Grupo de Tabagismo do CMS Manoel Guilherme – AP 5.1

Grupo de Tabagismo promove palestra sobre Tabagismo e Câncer de Boca na AP 5.1

O Grupo de Tabagismo do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho, na AP 5.1, realizou palestra educativa com o tema “Tabagismo e Câncer de Boca”, direcionada aos pacientes assistidos pela unidade. A atividade foi conduzida pelos profissionais Rose Sutil (Enfermeira), Eduardo Gonçalves (Farmacêutico), Stefany Silva (TSB) e Liane Nascimento (ACS), reforçando o compromisso da equipe multiprofissional com a promoção da saúde e a prevenção de agravos. A ação abordou os principais impactos do tabagismo na saúde bucal, os fatores de risco associados ao desenvolvimento do câncer de boca, sinais e sintomas de alerta, formas de prevenção e a importância da cessação do tabaco como medida fundamental para redução de riscos. Também foram apresentadas orientações sobre acompanhamento clínico e suporte ofertado pela unidade para quem deseja parar de fumar. O objetivo da palestra foi conscientizar os pacientes sobre os riscos do tabagismo, especialmente sua relação direta com o câncer de boca, além de incentivar a adesão ao tratamento para cessação do tabaco oferecido na Atenção Primária. A atividade também buscou fortalecer o vínculo entre equipe e usuários, promovendo educação em saúde baseada em informação qualificada.

O tabagismo é reconhecido como um dos principais fatores de risco evitáveis para o desenvolvimento de diversos tipos de câncer, incluindo o câncer de boca. A Atenção Primária à Saúde desempenha papel estratégico na prevenção, diagnóstico precoce e acompanhamento dos usuários, contribuindo para a redução da morbimortalidade associada ao consumo de tabaco. A realização de atividades educativas no território amplia o acesso à informação, estimula mudanças de comportamento e fortalece o cuidado integral. A atuação integrada entre enfermagem, farmácia, saúde bucal e agente comunitário potencializa os resultados, garantindo abordagem multiprofissional e centrada no usuário.

A iniciativa reafirma o compromisso da AP 5.1 com a promoção da saúde, a prevenção de doenças crônicas e o fortalecimento das ações do SUS no território.

Fontes

  • Instituto Nacional de Câncer (INCA). Informações sobre tabagismo e câncer de boca.

  • Ministério da Saúde. Programa Nacional de Controle do Tabagismo.

  • Organização Mundial da Saúde. Relatórios sobre tabagismo e prevenção do câncer.

Oficina de Territorialização do CMS Dr Eithel Pinheiro e CMS Silvio Barbosa – AP 5.1.

No dia 18 de março de 2026, no turno da manhã, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou o 1° encontro da Oficina de Territorialização com os profissionais do CMS Dr Eithel Pinheiro e CMS Silvio Barbosa – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também o inicio da delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território. Participaram da oficina Fátima Carneiro (Gerente da OTICS Bangu), os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), os Gerentes das unidades; além de Vivian Bravo, Auxiliar Administrativa do DICA, e Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

 

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

 

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

 

 

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Encontro com o Grupo de Tabagismo PMGSF

Grupo de Tabagismo: por uma vida sem fumaça promove reflexão e cuidado integral para usuários da unidade!

No dia 06 de março de 2026, das 08h às 10h, foi realizado o encontro do Grupo de Tabagismo, Por uma Vida sem Fumaça, atividade voltada aos pacientes da unidade de saúde, com a participação de 20 usuários. A ação integra as estratégias de promoção da saúde e prevenção de doenças desenvolvidas no âmbito da Atenção Primária à Saúde. O encontro teve como objetivo principal identificar os diferentes tipos de dependência relacionados ao tabagismo, entre eles a dependência física, psicológica e comportamental, auxiliando os participantes a compreenderem os fatores que influenciam o hábito de fumar e os desafios presentes no processo de cessação do tabaco. Durante a atividade, foi abordado o tema Entender por que se fuma”, promovendo um espaço de escuta, reflexão e troca de experiências entre os participantes. A discussão buscou ampliar a consciência sobre os gatilhos emocionais, sociais e comportamentais associados ao consumo do tabaco, além de estimular estratégias de enfrentamento para a redução e abandono do hábito.

O grupo foi conduzido pela enfermeira Rose Cleide Sutil, com a participação do farmacêutico Eduardo e de um técnico em saúde bucal, reforçando a importância do trabalho multiprofissional no cuidado aos usuários que desejam parar de fumar.

Como parte das atividades, os participantes também tiveram acesso a uma sessão de auriculoterapia, prática integrativa que utiliza estímulos em pontos específicos da orelha com o objetivo de auxiliar no controle da ansiedade, redução do estresse e apoio no processo de cessação do tabagismo. Essa abordagem está alinhada às práticas da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, incentivadas no Sistema Único de Saúde (SUS).

A realização do grupo reforça a importância de ações educativas e terapêuticas voltadas ao enfrentamento do tabagismo, considerado um dos principais fatores de risco para diversas doenças crônicas, como doenças cardiovasculares, respiratórias e câncer. Iniciativas como essa contribuem para fortalecer a autonomia dos usuários, promover hábitos de vida mais saudáveis e melhorar a qualidade de vida da população atendida pela rede de saúde.

Fontes

Oficina de Territorialização do CMS Padre Miguel – AP 5.1

No dia 05 de março de 2026, no turno da manhã, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou o primeiro encontro da Oficina de Territorialização com os profissionais do CMS Padre Miguel – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também a delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território. Participaram da oficina Fátima Carneiro (Gerente da OTICS Bangu); Fábio Antônio Monteiro (Gerente Técnica da Unidade); Barbara Villar Martins (Diretora do CMS Padre Miguel); os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Josélia Vieira; Cristiane Lopes; Joelma Aranha; Patrícia Justino; Sidonio Paes; Rosangela Santos; Aline Ribeiro da Rosa; Geisilaine da Guia Caiana; além de Vivian Bravo, Auxiliar Administrativa do DICA, e Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

 

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

 

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

 

 

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Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – 2026

Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – 2026 segue com segundo dia de atividades

Dando continuidade ao cronograma iniciado em 03 de março de 2026, foi realizado hoje, 05 de março de 2026, o segundo dia da Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (ASSTT), promovida pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador Estadual (CEREST Estadual), com a participação de todos os CERESTs da Região Metropolitana. A atividade, realizada de forma remota no horário das 9h às 12h, teve como foco a construção do mapa da Rede de Atenção à Saúde (RAS) e do controle social do município sede do CEREST, etapa fundamental para compreender a organização da rede assistencial e os espaços de participação social relacionados à saúde do trabalhador. A oficina tem como objetivo conhecer o perfil produtivo dos trabalhadores e trabalhadoras, identificar os processos produtivos presentes nos territórios e fortalecer a vigilância em saúde do trabalhador, contribuindo para a qualificação do planejamento das ações regionais.

A atividade foi acompanhada na sala de tutoria da OTICS Bangu pela Thamine Gouvêa dos Santos – Enfermeira do CEREST Zona Oeste (PAM Bangu), reforçando o compromisso da área programática com a qualificação técnica das equipes e o aprimoramento das análises territoriais no âmbito da saúde do trabalhador.

A iniciativa é estratégica para consolidar a Análise de Situação de Saúde como instrumento norteador das ações da Rede de Atenção à Saúde (RAS), articulando informações epidemiológicas, organização da rede assistencial e participação do controle social. Ao promover esse espaço de construção coletiva, o CEREST Estadual contribui para o fortalecimento da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no âmbito do SUS, ampliando a capacidade de identificação de riscos, agravos relacionados ao trabalho e planejamento de intervenções nos territórios.

O cronograma dos encontros seguirá com as seguintes datas:

  • 03/03/2026 – Construção do mapa epidemiológico (município sede do CERESTT);

  • 05/03/2026 – Construção do mapa da RAS e do controle social (município sede do CERESTT);

  • 10/03/2026 – Reunião de coordenadores e apresentação da ASSTT de 07 (sete) CERESTTs;

  • 12/03/2026 – Apresentação da ASSTT dos 07 (sete) CERESTTs restantes.

Fontes

Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria nº 1.823/2012).

Ministério da Saúde. Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST).

Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro. Diretrizes da Vigilância em Saúde do Trabalhador.

Se quiser, também posso transformar esse texto em uma versão mais curta e estratégica para postagem no Instagram da OTICS, mantendo o tom institucional.

Oficina de Territorialização do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1

No dia 03 de março de 2026, no turno da manhã, o laboratório de informática da OTICS Bangu sediou o primeiro encontro da Oficina de Territorialização com os profissionais do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho – AP 5.1. A atividade teve como objetivo ajustes do território da unidade, como também a delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento do processo de territorialização e organização do trabalho das equipes de Atenção Primária à Saúde. A definição adequada das microáreas contribui para o planejamento das ações, qualificação do acompanhamento das famílias e maior precisão na identificação das necessidades de saúde do território. Participaram da oficina Fátima Carneiro, Gerente da OTICS Bangu; Júlia Marques, Gerente Técnica da unidade; os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Brenda Reis, Raquel Lopes, Amanda Silva, Letícia Lima, Matheus Lima, Mariana Cunha e Jailma Lopes Santos; além de Vivian Bravo, Auxiliar Administrativa do DICA, e Alexsandra Barroso Clarim, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1.

O encontro reforça a importância do trabalho integrado entre gestão, equipe técnica e profissionais do território, utilizando ferramentas de geoprocessamento e análise territorial para aprimorar a organização das áreas de abrangência e garantir maior efetividade nas ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde na AP 5.1.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

 

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

 

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Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – 2026 inicia atividades

Teve início hoje, 03 de março de 2026, a Oficina de Construção da Análise de Situação de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (ASSTT), promovida pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador Estadual (CEREST Estadual), com participação de todos os CERESTs da Região Metropolitana. A atividade, realizada de forma remota, acontece no horário das 9h às 12h e marca o primeiro momento do cronograma, com a construção do mapa epidemiológico do município sede do CERESTT. A oficina tem como objetivo conhecer o perfil produtivo dos trabalhadores e trabalhadoras e identificar os processos produtivos presentes nos territórios, fortalecendo a vigilância em saúde do trabalhador e qualificando o planejamento das ações regionais.

A Supervisora do CEREST Zona Oeste – AVS – CAP 5.1, Simone Leite, acompanhou a atividade na sala de tutoria da OTICS Bangu, reforçando o compromisso da área programática com a qualificação técnica e o aprimoramento das análises territoriais.

A iniciativa é estratégica para consolidar a Análise de Situação de Saúde como instrumento norteador das ações da Rede de Atenção à Saúde (RAS), articulando informações epidemiológicas, organização da rede assistencial e participação do controle social. Ao promover esse espaço de construção coletiva, o CEREST Estadual contribui para o fortalecimento da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no âmbito do SUS, ampliando a capacidade de identificação de riscos, agravos relacionados ao trabalho e planejamento de intervenções nos territórios.

O cronograma dos encontros seguirão nas datas, 03/03/2026  – Construção do mapa epidemiológico (município sede do CERESTT); 05/03/2026 – Construção do mapa da RAS e do controle social (município sede do CERESTT); 10/03/2026 – Reunião de coordenadores e apresentação da ASSTT de 07 (sete) CERESTTs e dia 12/03/2026 – Apresentação da ASSTT dos 07 (sete) CERESTTs restantes.

Fontes

  • Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria nº 1.823/2012).

  • Ministério da Saúde. Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST).

  • Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro. Diretrizes da Vigilância em Saúde do Trabalhador.

Oficina sobre Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

Oficina sobre Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora fortalece atuação dos pontos focais da Zona Oeste

No dia 05 de fevereiro, das 14h às 16h, foi realizada no Laboratório de Informática da OTICS a Oficina sobre a Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, voltada aos pontos focais das Coordenações de Atenção Primária (CAPs) da área de abrangência do CEREST Zona Oeste. A atividade reuniu 7 participantes, entre profissionais responsáveis pela articulação das ações de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora nos territórios. A oficina teve como objetivo principal qualificar os profissionais para a atuação no tema da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (STT) em seus territórios, com foco no acompanhamento dos casos relacionados às condições e agravos decorrentes do trabalho, fortalecendo o monitoramento, a notificação e o cuidado integral aos trabalhadores. A condução da atividade ficou a cargo de Lúcia Cruz, da DAPS CAP 5.1, e Simone Leite, do CEREST Zona Oeste, que promoveram a troca de experiências, orientações técnicas e o alinhamento das práticas desenvolvidas na Atenção Primária e na rede de saúde.

O Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) é um serviço estratégico do Sistema Único de Saúde (SUS), integrante da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST). Sua atuação tem como finalidade promover, proteger e recuperar a saúde dos trabalhadores, por meio do apoio técnico às equipes de saúde, da vigilância em saúde do trabalhador, da investigação de agravos relacionados ao trabalho e da articulação intersetorial no território.

A realização da oficina é fundamental para o fortalecimento das ações de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora na Atenção Primária, uma vez que contribui para a qualificação dos profissionais, o aprimoramento do acompanhamento dos casos e a integração entre os serviços da rede. A capacitação dos pontos focais amplia a capacidade de resposta dos territórios frente aos agravos relacionados ao trabalho, promovendo cuidado integral, vigilância qualificada e proteção à saúde da população trabalhadora.

A iniciativa reafirma o compromisso do CEREST Zona Oeste, da DAPS CAP 5.1 e da OTICS com a qualificação das ações de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, fortalecendo o cuidado, a vigilância e a promoção da saúde nos territórios.

Fontes e referências:

As atividades desenvolvidas estão alinhadas com as seguintes normativas e diretrizes oficiais:

  • Constituição Federal de 1988, que assegura a saúde como direito de todos e dever do Estado;

  • Lei nº 8.080/1990 (Lei Orgânica da Saúde), que inclui a Saúde do Trabalhador como campo de atuação do SUS;

  • Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT);

  • Diretrizes da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST);

  • Documentos técnicos do Ministério da Saúde e da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

Oficina de Territorialização do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho e CMS Padre Miguel – AP 5.1

Oficina de Territorialização reúne profissionais do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho e CMS Padre Miguel na AP 5.1

Na manhã do dia 29 de janeiro de 2026, o Laboratório de Informática (Lab Info) da OTICS Bangu sediou o primeiro encontro da Oficina de Territorialização com profissionais do CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho e do CMS Padre Miguel, ambos pertencentes à Área Programática 5.1. A atividade teve como objetivo principal realizar ajustes no território e iniciar a delineação das microáreas, etapa fundamental para a organização do processo de trabalho das equipes e para o fortalecimento das ações da Atenção Primária à Saúde no território. Participaram da oficina Fátima Carneiro, Gerente da OTICS Bangu; Victor Lins, Administrativo da OTICS Bangu e Júlia Marques, Gerente Técnica do CMS Manoel Guilher com os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Jailma de Lima Santos, Andreia Oliveira, Matheus Sena Lima, Iuri da Silva Tavares de Paula, Amanda Silva, Danielle dos Santos e Marianna Conde Cunha. O encontro contou ainda com a participação de Bárbara Villar Martins, Diretora do CMS Padre Miguel, acompanhada de seus ACSs Cristiane Lopes, Amanda Caetano, Maria Laura Campelo e Joelma Azanha, fortalecendo a integração entre as equipes das unidades envolvidas. A oficina também teve o apoio técnico de Vivian Bravo, responsável pelo Geoprocessamento da DICA – CAP 5.1, contribuindo com orientações estratégicas para a organização territorial e o mapeamento das microáreas.

A territorialização é uma ferramenta essencial da Atenção Primária à Saúde, pois permite o reconhecimento do território, a identificação das necessidades da população e o planejamento de ações mais eficazes e alinhadas à realidade local. O processo contribui diretamente para a melhoria do acesso, do acompanhamento das famílias e da organização do cuidado em saúde.

A realização da oficina reafirma o compromisso da CAP 5.1 e da Rede OTICS Rio com o fortalecimento das equipes, a qualificação dos processos de trabalho e a construção de uma Atenção Primária cada vez mais organizada, resolutiva e próxima do território.

Geoprocessamento é um procedimento integrante do Sistema de Informações Geográficas (SIGs) e baseia-se em selecionar e trabalhar em torno de imagens de satélite e fotografias aéreas para a produção de mapas e representações cartográficas em geral.

Como a estratégia de Saúde da Família (ESF) é um conjunto de ações dirigidas à população de territórios delimitados, as chamadas microáreas, pelas quais a ESF assume a responsabilidade sanitária, apresentamos a utilização da ferramenta do Google Earth Pro como uma possibilidade para o georreferenciamento em saúde às mãos dos profissionais da saúde. Delimitar as microáreas. Trabalhamos com base do IPP – Instituto Pereira Passos (Onde Ser Atendido), Plataforma Google Earth Pro, Malha Setores Censitários.

O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, que é um processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, esse processo é importante para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.

SILVA, A. M.; SOUZA, M. F. Territorialização como estratégia de organização da Atenção Primária à Saúde no SUS. Hygeia – Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, Uberlândia, v. 14, n. 28, p. 1-14, 2018. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/hygeia/article/view/44129. Acesso em: 29 jan. 2026.

OLIVEIRA, J. S.; et al. Territorialização e atuação dos Agentes Comunitários de Saúde na Atenção Primária. APS em Revista, Juiz de Fora, 2020. Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/aps. Acesso em: 29 jan. 2026.

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO. Diretrizes da Atenção Primária à Saúde e organização do território. Rio de Janeiro: SMS-Rio, s.d. Disponível em: https://www.rio.rj.gov.br/sms. Acesso em: 29 jan. 2026.

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