CURSO AVSs e ACSs – AP 5.1

Hoje 01/03/2023, no laboratório da OTICS Bangu, turno manha e tarde, tivemos o Primeiro encontro presencial do Curso Saúde com os Agentes de Vigilância Ambiental. O curso esta sendo oferecido pela UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O objetivo do curso é promover a integração entre os profissionais de Agentes de Vigilância com os Agentes Comunitários de Saúde, contribuindo para a troca de conhecimentos, objetivando uma assistência de excelência para nossos usuários. Preceptora da turma: Simone Leite – Profissional do Risco Não Biológico – AP 5.1. Primeira turma com 17 profissionais de AVSs.

Programa Saúde com Agente

Trata-se de um curso de nível Técnico em Agente Comunitário de Saúde que será realizado em modelo híbrido com atividades em Educação a Distância (EAD) e atividades práticas presenciais. Os alunos serão acompanhados nas atividades teóricas por tutores e nas atividades práticas por preceptores.

Conteúdo do Curso

  • Realizar diagnóstico das condições de vida e saúde da população do seu território de atuação, de forma articulada com profissionais da atenção básica;
  • Desenvolver um trabalho integrado com a vigilância em saúde e a atenção básica no território;
  • Realizações ações de promoção e prevenção à saúde dos indivíduos e das famílias na lógica da vigilância em saúde;
  • Propiciar aprendizagem relativa à coleta e registro de dados relativos às visitas domiciliares referentes às particularidades de grupos específicos.
  • Conhecer as condicionalidades de programas sociais, em parceria com a rede de atenção;
  • Desenvolver ações de planejamento integrado no tocante à promoção, prevenção e controle das doenças e agravos no seu território de atuação.

O Projeto Saúde com Agente é uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).

Visa formar Agentes Comunitários de Saúde, teórica e tecnicamente, habilitando-os a atuar na identificação, prevenção e controle das doenças e agravos e, aperfeiçoar os processos de trabalho direcionando-os pelos indicadores de saúde integrado a vigilância em saúde.

Visa formar teórica e tecnicamente os Agentes de Combate às Endemias na identificação, prevenção e controle de fatores de risco presentes no território local, sejam eles associados a fatores biológicos, econômicos, culturais, sociais, demográficos e ambientais na identificação precoce de sinais e sintomas de doenças e agravos, com ênfase na promoção da saúde.

A formação é no formato semipresencial, com carga horária de 1.275 horas e duração mínima de 10 meses. A iniciativa visa melhorar os indicadores de saúde, a qualidade e a resolutividade dos serviços da Atenção Primária aos brasileiros. Também reforça a valorização dos Agentes, que desempenham papel relevante como educadores para a cidadania na Saúde, por meio de maior atuação na prevenção e no cuidado das pessoas. O intuito é que esses profissionais tenham um olhar apurado sobre informações coletadas nas residências e saibam melhor orientar os pacientes que necessitam de atendimento.

 

Saiba mais em:

https://saudecomagente.ufrgs.br/…/acs/

https://www.gov.br/…/programa-saude-com-agente

DIGITAÇÃO OVITRAMPA

Hoje 28/02/23, no Laboratório de Informática, profissional da Vigilância em Saúde Ambiental no último dia da digitação da colocação das armadilhas de oviposição do Aedes aegypti no Sistema Vigidados da AP 5.1. O objetivo é o monitoramento do mosquito Aedes aegypti com a coleta de ovos com o consolidado de índice de infestação local (AP 5.1).

Ovitrampa é um dispositivo que consiste em um cilindro preto com um pedaço de papelão. Pode ser usada para monitorar, controlar e detectar populações de mosquito como os aedes, agindo assim como um sinal de alerta antes de uma iminente explosão de dengue. A cor preta atrai mosquitos fêmeas para colocar seus ovos. Quando os ovos eclodem e se tornam adultos, não podem voar para fora do dispositivo e morrem dentro da armadilha.

Estudos feitos com a Ovitrap produzidos com a coleta de dados semanalmente através da identificação do mosquito, permite identificar áreas críticas e áreas do risco quando há perigo devido a uma elevada infestação do Aedes aegypti e Aedes albopictus. Os resultados da análise também podem ser usados no planejamento de operações da vigilância e controle do vetor.

Ovitrampas, armadilha usada para o monitoramento dos mosquitos, simula o ambiente perfeito para a procriação do Aedes aegypti.

 

DIGITAÇÃO OVITRAMPAS

Hoje 27/02/23, no Laboratório de Informática, profissional da Vigilância em Saúde Ambiental dando continuidade na digitação da colocação das armadilhas de oviposição do Aedes aegypti no Sistema Vigidados da AP 5.1. O objetivo é o monitoramento do mosquito Aedes aegypti com a coleta de ovos com o consolidado de índice de infestação local (AP 5.1).

Ovitrampa é um dispositivo que consiste em um cilindro preto com um pedaço de papelão. Pode ser usada para monitorar, controlar e detectar populações de mosquito como os aedes, agindo assim como um sinal de alerta antes de uma iminente explosão de dengue. A cor preta atrai mosquitos fêmeas para colocar seus ovos. Quando os ovos eclodem e se tornam adultos, não podem voar para fora do dispositivo e morrem dentro da armadilha.

Estudos feitos com a Ovitrap produzidos com a coleta de dados semanalmente através da identificação do mosquito, permite identificar áreas críticas e áreas do risco quando há perigo devido a uma elevada infestação do Aedes aegypti e Aedes albopictus. Os resultados da análise também podem ser usados no planejamento de operações da vigilância e controle do vetor.

Ovitrampas, armadilha usada para o monitoramento dos mosquitos, simula o ambiente perfeito para a procriação do Aedes aegypti.

DIGITAÇÃO OVITRAMPA

Hoje 23/02/23, no Laboratório de Informática, profissional da Vigilância em Saúde Ambiental na digitação da colocação das armadilhas de oviposição do Aedes aegypti no Sistema Vigidados da AP 5.1. O objetivo é o monitoramento do mosquito Aedes aegypti com a coleta de ovos com o consolidado de índice de infestação local (AP 5.1).

Ovitrampa é um dispositivo que consiste em um cilindro preto com um pedaço de papelão. Pode ser usada para monitorar, controlar e detectar populações de mosquito como os aedes, agindo assim como um sinal de alerta antes de uma iminente explosão de dengue. A cor preta atrai mosquitos fêmeas para colocar seus ovos. Quando os ovos eclodem e se tornam adultos, não podem voar para fora do dispositivo e morrem dentro da armadilha.

Estudos feitos com a Ovitrap produzidos com a coleta de dados semanalmente através da identificação do mosquito, permite identificar áreas críticas e áreas do risco quando há perigo devido a uma elevada infestação do Aedes aegypti e Aedes albopictus. Os resultados da análise também podem ser usados no planejamento de operações da vigilância e controle do vetor.

Ovitrampas, armadilha usada para o monitoramento dos mosquitos, simula o ambiente perfeito para a procriação do Aedes aegypti.

DIGITAÇÃO DO LIRA

Hoje 10/02/2023 no Laboratório de Informática da OTICS Bangu, turno da manha, profissionais da Vigilância Ambiental da AP 5.1, no quinto dia e último da digitação do consolidado da semana do LIRA. Responsável: Neemias de Souza.
TEMA: digitação do LIRA

O LIRA, levantamento de índice amostral para Aedes aegypti é uma ferramenta utilizada para verificar o índice de infestação predial bem como a possibilidade de surtos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, além de gerar informações oportunas para aumentar a eficácia do combate ao vetor no trabalho de rotina, sua realização, em âmbito nacional, ocorre em 04 ciclos por ano, visando fornecer índices de maneira rápida permitindo o direcionamento das ações para as áreas apontadas como críticas.

PREVIA DA APRESENTAÇÃO DO RISCO NÃO BIOLÓGICO

Hoje 09/02/2023, no auditório da OTICS Bangu, turno da manha tivemos a prévia da apresentação do trabalho os profissionais do Risco Não Biológico da AP 5.1. O tema do trabalho é Vigilância em Saúde Ambiental e Risco Não Biológico: A temática de Desastres na Atenção Primária. Assuntos abordados: A importância dos Conceitos de Vigilância em Saúde e Programa VIGIDESASTRES  na atenção primária. O objetivo é a capacitação em parceria com a Defesa Civil sobre o tema de percepção de risco e desastres prioritariamente nas unidades de atenção primária de maior vulnerabilidade (alagamentos/deslizamentos), objetivando de avançar para todas as unidades da CAP 5.1. Responsável pela apresentação Ney Júnior do Risco Não Biológico – AP 5.1.

 

DIGITAÇÃO DO LIRA

Hoje 09/02/2023 no Laboratório de Informática da OTICS Bangu, manha e tarde, profissionais da Vigilância Ambiental da AP 5.1, no quarto dia da digitação do consolidado da semana do LIRA. Responsável: Neemias de Souza.
TEMA: digitação do LIRA

O LIRA, levantamento de índice amostral para Aedes aegypti é uma ferramenta utilizada para verificar o índice de infestação predial bem como a possibilidade de surtos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, além de gerar informações oportunas para aumentar a eficácia do combate ao vetor no trabalho de rotina, sua realização, em âmbito nacional, ocorre em 04 ciclos por ano, visando fornecer índices de maneira rápida permitindo o direcionamento das ações para as áreas apontadas como críticas.

DIGITAÇÃO DO LIRA

Hoje 08/02/2023 no Laboratório de Informática da OTICS Bangu, manha e tarde, profissionais da Vigilância Ambiental da AP 5.1, no terceiro dia da digitação do consolidado da semana do LIRA. Responsável: Neemias de Souza.
TEMA: digitação do LIRA

O LIRA, levantamento de índice amostral para Aedes aegypti é uma ferramenta utilizada para verificar o índice de infestação predial bem como a possibilidade de surtos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, além de gerar informações oportunas para aumentar a eficácia do combate ao vetor no trabalho de rotina, sua realização, em âmbito nacional, ocorre em 04 ciclos por ano, visando fornecer índices de maneira rápida permitindo o direcionamento das ações para as áreas apontadas como críticas.

DIGITAÇÃO DO LIRA

Hoje 07/02/2023 no Laboratório de Informática da OTICS Bangu, manha e tarde, profissionais da Vigilância Ambiental da AP 5.1, no segundo dia da digitação do consolidado da semana do LIRA. Responsável: Neemias de Souza.
TEMA: digitação do LIRA

O LIRA, levantamento de índice amostral para Aedes aegypti é uma ferramenta utilizada para verificar o índice de infestação predial bem como a possibilidade de surtos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, além de gerar informações oportunas para aumentar a eficácia do combate ao vetor no trabalho de rotina, sua realização, em âmbito nacional, ocorre em 04 ciclos por ano, visando fornecer índices de maneira rápida permitindo o direcionamento das ações para as áreas apontadas como críticas.

DIGITAÇÃO DO LIRA

Hoje 06/02/2023 no Laboratório de Informática da OTICS Bangu, manha e tarde, profissionais da Vigilância Ambiental da AP 5.1, na digitação do consolidado da semana do LIRA. Responsável: Neemias de Souza.
TEMA: digitação do LIRA

O LIRA, levantamento de índice amostral para Aedes aegypti é uma ferramenta utilizada para verificar o índice de infestação predial bem como a possibilidade de surtos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, além de gerar informações oportunas para aumentar a eficácia do combate ao vetor no trabalho de rotina, sua realização, em âmbito nacional, ocorre em 04 ciclos por ano, visando fornecer índices de maneira rápida permitindo o direcionamento das ações para as áreas apontadas como críticas.