Encontro com o Grupo de Tabagismo PMGSF

Grupo de Tabagismo: por uma vida sem fumaça promove reflexão e cuidado integral para usuários da unidade!

No dia 06 de março de 2026, das 08h às 10h, foi realizado o encontro do Grupo de Tabagismo, Por uma Vida sem Fumaça, atividade voltada aos pacientes da unidade de saúde, com a participação de 20 usuários. A ação integra as estratégias de promoção da saúde e prevenção de doenças desenvolvidas no âmbito da Atenção Primária à Saúde. O encontro teve como objetivo principal identificar os diferentes tipos de dependência relacionados ao tabagismo, entre eles a dependência física, psicológica e comportamental, auxiliando os participantes a compreenderem os fatores que influenciam o hábito de fumar e os desafios presentes no processo de cessação do tabaco. Durante a atividade, foi abordado o tema Entender por que se fuma”, promovendo um espaço de escuta, reflexão e troca de experiências entre os participantes. A discussão buscou ampliar a consciência sobre os gatilhos emocionais, sociais e comportamentais associados ao consumo do tabaco, além de estimular estratégias de enfrentamento para a redução e abandono do hábito.

O grupo foi conduzido pela enfermeira Rose Cleide Sutil, com a participação do farmacêutico Eduardo e de um técnico em saúde bucal, reforçando a importância do trabalho multiprofissional no cuidado aos usuários que desejam parar de fumar.

Como parte das atividades, os participantes também tiveram acesso a uma sessão de auriculoterapia, prática integrativa que utiliza estímulos em pontos específicos da orelha com o objetivo de auxiliar no controle da ansiedade, redução do estresse e apoio no processo de cessação do tabagismo. Essa abordagem está alinhada às práticas da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, incentivadas no Sistema Único de Saúde (SUS).

A realização do grupo reforça a importância de ações educativas e terapêuticas voltadas ao enfrentamento do tabagismo, considerado um dos principais fatores de risco para diversas doenças crônicas, como doenças cardiovasculares, respiratórias e câncer. Iniciativas como essa contribuem para fortalecer a autonomia dos usuários, promover hábitos de vida mais saudáveis e melhorar a qualidade de vida da população atendida pela rede de saúde.

Fontes