo para a proteção da saúde da população.

A Vigilância em Saúde Ambiental é um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde.
As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex, Anopheles e pelo inseto do gênero Orthobunyavirus. Eles se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.
Aedes aegypti: é o nome científico de um mosquito ou pernilongo cuja característica que o diferencia dos demais mosquitos é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas. É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer.
Saiba mais clicando aqui: https://saude.prefeitura.rio/vigilancia-saude/ambiental/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses
https://saude.prefeitura.rio/dengue-zika-e-chikungunya/

Reunião de Equipe dos AVSs

OTICS Bangu sedia reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde da AP 5.1

Na manhã do dia 12 de dezembro de 2025, a sala de tutoria da OTICS Bangu foi o espaço da reunião de equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVSs). O encontro contou com a participação de 6 profissionais da categoria e teve como objetivo avaliar os eventos da semana e planejar novas ações no território. A atividade foi conduzida por Viviana Canuto Menezes, Supervisora da Vigilância Ambiental da Área Programática (AP) 5.1, que reforçou a importância da integração da equipe para o fortalecimento das estratégias de vigilância no território. A iniciativa reafirma o compromisso da OTICS Bangu em oferecer suporte técnico e promover espaços de diálogo e organização das ações, contribuindo para o aprimoramento contínuo da saúde pública local.

A saúde ambiental é um eixo essencial da saúde pública, voltado a identificar e reduzir os impactos de fatores ambientais — naturais ou resultantes da atividade humana — sobre a saúde das pessoas. Esse campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e práticas sustentáveis, visando melhorar a qualidade de vida da população.

Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) compreende um conjunto de ações voltadas para identificar, avaliar e monitorar alterações nos fatores ambientais que possam afetar a saúde humana, fortalecendo a capacidade de resposta e a prevenção de agravos no território.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

Confira sobre os cursos OTICS Rio: Clique aqui!