Reunião online do RAP da Saúde

Na sala de apoio à gestão da OTICS Bangu, em 3 de julho de 2025, no turno da tarde, tivemos o jovem da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP) em reunião online com a coordenação do projeto – Nível Central,  participaram do encontro, 1 jovem da AP 5.1 e 10 responsáveis do projeto do Nível Central remotamente, o público-alvo foram os adolescentes e jovens do RAP (facilitadores), o objetivo da reunião foi planejamento da formatura dos jovens  do projeto. O responsável pelo encontro foi, Marcio Batista – Coordenador do RAP da saúde.

Reunião online do RAP da Saúde, planejamento da formatura dos jovens  do projeto RAP da Saúde, com a Coordenação do Projeto - Nível Central.
Willian Inácio – Jovens Promotores da Saúde (RAP).

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Atualização de Relatórios do RAP da Saúde

Na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, em 26 de junho de 2025, no turno da tarde, tivemos o segundo dia de atualização do relatório mensal da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro, 2 jovens do projeto, Willian Inácio da Conceição e Brendon Ferreira da Silva – Jovens Promotores da Saúde. O público-alvo foram os adolescentes e jovens do RAP, o objetivo foi finalizar o relatório mensal do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde realizadas pelos jovens. A responsável do encontro foi Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1.

RAP da saúde, elaboração de relatórios do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.
Willian Inácio da Conceição e Brendon Ferreira da Silva – Jovens Promotores da Saúde.

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Planejamento dos Projetos Apoiadores DAPS – CAP 5.1

Neste dia, 25 de junho de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira (Apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS / CAP 5.1), estiveram em reunião online para avaliação parcial do planejamento anual do Rap da Saúde, Saúde Integral da População Negra (SIPN) e Acessibilidade Comunicativa. Responsáveis pelo projeto são, Veronica Alexandrino, Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento (Apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa) – DAPS – CAP 5.1.

O RAP da Saúde é um projeto da Prefeitura do Rio de Janeiro que forma jovens multiplicadores de informações em saúde, direitos humanos e cidadania. 

O RAP da Saúde é um projeto desenvolvido pela Superintendência de Promoção da Saúde da Secretaria Municipal de Saúde e, com a parceria, passou a fazer parte do Emprega JUV, o programa de empregabilidade da JUVRio, que tem por objetivo auxiliar a juventude carioca na busca de uma oportunidade de trabalho, promovendo seu desenvolvimento por meio da orientação e da qualificação profissional e de ofertas de oportunidades para inserção no mercado de trabalho.

A Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) é uma política do Ministério da Saúde que visa combater as desigualdades no acesso à saúde e promover a saúde da população negra.

Para contribuir com a mudança da percepção da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) no SUS, o Ministério da Saúde (MS), por meio da Assessoria Especial para Promoção da Equidade Racial em Saúde, e a Fiocruz, realizam entre os dias 22 e 23 de janeiro, em Brasília, a Oficina Nacional de Comunicação para o Fortalecimento da Saúde da População Negra.

Voltada a representantes de mídias alternativas que atuam com temáticas como saúde e racismo, de todas as regiões do Brasil, a oficina tem como objetivos mobilizar comunicadores e comunicadoras da sociedade civil para apoiar o enfrentamento do racismo na saúde e a promoção da equidade racial na área e fazer um levantamento de sugestões e demandas para a formulação de um plano operativo de comunicação em torno da PNPSIPN.

Planejamento dos Projetos Apoiadores DAPS - CAP 5.1 - Rap da Saúde, Saúde Integral da População Negra (SIPN) e Acessibilidade Comunicativa.
Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira (Apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS / CAP 5.1).

Acessibilidade comunicativa em saúde refere-se à garantia de que a população tenha acesso à informação em saúde de forma clara, compreensível e adequada às suas necessidades.

Acessibilidade refere-se à criação de condições que permitam a participação plena e igualitária de todas as pessoas, independentemente de suas habilidades físicas, sensoriais, cognitivas ou qualquer outra condição.

É importante considerar diversos aspectos para garantir a inclusão de pessoas com diferentes tipos de deficiência. Abaixo estão algumas áreas e elementos-chave a serem considerados ao listar as condições de acessibilidade:

Inclusão Social: A acessibilidade é fundamental para promover a inclusão social, garantindo que todas as pessoas tenham igualdade de oportunidades de participar da sociedade. Ela permite que pessoas com deficiências ou limitações possam desfrutar de espaços, serviços e informações como qualquer outra pessoa.

 

Fontes: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/janeiro/ministerio-da-saude-e-fiocruz-realizam-oficina-nacional-de-comunicacao-para-o-fortalecimento-da-saude-da-populacao-negra

Acessibilidade

RAP da Saúde

Atualização de Relatórios do RAP da Saúde

Na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, em 24 de junho de 2025, no turno da tarde, tivemos a atualização de relatório mensal da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro, 2 jovens do projeto, Willian Inácio da Conceição e Brendon Ferreira da Silva – Jovens Promotores da Saúde. O público-alvo foram os adolescentes e jovens do RAP, o objetivo do evento foi a elaboração do relatório mensal e trimestral do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde realizadas pelos jovens. A responsável do encontro foi Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1.

RAP da saúde, elaboração de relatórios do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.
Atualização de relatório mensal da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP).

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

RAP da saúde, elaboração de relatórios do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.
Willian Inácio da Conceição e Brendon Ferreira da Silva – Jovens Promotores da Saúde.

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Acompanhamento Pedagógico do Curso de Libras

Neste dia, 24 de junho de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1, reuniu a equipe para o planejamento de atividades da 4ª turma básica de libras e 1ª turma intermediária de libras da CAP 5.1. Participaram do encontro, Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira (Apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS / CAP 5.1), o objetivo é a promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais para que as pessoas surdas possam estar de fato inseridos na sociedade, o que, infelizmente, está longe de ser a realidade. A Libras facilita muito a comunicação com a família, na escola, no convívio social. A responsável do encontro foi, Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1.

Acompanhamento Pedagógico do Curso de Libras, promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais para que as pessoas surdas.
Acompanhamento Pedagógico do Curso de Libras.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologia, morfologia, sintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

Acompanhamento Pedagógico do Curso de Libras, promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais para que as pessoas surdas.
Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira (Apoiadores do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS / CAP 5.1).

Fontes: Libras

Central Carioca de Libras 

Construção do Relatório Trimestral RAP da Saúde

Nesta tarde do dia 18 de junho de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, tivemos a construção do relatório trimestral da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro 2 jovens do RAP, Willian Inácio da Conceição e Brendon Ferreira da Silva, 0 público alvo foram os adolescentes e jovens do RAP, o objetivo do trabalho foi a elaboração do relatório trimestral do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.

RAP da Saúde é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).
Jovens Promotores da Saúde (RAP), Willian Inácio da Conceição e Brendon Ferreira da Silva.

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Com o auxílio dos relatos de experiência dos jovens, vamos contar a trajetória do Rap da Saúde nos últimos três anos: os desafios encontrados até aqui e o que aprendemos no percurso.

RAP da Saúde é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).
Elaboração do Relatório Trimestral.

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Acompanhamento Pedagógico do Curso de Libras

Nesta tarde do dia 18 de junho de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1, reuniu a equipe para o planejamento de atividades da 4ª turma básica de libras e 1ª turma intermediária de libras da CAP 5.1. Participaram do encontro, Jaqueline Nascimento (Apoiadora do RAP da Saúde, Saúde Integral da População Negra e Acessibilidade Comunicativa – DAPS / CAP 5.1) e Renata Reis (Fonoaudióloga e Interprete de Libras), o objetivo é a promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais para que as pessoas surdas possam estar de fato inseridos na sociedade, o que, infelizmente, está longe de ser a realidade. A Libras facilita muito a comunicação com a família, na escola, no convívio social. A responsável do encontro foi, Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1.

Elaboração do Curso de Libras e Planejamento das Aulas, promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais para que as pessoas surdas.
Atualização da Planilha Pedagógica do Curso de Libras.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Elaboração do Curso de Libras e Planejamento das Aulas, promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais para que as pessoas surdas.
Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologia, morfologia, sintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

Elaboração do Curso de Libras e Planejamento das Aulas, promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais para que as pessoas surdas.
Planejamento de atividades da 4ª turma básica de libras e 1ª turma intermediária de libras da CAP 5.1.

Fontes: Libras

Central Carioca de Libras 

Construção do Relatório Trimestral RAP da Saúde

Nesta tarde do dia 11 de junho de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, tivemos a construção do relatório trimestral da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro 2 jovens do RAP, 0 público alvo foram os adolescentes e jovens do RAP, o objetivo do evento foi a elaboração do relatório trimestral do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.

Elaboração do Relatório Trimestral do Projeto.

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Com o auxílio dos relatos de experiência dos jovens, vamos contar a trajetória do Rap da Saúde nos últimos três anos: os desafios encontrados até aqui e o que aprendemos no percurso.

Jovens Promotores da Saúde.

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina 

Elaboração do Curso de Libras e Planejamento das Aulas

Nesta tarde do dia 4 de março de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1, reuniu a equipe com o propósito de elaboração e gravação de vídeos para a aula remota da 4ª Turma Básica de Libras (para os Profissionais da Saúde da AP 5.1). Participaram do encontro, os supervisores do projeto, Jaqueline Nascimento e Elvis Ferreira, o público alvo foram os adolescentes e jovens do RAP, o objetivo é a promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais para que as pessoas surdas possam estar de fato inseridos na sociedade, o que, infelizmente, está longe de ser a realidade. A Libras facilita muito a comunicação com a família, na escola, no convívio social. A responsável do encontro foi, Jaqueline Nascimento, apoiadora do projeto – Promoção da Saúde CAP 5.1.

Elaboração do Curso de Libras e Planejamento das Aulas, promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais para que as pessoas surdas.
Gravação de vídeos para a aula remota da 4ª Turma Básica de Libras.

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a língua de sinais usada por surdos dos centros urbanos brasileiros[2] e legalmente reconhecida como meio de comunicação e expressão.[3][4] É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que é empregada, quanto da antiga língua de sinais francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A Libras não é uma gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte. Cada país possui sua própria língua de sinais, tendo cada uma um nome próprio, como em Portugal, onde adota-se a Língua Gestual Portuguesa (LGP).

Elaboração do Curso de Libras e Planejamento das Aulas, promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais para que as pessoas surdas.
Supervisores do projeto, Elvis Ferreira com os adolescentes e jovens do RAP.

A Libras não é a “segunda língua oficial do Brasil”. Ela é reconhecida como meio de comunicação e expressão dos surdos sinalizados brasileiros, e, de acordo com a Lei de Libras, ela não substitui a modalidade escrita da língua portuguesa (língua oficial do país).

Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologia, morfologia, sintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A diferença é sua modalidade de articulação, a saber visual-espacial, ou cinésico-visual, para outros. Assim sendo, a comunicação em Libras não envolve apenas o conhecimento dos sinais, mas o domínio de sua gramática para combinar as frases, estabelecendo a comunicação de forma correta, evitando o uso do “português sinalizado”.

Elaboração do Curso de Libras e Planejamento das Aulas, promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais para que as pessoas surdas.
Objetivo é a promoção do ensino da Língua Brasileira de Sinais para que as pessoas surdas possam estar de fato inseridos na sociedade.

Fontes:

Libras

Central Carioca de Libras 

Construção do Relatório Trimestral RAP da Saúde

Nesta tarde do dia 03 de junho de 2025, na sala de apoio a gestão da OTICS Bangu, tivemos a construção do relatório trimestral da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde (RAP), participaram do encontro 2 jovens do RAP, 0 público alvo foram os adolescentes e jovens do RAP, o objetivo do evento foi a elaboração do relatório trimestral do projeto, contendo as ações de promoção e prevenção a saúde, realizadas pelos jovens.

RAP da Saúde é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).
 Elaboração do Relatório Trimestral do Projeto.

O RAP da Saúde – Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) que tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da saúde tendo os jovens como protagonistas e agentes de participação social e comunicação.

Uma vez que o protagonismo juvenil traz em si a ideia dos jovens como sujeitos de intervenções e de ações transformadoras de seus contextos sociais e comunitários, no RAP eles são protagonistas em todas as etapas: no planejamento e na realização das ações de promoção da saúde, no acesso e acolhimento de jovens nas unidades de saúde com propósito de fortalecer a educação entre pares e na avaliação do desenvolvimento do curso.

O projeto, que existe desde 2007, foi reformulado em 2015 com a sua institucionalização. A partir de então, passou a ser gerido integralmente pela SMS-RJ e ganhou formato de Curso para Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.

Com o auxílio dos relatos de experiência dos jovens, vamos contar a trajetória do Rap da Saúde nos últimos três anos: os desafios encontrados até aqui e o que aprendemos no percurso.

RAP da Saúde é um projeto da Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ).
Jovens Promotores da Saúde.

 

Saiba mais clicando aqui: https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina