Reunião do CAPS Lima Barreto

Nesta manhã do dia 21/01/2025, no auditório da OTICS Bangu tivemos a reunião do CAPS Lima Barreto. Participam do encontro 40 profissionais. O público alvo foram os profissionais da saúde mental, o assunto abordado, foram os casos clínicos. O objetivo do encontro foi discutir casos clínicos com a equipe técnica, para atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente.  Os responsáveis da reunião foram, Rayane dos Passos – Coordenadora Técnica e Priscila Lira – ADM CAPS Lima Barreto.

Reunião do CAPS Lima Barreto discussão de casos clínicos com a atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente. 
Reunião do CAPS Lima Barreto.

Os CAPS III atende prioritariamente pessoas em intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso de substâncias psicoativas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Proporciona serviços de atenção contínua, com funcionamento 24 horas, incluindo feriados e finais de semana, ofertando retaguarda clínica e acolhimento noturno a outros serviços de saúde mental, inclusive CAPSad, possuindo até 05 (cinco) leitos para acolhimento noturno. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de 150 mil habitantes.

Reunião do CAPS Lima Barreto discussão de casos clínicos com a atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente. 

 

Os Centros de Atenção Psicossocial são pontos de atenção estratégicos da Rede de Atenção Psicossocial – RAPS. Unidades que prestam serviços de saúde de caráter aberto e comunitário, constituído por equipe multiprofissional que atua sobre a ótica interdisciplinar e realiza prioritariamente atendimento às pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, em sua área territorial, seja em situações de crise ou nos processos de reabilitação psicossocial.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

Reunião de Equipe dos AVSs

Nesta manhã de 17 de janeiro de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a reunião de equipe dos AVSs, participaram do encontro 7 profissionais da categoria, o objetivo do encontro foi, avaliação dos eventos da semana e o planejamento de novas ações no território. Responsável pelo encontro foi, Viviana Canuto Menezes – Supervisora da Vigilância Ambiental da área programática (AP) 5.1.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Reunião de Equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde AVSs.

A saúde ambiental é uma área essencial da saúde pública, dedicada a estudar e reduzir os impactos que fatores ambientais, sejam eles naturais ou resultantes da atividade humana, têm sobre a saúde humana. Este campo integra conhecimento científico, formulação de políticas públicas e ações práticas, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas dentro de uma perspectiva sustentável.

Vigilância em Saúde Ambiental (VSA) é coordenada pelo Ministério da Saúde e pode ser definida como um conjunto de ações voltadas para identificar e monitorar mudanças nos fatores ambientais que afetam a saúde humana.

O profissional de vigilância ambiental é responsável pelas atividades relacionadas no âmbito da área ambiental. Eles trabalham com o conhecimento e mapeamento de território, realizando atividades de cadastramento e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.

Também desenvolvem um conjunto de atividades para detectar mudanças no meio ambiente e que de certa forma interfere na saúde humana. A finalidade do profissional da vigilância ambiental é analisar, adotar e recomendar medidas para prevenir o agravo e o surgimento de doenças desenvolvidas no âmbito ambiental.  É igualmente responsável pelo tratamento, inspeção, eliminação de depósitos e busca de focos do mosquito da dengue.

O trabalho social é fundamental nas atividades do agente. Eles realizam o serviço educativo, levando informações aos cidadãos de como cuidar e tratar de sua própria residência.

Reunião de equipe dos AVSs, planejamento de ações no território, realizando e execução das ações de vigilância por meio de coleta e pesquisa.
Planejamento de novas ações no território – AP 5.1.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental

 

 

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Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na APP

Neste dia, 16 de janeiro de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos a capacitação no Manejo de Hepatites Virais na Atenção Primária Prisional (APP). Participaram do encontro, 6 profissionais da saúde, o público alvo foram, os médicos e enfermeiros da Atenção Primária Prisional (APP), o assunto abordado foi o manejo de hepatites virais no sistema prisional, o manejo da hepatite viral depende do tipo de hepatite e das causas da infecção. O tratamento pode incluir repouso, hidratação, dieta e medicamentos. O objetivo do evento, foi capacitar os profissionais da APP para diagnosticar e tratar os casos de hepatites virais no sistema prisional. Os responsáveis pela capacitação foram, Camila Soares Ribeiro (coordenação técnica APP), Evandro Vieira – (Medico da APP) e Mauricio Ramos Pereira (assessor médico APP).

Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na APP, para diagnosticar e tratar os casos de hepatites virais no sistema prisional.
Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na APP

As hepatites virais são um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. São infecções que atingem o fígado, causando alterações leves, moderadas ou graves. Na maioria das vezes são infecções silenciosas, ou seja, não apresentam sintomas. Entretanto, quando presentes, podem se manifestar como: cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

No Brasil, as hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus AB e C. Existem ainda, com menor frequência, o vírus da hepatite D (mais comum na região Norte do país) e o vírus da hepatite E, que é menos frequente no Brasil, sendo encontrado com maior facilidade na África e na Ásia.

As infecções causadas pelos vírus das hepatites B ou C frequentemente se tornam crônicas. Contudo, por nem sempre apresentarem sintomas, grande parte das pessoas desconhecem ter a infecção. Isso faz com que a doença possa evoluir por décadas sem o devido diagnóstico. O avanço da infecção compromete o fígado sendo causa de fibrose avançada ou de cirrose, que podem levar ao desenvolvimento de câncer e necessidade de transplante do órgão.

Capacitação no Manejo de Hepatites Virais na APP, para diagnosticar e tratar os casos de hepatites virais no sistema prisional.
Drº Evandro Vieira – Medico da APP.

 

Saiba mais clicando no link: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hepatites-virais

Reunião de fluxo da PMGSF

Nesta data, 15 de janeiro de 2025, na sala de tutoria da OTICS Bangu, tivemos a reunião de fluxo da PMGSF, participaram do encontro, 7 profissionais responsáveis pela recepção dos paciente ao chegarem na unidade, o objetivo foi o planejamento para otimizar o tempo do paciente desde a chegada na unidade, até a sua saída.  Renata Regina de Oliveira – Administrativo da Direção na Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho (PMGSF) – AP 5.1.

Reunião de fluxo da PMGSF, com o objetivo no planejamento para otimizar o tempo do paciente desde a chega na unidade, até a sua saída. 
Reunião de fluxo da PMGSF

As policlínicas são unidades de referência de Atenção Secundária para atendimentos ambulatoriais especializados. Nessas unidades, equipes multiprofissionais realizam consultas especializadas, procedimentos e exames. Hoje, o Rio de janeiro conta com nove policlínicas. Para conseguir atendimento nas policlínicas, o paciente deve procurar a unidade básica de saúde mais próxima da sua residência e, caso seja necessário, o clínico encaminhará para a consulta com o especialista. O acesso às policlínicas é feito a partir do Sistema de Regulação (Sisreg).

Serviços Oferecidos Pelas Policlínicas

  • Consultas médicas especializadas (ginecologia, cardiologia, dermatologia, endocrinologia, ortopedia, pneumologia, otorrinolaringologia)
  • Consultas realizadas por outros profissionais de nível superior (nutrição, enfermagem, psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, fisioterapia)
  • Pequenas cirurgias
  • Suporte diagnóstico e terapêutico
  • Práticas Integrativas e Complementares
  • Atendimento odontológico especializado — CEOs
Reunião de fluxo da PMGSF, com o objetivo no planejamento para otimizar o tempo do paciente desde a chega na unidade, até a sua saída. 
Profissionais responsáveis pela porta de entrada da PMGSF.

 

Saiba mais, clicando nos links: https://saude.prefeitura.rio/

https://www.multirio.rj.gov.br/media/ceds/index.php?pag=rede_de_atendimento

Reunião de Planejamento PSE

Nesta data, 15 de janeiro de 2025, no auditório da OTICS Bangu, turno da manhã, tivemos a reunião de planejamento do PSE e CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, participaram do encontro 7 profissionais, o público alvo foram os diretores das escolas municipais da área. O assunto abordado foi, Programa Saúde na Escola (PSE), que é uma iniciativa dos Ministérios da Saúde e da Educação que visa promover a saúde e a educação integral dos estudantes da rede pública de ensino. O objetivo foi estabelecer o fluxo da Atenção Primária à Saúde (APS) com o território e sua população, incluindo a comunidade escolar. A responsável pela reunião foi, Júlia Marques dos Santos – Gerente técnico do CMS MGSF – AP 5.1.

Reunião de Planejamento PSE, objetivo no planejamento do Programa Saúde na Escola (PSE), promover a saúde e a educação dos estudantes.
Reunião de Planejamento PSE

O Programa Saúde na Escola (PSE) é uma iniciativa intersetorial dos Ministérios da Saúde e da Educação que tem a finalidade de contribuir para o pleno desenvolvimento dos estudantes da rede pública de ensino da educação básica, por meio da articulação entre os profissionais de saúde da Atenção Primária e dos profissionais da educação.

Foi instituído em 5 de dezembro de 2007 pelo Decreto n° 6.286, e atualmente regulamentado pela Portaria Interministerial nº 1.055 de 25 de abril de 2017.

Reunião de Planejamento PSE, objetivo no planejamento do Programa Saúde na Escola (PSE), promover a saúde e a educação dos estudantes.

Dessa forma, as políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação básica pública brasileira se unem para promover saúde e educação integral, fortalecendo as ações de enfrentamento de vulnerabilidades, ampliando o acesso aos serviços de saúde e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos estudantes brasileiros.

O PSE é, portanto, uma estratégia de integração permanente da Saúde e Educação para o desenvolvimento da cidadania e da qualificação das políticas públicas brasileiras.

Objetivo

Desenvolvimento da formação integral dos estudantes da rede pública de educação básica por meio de ações de prevenção, promoção e atenção à saúde.

Reunião de Planejamento PSE, objetivo no planejamento do Programa Saúde na Escola (PSE), promover a saúde e a educação dos estudantes.
Saiba mais, clicando aqui: Programa Saúde na Escola (PSE)

Reunião do CAPS Lima Barreto

Nesta manhã do dia 14/01/2025, no auditório da OTICS Bangu tivemos a reunião do CAPS Lima Barreto. Participam do encontro 40 profissionais. O público alvo foram os profissionais da saúde mental, o assunto abordado, foram os casos clínicos. O objetivo do encontro foi discutir casos clínicos com a equipe técnica, para atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente.  Os responsáveis da reunião foram, Rayane dos Passos – Coordenadora Técnica e Priscila Lira – ADM CAPS Lima Barreto.

Reunião do CAPS Lima Barreto discussão de casos clínicos com a atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente. 
Reunião do CAPS Lima Barreto.

Os CAPS III atende prioritariamente pessoas em intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso de substâncias psicoativas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Proporciona serviços de atenção contínua, com funcionamento 24 horas, incluindo feriados e finais de semana, ofertando retaguarda clínica e acolhimento noturno a outros serviços de saúde mental, inclusive CAPSad, possuindo até 05 (cinco) leitos para acolhimento noturno. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de 150 mil habitantes.

Reunião do CAPS Lima Barreto discussão de casos clínicos com a atualização das terapêuticas empregadas nos atendimentos de cada paciente. 
Discussão de casos clínicos com a equipe técnica de saúde mental!

Os Centros de Atenção Psicossocial são pontos de atenção estratégicos da Rede de Atenção Psicossocial – RAPS. Unidades que prestam serviços de saúde de caráter aberto e comunitário, constituído por equipe multiprofissional que atua sobre a ótica interdisciplinar e realiza prioritariamente atendimento às pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, em sua área territorial, seja em situações de crise ou nos processos de reabilitação psicossocial.

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

Serviço de Residência Terapêutica – (SRT)

Nesta manhã do dia 13/01/2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, profissionais da equipe Serviço de Residência Terapêutica – (SRT) do CAPS Neusa Santos – AP 5.1, trabalharam na atualização de dados no prontuário eletrônico de saúde mental. Participaram da digitação 6 profissionais responsáveis das residências terapêuticas. O objetivo é manter o prontuário dos pacientes atualizados de modo que todos os profissionais responsáveis pela continuidade do tratamento dos referidos pacientes, tenham os dados de reais para a terapêutica aplicada. A responsável pela equipe é Natascha Ribeiro – CAPS Neusa.

O Serviço Residencial Terapêutico (SRT), são casas localizadas no espaço urbano, pacientes saúde mentais graves, institucionalizadas ou não.
Profissionais da equipe Serviço de Residência Terapêutica – (SRT) do CAPS Neusa Santos – AP 5.1

O prontuário eletrônico é um repositório de informações mantidas de forma eletrônica, ao longo da vida de um indivíduo. Nele estão armazenadas as informações de saúde, clínicas e administrativas, originadas das ações das diversas categorias profissionais que compõem a APS. Além disso, é necessário que tenha pelo menos as seguintes características principais, registro de anamnese, exame objetivo e variáveis clínicas; prescrição de medicamentos ou outros métodos terapêuticos; emissão de atestados e outros documentos clínicos; solicitação de exames e outros métodos diagnósticos complementares; encaminhamentos a outros pontos da rede de atenção à saúde e acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções atuais.

Os dados dos cidadãos ficam todos no mesmo lugar, e todos os profissionais de saúde podem acessar as informações. O prontuário eletrônico já tem um padrão para as informações que devem ser lançadas de acordo com condições avaliadas e ciclos de vida, o que torna o registro facilitado. Isso associado ao fato de todas as letras serem legíveis, o que acaba diminuindo o tempo de cada consulta.

O Serviço Residencial Terapêutico (SRT), são casas localizadas no espaço urbano, pacientes saúde mentais graves, institucionalizadas ou não.
Atualização de dados no prontuário eletrônico de saúde mental.

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas, incluindo aquelas que enfrentam desafios relacionados as necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Esses serviços estão disponíveis na região e são especialmente focados em ajudar em situações difíceis ou no processo de reabilitação psicossocial.

 

Saiba mais clicando aqui: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desme/raps/caps

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/informatiza-aps/prontuario-eletronico

Estação Disseminadora de Larvicida (EDL)

Os profissionais da Vigilância Ambiental, nesta tarde de 13 de janeiro de 2025 se reuniram com os profissionais do Nível Central para o planejamento da instalação das armadilhas de Estação Disseminadora de Larvicida (EDL) no território da AP 5.1. O objetivo do treinamento é a implementação de Estações Disseminadoras de Larvicidas para o controle do Aedes spp. (EDLs) em municípios brasileiros, com o acompanhamento do Ministério da Saúde e apoio técnico da Fundação Oswaldo Cruz. Responsável pela equipe dos Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) da AP 5.1, Jorge Fortes – Subgerente de área.

No combate aos mosquitos, a disseminação de larvicidas pelos próprios mosquitos (Itoh 1994, Devine et al. 2009), é uma estratégia que complementa as atividades de rotina preconizadas pela Coordenação Geral de Vigilância de Arboviroses (CGARB/SVSA-MS), órgão do Ministério da Saúde do Brasil que regulamenta as diretrizes para a vigilância e controle de arboviroses no país.

A crescente urbanização, as dinâmicas populacionais e os desafios relacionados ao acesso à água e à destinação de resíduos sólidos são alguns dos fatores determinantes para a ocorrência de arboviroses no Brasil, como a denguezika chikungunya. Segundo dados recentes, mais de 5 mil municípios no país têm a presença do mosquito Aedes aegypti, vetor responsável pela transmissão dos vírus causadores dessas doenças. Diante desse cenário, o Ministério da Saúde vem fazendo uso de tecnologias com evidências científicas para fortalecer o controle vetorial, especialmente em cidades com mais de 100 mil habitantes, que concentram mais da metade dos casos prováveis de dengue entre 2013 e 2022.

As ações fazem parte do Plano de Ação para Redução da Dengue e outras Arboviroses, lançado em setembro pelo presidente Lula e a ministra da Saúde, Nísia Trindade.

A Coordenação-Geral de Vigilância de Arboviroses do Ministério da Saúde, área responsável pelo monitoramento, vigilância e política de controle das arboviroses, enfatiza que as estratégias de controle do mosquito devem ser definidas de acordo com as especificidades locais, sempre na lógica do manejo integrado de vetores.

Continue lendo: Arbovirose

 

Fiocruz

OTICS Bangu, trazendo informações para nossos leitores.

Saiba mais: EDL

Janeiro Branco – Mês de Conscientização sobre a Saúde Mental

Janeiro Branco – Mês de Conscientização sobre a Saúde Mental. importância dos cuidados com a saúde mental e emocional.
Janeiro Branco – Mês de Conscientização sobre a Saúde Mental

Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apoia a campanha Janeiro Branco sobre a importância dos cuidados com a saúde mental e emocional. A iniciativa foi criada em 2014 pelo psicólogo, palestrante e escritor mineiro Leonardo Abrahão. Hoje, a campanha é um marco no calendário brasileiro e, desde 2023, é reconhecida oficialmente como lei federal (Lei 14.556/23). Neste ano, o tema é: “O que fazer pela saúde mental agora e sempre?”. A ideia é estimular pessoas, famílias, empresas e instituições públicas e privadas a apoiarem ações concretas que coloquem a saúde mental como prioridade coletiva.

A escolha pelo primeiro mês do ano está atrelada ao significado de recomeço e a cor branca remete a uma folha de papel ou tela em branco, trazendo a oportunidade de escrever uma nova história.

A situação no Brasil

A vida contemporânea acelerada, a carga de atividades e responsabilidades e a constante exposição a informações impactantes podem criar um terreno fértil para o crescimento dos transtornos mentais e emocionais. A OMS (Organização Mundial da Saúde) destaca que a depressão e a ansiedade aumentaram mais de 25%, apenas no primeiro ano da pandemia de Covid-19. Um estudo epidemiológico do Ministério da Saúde revela que, em média, até 15,5% da população brasileira pode sofrer depressão ao menos uma vez ao longo da vida.

Na cidade do Rio de Janeiro, a Secretaria Municipal de Saúde em conjunto com o Sistema Único de Saúde (SUS), disponibiliza a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) para o atendimento de pessoas com transtornos mentais com profissionais especializados. Os atendimentos podem ser realizados na Atenção Primária em Saúde e incluem acolhimento, prescrição de medicação, oficinas de reabilitação psicossocial, grupos de atividades que promovam a cidadania.

O atendimento em saúde mental deve ser integrado ao cuidado em saúde de forma geral. O projeto terapêutico é construído entre a pessoa que busca o atendimento, o profissional de saúde e outras pessoas da rede de apoio. 
Para que o atendimento à saúde mental aconteça, é importante que os profissionais sejam preparados para: Reconhecer que a demanda em saúde mental vai além do transtorno mental, Agir com atenção psicossocial, Exercer boa comunicação, Exercitar a empatia, Acolher o usuário e suas queixas emocionais.

OTICS Bangu, levando saúde aos nossos leitores!

Fontes: https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/noticias/sobre-ans/janeirobranco-ans-valoriza-os-cuidados-com-a-saude-mental-e-emocional

Reunião de Planejamento das Policlínicas

Neste dia, 09 de janeiro de 2025, no auditório da OTICS Bangu, tivemos reunião de planejamento das Policlínicas do município do Rio de Janeiro. Participaram do encontro, 40 profissionais que atuam nas unidades das policlínicas, Manoel Guilherme da Silveira Filho; Antônio Ribeiro Netto; Hélio Pellegrino, José Paranhos Fontenelle; Newton Alves Cardoso; Rodolpho Rocco; Newton Bethlem; Carlos Alberto Nascimento; Lincoln de Freitas Filho; Rocha Maia, como também profissionais do nível central. Os assuntos abordados foram, importância do registro de dados de atendimentos no prontuário eletrônico (VitaCare), eixo assistencial, indicador (percentual mensal de consultas e procedimentos confirmados), objetivos, metas, ações, formas de monitoramento/responsáveis; plano estratégico de enfrentamento de absenteísmo desenvolvido pela policlínica. Foi apresentado pelos Diretores de cada unidade, acima mencionada, o processo de trabalho, atendimento ambulatorial em várias especialidades, exames, Núcleo Interno de regulação (NIR), Centro Especializado em Reabilitação (CER). O objetivo da reunião foi compartilhar os processos de trabalho, metodologista de registro de dados dos pacientes, troca de experiências e planejamento assistencial para 2025. A palestrante e líder da reunião, Zeni Fernandes – Coordenadora das Policlínicas Secretaria Municipal de Saúde – RJ.

Reunião de Planejamento das Policlínicas, com objetivo de compartilhar os processos de trabalho e planejamento assistencial para 2025.
Reunião de Planejamento das Policlínicas.

As policlínicas são unidades de referência de Atenção Secundária para atendimentos ambulatoriais especializados, onde equipes multiprofissionais realizam consultas médicas especializadas (ginecologia, cardiologia, dermatologia, endocrinologia, ortopedia, pneumologia, otorrinolaringologia), consultas realizadas por outros profissionais de nível superior (nutrição, enfermagem, psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, fisioterapia), procedimentos e exames.

Os pacientes são referenciados para essas unidades a partir das unidades de Atenção Primária (clínicas da família e centros municipais de saúde), conforme a necessidade, por meio do Sistema de Regulação (Sisreg).

Reunião de Planejamento das Policlínicas, com objetivo de compartilhar os processos de trabalho e planejamento assistencial para 2025.
Equipe Hélio Pellegrino.
Reunião de Planejamento das Policlínicas, com objetivo de compartilhar os processos de trabalho e planejamento assistencial para 2025.
Apresentação Policlínica Rodolpho Rocco.
Reunião de Planejamento das Policlínicas, com objetivo de compartilhar os processos de trabalho e planejamento assistencial para 2025.
Equipe Newton Bethlem.

 

Policlínicas/RJ