Qualificação das Ações de Acessibilidade Comunicativa na Saúde

Fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde

Neste dia, 1 de outubro de 2026, na Sala de Apoio à Gestão da OTICS Bangu, Willian Inácio e Yasmin Guimarães de Azevedo, auxiliares administrativos da Equipe de Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), juntamente com Elvis Ferreira e Jaqueline Nascimento, apoiadores da Saúde Integral da População Negra, Saúde do Homem e da Pessoa Idosa e da Acessibilidade Comunicativa (DAPS/CAP 5.1), e Renata Reis, fonoaudióloga do Centro Especializado em Reabilitação (CER) e responsável pela mediação do Curso de Libras para os profissionais da Atenção Primária, realizaram atividades voltadas ao fortalecimento das ações de acessibilidade comunicativa na rede de saúde. O encontro teve como objetivo a atualização de relatórios de acessibilidade comunicativa, contribuindo para o acompanhamento e o aprimoramento das ações desenvolvidas nos serviços de saúde. A iniciativa busca ampliar a conscientização e disseminar práticas inclusivas na rede, promovendo o acesso à comunicação de forma mais acessível, humanizada e equitativa para usuários com deficiência ou dificuldades de comunicação.

 

A acessibilidade comunicativa é um componente essencial para garantir o direito à informação, ao acolhimento e ao cuidado integral em saúde. Estratégias como materiais adaptados, recursos visuais, comunicação alternativa e ações educativas contribuem para reduzir barreiras de comunicação e fortalecer a inclusão nos diferentes pontos de atenção da rede de saúde. A construção de materiais audiovisuais e o aprimoramento dos relatórios técnicos representam importantes ferramentas para a sensibilização das equipes e a qualificação dos processos de trabalho, favorecendo práticas mais inclusivas e alinhadas aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a atuação integrada entre profissionais da acessibilidade comunicativa, da atenção à saúde e da reabilitação fortalece a promoção da autonomia, da participação social e da cidadania das pessoas com deficiência. Essas ações contribuem para uma assistência cada vez mais acolhedora, acessível e comprometida com a equidade no cuidado em saúde.

 

Fontes