Oficina de Territorialização do CMS Dr Eithel Pinheiro e CMS Silvio Barbosa – AP 5.1.

No dia 18 de março de 2026, no turno da manhã, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou o 1° encontro da Oficina de Territorialização com os profissionais do CMS Dr Eithel Pinheiro e CMS Silvio Barbosa – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também o inicio da delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território. Participaram da oficina Fátima Carneiro (Gerente da OTICS Bangu), os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), os Gerentes das unidades; além de Vivian Bravo, Auxiliar Administrativa do DICA, e Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

 

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

 

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

 

 

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Oficina de Territorialização do CMS Padre Miguel – AP 5.1

No dia 05 de março de 2026, no turno da manhã, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou o primeiro encontro da Oficina de Territorialização com os profissionais do CMS Padre Miguel – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também a delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território. Participaram da oficina Fátima Carneiro (Gerente da OTICS Bangu); Fábio Antônio Monteiro (Gerente Técnica da Unidade); Barbara Villar Martins (Diretora do CMS Padre Miguel); os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Josélia Vieira; Cristiane Lopes; Joelma Aranha; Patrícia Justino; Sidonio Paes; Rosangela Santos; Aline Ribeiro da Rosa; Geisilaine da Guia Caiana; além de Vivian Bravo, Auxiliar Administrativa do DICA, e Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

 

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

 

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

 

 

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Oficina de Territorialização do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1

No dia 03 de março de 2026, no turno da manhã, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou o primeiro encontro da Oficina de Territorialização com os profissionais do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também a delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território. Participaram da oficina Fátima Carneiro, Gerente da OTICS Bangu; Júlia Marques, Gerente Técnica da unidade; os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Brenda Reis, Raquel Lopes, Amanda Silva, Letícia Lima, Matheus Lima, Mariana Cunha e Jailma Lopes Santos; além de Vivian Bravo, Auxiliar Administrativa do DICA, e Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

 

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

 

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Oficina de Territorialização do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho e CMS Padre Miguel – AP 5.1

Oficina de Territorialização reúne profissionais do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho e CMS Padre Miguel na AP 5.1

Na manhã do dia 29 de janeiro de 2026, o Laboratório de Informática (Lab Info) da OTICS Bangu sediou o primeiro encontro da Oficina de Territorialização com profissionais do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho e do CMS Padre Miguel, ambos pertencentes à Área Programática 5.1. A atividade teve como objetivo principal realizar ajustes no território e iniciar a delineação das microáreas, etapa fundamental para a organização do processo de trabalho das equipes e para o fortalecimento das ações da Atenção Primária à Saúde no território. Participaram da oficina Fátima Carneiro, Gerente da OTICS Bangu; Victor Lins, Administrativo da OTICS Bangu e Júlia Marques, Gerente Técnica do CMS Manoel Guilher com os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Jailma de Lima Santos, Andreia Oliveira, Matheus Sena Lima, Iuri da Silva Tavares de Paula, Amanda Silva, Danielle dos Santos e Marianna Conde Cunha. O encontro contou ainda com a participação de Bárbara Villar Martins, Diretora do CMS Padre Miguel, acompanhada de seus ACSs Cristiane Lopes, Amanda Caetano, Maria Laura Campelo e Joelma Azanha, fortalecendo a integração entre as equipes das unidades envolvidas. A oficina também teve o apoio técnico de Vivian Bravo, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1, contribuindo com orientações estratégicas para a organização territorial e o mapeamento das microáreas.

A territorialização é uma ferramenta essencial da Atenção Primária à Saúde, pois permite o reconhecimento do território, a identificação das necessidades da população e o planejamento de ações mais eficazes e alinhadas à realidade local. O processo contribui diretamente para a melhoria do acesso, do acompanhamento das famílias e da organização do cuidado em saúde.

A realização da oficina reafirma o compromisso da CAP 5.1 e da Rede OTICS Rio com o fortalecimento das equipes, a qualificação dos processos de trabalho e a construção de uma Atenção Primária cada vez mais organizada, resolutiva e próxima do território.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

SILVA, A. M.; SOUZA, M. F. Territorialização como estratégia de organização da Atenção Primária à Saúde no SUS. Hygeia – Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, Uberlândia, v. 14, n. 28, p. 1-14, 2018. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/hygeia/article/view/44129. Acesso em: 29 jan. 2026.

OLIVEIRA, J. S.; et al. Territorialização e atuação dos Agentes Comunitários de Saúde na Atenção Primária. APS em Revista, Juiz de Fora, 2020. Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/aps. Acesso em: 29 jan. 2026.

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO. Diretrizes da Atenção Primária à Saúde e organização do território. Rio de Janeiro: SMS-Rio, s.d. Disponível em: https://www.rio.rj.gov.br/sms. Acesso em: 29 jan. 2026.

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